ESTUDOS



                                   AVIVAMENTO                             
                         

                           Temos aqui vários estudos recentes


No avivamento de Israel sob o profeta Elias, este homem de Deus foi um instrumento poderosamente usado pelo Senhor. Seu primeiro passo foi “ reparar o altar do Senhor que estava quebrado”. Logo o profeta colocou no altar doze pedras, representando as doze tribos completas e unidas, e não apenas dez pedras – as tribos incompletas e divididas do chamado reino do norte, onde vivia o profeta Elias.

É notável este fato do profeta trabalhar com doze pedras, sendo ele do reino das dez tribos. Não é de admirar que o poderoso avivamento que se seguiu levou o povo de volta aos pés do Senhor e também varreu o baalismo idolátrico de Israel.
O que pode fazer um povo dividido e desunido? Se por acaso vier a fazer algo, os males inevitáveis da desunião e da rebeldia atrofiarão tudo o que fizer.
Vemos o princípio da unidade também no grandioso avivamento bem retratado em Ezequiel 37. O texto sagrado afirma que “cada osso se uniu ao seu osso”.imaginai um osso estranho unindo-se a um corpo que não era o seu, e portanto diferente na idade, na altura, nas variações diversas etc. isso seria uma imensa e confusa babel, em que cada um estaria sem direção, sem dono e sem identidade como individuo e como grupo. E é o que esta acontecendo com os chamados movimentos avivalistas de renovação carismática por toda parte do mundo.
                                AVIVAMENTO REAL
O avivamento real do povo de Deus é uma das grandes promessas divinas conforme podemos ver em atos 2.16-21 e Joel 2.28-32: “e há de ser que, depois, derramei o meu espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas ,naqueles dias, derramei o meu Espírito. E mostrarei prodígios no céu e na terra, sangue, e fogo, e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor. E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”.É edificante notar que Joel, o profeta do pentecoste, foi contemporâneo do profeta Eliseu, sendo aquele profeta do reino do sul (Judá) e este, do Reino do Norte (Israel).
A solução divina para a restrição e detenção, na igreja atual, da avalanche de secularismo, mundanismo, comodismo, conformismo e transigência com o erro, o pecado e o mal, é um real avivamento bíblico, soberano, poderoso, divino, sobrenatural, irresistível e duradouro, no seio da igreja em geral e nas suas instituições.
Assim como Deus fez a igreja surgir avivada no espírito, como vemos no livro de atos dos apóstolos, ele mesmo avivará poderosamente a sua igreja nestes últimos dias que precedem a segunda vinda de Jesus, conforme atos 2.17 (“nos últimos dias”). Trata-se de um avivamento incomparavelmente maior que todos os precedentes. A promessa pentecostal de Joel 2.28 afirma quanto ao Espírito : “derramei o”; ao passo que atos 2.17 afirma “derramei do”. Então a plenitude da promessa, segundo Joel, aguarda um cumprimento futuro, e isso antes “do grande e glorioso dia do Senhor”.


                 AVIVAMENTO QUE PRECISAMOS


O avivamento que a igreja do Senhor Jesus Cristo necessita detém as seguintes características:
1) Um avivamento de contrição total
Necessitamos de um avivamento de contrição total do povo de Deus perante o Senhor. Contrição é quebrantamento de espírito em nosso interior, acompanhado de profundo arrependimento demonstrado em nosso exterior, tudo pela ação poderosa do Espírito Santo. Esses estados da alma têm a ver com o pecado no seu duplo aspecto: o pecado como delito praticado e o pecado com estado imanente no pecador, na sua natureza, do qual o crente precisa ser sempre vencedor, pelo “sangue da sua cruz”, como bem nos mostra todo o texto do capitulo seis da epístola de Paulo aos Romanos.
O avivamento faz o crente ver o pecado na sua hediondez, como Deus o vê. Esse quebrantamento, como aqui descrito, produz total humilhação de crente diante de Deus. É em tal contexto espiritual que o avivamento se instala e o Espírito Santo assume a primazia, predomina e prevalece. Quem retarda, pois, o avivamento na igreja não são os incrédulos, mas nós os crentes. É só ler passagens como 2 crônicas 7.14: “e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
2) Um avivamento de perdão amplo e total com reconciliação

O avivamento que precisamos também deve se caraterizar por um perdão total, de coração, com reconciliação entre os crentes, inclusive os obreiros.
Pessoalmente, tenho visto neste país muitos obreiros causando, acalentando e ainda justificado inimizades no ministério, e ainda achando que isto é uma virtude.
3) Um avivamento de liberdade financeira
É um avivamento de generosidade ampla entre os crentes, nas contribuições para a obra de Deus em geral: dízimos, ofertas, doações, mão de obra voluntaria, auxilio, cooperação de todas as formas. Ele também diz respeito á restituição aos outros, de tudo o que for alheio e que porventura esteja em nosso poder.
No avivamento espiritual sob o governo do rei Ezequias, vemos em ação a liberdade financeira espontânea do povo movido pelo Espírito de Deus(2Cr31.5-10).
4) Um avivamento de santidade de vida
Trata-se da santidade do crente manifesta em toda maneira de viver, como declara Pedro em sua primeira epístola: “mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda vossa maneira de viver”, 1Pd1.15.
Paulo fala que a satisfação deve se dar “em todo o vosso espírito, e alma , e corpo”(1Ts5.23). em êxodo 19.6, Deus disse ao seu povo: “vós me sereis povo santo”. Santo no seu viver e conduta, isto é, no caráter, no seu aspecto interno e externo. Nossa vida natural é uma série diuturna de hábitos, praticas e costumes. É evidente, portanto, que um povo santo, isto é, que pertence a Deus, tenha costumes santos.
5) Um avivamento de evangelização e missões
Esse é um dos aspectos do genuíno avivamento na vida da igreja. Quando avivada, Ela carateriza-se também por evangelizar e fazer missões. Este é um fato patente no livro de atos dos apóstolos e na historia subseqüente da igreja, sempre que ele é avivada. Avivamento e missões são fatos gêmeos, indivisos, inseparáveis.
6) Um avivamento de louvor e adoração santos ao Senhor
Em uma igreja onde o avivamento paira, ouve-se os “cânticos de Sião”,os “cânticos espirituais” mencionados em Efésios 5.19, cujo sentido da expressão vai muito além daquele que lhe é comumente atribuído.
Uma igreja com avivamento do Senhor não precisa de artistas e atores da musica, os quais vêm transformando o púlpito da casa do Senhor em palcos. A igreja não precisa de animadores de auditórios, nem de shows musicais por parte daqueles que só buscam chamar a atenção para si. Ela carece, sim, de “verdadeiros adoradores, que O adorem em espírito e em verdade”(Jo 4.24).
Hoje temos pouco do verdadeiro louvor e adoração, porque tais coisas devem ser precedidas de sacrifício espiritual ao Senhor (2Cr 29.27-30; Hb 13.15; S1 50.23- “sacrifício de louvor”). Há pouco ou nenhum louvor no espírito, por que falta o componente celestial na adoração e também nos adoradores – o sacrifício espiritual ao Senhor.
7) Um avivamento de batismo no Espírito Santo
Trata-se de um avivamento de batismo constante no Espírito Santo, com a manifestação sobrenatural das línguas estranhas e operação de milagres como sinais prometidos por Jesus, em Marcos 16.17-18.
8) Um avivamento de oração intercessória e jejumTudo isso de modo continuo. Isso faz parte dos avivamentos da historia. Podemos ver isso claramente na bíblia, em textos como Habacuque 3.2, 2crônicas 7.14 e salmos 7.14 e 119. Varias vezes a oração do salmista é “avivanos, Senhor”.
9) Um avivamento de ensino da palavra de Deus
É um poderoso e ungido movimento de ensino da palavra de Deus nos templos, nos lares, nos educandários das igrejas, nas publicações, nos hinos cantados etc. É um ensino continuado da doutrina, como no avivamento de atos 2 – “permaneciam na doutrina (ensino) dos apóstolos” -, e que seja ao mesmo tempo desejado e buscado pelos crentes, como quem tem muita sede e muita fome da palavra de Deus.
Um tal ensino conduz igualmente á conversão de pecadores. Podemos ver isso em salmos 51.13, atos 13.21 e Lucas 20.1, onde Jesus aparece “ensinando e anunciando o evangelho” ao mesmo tempo.
10) Um avivamento de destruição dos nossos ídolos do coração
Um avivamento verdadeiro promove a destruição dos nossos deuses do coração. Sem avivamento, as coisas naturais desta vida se tornam deuses dentro de nós, como as riquezas, o sucesso, a posição (status), o trabalho exagerado de modo a deixar-nos sem tempo para adorar a Deus; o prazer incontido na glutonaria, nas diversões e nos passatempos “inofensivos”; na vaidade do espírito humano etc.
Em nossa vida, um Deus é tudo aquilo que torna o lugar do verdadeiro Deus e que ocupa o nosso coração, nosso tempo e nossa atenção. Deus ou é Senhor absoluto da nossa vida, ou somos nós que mandamos em nós mesmos. Não há meio termo, pois Deus não divide o seu senhorio nem a sua glória com ninguém.
Jacó, ao experimentar um principio de avivamento espiritual em sua vida, deu um basta nos ídolos de casa (Gn35.1-4). Samuel, o admirável homem de Deus,no avivamento de seus dias exortou o povo a destruir seus próprios ídolos (1Sm7.3-6).
11) Um avivamento segundo o modelo da palavra de Deus
O verdadeiro avivamento é sem mais, sem menos, sem inovações, sem distorções. É uma avivamento segundo os princípios estabelecidos na palavra de Deus (S1 119.25,154 – “segundo a tua palavra”).
Em Levítico 10, logo após ser instituído o ministério levítico, dois sacerdotes ofereceram “fogo estranho” perante o Senhor, e foram mortos ali mesmo. Tratava-se de fogo não da parte do Senhor;não fogo sagrado. Era um fogo não obtido do altar dos sacrifícios. Se a lei continuasse a vigorar hoje, os cemitérios estariam repletos de falsos avivalistas mortos. Atestado de óbito: “morte prematura por falsa identidade ideológica cristã”.
Só o avivamento do espírito do Senhor pode realmente vivificar-nos (Jo6. 63). O fogo sagrado das lâmpadas do candelabro era regulado para que não se apagasse, nem se excedesse. Para tanto, havia acendedores (avivadores) e também reguladores do fogo. A mesma coisa aparece no grandioso templo de Salomão, que também prefigura a Igreja como templo do Senhor (Ex 25.37,38; 1Rs7.49-50).
12) Um avivamento abrangendo a igreja e as famílias da igreja
Não podemos ter igrejas avivadas, despertadas, renovadas de fato, com lares distanciados de Deus, indiferentes e até refratários ao avivamento espiritual (Dt20. 5). Uma casa edificada precisa também ser consagrada.
Em atos 1.13, o avivamento pentecostal que deu origem á igreja começou em uma casa de família, e assim continuou naqueles dias, como vemos em atos 5.32: “no templo e nas casas”. É oportuno mencionar aqui que o termo “lar”, no seu original latino, implica algo fortemente aquecido.


                                  CONSIDERAÇÕES


Após esse breve estudo, é importante considerarmos pelo menos cinco coisas:
1) Uma igreja sem autentica renovação espiritual constante, primeiro, cai na rotina, o que significa ficar parada no tempo e no espaço; isto é, trabalha, mas não avança, não progride. Segundo, essa igreja não resiste nem supera as rápidas mutações de comportamento da sociedade ímpia ao seu redor; e terceiro, ela perde a guerra espiritual contra “a carne” (no sentido bíblico, é evidente) como em Gálatas 3.3; 5.17; 1 coríntios 3.1-4 e Romanos 7.14-24.

2) O crente realmente regenerado pelo espírito precisa manter-se renovado pelo mesmo espírito (Tt3. 5;2Co4.16).
3) Preparemos “o caminho do Senhor” para o avivamento (Mt3.3). avivamento espiritual não é só ter o fogo e calor(fervor) do Espírito Santo. É preciso continuar a avivar a chama do fogo. Em 1 Timóteo 1.6, Paulo diz: “Despertes o dom de Deus que existe em ti”. No original grego, essa passagem é lida, literalmente, como “aviva a chama do fogo do alto”. É a nossa parte no avivamento do senhor.
4) Lembremos o caso ocorrido com mahatma ghandi, da Índia, anos atrás: “eu admiro, acato, e aceito o Cristo do Evangelho, mas não aceito esse cristianismo de vocês”.
5) Atendemos para as palavras do evangelista Billy Graham, em seus sermão no dia Nacional de Oração, em 14 de setembro de 2001: “prostremo-nos perante Deus, humilhados, contritos, arrependidos e confessando nossos pecados, para que tenhamos um avivamento. “Obreiro”
As consequencias do genuino avivamento ;reavivamento e pentecostalismo.
Estamos vivendo momento de perspetiva pentecostal;que exigem de nós uma reflexão séria e criteriosa daquilo que chamamos de avivamento.sem duvida ;este seculo está iniciando para um período de grande derramamento do Espirito Santo sobre todos que o buscam.Como prova disso ;eis o grande crescimento da igreja no brasil ;que ocorreu atravez de homens simples;ainda que sem preparo teológico;mas que eram incondicionalmente ;submissos a orientação do espirito Santo.comparando esse período inicial com quadro atual;que tipo de pentecostalismo ou avivamento estamos praticando.
O que é avivamento/ 1º ato ou efeito de acordar/2º tornar mais vivo /3º cobrar animo / 4ºintensidade/ 5º acordar /.segundo alguns pensadores; 1ºé mover do Espirito Santo trazendo um despertamento do cristianismo neo-testamentario.2ºé um choque na apatia e descaso.3ºé pensar no céu e esquecer dos negocios da terra.4]experiencia com Espirito Santo.concluimos ;disse vance havner.(avivamento é a operação de Deus entre seu povo .. é a volta do cristianismo do novo testamento ...é volta ao normal)
Que tipos de avivamento estamos hoje.
0 avivamento está inserido por 14 vezes no antigo testamento ;onde pelo menos 8 vezes se referem ao avivamento na historia dos judeus ;o qual foi marcada por circunstancias esprcificas.vejamos algumas dessesa avivamemtos.1ºavivamento na casa de jacó(gn 35.1-15)2ºna época do rei Asa (2cr 15.1-15)3ºno reino de joas(2 cr 23e 24)4ºnos dias de Ezeqiuas (2rs 18.4-7 e 2cr 34 e35)5ºdepois do exilio sob zorobadel Esdras 5-7)6ºnos dias de Nemias e Esdras.

No novo testamento ;está inserido cinco vezes;embora está claro que o assunto se encontra em todas paginas.Caracteristicas periodicos/temporais(progamaticos)

Hoje interpreta-se como avivamento as exigências oriundas de progamações festevas como campanhas ;congressos;confraternizações etc;mas ainda não é avivamento tão esperado.Permanentes / contínuos
O avivamento é permanente ;é diário ;é continuo.é aquele que vem de dentro para fora e que começa em nós pela ação e operação do Espirito Santo ;indenpente de do dia ;semana;mês ;ano;sol ou chuva.Avivamento é o poder do Espirito Santo nas vidas resgatadas pelo sangue de jesus;tirando-as de /esconderijo de preconceito/medo/comodismo/pecado/paixão carnal/inutilidade/frieza espiritual/ E´o avivamento que leva o crente à batalha / linha de frente /a ganhar almas para jesus /combater contra o pecado /prepara o crente para os dias maus.
Moderno e tecnológico. avivamento magnético ;on´line ; pré moldado pré-moldado e pér fabricado ;que deixou de ser um movimento do Espirito Santo ;na unção dos púlpitos e com ação de nossas igrejas ;e passou a ser um movimento pentecostal e institucional ;onde predomina o orgulho denominacional.o avivamento da midiaque satisfaz os anseios culturais com tendencias e influencias e do mundanismo.

teorico ou histórico.O avivamento não é peça de museu ;onde se escreve compêndios ;apenas tratados.teóricos de ouvir dizerFala se ;comenta se sobre avivamento do passado ;dos tempos de finey;wesley;da rua azuza atc.não se pode viver de passado e da teoria ou historia .é preciso buscar um avivamento verdadeiro ;biblico e autentico.


                           Avivamento e reavivamento


1º o aspecto denominacional.

Fala-se hoje muito em avivamentos ;usando um novo significado;que significa tornar a aviar novamente)por as igrejas históricas e tradicionais querem se pentecostalizare as pentecostais devem se cuidar para não se tradicionalizar.estamos vivendo um periodo de pentecostais classicos;indenpendentes das mudanças sociais.

       NOVO ESTUDO BIBLICO DO LIVRO DE ATOS E SOBRE O BATISMO NO ESPIRITO SANTO

A maior controversia em torno do assunto do batismo no Espirito Santo ,esta relacionado com evidencia dessa experiência .O povo pentecostal crê e ensina que o batismo no Espirito Santo evidencia-se externamente pelo falar em outras linguas de modo sobrenatural ,pelo poder do Espirito Santo.Outros grupos evangélicos crêem também que è possível receber o batismo ,mas divergem quanto á evidencia inicial de falar em linguás atos 2.2 em diante.Certos grupos evanélicos alegam que a prova do batismo é a manifestação dos frutos do Espirito Santo na vida do cristão,citam passagem de galartas 5:22.É verdade que esses frutos resultam da presença  do Espirito Santo no crente ,mas o batismo que é uma experiencia acompanhada de um sinal peculiar e claro.(notas apostila betel).
A unica maneira de se chegar a uma conclusão exata sobre o assunto é por de lado as muitas idéias prevalecentes e buscar a resposta nas Escrituras ,observando de que maneira foram batizados no Espirito Santo os crentes do 1° seculo,e aqui nesse estudos iremos citar comentários esclarecedores.O livro de atos registraos eventos ocorridos na igreja nessa época e logicamente é nesse livro que encontramos o padrão dessa experiência e a base das nossa fé sobre o assunto.(ibid).
 Cristo enche a vida e a Palavra de Deus torna-se preciosa .Sente-seum um grande zelo pela salvação dos pecadores .Tais resultados não são provenientes de oposiãos do mal.Pessoas que se opões ao movimento pentecostal gostariam de provar que a experiencia de falar em linguas sobrenaturais ,foi manifestação original somente para os tempos dos apótolos e que desde então esse fenomeno ,na sua forma legitima ,nunca mais se repitiu.(ibid).
Tais suposiões carece de fundamento ,pois varios primitivos pastores da igreja ,como :Irineu,tertuliano,agostinho ,joão crisostomo,no segunso século ,nas suas cartas e em outras obras literarias ,referem-se ao fenomeno ,comumente chamado "glossaria",como sendo experiencia em seus dias.Existem evidencias de que nos avivamentos surgidos durante os seculos seguintes ,o falar em outras linguas repetiu-se.registra-se que lutero o reformador na alemanha falava em outras linguas ,bem como tambem nos avivamentos metodistas de João Carlos Wesley,manifestou-se o mesmo ,bem como no avivamento de D.L.Moody.(ibid).
 Há evangélicos tambem nos dias de hoje que tambem admitem a possibilidade do falar em linguas atualmente tambem,mas mantem certas reservas,alguns dizem que esta experiencias não é para todos.Regeitamos tal ensino erroneo ,tal ensino resulte em ninguem receber o batismo.De uns tempos para cá ,multidões de crentes das igrejas pentecostais e tradicionais vem recebendo o genuino batismo no Espirito Santo,conforma a promessa divina em atos 2.17(ibid). 
              
                 ENCHENDO JERUSALEM E O DIA
                          DE PENTECOSTES


O livro de atos dos apóstolos ,que relata a história da igreja Primitiva ,contem um bom numero de exemplos  do recebimento do Espirito Santo.Examinando bem o que aconteceu nessas ocasiões ,chegaremos a uma conclusão satisfatória.Podemos tambem determinar se o falar em linguas ,como experiencia para o crente nos nossos dias ,segue ou não as normas biblicas. Primeiramente notemos que no dia de pentecostes ,na experiencia do batismo no Espirito Santo ,participavam individuos ,e não uma coletividade.Essa recepção individual foi a cumprimento da promessa de Jesus mencionada em João 7.37,38.Todos os crentes que se achavam no Cenaculo no dia de Pentecostes foram cheios do Espirito Santo e falaram em outras li.Perguntaram os oponentes por que os pentecostais   apontam o "falar em linguas" como evidencia inicial do batismo ,uma vez que se manifestaram outros sinais ,como as linguas de fogo e o vento veemente no dia de pentecostes?É que verdade que houve esses fenomenos fisicos,contudo  somente no livro de atos ,levando-os a crer que esses sinais ,como que de fogo e vento ,eram peculiares aquela ocasião inicial,ao passo que as linguas continuam(ibid).
O livro de atos do apostolos que alguem ousou dizer poder-se-a chamar "atos do Espirito Santo" ou"atos da igreja",narra os primeiros passos da igreja do Senhor.A igreja começou em Jerusalem e dali estendeu-se em seus primeiros anos praticamente a todo mundo.Permaneceram na cidade de Jerusalém no monte das oliveiras,Jesus determinou aos seus discipulos que ficassem em Jerusalem ,que recebessem a promessa do Pai ,da qual ele havia falado(at  1:4;5;;8),a recomendação do Senhor tem haver com a sua ardente visão missionaria ,a qual padecera na cruz do calvário.E havia dito aos discipulos que pregassem o evangelho a toda criatura até os confins da terra.  
 Antes de iniciarmos o comentario sobra a descida do Espirito Santo ,lembre-me que os judeus celebravam sete importantes festas a saber:atos 2 registra a data da inauguração da igreja com sinais maravilhosos ,a manifestação de linguas,tem sido motivo de exteção debate para alguns que não aceitam o sinal de manifestação das linguas,a biblia refere-se lingua dos anjos(1 cor 13.10,lingua divina(1 cor 14.20,linguagem espiritual(1 cor 14.2),linguas de fogo (atos 2.30,novas linguas(mc 16.17).A experiencia vivida pelos apostolos nessa ocasião foi um fenomeno completamente novo atravez dos  seculos ,a igreja vem experimentanto essas experiencias´Pentecostal gloria Deus.

             O DIA DE PENTECOSTES VERSOS 1-4

V.1"... cumpriu-se o dia de Pentecostes...".O termo pentecostes procede originalmente da festa judaica chanada de "festas das semanas ou hag shabuot,como descreve o antigo testamento (Lv 23.15-25 Dt 16.9-12).Essa festa era comemorada sete semanas depois da pascoa.Literalmente ,o termo significa "festa dos periodos de sete",em razão  de a festa ser comemorada a partir do dia seguinte ao setimo sabado,após o dia das primicias (Lv 23.15-16.)Outra experssão da qual se deriva o vocabulario'pentecostes' é "hamishim" yon,"que significa "festa do 50 dias"(Lv 23.16"),termo traduzido pela versão grega do antigo testamento por "pentekonta hemeras ,ou "quinquajésimo dia".A solene festa de pentecostes é chamada no antigo testamento de "festa das semans" "festa das primicias da sega do trigo""festa da colheita' e o dia das "primicias"-ocasião em que apresentam os primeiros frutos dos campos previamente plantados ex 23.16,34.22 nm 28.26,31 dt 16.9-12).
Quanto ao passado ,a festa de pentecostes era uma santa celebração em que o adorador oferecia ao Senhor uma oferta voluntaria proporcional as bençãos recebidas do Senhor (dt 16.100.Mas no contexto profético é uma referencia á efusão do Espirito Santo sobre toda carne(jl 2.28,at 2.1-3).O dia de pentecostes era celebrado por todos os judeus ,tanto os que habitavam a Palestina quanto aqueles que estavam dispersos por todas as partes do mundo de então.
 Alguns destes judeus e prosélitos não costumavam frequentar a festa da pascoa em Jerusalem ,pelo fato de o clima não ser favoravel para longas peregrinações .No entanto quando as condições climaticas estavam favoraveis ,ocasião ,que coincidia com a festa de pentecostes ,todos convergiam a Jerusalem capital religiosa do judaismo.Com base fundamentada em atos 2.7-13 menciona pessoas de varias nações no dia de Pentecostes,judeus vindo de varias nações pelo clima lhes ser favoravel.A distancia entre Jerusalem e as regiões das quais os devotos procediam ,de monstram a importancia da festividades sagrada para eles .A festa foi uma estratégia para manifestação o poder de DEUS a todas aquelas localizações .O dia de pentecostes simboliza ,para a igreja ,o inicio da colheita de almas para Deus neste mundo.
 No seculo 1° da era cristã ,as comunidades Judaicas localizavam-se principalmente na parte oriental do império romano ,onde o grego era um idioma comum ,mas havia comunidades de oeste e leste ,desde a italia até babilonia.Alem dos povoc aqui mencionados ,os presentes no dia de pentecostes9at 2.9-110,incluíam visitantes da mesospotania e de regiões mais distantes do oriente da Partia ,Médio e Leilão (atual Irã).(notas b. de estudo pentecostal cpad).Aqueles que se tornaram cristãos em pentecostes incluindo judeus de varias nações foram os primeiros frutos de uma vasta colheita de almas.
            V.1"...estavam reunidos todos no mesmo lugar..."Aqui "reunidos" é ser unanimes ,ter consentimento mutuo ,estar de acordo ,ter unidade em grupo ,ter opinião e objetivo,harmonia,consentimento volitivo da igreja recém formada.Em cada uma de suas ocorrências mostra uma harmonia que leva a ação.(estrong).Os 120 at 1.15,a palavra "todos" aparecem diversas vezes em atos especialmente nos segundo capitulo (v 1,4,17,39,43,44).Como a palavra "todos" é inclusiva ,cada salvo é um candidato ao batismo no Espirito Santo ,observe ,contudo a salvação não é o batismo no Espirito Santo,este deve seguir se a salvação(at 1.14-14 ,2.38-39).Retrocedendo um pouco na leitura ,vemos "sobre meus servos e minhas servas..." at 2.18 ,leia tambem atos 19.2,jo 14.17 .(notas manual do obreiro cpad).
 Em atos 2.1 ,esta escrito "cumprindo-se o dia de pentecostes ,estavam reunidos no mesmo lugar',isso indica  não somente "união" mas "unidade no Espirito Santo"(v.4).Acabaram as discórdias ,as contendas as divergências pessoas em torno das coisas de Deus ,todos estavam ali juntos"reunidos'(ibid).             
  V.2"...derrepente ,veio do céu um som...) (...som...)- um som vindo do ceu:-no dia do prometido derramamento de poder celestial ,a Palavra de Deus diz que veio do céu um som como de um vento o que esta ocorrendo atualmente em sua vida ,em sua igreja?O verdadeiro revestimento de poder do Espirito Santo vem do alto(lc 24.49 at 11.40.(notas manual do obreiro cpad).
Observemos que o Espirito Santo veio primeiramente com um "som".Um som para despertar ,os dormentes,para acordar do renovo espiritual.Um som para alertar de perigo .Para avisar ,um para convocar para o trabalho ;para reunir(1°cor 14.8).Um som para a igreja louvar a Deus ,com musicas sacra.(1°cronicas 16.42 e col 3.16).O som que veio do ceu era como de um vento ,isto é não houvem um vento natural de fato e sim algo semelhante as seus efeitos sonoros ,circundantes e propulsores.

                        O que se representa o VENTO?
 1.FALA  de 'força impulsora"-como nas velas dos barcos,no moinhos et.2.FALA separar -a palha do trigo do grão 9sl 1.4 mt 3.12),separa o leve dp esado .3Move moinha e movimenta agua,arvores 4.o vento fertiliza -levando o polem ,a vida (col 4.16 e jo 3.5-8) .5o vewnto limpa -arvores ,campos etc.6.o vento não tem cor ,favoritismo ,individualismo ,discriminação.7.O vento pertence não  a um clima unico -é universal 9ec 1.6 gn 1.2).9.O vento não tem cheiro ,mas espalha perfume -aqui é importante refletir sobre o papel do altar do incenso ,no tabernaculo.10°O vento ,quando se move é infalivelmente sentido notado.11°O vento refresca e suavisa o calor 12°O vento -o ar-alimenta e vivifica (pulmões ,e vida organica).em ez 37.8-10 ,naquela visão que Deus o mostrou sobre um vale de ossos secos(notas ibid).
              V.2"...encheu toda a casa em que estavam assentados...".A casa focou cheia-,o som como de um vento veemente e impetuoso encheu toda casa.Aquele primeiro derramamento do poder do Espirio Santo ocorreu numa resiencia ,numa casa de familia.Isso nos leva a refletir sobre o importante papel da familia cristã cheia do Espirito Santo ,para a igreja .A familia ,como primeira instituição divina na terra ,foi o meio pelo qual Deus iniciou o ciclo da história humana. Foi por meio dela ,ainda ,que ele iniciou ou nação que traria o messias ao mundo e o trouxe.
             V.3"...foram vistas por eles linguas repartidas...".O texto de atos 2.3 mostra que linguas como que de fogo foram repartidas .O verdadeiro tem algo para se "ouvir"do "ceu"(veio do ceu um som),para se "ver"do ceu "foram vistas,por eles linguas 'e para "repartir"tambem vindo do ceu "linguas".As linguas repartidas e vistas por todos ,foi uma experiencia publica e notória ,sendo todos os olhos abertos pele evidencia da lingua(lc 24.31).O própio Espirito Santo repartiu essas linguas de acocrdo com a medida da fé e os diferentes dons da cada um (RM 12.6;1°cor 7.20).Essas linguas fazem parte do revestimento do alto do batismo do Espirito Santo.
  Desceram como fogo (AT2.3 MT 3.11) porque o fogo produz  luz purifica aquece o coração (MT4.7 5.28).Vemos neste texto diversidades de linguas repartidas como de fogo ,isso nos fala das diversidades de linguas o fogo é a garantia de que Deus estava nesse negócio visto que para os Judeus a manifestação divina estava ligada ao fogo.Linguas de fogo",isso tambem pode ser uma alusão a sarça ardente (EX 3.25),Que simboliza a presença divina.A manifestação externa da descida do Espito Santo foi outro sinal de poder.Moises foi chamado por Deus com fogo(EX6.1-8).(notas b.est.pentecostal cpad).
Essa linguas "como que de fogo",isto é ,fogo sobrenatural, celetial ,e não fogo estranho.Veja a aplicação espiritual desse "fogo do céu":
                  1°.O fogo alastra-se,comunica-se.
              2°O fogo purifica.Contra impureza espiritual,a principal força é o Espirito Santo.
                3°.O fogo ilumina.E o saber ,o conhecimento das coisas de Deus. 
               4°O fogo aquece.A igreja é o corpo de Cristo.Todo corpo vivo é quente.
              5°O fogo ,para queimar bem,de depende muito da maneira ,se é boa ou ruin.Que tipo de "madeira" somos nós e tu?Disso tambem depende o fogo divino em nós.
                6°O fogo tanto estira o ferro ,como a roupa macia
                7°quam nasce sob fogo não esmorce sob o sol.Foi o fogo do céu que fez o templo de Salomão a casa de Deus(2 cr 7.1 e 1cor 3.16).              
              V.4"...e todos foram cheios do Espirito Santo ..."-Todos cheios-Esse é o cumprimento inicial da promessa de Jesus (1.5-8).As expressões intercambiais aos ouvintes v.6 .Uma pratica carateristico da plenitude do Espirito Santo.Receberam agora vida abundante que Jesus havia falado(jo 10.10).Cada um ficou cheio do Espirito Santo , o  seu templo cheio de Deus(1/cor 6.19;3.16).Assim antes o tabernaculo fora cheio (EX40.34),e tambem o templo (cronicas .1,2)todo.
 Todo o ser ficou ocupado da da gloria de Deus ,e aquilo que acompanha "...cheios de alegria ..."(AT13.52),cheios de amor (RM5.5).E estando cheios de coisas boas ,outras coisas malignas não tem mais envolvimento espiritualmente,graças a Deus.Os discipulos antes do batismo ,eram timidos e medrosos ,inclusive ,no dia da prisão de Jesus ,todos fugiram ,com excessão de Pedro ,que acompanhava até o local onde o filho de Deus foi crucificado julgado.Na casa do sumo sacerdote Caifas ,o amigo de Cristo ,que prometeu segui-lo até a morte ,com medo de morrer ,negou ters vezes Pedro a Jesus.
 No dia,de Pentecostes ,revestido do poder de Deus ,quando os Judeus ,atraídos pelo barulho das linguas que os discipulos falavam.Nos dias atuais ,viver cheio da graça de Deus é mais do uma necessidade .E a promessa do revestimento de poder está a disposição de todos os que crêem.Se voce ainda não é batizado com Espirito Santo ,não se preocupe ,pois Jesus está desejoso de atender a todos os que Nele esperam. 
 Frequente as reuniões de oração ,vigilias,jejuns ,e quando voce menos espera ,falará novas linguas como evidencia do batismo no Espirito Santo .Após receber esta benção ou promessa de Deus é para todos os que se converteram a Jesus como salvador,voce deve buscar diligentemente com zelo e perseverança ,os dons espirituais ,a fim de que seja um instrumento nas mãos de Deus para a edificação da igreja.Cultive tambem o fruto do Espirito Santo,para que seus atos provem a todos que voce é uma nova criatura.
 O batismo no Espirito Santo não pe a conversão ,porque para receber-lo é preciso antes se arrepender-se e crer ;não é justificação ou a santificação ,pois já há pessoas que antes de receber já possuem essas qualidades ,embora manifesta em grau bem fraco.(notas Emilio conde,pentecostes para todos cpcad 1985).
É de  mais familiar a muitos estudantes da biblia que a palavra grega usada por joão"baptizein",que significa que cada os crentes foram envolvidos ,no Espirito Santo(ibid cpad).Aqui em atos dos apóstolos temos um brilhantes exemplo de como os crentes se mantiveram cheios do do Espirito Santo.Foi por meio de renovação .Em atos 2.4"todos foram cheios..."e em atos 4.31 lemos de novo"...todos foram cheios do Espirito Santo...",a biblia diz que é possivel ser renovado"de dia em dia"(2°Cor 4.16). 
 O apostolo Paulo o tinha está necessidade bem viva no seu  ministério .Quando o jovem timótio começou a acompanhar lo nas suas viagens ainda jovem ,mais tarde ,já madurecido na idade,foi separado para o ministério .Quando timótio já estava mias de idade adulta mais  30 por exemplo ,Paulo escreveu em (1;tm 4.14 veja e 2°tm 1.6.Paulo queria que a segunda geração se mantivesse tambem cheios do Espirito Santo ,eisto só possivel somente atravez da renovação.
     QUAL É O BIBLIA DA PLENITUDE DO ESPIRITO SANTO RECEBIDA NO DIA DE PENTECOSTAL?
       1°.O inicio        
       siginificou o inicio do cumprimento da promessa de Deus em (jl 2.28-29) de derramar seu Espirito Santo sobre todos o seu povo nos tempos do fim (at 1.4-5 ,mt 3.11 lc 24.49 ,jo 1.33).
      2°.ultimos dias      
     Posto que os ultimos dias desta era já começaram (v.17 ,hb 1.2 1/pd 1.20),todos agora se veem ante a decisão de se arrependerem e de creem em Cristo 9at 3.19 ,mt 3.2 lc 13.3 ,2.17).
    3°.testemunhar
     Os disciplulos foram "...do alto ...revestidos de poder (lc 24.49 at 1.8),que os capacitou a testemunhar de Cristo ,a produzir nos perdidos grande convicção no tocante ao pecado ,á justiça e ao julgamento divino ,e a desvia-lo do pecado para a salvação em Cristo ( at 1.8 ,4.13,33 ,6.8 rm 15.19 jo 16.8).
   4°.ministros pregadores
  Os discipulos se tornaram ministros de Espirito Santo.Não somente pregavam Jesus crucificado e ressucitou ,levando outras pessoas ao arrependimento e a fé em Cristo ,como tambem influenciavam essas pessoas a receber "o dom do Espirito Santo"(v.38-39),que eles mesmos tinham recebido no pentecostes v.4 .Levar outras ao batismo no Espirito Santo é a chave da Obra dos apostolos no (NT).(at 8.17 9.17 1.8 10.44-46 19.6).
    5°.salvação
  O Espirito Santo já revelou sua natureza,e aquele que receberam o batismo ficaram cheios do mesmo anseio pela salvação das pessoas (v.38-40 at 4.12 12.33 rm 9.1-3 10.1).O pentecostes é inicio das missões mundiais (at 1.8 2.6-11,39).
    6°.continuação
 Mediante este batismo no Espirito Santo ,os seguidores de Cristo tornaram-se continuadores do seu ministério terreno .Continuaram a fazer e ensinar no poder do Espirito Santo ,as mesmas coisas que Jessus "começou não só a fazer ,mas a ensinar"(at 1.1 jo 1.2).
            V.4"...e começaram a falar em outras linguas ...""glossalalia"do grego "glosso",lingua +lalia ,falar em linguas"dom sobranatural concedido pelo Espirito Santo ,que capacita o crente a fazer enunciados proféticos em linguas que lhe são desconhecidas.Objetivo da glossalalia é enunciar sobrenatural e extraordinariamente o evangelho de Cristo ,como acomteceu no dia de Pentecostes (at 2),levar o crente a consolar-se no Espirito Santo ,e a proclamar ,com o conhecimento e a vontade de Deus á igreja91°cor 14).notas andrade c.c. dic teológico cpad 1998).
      A glossalaria ,conhecida tambem como dom de linguas "desconecidas" é como dom e espiritual que ,á semelhança dos demais ,não ficou circunstrito aos dias dos apostolos :continua atualmente e atuante na vida da igreja.As linguas manifestação sobrenatural do Espirito Santo  uma  expressão vocal inspirada pelo Espirito Santo ,mediante a qual o crente fala numa lingua (grego glossa) que nun aprendeu 91/cor 14.14-15)(notas b.est.pent.)
  A evidencia de que os discipulos haviam recebido o Batismo ,foi o falar em linguas.Este é a evidencia indubitavel e clara do batismo no Espirito Santo.Cada um dos que se encontravam no cenaculo teve a sua própia experiencia ,todos falaram linguas que jamais tinham falado em tais linguas .Trata-se de um verdeiro milagre ,O profeta Isaias já havia profetizado que tal coisa aconteceria (is 28.11).Quando assim falaram em outras linguas ,não foi resultado de um esforço dos apostolos para estudar e aprender uma nova lingua mas algo que o Espirito Santo lhes concedia que falassem.

                         A EVIDENCIA COMO PADRÃO
  Aqui trata de um milagre ,que lhes serviu do sinal do recebimento da promessa .Como j´dissemos no tópico anterios ,a evidencia inicial e fisica do batismo no dia de pentecostes ,foi o falar em linguas.Esta evidencia deixou bem claro que os discipulos haviam recebido a promessas do PAI(at 2.17,18,38,39).
 O falar em linguas ,pois ,serve como padrão para se aferir se alguem foi ou não batizado com Espirito Santo(at 11.15-17))O que se sucedeu no dia de pentecostes,repetiu-se na casa de cornélio(at 10.46),em ÉFESO(at 19.6),na vida de Paulo(at 9.17,18 1/cor 14.18),em Samaria (at 8.20-21),embora a biblia não o declare ,tambem deve havido linguas por ocasião do avivamento que la houve nos dias dos apostolos.  
 O interessante generalizado pelo batismo e dons do Espirito Santo convenceu alguns.Os evangelicos do seculo 19,que que Deus concederia o dom de linguas a fim que pudessem anunciar  o evangelho noutras paises ,agilizando a obra missionaria.Entre os que esperavam o recebimento do poder para evangelizae o mundo ,achava-se o pregador da santidade ,em Kansas Chales Fox Parham e seus própios estudos de atos dos apostolos ,e influenciado por Irwin e Sand Ford ,testemunnhou Parham um reavivamento notavel na escola biblica Betel ,em Toketa ,Kansas em janeiro de 1901 .A maioria dos alunos ,bem como o própio Parham regozijaram-se por terem sido batizados no Espirito Santo e de haverem falada noutras linguas.Assim como Deus concedia a plenitude do Espirito Santo aos 12o no dia de pentecostes ,eles tambem haviam recebido a promessa (at 2.39)(notas Stanlei.M.H .sist.p.19 cpad 2006).  
  Depois de 1906 ,os pentecostais passaram a reconhecer ,cada vez mais ,que na maioria das vezes ocorrencia do falar em linguas ,os cristãos realmente estavam orando em linguas não identificaveis e não idiomas compreenciveis .(glosslalia ao invez de xenolalia)(ibid p.20).

                                SUBSIDIO HISTÓRICO
  Os historiadores   que se ocupam do "avivamento pentecostal no seculo20 são unanimes em mencionar a rua Azuza em los Angeles ,California ,em 1906 ,como sede irradiador de onde o avivamento se espalhou para outras cidades e nações .A rua Azuza transformou em poderosa fogueira divina ,onde centenas e milhares de´pessoas de todos os pontos da américa ,ao chegaram atraídos pelos acontecimentos e para ver o que estava acontecendo ali,eram batizados com Espirito Santo ,e ao retornarem para suas cidades ,levavam essa chama viva que alcançavam tambem outras pessoas .(nota Emillio Conde hist.da ad no brasil p.23.) 
 Porem quem havia trazido a menssagem pentecostal a Los Angeles fora uma senhora metodista que por sua vez ,a recebera na cidade de Houstom ,quando tinha ido  visitar seus parentes .Antes dessa data 1906),podemos citar tambem os avivamentos ocorridos na Suécia em ,1906 ,e na Inglaterra em 1740.Na América do norte ,podem-se mencionar ,os avivamentos nos Estados Unidos de nova Inlgaterra em 1854 ,e na cidade de Moorehed ,em 1892,seguidos da Galena,Kansas ,em 1903 e Orchard e houstom ,em 1904 e 1905 ,respectivamente)ibib p.23.

                           






                 COMENTARIO BIBLICO E ESTUDO DO LIVRO DE OSÉIAS CAPITULO 6

                           fonte:comentario biblico de João Calvino
                                    A tematica é sobre a apostasia


     Oséias 6.1

1. Vinde, e retornemos para o SENHOR: poi sele nos dilacerou, e nos curará; ele feriu, e nospensará.1. 
nostras.No último capítulo, o Profeta disse que os israelitas, após haverem sido subjugados por castigos e julgamentos, novamente voltariam atrás, deixando de seguir o erro para buscarem a Deus.
Porém, como o terror afasta os homens do acesso a Deus, esse ora acrescenta que a medida da s aflições não seria tal que desencorajasse as mentes deles e produzisse desesperança; antes, contudo,incutiria neles a garantia de que Deus ser-lhes-ia propício: e, para que ele Profeta apresentasse isso da melhor forma, introdulos dizendo: Vinde, vamos ao Senhor: e tal modo de falar é mui enfático.
Mas devemos saber que a razão aqui dada, pela qual os israelitas podiam regressar, em segurança e confiança certa, a Deus, é que eles reconheceriam como ofício dele o curar, após haver ferido, bem como trazer remédio para as feridas que ele havia infligido. O profeta quer dizer, por essas palavras, que Deus não pune os homens para derramar sobre eles a sua ira para destruição;mas que, ao contrário, pretende promover a salvação deles quando é severo em punir seus pecados.Então, temos de lembrar, como observamos anteriormente, que o início do arrependimento é uma
percepção da misericórdia divina; ou seja, quando os homens ficam persuadidos de que Deus está pronto para dar perdão, eles, então, começam a criar coragem para se arrependerem; caso contrário,a perversidade sempre aumentará neles, por mais que o seu pecado os apavorem, todavia, nunca retornarão ao Senhor. E, tendo isso em vista, eu citei noutra parte aquela notável passagem no Sl 130: ‘Contigo está a misericórdia, para que sejas temido’; pois não podem os homens obedecer a Deus de coração verdadeiro e sincero, a não ser que uma amostra de sua bondade os atraia, e eles possam com certeza decidir que não retornarão a ele debalde, mas que ele estará pronto, como dissemos, a lhes perdoar. Esta é a significação as palavras quando ele diz: Vinde, e voltemos ao Senhor; pois ele nos despedaçou e nos curará; isto é, Deus não aplica sobre nós chagas mortais;mas fere para curar.
Ao mesmo tempo, algo mais fica explicitado nas palavras do Profeta, e é isto, que Deus jamais lida tão rigidamente com os homens, mas que Deus sempre dá lugar para a graça. Pois pela
palavra, despedaçado, o Profeta alude àquele pesado juízo do qual ele outrora falara na pessoa de Deus: o Senhor então fez com que ele mesmo fosse como um cruel animal selvagem: “Eu serei como um leão, eu devorarei, eu despedaçarei, e ninguém tomará a presa que eu já tiver capturado”.
Deus desejava então mostrar que sua vingança contra os israelitas seria horrível. Ora, ainda que Deus tratasse-os com muita violência, eles, todavia, não deviam ficar desesperançados do perdão.
Então, como quer que descubramos estar Deus por um tempo, como um leão ou um urso, não obstante, como é ofício próprio dele curar após haver dilacerado, pensar as feridas que infligiu, não
há motivo algum pelo qual nos furtemos de sua presença. Percebemos que o desígnio das palavras do Profeta era demonstrar que castigo nenhum é tão severo que deva quebrantar nossos espíritos,mas que devemos, nutrindo esperança, excitarmo-nos ao arrependimento. Tal é a intenção da passagem.
Outrossim, é necessário observar aqui que os fiéis, em primeiro lugar, encorajam-se sim a si próprios, para que possam em seguida guiar a outros com eles; pois é esse o sentido das palavras.
Ele não diz: “Vá, retorne a Jeová”; mas: Vinde, retornemos para Jeová. Vemos então que cada um começa consigo mesmo; e, depois, que eles mutuamente se exortam; e isso é o que tem de ser feito
por nós: quando alguém envia seus irmãos a Deus, ele não considera sua própria excelência moral,já que deve antes mostrar o caminho. Que todos, pois, aprendam a se estimularem; e então, que estendam as mãos aos outros, para que esses acompanhem. Simultaneamente, somos lembrados de que devemos nos incumbir do cuidado de nossos irmãos; pois seria uma vergonha alguém ficar contente com sua própria salvação, porém, negligenciar assim seus irmãos. É pois necessário ajuntar essas duas coisas — incitar-nos à penitência e, em seguida, tentar guiar outros conosco.

                         Continuemos então —Oséias 6.2

2. Após dois dias ele reviver-nos-á: no terceiro dia nos levantará, e viveremos em sua presença.2.
Os escritores hebreus falseiam este ponto, pois acham que ainda devem ser redimidos pela vinda do Messias; e imaginam que isso será o terceiro dia: pois Deus uma vez os tirou do Egito,essa foi a primeira vez deles; depois, na segunda, reintegrou-os à vida, quando os trouxe de volta do cativeiro babilônico; e quando Deus, pela mão do Messias, reuni-los da dispersão, essa, dizem eles,será a terceira ressurreição. Contudo, essas são concepções frívolas. Não obstante, aqui é geralmente atribuído a Cristo, declarando que Deus, depois de dois dias, no terceiro ressuscitaria sua Igreja; pois Cristo, conhecemos, não reviveu pessoalmente para si próprio, mas para seus membros, visto ser ele as primícias daqueles que ressuscitarão. Tal sentido não parece pois inadequado, ou seja, que o Profeta aqui encoraja os fiéis para acalentar esperança de salvação, pois que Deus vivificaria seu Filho unigênito, cuja ressurreição seria a vida comum da Igreja inteira.Todavia, tal sentido parece-me por demais rebuscado. Devemos sempre nos lembrar disto,que nós não voamos no ar. Especulações sutis agradam à primeira vista, mas depois se desvanecem.Que todos, então, que desejam obter proficiência nas Escrituras guardem sempre esta regra —apanhar dos Profetas e apóstolos somente o que é sólido.
Vejamos agora o que o Profeta queria dizer. Ele aqui acrescenta, não tenho dúvidas, uma segunda fonte de consolação, isto é, que, se Deus não revivificasse de imediato seu povo, não haveria razão alguma para a delonga causar enfado, como sói acontecer; pois percebemos que,quando Deus permite-nos que desfaleçamos por muito tempo, nossos espíritos fraquejam; e aqueles que, no início, parecem animados e corajosos o bastante, no decorrer do tempo ficam abatidos.
Como, pois, a paciência é uma virtude rara, Oséias aqui nos exorta a pacientemente agüentar a demora, quando o Senhor não nos reviver de imediato. Deste modo, então, os israelitas diziam:
Depois de dois dias Deus nos ressuscitará; no terceiro dia ele nos levantará à vida.O que eles entendiam por dois dias? Precisamente sua longa aflição; como se dissessem:“Embora o Senhor não nos liberte de nossas misérias no primeiro dia, mas adie por mais tempo
nossa redenção, nossa esperança, todavia, não deve falhar; pois Deus pode ressuscitar cadáveres de seus túmulos tanto quanto restaurar a vida em um instante”. Quando Daniel pretendeu mostrar que a aflição do povo seria por muito tempo, ele diz: ‘Após um tempo, tempos, e meio tempo’ (Daniel7.25.) Tal modo de falar é diferente, mas aí, quanto à acepção, é a mesma. Ele diz, ‘após um t empo’, isto é, depois de um ano; que seria tolerável: mas segue-se, ‘e tempos’, ou seja, muito sa nos: em seguida, Deus encurta aquele período, e traz redenção em uma ocasião quando menos se esperava. Oséias menciona aqui dois anos, porque Deus não afligiria seu povo por um único dia,porém, como vimos antes, subjuga-os gradualmente; pois a perversidade do povo persistira tanto que não podia esse ser curado logo. Quando as doenças fincam raízes por um longo período, elas
não podem ser saradas desde já, mas há necessidade de lentos e variados remédios; e, se um médico for tentar afastar imediatamente uma enfermidade que tenha de todo tomado conta de um homem,decerto não o curará, mas tirará sua vida: assim também, quando os israelitas, por sua longa obstinação, tornaram-se quase incuráveis, foi preciso levá-los ao arrependimento por paulatinas punições. Por isso eles disseram: Após dois dias Deus nos reviverá; e, desse modo, eles se confirmavam na esperança de salvação, ainda que ela não aparecesse incontinenti: ainda que
permanecessem de há muito nas trevas e fosse comprido o exílio que tinham de suportar, todavia,eles não desistiam de esperar: “Bem, que se passem os dois dias, e o Senhor nos revivificará”.
Vemos que, aqui, uma consolação é oposta às tentações, que nos retiram a esperança de salvação quando Deus suspende sua mercê por mais tempo do que a nossa carne deseja. Marta disse a Cristo, ‘Ele ora está nauseabundo, é o quarto dia’35. Ela julgava absurdo remover a pedra do sepulcro, pois que agora o corpo de Lázaro estava em decomposição. Mas Cristo, nesse caso,tencionava mostrar seu incrível poder restaurando um corpo em putrefação à vida. Assim, os fiéis dizem aqui: o Senhor nos ressuscitará após dois dias: “Conquanto o exílio seja semelhante ao sepulcro, onde a podridão nos aguarda, não obstante o Senhor, pelo seu poder inefável, superará seja o que for que pareça obstruir nossa restauração”. Percebemos agora, como penso, o simples e genuíno sentido dessa passagem.
Porém, ao mesmo tempo, do que é dito aqui, não nego que Deus tenha exibido uma indescritível e memorável ocorrência com seu Filho unigênito. Então, tantas vezes quantas a dilação gerar enfado em nós, e quando Deus parecer haver deixado de lado todo cuidado por nós, fujamos a  Cristo; pois, como foi dito, Sua ressurreição é um espelho da nossa vida; pois vemos naquela como Deus está habituado a lidar com seu povo: o Pai não restituiu a vida a Cristo assim que ele foi descido da cruz; ele foi depositado no sepulcro, e jazeu ali até ao terceiro dia. Quando Deus, então, pretender que nós desfaleçamos por um período, saibamos que estamos assim representados em Cristo, nossa cabeça, e, por essa razão, reunamos elementos de confiança. Temos pois em Cristo uma prova conspícua dessa profecia. Porém, em primeiro lugar, apoderemos do que dissemos, que os fiéis aqui obtêm esperança por si próprios, embora Deus não estenda imediatamente sua mão a eles, mas protele por um tempo sua graça de redenção.
Depois, ele adiciona: Viveremos em sua vista, ou diante dele. Outra vez aqui os fiéis fortalecem-se a si mesmos, pois Deus os favorece com seu semblante paternal, depois de haver por muito tempo lhes dado as costas: Viveremos perante a sua face. Pois, enquanto Deus não zelar por nós, uma destruição certa nos aguarda; mas, tão logo ele volta seus olhos para nós, inspira vida só por sua mirada. Então, os fiéis prometem esse bem para si próprios, que a face divina brilharia de novo após longas trevas: por isso, também, eles reúnem a esperança de vida, e, simultaneamente,retiram-se daqueles obstáculos todos que obscurecem a luz da vida; pois, embora corramos e vagueemos aqui e acolá, não conseguimos nos apossar da vida que Deus nos promete, visto como os encantos deste mundo são véus tão numerosos que frustram nossos olhos de ver a paternal face
divina. Temos pois de lembrar que essa frase é acrescida para que os fiéis, quando aprazer a Deus voltar-se novamente para eles, não duvidem de que ele outra vez observa-os com atenção.Prossigamos então -35 Jo 11.39.

                                              Oséias 6.3

3. Então conheceremos, se prosseguirmos em conhecer o SENHOR: sua saída está preparada como a manhã; e ele virá a nós como a última e a primeira chuva sobre a terra.3. .
Neste versículo, os fiéis prosseguem o que eu anteriormente discuti, assegurando-se da esperança de salvação: nem é coisa para se maravilhar que o Profeta detenha-se mais completamente sobre este tópico; pois sabemos quão inclinados somos a acalentar dúvida. Não hánada mais custoso, em especial quando Deus exibe a nós sinais de sua ira, do que nos recobrarmo spara que nos persuadamos realmente de que ele é nosso médico quando ele parece visitar nossos pecados. Neste caso, então, devemos lutar seriamente, pois nada pode ser feito sem labor. Por isso,os fiéis ora dizem: Conheçamos, e prossigamos em conhecer Jeová. Eles demonstram, pois, por tais palavras, que não tinham receio, mas que a luz surgiria depois da escuridão; pois este é o senti todas palavras: Saberemos então, eles dizem; isto é: “Ainda que agora haja trevas horríveis por todos os lados, contudo, o Senhor manifestará a nós sua bondade, mesmo que ela não apareça de imediato”. Eles, por conseguinte, adicionam: E prosseguiremos após o conhecimento de Jeová.Percebemos agora o teor das palavras.
Ora, essa passagem nos ensina que, quando Deus oculta sua face, agiremos tolamente se alimentarmos nossa incredulidade; ao contrário, devemos, como eu já disse, combater essa destrutiva moléstia, visto como Satanás nada mais busca senão nos afundar no desespero. Esse seu ardil, então, deve ser conhecido por nós, como Paulo nos faz lembrar, (2.ª Coríntios 2.11); e aqui o Espírito Santo nos supre de armas, pelas quais podemos rechaçar esta tentação satânica: “O quê?Vejas que Deus está irado contigo; nem é de qualquer valia a ti aventurar-se a ir até ele, pois todo acesso está cerrado”. Isso é o que Satanás nos sugere, quando estamos cônscios de nossos pecados.O que deve ser feito? O Profeta aqui propõe um remédio: Conheceremos; “Embora agora estejamos mergulhados em densas trevas, embora lá nunca brilhe sobre nós nem mesmo uma centelha de luz,todavia saberemos (como Isaías diz, ‘eu esperarei no Senhor, que esconde sua face de Jacó’) 37 que este é o verdadeiro exercício da nossa fé quando erguemos nossos olhos à luz que aparenta estar apagada, e quando, nas trevas da morte, nós, no entanto, continuamos a prometer a nós mesmos vida, como somos aqui instruídos: Nós conheceremos então; além disso, prosseguiremos após o conhecimento de Jeová; embora Deus desvie sua face, e, por assim dizer, de propósito duplique a escuridão, e todo conhecimento de sua graça esteja, no modo de dizer, extinto, não obstante,prosseguiremos após tal conhecimento; ou seja, nenhum obstáculo impedir-nos-á de pelejar, e nossos esforços por fim darão caminho àquela graça que dá a impressão de estar inteiramente excluída de nós”.
Alguns dão esta tradução: Conheceremos, e prosseguiremos para conhecer Jeová, e deste modo explicam a passagem — que os israelitas não auferiram semelhante benefício da lei de Moisés, mas que ainda esperavam a doutrina mais completa que Cristo trouxe em sua vinda. Eles,então, acham que essa é uma profecia que diz respeito a tal doutrina, que está agora exposta a nós,36 A última oração, palavra por palavra, é a seguinte: “E ele virá como aguaceiro a nós, como a chuva da ceifa,irrigando a terra”.
A referência aqui parece ser apenas à “chuva da ceifa”, aquela que amadurecia a colheita. A única dificuldade é acercada palavra traduzida por “irrigar”. Sua idéia principal é guiar, dirigir, regular: e indubitavelmente o que regula e determina a produção da terra é a chuva. Ela pode ser vertida por “regular”, isto é, a fertilidade da terra. Não há outra construção que se ajuste ao ponto sem supor algo omitido, como a preposição antes de “terra”. “A qual rega a terra”, é aversão de New come. (N. do E. inglês.) Isaías 8.17.em seu brilho pleno, pelo Evangelho, porque Deus se manifestou em seu Filho como numa imagem vivente. Contudo, essa é uma interpretação por demais rebuscada; e nos é suficiente mantermo-nos próximo do desígnio do Profeta. Ele deveras apresenta os piedosos falando assim por esta razão —porque havia necessidade de grande e forte empenho, para que eles pudessem se alçar à esperança de salvação; pois o exílio não era para ser de um dia, mas de setenta anos. Logo, quando uma tão pesada provação aguardava os religiosos, o Profeta desejava aqui prepará-los para a laboriosa batalha: Então conheceremos, e seguiremos para conhecer Jeová.
Depois, ele diz: Como a manhã chegará para nós sua saída — uma símile a mais apropriada; pois, aqui, os fiéis evocam à mente a sucessão contínua de dias e noites. Não admira que Deus nos convide a esperar por sua graça, a vista da qual está, todavia, ocultada de nós; pois, anão ser que tenhamos aprendido por longa experiência, quem poderia esperar por luz repentina quando prepondera a escuridão da noite? Não acharíamos que a terra está inteiramente privada de luz? Mas, ao ver que a aurora subitamente brilha, pondo termo às trevas da noite e dispersando-a,que maravilha é esta, que o Senhor resplandeça além de nossa expectativa? Sua saída, pois, será como a manhã.
Ele, aqui, chama uma nova manifestação de a saída de Deus, isto é, quando esse mostra que atende seu povo com mercê, quando mostra que está atento ao pacto que fez com Abraão; pois,conquanto o povo estivesse exilado de seu país, Deus não parecia, como dissemos, considerá-lo mais; ou melhor, o julgamento da carne apenas sugeria isto, que Deus estava muitíssimo distante de seu povo. Ele, então, denomina-a a saída de Deus, quando esse se mostrar propício aos cativos e restaurá-los totalmente; então virá a saída de Deus, e será como a manhã. Vemos pois agora que ele os confirma pela ordem da natureza, como Paulo confirma, quando ralha a descrença daqueles para quem uma ressurreição futura se afigurava incrível, porque ultrapassava os pensamentos dacarne; “Ó néscio!”, ele diz, “não vês tu que o que semeamos primeiro apodrece e depois germina?
Deus ora põe diante de ti, numa semente que se apodrece, um emblema da ressurreição futura”.Assim também aqui, visto que a luz diariamente surge a nós, e a manhã brilha depois das trevas da
noite, o que então o Senhor não efetuará por si mesmo, ele que opera tão poderosamente pelas coisas materiais? Quando tornar manifesto seu pleno poder, o que, pensamos, ele fará? Não sobre excederá muito mais a todos os pensamentos da nossa carne? Vemos agora por que tal comparação foi adicionada.
Depois, ele nos descreve o efeito dessa manifestação: Ele virá a nós, ele diz, como a chuva,como a última chuva, uma chuva para a terra. Essa comparação demonstra que, tão logo se digna a olhar para o seu povo, o semblante de Deus será como a chuva que irriga a terra. Quando a terra fica seca depois de prolongado calor e prolongada seca, ela parece ser incapaz de produzir fruto; mas a chuva lhe restaura a sua umidade e vigor. Assim, pois, o Profeta, na pessoa do fiel, reforça mes mo aqui a esperança de uma completa restauração. Ele virá a nós como a chuva, como a chuva tardia.Os hebreus chamam a última chuva vwqlm, malkosh, pela qual o trigo ficava sazonado. E parece que o Profeta queria dizer pela palavra <vg, geshem, a chuva primaveril. Mas o sentido é claramente este, que, embora os israelitas houvessem se tornado tão secos que não tivessem mais qualquer vitalidade, todavia, haveria tanta virtude na graça divina quanto na chuva, que frutifica aterra quando essa parece ser estéril. Porém, quando, ao fim, ele acrescenta uma chuva à terra, eu não duvido de que ele tivesse em vista a chuva da estação, que é agradável e aceitável à terra, ou àquela de que a terra realmente carece; pois uma pancada violenta não pode ser chamada propriamente uma chuva para a terra, por destrutiva e prejudicial que é.
                                          Oséias 6.4

4. Ó Efraim, o que farei eu a ti? Ó Judá, o que farei eu a ti? pois a vossa bondade é como uma nuvem matutina, e vai embora como o orvalho da madrugada.4.ALGuns expõem essa passagem assim: que Deus não irrigaria seu povo de uma vez, mas prolongaria essa mercê; como se ele dissesse: “Está enganado quem pensa que a redenção, a qual eu ordenei a vós esperar de mim, será passageira, pois eu, por um progresso contínuo, guiarei meu povo a uma perfeita fruição da salvação”. Mas tal sentido é de todo estranho. O Profeta, então, sem dúvida, apresenta Deus aqui dizendo assim: “O que eu vos farei? Porque não recebeis vós minha mercê, tão grande é vossa depravação”. O contexto de fato parece ficar, desse jeito, rompido; mas precisamos nos lembrar desta norma, que, sempre que os Profetas tornam conhecida a graça de Deus, eles, ao mesmo tempo, adicionam uma exceção, para que os hipócritas não apliquem falsamente a si próprios o que é oferecido ao fiel somente. Os Profetas, sabemos, nunca ameaça vam de perdição o povo, mas acresciam alguma promessa, para que os fiéis não se desesperassem, o que teria sido o caso se algum lenitivo não lhes tivesse sido feito conhecido. Por isso, os Profetas,igualmente, faziam isto — moderarem sua ameaça e severidade acrescentando uma esperança dofavor divino. Mas, ao mesmo tempo, como os hipócritas sempre atraem para si mesmos aquilo que diz respeito apenas aos fiéis e, desse modo, insensatamente escarnecem de Deus, os Profetas adicionam uma outra exceção, pela qual eles mostram que a promessa de Deus de ser gracioso e misericordioso a seu povo não deve ser julgada universal, pertencente a todos indiscriminadamente.
Repetirei mais completamente isto, outra vez: os Profetas tinham de tratar com o povo inteiro; eles tinham de tratar com os poucos fiéis, pois havia um pequeno número de povo pio tanto entre os israelitas quanto entre os judeus. Quando, portanto, os Profetas censuravam o povo, eles dirigiam-se ao povo todo: contudo, ao mesmo tempo, como havia alguma semente remanescente,misturavam, como eu disse, consolações, e misturavam-nas para que os eleitos de Deus pudessem sempre se recostar sobre sua misericórdia e, desse modo, com paciência, submeterem-se ao seu cajado e continuarem no temor a ele, sabendo que há nele uma salvação segura. Conseqüentemente,
as promessas que vemos aqui inseridas pelos Profetas, entre ameaças e increpações, não deviam se referir a todos em comum, ou indiscriminadamente ao povo, mas somente, como dissemos, aos fiéis, que eram, então, apenas poucos em número. Essa, então, é a razão pela qual os profetas sacudiam as autocomplacências dos ímpios desprezadores de Deus quando adicionavam: “Vós não deveis esperar salvação alguma da promessa que exponho aos filhos de Deus; pois Deus não lança aos cães o pão que destinou apenas para seus filhos”. No mesmo tom, descobrimos um outro Profeta falando: ‘Para que fim é para vós o dia do Senhor? É um dia de trevas, e não de luz, um dia de morte, e não de vida’, (Amós 5.18.) Pois, como muitas vezes ouvissem que o concerto que Deus celebrou com Abraão não era vão, eles assim se jactavam: “Somos agora, realmente, severamente tratados, mas em pouco tempo Deus nos libertará de nossos males; pois ele é nosso Pai, ele não nos adotou debalde, ele não redimiu e elegeu nossa raça debalde, somos sua propriedade e herança peculiar”. Dessa maneira, então, os presunçosos se lisonjeiam; e isso eles deveras parecem ter em comum com os fiéis; pois os fiéis também, embora no mais profundo abismo da morte, todavia,contemplam a luz da vida; pois, pela fé, como dissemos, eles transpõem-se para além deste mundo.
Porém, simultaneamente, eles se aproximam de Deus em real penitência, enquanto os ímpios permanecem em sua perversidade, e em vão se ufanam pensando que tudo o que Deus promete lhes
pertence.Voltemos agora ao nosso Profeta. Ele dissera: “Em sua tribulação, eles me buscarão”: ele t tinha posteriormente explicado, nas palavras usadas pelo povo, como os fiéis voltar-se-iam par a Deus, e qual arrependimento autêntico traria com ele. Segue-se agora: O que te farei, Efraim? Oque te farei, Judá? ou seja: “O que eu farei a vós todos?” O povo estava ora dividido em dois reinos: o de Judá tinha seu nome; as dez tribos tinham, como havia sido dito, o nome comum de Israel. Então, depois que o Profeta deu esperança de perdão aos filhos de Deus, ele se volta ao grêmio inteiro do povo, que era corrupto, e diz: “O que eu farei a vós ambos, judeus e israelitas?”
Agora Deus, por essas palavras, dá a entender que experimentara todos os remédios, e os acha rainúteis: “O que mais então”, ele diz, “farei eu a vós? Sois inteiramente irremediáveis, soi sin desculpáveis e totalmente sem esperança: pois meio algum foi omitido por mim pelo qual pudesse promover vossa salvação, mas perdi todo meu trabalho; como nada consegui por punições e castigos, como minha mercê também não teve importância alguma entre vós, o que me resta agora,senão inteiramente vos rejeitar?”
Percebemos agora quão variegado é o modo de falar adotado pelos Profetas, pois tinha meles de lidar, não com uma única classe de homens, mas com os filhos de Deus, e também com os ímpios, os quais continuavam obstinadamente em seus vícios. Destarte, pois, era que alterassem sua linguagem, e isso, por necessidade. Idêntica é a queixa que lemos em Isaías capítulo 1, 38 tirante qu eali só se faz menção das punições: ‘Porque eu os golpearia mais? Pois até aqui nada consegui: da sola do pé ao topo da cabeça não há saúde nenhuma; entretanto, ficais como vós mesmos’. No capítulo 5 39 ele fala dos favores divinos: ‘O que mais podia ter sido feito à minha vinha do que oque eu fiz?’ Nesses dois lugares, o Profeta mostra que o povo estava tão perdido que não podia ser persuadido a uma mente sã; pois Deus tinha, de várias maneiras, tentado sará-los, e suas doenças permaneciam incuráveis.
Retornemos agora às palavras de Oséias: O que eu farei a ti, Efraim? O que eu farei a ti,Judá? “Eu, de fato, ofereço perdão a todos, porém, vós ainda continuais obstinadamente em vossos pecados; mais que isso, minha mercê é por vós desdenhada: por conseguinte, eu não contendo agora convosco; porém, declaro-vos que a porta da salvação está fechada”. Por quê? “Porque eu até aqui,de várias maneiras, tentei curar a vós”.Em seguida, ele diz que a bondade deles era como o orvalho da manhã: Vossa bondade, ele diz, “é como o orvalho da manhã”. Alguns compreendem dsj, chesed, como a bondade que Deus exercera para ambos israelitas e judeus. Então é, “vossa bondade”, ou seja, a compaixão que eu até
aqui tenho exibido para convosco é como o orvalho da manhã, como a nuvem que vai embora na manhã, isto é: “Vós imediatamente secareis minha mercê”; e isso não parece inapropriado, pois vemos que os incrédulos, pela própria maldade, amortecem a misericórdia divina, de modo que ela não produz bem algum, como quando a chuva flui sobre uma rocha ou uma pedra, enquanto apedra, por dentro, devido à sua dureza, permanece seca. Como, então, a umidade da chuva não penetra nas pedras, assim também a graça divina é despendida debalde e sem proveito no si ncrédulos.
Contudo, o Profeta fala antes da bondade deles, que eles faziam uma demonstração de excelência fingida, a qual se desvanecia como o orvalho da manhã; pois, tão logo o sol se levanta,atrai para cima o orvalho, a fim de não mais aparecer; as nuvens também se vão embora. O Profeta diz que os judeus e os israelitas estavam assemelhados às nuvens e ao orvalho da manhã, pois que não havia neles nenhuma bondade sólida ou interior, mas era apenas de um tipo evanescente;possuíam, como dizem, só a aparência de bondade.
Percebemos agora o sentido dado pelo Profeta, que Deus aqui se queixa que tivesse de lidar com hipócritas. A fé, sabemos, é prezada por ele; nada há que mais agrade a Deus do que a sinceridade de coração. Ademais, sabemos que a doutrina é difundida em vão se não for recebida de maneira séria. Então, como os hipócritas se transmutam de diversos modos e fazem ostentação de alguns disfarces de bondade, quando coisa alguma têm de sólida em si, Deus lamenta-se de perder todo seu trabalho: e diz, finalmente, que não mais gastaria labor em vão com homens hipócritas,que nada possuem senão falsidade e dissimulação; e isso é o que ele quer dizer, quando sugere que não faria mais nada aos israelitas e judeus.
ORAÇÃO.Conceda, Todo-poderoso Deus, que, visto não correspondermos com a devida gratidão aos teus favores e, após haver provado da tua compaixão, desejosamente procuramos arruinar a nós próprios — Ó, permita que nós, sendo renovados por teu Espírito, não só permaneçamos constantes no temor do teu nome, mas também avançemos mais e mais e sejamos firmados; paraque, estando dessa forma armados com teu invencível poder, ativamente pelejemos contra todas as chicanas e assaltos de Satanás, e assim prossigamos nossa batalha até o final — e que, estando assim sustentados por tua misericórdia, aspiremos sempre àquela vida que está escondida para nós no céu, mediante Jesus Cristo nosso Senhor. Amém.

                                                       Oséias 6.5

5. Por essa razão, eu abati-os pelos profetas;matei-os pelas palavras de minha boca: e teus julgamentos são como a luz que sai.5.
Deus demonstra aqui, por seu Profeta, estar constrangido pela necessidade premente de lidar violenta e acerbamente com o povo. Nada, sabemos, é mais agradável a Deus do que nos tratara mavelmente; pois não se encontra no mundo um pai que nutra seus filhos tão ternamente: mas nós,sendo perversos, não o consentimos que siga a inclinação da natureza dele. Ele fica, por isso,compelido a adotar, por assim dizer, um novo personagem, e a nos ralhar severamente, conforme amaneira com a qual ele aqui diz que tratara os israelitas; Eu os cortei, ele diz, por meus profetas, e os matei pelas palavras da minha boca.Alguns traduzem as palavras de outra forma, como se Deus tivesse matado os Profetas,tendo em vista, assim, os impostores, que corromperam o puro culto de Deus pelos seus erros. Mas tal opinião não me parece de forma alguma compatível; e conhecemos que era um modo corrente de falar entre os hebreus, para expressar a mesma coisa de duas maneiras. Por isso o Profeta fala aqui:Eu os cortei ou decepei por meus Profetas, eu os matei pelas cordas da minha boca. Na segunda oração ele repete, não tenho dúvidas, o que nós já explicamos sucintamente, a saber, que Deus os cortou ou decepou por seus Profetas.Porém, temos que entender para que propósito Deus aqui declara que havia mandado seus Profetas tratar o povo asperamente. De fato, sabemos que os hipócritas, por mais que de diversos modos zombem de Deus, são, todavia, sensíveis, e não podem suportar nenhuma censura. Seus pecados são grosseiros quando estão sem disfarces; porém, ao mesmo tempo, quando Deus começa a acusar, eles protestam e dizem: “O que isso significa? Deus, em todos os lugares, declara que éamoroso e clemente; mas ele agora nos fulmina: isso não parece coerente com sua natureza”. Então,neste caso, os hipócritas terão Deus como aquele que bate neles. Ele ora responde que fora constrangido, não somente por uma causa justa, mas ainda, por necessidade, a assassiná-los, e a tornar sua palavra, pelos Profetas, como um martelo ou machado. Eis a razão, ele diz, pela qual meus Profetas não se esforçaram em afagar o povo meiga e gentilmente. Pois Deus amável edocemente atrai ou convida para si aqueles a quem percebe ser educáveis; mas, quando vê uma tão grande perversidade nos homens que não pode dobrá-los por sua bondade, ele então começa, como dissemos, a adotar um novo personagem. Compreendemos agora, então, o intuito divino: para que os hipócritas não se queixassem de que foram tratados de uma outra forma que não era coerente com a natureza de Deus, o Profeta aqui responde em nome dele: “Vós tendes me forçado a tal severidade; pois havia necessidade de uma cunha dura, como dizem, para um nó duro: Eu, por isso,decepei-vos por meus Profetas, eu vos decepei pelas palavras de minha boca; ou seja, eu utilizo minha palavra como um machado: pois fostes como madeira nodosa e renitente; portanto, foi preciso que minha palavra fosse para vós como um machado: e vos matei pelas palavras da minha boca; isto é, minha palavra não foi a vós iguaria doce, como está habituada a ser aos homens Não há autorização alguma, como Horsley diz, para “meus”, em vez de “teus julgamentos” em nossa versão; poi s não há nenhuma leitura nos MSS. hebraicos que favoreça a alteração. O Bispo alude a Calvino, e expressamente aprova sua interpretação dessa passagem. Sua própria versão é a seguinte:“E os preceitos dados a ti eram como a luz que vai adiante”.mansos; mas foi como uma espada bigúmea; por conseguinte, foi necessário matar a vós, visto não  me tolerardes que vos seja um Pai”.
Segue-se então: Teus juízos são como a luz que dimana. Alguns entendem por “juízos”prosperidade, como se Deus aqui estivesse exprobrando os israelitas, que não era culpa dele não o s cativar: “Eu não descuidei de vos tratar afavelmente e vos defender debaixo da minha proteção; mas sois ingratos”. Mas essa é uma explicação forçada. A maior parte dos intérpretes explicam a passagem deste modo: “Que teus juízos fossem uma luz que emana”. Mas eu não vejo por que devamos mudar qualquer coisa nas palavras do Profeta. Deus aqui, então, simplesmente sugere que fizera conhecida aos israelitas a regra de uma vida religiosa e santa, para que eles não pudessem afetar ignorância; pois os hebreus freqüentemente entendem “juízos” no sentido de retidão. Eu atribuo isso à instrução dada a eles: Teus juízos então, ou seja, o modo de viver religiosamente, era como luz; o que quer dizer isto: “Eu assim vos adverti, que tendes pecado consciente e voluntariamente. Daí, que vós tendes sido tão desobedientes a mim, deve ser imputada à vossa maldade; pois quando éreis maleáveis, eu certamente não vos escondia o que era direito: pois, como o sol diariamente brilha sobre a terra, também meu ensino foi para vós como luz, para vos mostrar o caminho de salvação: mas não foi de proveito algum”. Entendemos agora, então, o que o Profeta queria dizer por essas palavras. Segue-se –
                                           Oséias 6.6,7

6. Pois eu desejava misericórdia, e não sacrifício; e o conhecimento de Deus mais do que holocaustos . Eles, porém, como homens transgrediram o pacto: eles se comportaram traiçoeiramente contra mim,. Nesse ponto, Deus declara que deseja misericórdia, e não sacrifícios; e assim age para impedir quaisquer objeções, antecipando-se a todos os pretextos frívolos. Nunca há carência aos hipócritas, sabemos bem, de uma capa para si; e tão grande é a sua segurança que não hesitam de,por vezes, debater com Deus. Realmente, é prática comum deles afirmar que adoram a Deus, dado q ue lhe oferecem sacrifícios, dado que mourejam em cerimônias e amontoam muitos rituais. Julgam então que Deus está ligado a eles, e que têm desempenhado plenamente sua obrigação. Esse mal é corrente em todas as épocas. Portanto, o Profeta antecede-se a essa evasiva e diz: Misericórdia eu desejo, e não sacrifício; como se dissesse: “Eu sei o que vós estais preparados a alegar, e que direis,que ofereceis sacrifícios a mim, que realizais todas as cerimônias; contudo, essa desculpa, eu a julgo frívola e de nenhuma importância”. Por quê? Pois que eu não desejo sacrifícios, mas compaixão efé. Entendemos, agora, o principal objetivo desse versículo.É uma passagem extraordinária; o Filho de Deus citou-a duas vezes. Os fariseus repreenderam-no por sua ligação com homens de vida má e enjeitada, e ele lhes disse em Mateus capítulo 9 43: ‘Misericórdia eu quero, e não sacrifício’: ele indica, por essa justificativa, que Deus não é adorado com cerimônias externas, mas quando os homens perdoam e se toleram um ao outro,41 Este versículo resume à perfeição todo o ensino do profeta Oséias. (N. do T.) 42 “Mas eles, como Adão, transgridem o concerto”. — New come. Assim verte-o Horsley, e também Grócio; mas a  Septuaginta, Pagninus e outros apóiam a nossa versão, bem como essa de Calvino. (N. do E. inglês.), Mt 9.13.não sendo rígidos além da medida. De novo, no capítulo doze de Mateus 44, quando os fariseus culparam os discípulos por ajuntarem espigas de milho, ele disse: ‘Mas antes vades, e aprendeis oque é isto: Misericórdia eu quero, e não sacrifício’. Visto como eram eles tão severos contra os discípulos dele, Cristo mostra que aqueles que fazem a santidade consistir em cerimônias são adoradores de Deus ridículos; e também aqueles que censuram seus irmãos sem motivo, tornando um crime o que não era, em si mesmo, pecaminoso, que podia ser facilmente defendido porqualquer expositor sábio e sereno.
Mas, para que mais completamente entendamos essa frase do Profeta, deve ser observado,primeiro, que o culto exterior de Deus, e todas as cerimônias legais, estão incluídas sob o nome de sacrifício e ofertas queimadas. Tais palavras, então, abarcam uma parte pelo todo. O mesmo pode ser dito da palavra dsj, che sed, que significa misericórdia ou bondade; pois o Profeta,indubitavelmente, põe a fé ou piedade para com Deus, e o amor para com os próximos, em oposição a todas as cerimônias externas. “Desejo”, ele diz, “misericórdia”; ou: “a misericórdia agrada-me mais do que sacrifício, e o conhecimento de Deus contenta-me mais do que holocaustos”. O conhecimento divino aqui é, sem dúvida, para ser entendido por fé ou piedade, porque os hipócritas supõem que Deus é corretamente cultuado quando empregam muitas cerimônias. O Profeta ridiculariza toda pompa e ostentação vazia tais, e diz que o culto de Deus é muitíssimo diferente,sendo somente praticado quando ele é conhecido. O ponto principal é que Deus deseja ser adorado de outro modo que não o sonho dos homens sensuais; pois eles somente exibem seus ritos e negligenciam o culto espiritual de Deus, que se acha na fé e no amor.
Essas duas orações, então, devem ser lidas conjuntamente — que a bondade apraz a Deus, eque a fé apraz a Deus. A fé, por si mesma, não pode agradar a Deus, visto que ela não consegue nem mesmo existir sem amor a nosso próximo; e, depois, a bondade humana não é suficiente; pois, caso alguém se abstivesse de praticar qualquer agravo, e de ofender seus irmãos em alguma coisa,ele ainda seria um homem profano, e um desprezador de Deus; e, com certeza, sua benevolência, então, não seria de utilidade alguma a ele. Em vista disso, percebemos que essas duas frases não podem ser separadas, e que o que o Profeta diz é exatamente como se houvesse ele combinado piedade com amor. O sentido é que Deus dá muito mais valor à fé e à bondade do que a sacrifícios e a todas as cerimônias. Porém, quando o Profeta diz que sacrifício não agrada a Deus, ele fala, sem dúvida, comparativamente; pois Deus não repudia positivamente sacrifícios determinados em sua própria lei; mas ele prefere fé e amor a eles; como mais claramente aprendemos da partícula m,mem, quando ele diz, twlwum, me'olot, do que holocaustos. Parece pois que Deus não é incoerente consigo próprio, como se rejeitasse sacrifícios que ele mesmo fixou; mas que condena o abuso grotesco deles, nos quais se gloriavam os hipócritas.
E duas coisas devem ser aqui observadas: Deus não exige cerimônias externas, como se elas, por si mesmas, ajudassem em algo, senão para um fim diferente. A fé, em si própria, agrada a Deus, como também o agrada o amor; pois eles são, como dizem, da categoria das boas obras: contudo, sacrifícios têm de ser considerados distintamente; pois matar um boi, um bezerro ou um cordeiro, o que é senão fazer o que o açougueiro faz em seus matadouros? Deus, então, não pode ser deleitado com o morticínio de bestas; conseqüentemente, sacrifícios, como dissemos, são, em si mesmos, de importância nenhuma. Fé e amor são diferentes. Por essa razão o Senhor diz, em Jeremias: ‘Ordenei eu a vossos pais, quando os trouxe para fora do Egito, para oferecerem sacrifícios a mim?’ [Jr 7.22.] Nenhuma coisa tal: ‘Eu nunca os ordenei’, ele diz, ‘somente que ouvissem minha voz’. Porém, o que a lei, em grande medida, contém, senão mandamentos sobre cerimônias? A resposta a isso é fácil, e é que sacrifícios jamais contentaram a Deus por sua própria ou intrínseca valia, como se  Mt 12.7.
possuíssem em si qualquer valor. O que, então? Precisamente isto, que fé e piedade são aprovadas, e são sempre o legítimo culto espiritual de Deus. Isso é uma coisa.Além disso, deve-se reparar que, quando os Profetas condenam os hipócritas, eles consideram o que é mais conveniente a eles, e não explicam especificamente os assuntos de que eles tratam. Isaías diz em um lugar, ‘Aquele que mata um boi age como se houvesse matado um cão’, e um cão era a mais elevada abominação; ‘mais que isso, os que oferecem sacrifícios agemcomo se tivessem matado homens’, (Isaías 66.3.) Quê! Comparar sacrifícios com assassinatos! Issoparece mui estranho; mas o Profeta dirigia seu discurso aos ímpios, que, então, abusavam de todo oculto exterior prescrito pela lei: não admira pois que fale desse modo dos sacrifícios. Da mesma maneira, também, deve ser explanada muitas outras passagens que freqüentemente ocorrem nos Profetas. Vemos agora, então, que Deus não recusa simplesmente os sacrifícios, visto como os determinou, mas apenas condena o abuso deles. E, conseqüentemente, o que eu já disse deve ser lembrado, que, aqui, o Profeta coloca rituais externos em oposição à piedade e fé, pois que os hipócritas dividem em pedaços coisas que são, por assim dizer, inseparáveis: é um divórcio ímpio quando alguém só entremete cerimônias a Deus, enquanto ele mesmo está vazio de piedade. Mas,como essa doença normalmente grassa entre os homens, o Profeta adiciona um contraste entre tal
culto fictício e a religião verdadeira.É ainda digno de ser observado que ele denomina a fé de o conhecimento de Deus. Vemos pois que a fé não é alguma imaginação fria e oca, mas que se estende muito mais além; pois é então que temos fé, quando a vontade de Deus se nos faz conhecida e nós a abraçamos, a fim de que o adoremos como nosso Pai. Destarte, o conhecimento de Deus é demandado como necessário à fé.Os papistas, então, tagarelam mui infantilmente acerca da fé implícita: quando um homem na da entende, e não tem mesmo a menor convivência com Deus, todavia, dizem que ele está dotado de fé implícita. Isso é um idílio mais do que insensato; pois, onde não há nenhum conhecimento de Deus,não há nenhuma religião, a piedade se extingue e a fé é destruída, como se afigura patente nessapassagem.
Deus, então, acrescenta no fim uma queixa: Mas eles, como homens, transgrediram o pacto;ali, eles se comportaram perfidamente contra mim. Aqui, Deus mostra que os israelitas se gloriavam em vão dos sacrifícios e de todos os esplendores do culto externo deles, pois Deus não estimava essas coisas exteriores, mas somente desejava adestrar o fiel no culto espiritual. Então, o significado do todo é este: “Meu intuito era, quando designei os sacrifícios e todo o culto legal,guiar-vos assim para mim, para que coisa alguma carnal ou terrena houvesse em vosso sacrificar;porém, corrompestes a lei inteira; sois intérpretes perversos; pois sacrifícios nada mais são entre vós senão chacota, como se me fosse desagravo ter um boi ou um carneiro morto. Vós pois transgredistes meu concerto; e não é nada do que o povo me diz, que diligentemente executam as cerimônias externas, pois um tal culto não é de modo algum apreciado por mim”.
E ele ainda prossegue mais longe e diz: Ali eles se portam deslealmente contra mim. Eleantes havia dito: ‘Eles transgrediram o pacto’; como se dissesse: “Se eles desejavam guardar minha aliança, esta era a primeira coisa — adorar-me espiritualmente, precisamente em fé e amor; mas eles, havendo menosprezado o autêntico culto, apossaram-se apenas do que era frívolo: logo, eles violaram meu pacto”. Porém, agora ele acrescenta, que “ali” sim aparecia a perfídia deles; ali que eles foram sentenciados por violarem a sua fé, e ali, revelado serem violadores da aliança, por isto— que eles abusavam das marcas sagradas pelas quais Deus sancionara seu concerto, para encobrir sua própria aleivosia. Há pois grande importância no advérbio <v, sham, como se ele tivesse dito,“neste particular vós tendes agido perfidamente”: pois o Profeta quer dizer que, quando os hipócritas, sobretudo, levantam suas cristas, eles são declarados culpados de falsidade e perjúrio.
Mas como? Porque apresentam suas próprias cerimônias, tal como os vemos, assim apresentados,falando no capítulo cinqüenta e oito de Isaías 45: ‘Por que jejuamos, e tu não consideras?’ Nessa passagem, acusam Deus de rigor mui demasiado, porque perdiam toda sua fadiga quando adoravam tão laboriosamente: “Em vão temos despendido labor e o cultuado tão diligentemente” Deus
responde: “Quem requereu isso de vossas mãos?” Assim também, nesse ponto, o Profeta diz, mais mordazmente, lá, eles se comportaram traiçoeiramente contra mim: isto é: “Eles julgam que minhaboca será detida por esta defesa apenas, quando apresentam seus sacrifícios e, segundo a maneira deles, fazem uma grande ostentação, como se fossem os melhores observadores da religião; mas eu mostrarei que nessa mesmíssima coisa são eles violadores do pacto”. Como? “Porque não há falsidade pior do que tornar a verdade de Deus em mentira, e adulterar a sua pura doutrina”. E isso é o que todos os hipócritas fazem, quando tornam, assim, os sacramentos em crassos abusos e culto falso, quando erigem templos, quando imaginam que Deus é retamente adorado sempre que um boi ou carneiro é oferecido. Visto, então, que os hipócritas tão grosseiramente zombem de Deus e desviem de Cristo os sacrifícios, eles se desviam da doutrina da penitência e fé; numa palavra, eles consideram Deus somente como um ídolo morto. Quando, então, eles assim depravam todo o cultode Deus e o adulteram, quando eles tão impiamente corrompem a palavra de Deus e pervertem suas instituições, não são eles violadores do pacto? Lá, então, eles insidiosamente agiram contra mim.
Isso deve ser cuidadosamente observado, pois que não é notado pelos intérpretes.Alguns vertem assim a palavra <da, adam: “Como o concerto de homem, eles o transgrediram”, transferindo-o para o caso genitivo, “E eles transgrediram os pactos como se fossem aqueles de homem”; isto é, como se eles tivessem de lidar com um homem mortal, assimeles desprezaram e violaram minha santa aliança; e tal exposição não é muito inapropriada, exceto por alterar algo na construção; pois nesse caso o Profeta devia ter dito: “Eles transgrediram o concerto como aquele de um homem”; contudo, ele diz: ‘Eles como um homem’ etc.  Porém, tal tradução está longe de ser aquela das palavras como são, ‘eles como homens transgrediram o pacto’. Portanto, eu interpreto as palavras de maneira mais simples, como significando que eles demonstraram ser homens ao violar a aliança.
E há aqui um contraste ou comparação implícita entre Deus e israelitas; como se ele dissesse: “Eu, de boa fé, fiz um pacto com eles quando instituí um culto definido; mas eles foram homens para comigo; nada houve neles senão leviandade e inconstância”. Deus, então, mostra que não tinha havido uma concordância mútua entre ele e os israelitas, visto que os homens nuncacorrespondem a Deus; pois ele sinceramente os chama para si, mas eles agem de forma infiel, ou,quando dão alguma prova de obediência, logo voltam atrás, ou menoscabam e francamente rejeitam instrução oferecida. Percebemos, então, em que sentido o Profeta diz que eles haviam
transgredido o concerto de Deus como homens.Outros explicam deste modo as palavras: “Eles transgrediram o pacto como Adão”. Porém, apalavra Adão, sabemos, é adotada indefinidamente para homens. Esta explicação é fraca e semima ginação: Eles transgrediram a aliança como Adão; isto é, eles seguiram ou imitaram o exemplo do seu pai Adão, que havia, no princípio, depressa transgredido o mandamento divino. Eu não paro para refutar esse comentário; pois vemos que é, em si mesmo, insípido. Prossigamos agora —45 Is 58.3. (N. do T.)
As palavras do original são estas — tyrb wrbu <dak hmhw. A transposição, como proposta acima, é totalmente impossível; nenhuma semelhante acepção pode ser dada às palavras. A tradução preferida por Calvino é a única apenas que pode ser admitida. A palavra <da é geralmente tomada por homens ou humanidade: a tradução literal é: “Mas eles como homens transgrediram o concerto”. (N. do E. inglês.)

                                                   Oséias 6.8

8. Gileade é uma cidade daqueles que obram a iniqüidade, e está maculada de sangue.8. Primeiro falarei do assunto e, depois, algo será acrescentado às palavras no lugar. O Profetaaqui observa, sem dúvida, alguma coisa especial contra Gileade, que, pela imperfeição da história,é-nos agora obscura. Mas, em primeiro lugar, temos de lembrar que Gileade era uma das cidades derefúgio; e os levitas possuíam essas cidades, que eram destinadas a fugitivos. Se alguém por acasoassassinasse um homem, para que os parentes não se vingassem, o Senhor providenciou para queele fugisse a uma dessas cidades apontadas para a sua segurança. Ele estava a salvo ali entre oslevitas: e os levitas o recebiam debaixo da sua proteção, sendo previamente julgada a questão; poisdevia ser precedida uma audiência legal da causa quanto a se aquele que matara um homem erainocente. Então, devemos primeiramente lembrar que tal cidade era ocupada pelos levitas e pelossacerdotes; e deviam ter sido exemplos a todos os outros; pois, assim como Cristo chama seusdiscípulos de a luz do mundo, também o Senhor elegera os sacerdotes para tal finalidade, para queportassem um archote diante do povo todo. Visto pois que a mais alta santidade devia ter refulgidonos sacerdotes, era bem monstruoso que fossem como assaltantes, e que a cidade santa, a qual era,por assim dizer, o santuário de Deus, virasse um covil de ladrões.
Então, foi por esse motivo que o Profeta, particularmente, invectiva contra a cidade de Gileade, e diz: Gileade é uma cidade dos obreiros da iniqüidade, e está coberta de sangue. Mas, se Gileade era tão corrupta, qual deve ter sido o caso das outras cidades? Então, é como se o Profeta tivesse dito: “Onde eu começarei? Se eu repreender o povo indiscriminadamente, os sacerdote sen tão pensarão que eles ficam poupados, porque são inocentes; sim, que estão inteiramente sem culpa: ao contrário”, ele diz, “eles são os mais descontrolados, eles são mesmo os chefes dos salteadores. Visto, então, que tão grandes corrupções prevaleçam entre a ordem dos sacerdotes, em quem a mais elevada santidade devia brilhar, quão grande deve ser a licenciosidade do povo em todos os tipos de impiedade? E então, o que se deve dizer das outras cidades, já que é tão má Gileade, a qual Deus consagrou para um propósito peculiar, para que fosse uma espécie de santuário? Visto pois que Gileade é um covil de ladrões, o que se deve dizer das outras cidades?”
Apreendemos agora a significação dada pelo Profeta.“Conspurcada com sangue”, <dm hbwqu, 'akubah midam: bqu, akab em hebraico querdizer “ludibriar”, e também “segurar” ou “reter”. Bqu, 'akev é a sola do pé; por isso, bqu, ‘akavsignifica “suplantar”. E não há dúvida de que “ludibriar” é seu sentido metaforicamente. Chegoagora ao sentido dado pelo Profeta; ele diz que a cidade era <dm hbwqu, 'akubah midam; algunsdizem, “cavilosa em sangue”, porque eles não só abertamente matavam homens, mas fazia memboscadas a eles; e, conseqüentemente, deduzem esse significado. Porém, eu aprovo mais o que sustentam os que dizem que a cidade estava “cheia de sangue”; não que tal seja o sentido estrito da palavra hebraica; mas nós podemos corretamente vertê-la, “ocupada por sangue”. Por que assim?Porque bqu, ‘akav, como eu disse, quer dizer, algumas vezes, segurar, ficar e impedir. Então,podemos apropriada e legitimamente dizer que Gileade estava “ocupada” ou “possuída por sangue”.
Mas segue-se aqui uma explanação mais clara e completa desta frase —

                                                       Oséias 6.9

9. E, como bandos de assaltantes esperam um homem, também a companhia dos sacerdotes assassinam no caminho, concordes: pois eles praticam corrupção.
O Profeta continua, mais à vontade, com o que ele brevemente tocara; pois, agora, não seres tringe ao povo comum, mas dirige sim sua acusação contra a ordem sacerdotal. “Veja”, diz ele,“os sacerdotes conspiram entre si como salteadores, para que assassinem homens desgraçados que encontrem no caminho”. É absolutamente certo que o Profeta não fala aqui de homicídios abertos;pois não é crível que os sacerdotes hajam procedido com uma tão grande devassidão, que Gileade tenha se tornado um abatedouro. Mas os Profetas, sabemos, estão acostumados a falar desse modo,sempre que jogam na cara dos homens o serem sanguinários e cruéis; eles comparam-nos a ladrões,e isso com justiça. Por essa razão, ele diz: A facção dos sacerdotes mata homens no caminho, como se fossem bandoleiros conspirando juntos. E, depois, ele mostra que os sacerdotes eram tão vazios de tudo, de coisas como o temor de Deus, que perpetravam todo tipo de crueldade, como se fossem inteiramente dado aos roubos. Esse é o sentido.A palavra hmkv, shechmah, é, sem dúvida, tomada pelo Profeta por “consenso”. O que<kv, shechem, significa é propriamente o “ombro”; porém, é, de maneira metafórica, mudado para o sentido que eu mencionei; como o é no terceiro capítulo de Sofonias 47, ‘Eles servirão ao Senhordja <kv, shechem echad, com um ombro’; ou seja, “com um consenso”. Também, nesse ponto,os sacerdotes conspiram juntamente hmkv, shechmah, “com acordo”. Pois aqueles que julgam quese pensa no nome de um lugar estão muito equivocados.Ora, na última oração do versículo fica evidente por que motivo o Profeta dissera que ossacerdotes eram como ladrões,‘porque’, ele diz, ‘eles praticam o pensamento’, ou ‘impiedade’. Overbo para <mz, zamam, significa “pensar”, como já foi dito: destarte hmz, zimah, é “pensamento”em geral; mas é, amiudadas vezes, entendido pelos hebreus em um mau sentido, como um “mauintento”, ou “manha malvada”: Eles pois fazem sua imoralidade concebida. Conseqüentemente,aprendemos que eles não eram ladrões desbragados, e publicamente infames, à vista dos homens,mas que eram esbulhadores diante de Deus, pois que a cidade estava cheia de perversos ardis, que eram ali forjados; e, visto como executassem suas tramas, é justamente dito deles pelo Profeta que imitavam a licenciosidade dos salteadores. Prossigamos então — Sofonias 3.9.

                                                    Oséias 6.10,11

10. Eu vejo uma coisa horrível na casa de Israel: lá está a prostituição de Efraim, Israel está corrompido.11. Também para ti, ó Judá, ele definiu uma colheita, quando eu retornar o cativeiro do meu povo.10. mui, Deus declara que ele é o juiz apropriado para tomar jurisdição dos vícios de Israel; e isso ele faz para que cortasse o pretexto das escusas vãs que os hipócritas amiúde aduzem quando são censurados. Quem verdadeiramente consegue, hoje em dia, persuadir os papistas de que todo oculto deles é uma abominação sórdida, uma mera profanação? Vemos quão furiosamente eles se levantam, assim que alguém, com um sussurro, ousa tocar em suas superstições. Por que isso?
Porque eles desejam que seu querer substitua a razão. Por quê? A boa intenção, dizem, é o juiz;como se tal boa intenção fosse, em verdade, a rainha que deve governar no céu e na terra, e Deus estivesse agora excluído de todos os seus direitos. Esse frenesi e essa loucura, precisamente nos dias correntes, possuem os papistas; e não admira, pois Satanás priva os homens da razão quando osconduz para formas corruptas e degeneradas de culto, ficando todos os hipócritas, assim, inebriadosdesde o início. Eis então o motivo pelo qual o Profeta agora diz, na pessoa de Deus: Eu vejo, ouvejo sim, infâmia no reino de Israel. Deus aqui, por uma palavra, derruba tudo o que os homensestabeleçam por si mesmos, e mostra que ali não resta mais argumento algum, pois o que eledeclara é que não aprova, por mais que os homens atribuam-no um valor ou o aplaudam. “Quê! Vósjulgais ser isso meu culto e, em vossa imaginação, essa é a mais sagrada religião, esse é o caminhode salvação, isso é santidade extraordinária; porém eu, pelo contrário, declaro que é profanação, queé torpeza, que é infâmia. Deus agora”, ele diz, “passa para outro lugar vossas fatuidades, para mim,elas não são de valor nenhum”.
Entendemos agora o sentido dado pelo Profeta quando diz: Na casa de Israel eu vi infâmia:e pela casa de Israel o Profeta quer dizer o reino todo das dez tribos. Como assim? “Pois que há a fornicação de Efraim”; isto é, ali reina a idolatria, a qual Jeroboão introduziu, e que os outros reis de Israel seguiram.
Desse modo, percebemos que o Profeta não poupava nem o rei, nem seus conselheiros, ne mos príncipes do reino; e não cedia perante os sacerdotes. E tal magnanimidade convém a todos servos de Deus, para que derribem toda eminência que se ergue contra a palavra do Senhor; com ofoi dito a Ezequiel: ‘Ralhe montanhas e censure colinas’, (Ez 6.2; 36.1.) Um exemplo disso o Profeta põe diante de nós, quando compara sacerdotes a ladrões e, depois, compara templos reais aum bordel. Jeroboão edificara um templo no qual julgava que Deus seria adorado da melhor maneira; mas isso, diz o Profeta, é um lupanar, é uma fornicação imunda.
Então, ele acrescenta: Judá também colocou uma plantação para ti. Para que eu conclua o capítulo, rapidamente considerarei esse versículo. Intérpretes vertem-no desta forma: “Também Judá, tu puseste para ti mesma uma colheita”: mas o verbo, como é evidente, está na terceira pessoa;não pode ser traduzido de outro modo senão ‘também Judá colocou’. Os que vertem-no na segunda pessoa, “tu puseste para ti mesmo uma ceifa”, inferem este sentido: “Tu também Judá, a quem eu escolhi para mim mesmo, colocaste para ti própria uma colheita, isto é, tu preparaste uma ceifa miserável para ti mesma; pois semeaste impiedade, cujo fruto, daqui em diante, colherás”: mas isso é forçado. Ora, visto que a palavra ryxq, katsir, significa, em hebraico, não só “safra”, mas também“uma planta”, ela pode adequadamente ser adotada nesse ponto: Também Judá, enquanto eu e stavar e tornando o cativeiro do meu povo, pôs para si própria uma planta; ou seja, propagou suas próprias impiedades. Deus realmente se dirige, aqui, aos israelitas, e se queixa de Judá; pois os judeus, sabemos, foram conservados pelo Senhor quando as dez tribos se separaram. Tal apostasiadas dez tribos não fez com que a religião declinasse totalmente entre o povo todo. Permanecia lá em Jerusalém o puro culto de Deus, ao menos quanto à forma visível. Então, não é sem causa que o Senhor aqui se lamente de Judá. Ele outrora disse: ‘Judá será salva por seu Deus’; porém, agora ele diz: ‘Judá também pôs para si mesma uma planta’; isto é, “superstições têm estado desde há muito tempo brotando, e de maneira ampla, entre todo Israel, eles espalharam por todos os cantos da terra:e agora Judá também”, diz ele, “está plantando seus brotos, pois atrai os israelitas para si”; há,portanto, uma nova propagação, e isso é feito enquanto eu estou retornando o cativeiro do meu povo; isto é, “enquanto eu estou buscando restaurar a dispersão do meu povo”.
Em uma palavra, Deus aqui mostra que não mais havia parte alguma sã. Quando alguém se encarrega da cura de um corpo enfermo, e quando vê pelo menos algumas partes sãs, ele tema alguma esperança de aplicar um remédio; porém, quando nem mesmo um dedo resta de saudável, oque pode o médico fazer? Assim, também o Senhor diz nesse ponto: “Havia ao menos alguma esperança de Judá, pois alguma forma do meu culto perdurava ali e o ensinamento mais puro da lei continuava; mas agora Judá propaga superstições para Israel; observando que a terra inteira de Israel está repleta de superstições, ele toma daqui rebentos e mudas, e corrompe a porção remanescente da terra, que até aqui permanecia santificada a mim”.



                              TEMPERANÇA EQUILIBRIO

  Nossos pensamentos:O versículo oito da leitura bíblica em classe na versão ARA diz: “seja isso o que ocupe o vosso pensamento”. O apóstolo quer mostrar que a experiência de salvação, em Cristo, produz uma mudança contínua em nossa forma de pensar, a fim de evitarmos as futilidades mundanas que ocupam a mente das pessoas sem Deus. Paulo exorta-nos a preenchermos a nossa mente com aquilo que gera vida e maturidade espiritual, pois “nós temos a mente de Cristo” (1Co 2.16).Aqui surge uma pergunta inevitável: “O que tem ocupado as nossas mentes no mundo de hoje?”. Infelizmente, deparamo-nos com uma geração atraída pela ideologia do consumismo e do materialismo, onde o ter é mais importante do que o ser. Tal postura anula o ser humano, e faz com que os relacionamentos sejam pensados em termos de vantagens, ou seja, se não houver algum benefício imediato, logo são descartados. Esse comportamento nos aproxima do modo de vida mundano, e nos distancia das coisas do Alto.
  Pensando nas coisas eternas:Além da epístola aos Filipenses, o tema do processo de pensar é tratado por Paulo em muitas outras ocasiões (Rm 12.2; Cl 3.2). Pensar nas coisas que são de cima, por exemplo, não sugere que devamos viver uma espiritualidade irreal, e sim equilibrada, conjugando mente e coração a partir dos valores espirituais na vida terrena (cf. Jo 17.15,18; 1Co 5.9,10).Os maus pensamentos são frutos da inclinação humana para o mal. Daí a recomendação de que a nossa mente deve ocupar-se com a Palavra de Deus, com os princípios eternos do reino divino, “levando cativo todo entendimento à obediência de Cristo” (2Co 10.5).
 Agindo sabiamente:Sabemos que a sociedade atual é dominada por ideologias contrárias ao Evangelho. E é exatamente a esse mundo que o Senhor Jesus nos enviou a fazer a sua obra (Jo 17.18; cf. Mt 28.19). Temos de atender o seu chamado! Não com medo, mas com coragem; não com ignorância, mas sabiamente; não como quem impõe uma verdade particular, mas como quem expõe e testemunha verdades eternas. À luz do exemplo de Jesus Cristo, sejamos sal da terra e luz do mundo tendo “luz na mente, mas fogo no coração”.

          O QUE DEVE OCUPAR A MENTE DO CRISTÃO

     1. “Tudo o que é verdadeiro e honesto”:O apóstolo Paulo inicia a sua reflexão com a verdade. Percebemos que, com essa virtude, o apóstolo entende tudo o que é reto e se opõe ao falso. É tudo aquilo que é autêntico, não baseado em meras suposições, ou em algo que não possa ser comprovado. Lamentavelmente, o espírito da mentira entrou até mesmo entre os crentes e vem produzindo grandes males. Difamações e rumores negativos acabam sendo comuns entre nós. E isso desagrada profundamente a Deus.Quando o apóstolo dos gentios afirma que devemos pensar “em tudo o que é honesto”, de fato, está nos exortando a desenvolvermos uma conduta transparente e decorosa, digna de alguém que age bem à luz do dia (Rm 13.13). O mundo não pode ver em nós um comportamento que contradiga os conceitos éticos e bíblicos da verdade e da honestidade, pois isso é incoerente aos princípios cristãos. O verdadeiro crente tem um firme compromisso com a verdade. Ele não mente nem calunia seu irmão.
  2. “Tudo o que é justo”:Aqui, de acordo com o Comentário Bíblico Pentecostal (CPAD), as “coisas que são ‘justas’ obedecem aos padrões de justiça de Deus” para desenvolvermos uma relação positiva com os que nos rodeiam.O padrão de justiça divina deve nortear o nosso comportamento moral em relação a Deus e às pessoas. O verdadeiro cristão deve pautar a sua conduta pela defesa de tudo o que é justo (Mt 5.6), agindo contra tudo aquilo que promove injustiça e gera opressão.
 3. “Tudo o que é puro e amável”:Pureza sugere inocência, singeleza ou sinceridade em relação a algo não contaminado ou poluído. Uma mente pura significa uma mente casta. A ideia de “ser puro” é defendia por Paulo na perspectiva de que as palavras, as ações e os pensamentos dos crentes de Filipos fossem francos e sinceros.A fim de que toda impureza seja eliminada de sua vida, o crente tem de dar lugar para que o Espírito Santo limpe continuamente o seu coração e consciência (Ef 5.3). Assim, estaremos prontos a desejar tudo o que promove o amor fraternal. Desse modo, “tudo o que é amável” é aquilo que edifica os relacionamentos entre irmãos.
4. “Tudo o que é de boa fama”:O sentido de “boa fama” é simples e objetivo, pois a expressão se refere ao cuidado que devemos ter com as palavras e ações em nosso dia a dia. Então, podemos afirmar que boa fama é tudo o que é digno de louvor, de elogio e graça. Algumas versões bíblicas traduzem a mesma expressão por bom nome. Tal se refere ao que uma pessoa é, pois possuir um bom nome é o mesmo que ter um bom caráter.

                 A CONDUTA DE PAULO COMO MODELO

  1. Paulo, uma vida a ser imitada.No versículo nove, o apóstolo dos gentios utiliza cinco verbos que denotam ação: aprender, receber, ouvir, ver e fazer. Paulo utilizou tais recursos para que os irmãos filipenses percebessem que poderiam viver as virtudes da Palavra de Deus.Ele, inclusive, assume um papel referencial a ser imitado. Paulo não tem a presunção de uma pessoa que se acha infalível, mas exorta aos filipenses a serem uma carta transparente e exposta a quem quisesse vê-la. Eles deveriam, pois, ser um modelo tanto aos crentes como aos descrentes.
  2. Paulo, exemplo de ministro:Os obreiros do Senhor devem aprender com Paulo uma verdade pastoral: Todo ministro de Deus deve ser transparente. Assim como o Deus da graça chamou os fiéis da terra para serem irrepreensíveis, Ele igualmente nos chamou para administrarmos o seu rebanho com lisura, amor e muita boa vontade (1Pe 5.2,3). Essas qualidades pastorais são indispensáveis na experiência ministerial dos líderes cristãos nos dias de hoje.
  3. O Deus de paz:Se buscarmos tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável e de boa fama, teremos uma preciosa promessa: “E o Deus de paz será convosco”. A presença do “Deus de paz” descreve uma segurança inabalável para aqueles que confiam no seu nome.Ele nos orienta, guarda e protege. Por isso, devemos experimentar da constante e doce presença do “Deus de paz”, e manter uma vida irrepreensível diante dEle, pois nas circunstâncias mais adversas lembraremos estas palavras: “E o Deus de paz será conosco”.



                                  CUIDADO COM A APOSTASIA

                               Institucionalização da idolatria

A união de Acabe com Jezabel demonstrou logo ser desastrosa, pois através de sua influência, Acabe “levantou um altar a Baal, na casa de Baal que edificara em Samaria” (1 Rs 16.32). A institucionalização da idolatria em Israel fica evidente quando o autor sagrado destaca que também Acabe “fez um poste-ídolo, de maneira que cometeu mais abominações para irritar ao Senhor, Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele” (1 Rs 16.33). Não há dúvida de que o culto a Baal estava suplantando o verdadeiro culto a Deus. Havia uma idolatria financiada pelo Estado.

                            OS AGENTES DA APOSTASIA

.                                                 Acabe.

 Reinou entre os anos 885 e 874 a.C, foi um grande administrador, tanto na política interna como na externa de Israel. Mas foi um desastre como líder espiritual do povo de Deus (1 Rs 16.25,26). O pecado de Acabe foi andar nos caminhos idólatras de seu pai, que foi um seguidor de Jeroboão, filho de Nebate (1 Rs 16.26) e também ter aderido aos maus costumes dos cananeus, trazidos por sua esposa, Jezabel (1 Rs 16.31). Esse fato fez com que Acabe se tornasse um instrumento muito eficaz na propagação do culto idólatra a Baal. Devemos ser imitadores do que é bom e não daquilo que é mau.

                   Jezabel.

De acordo com o relato de 1 Reis 18.19, Jezabel trouxe para Israel seus deuses falsos e também seus falsos profetas. Teve uma verdadeira obstinação na implantação da adoração a Baal em território israelita. Foi sem dúvida alguma uma agente do mal na tentativa de suprimir ou acabar de vez com o verdadeiro culto a Deus. Não fosse a intervenção do Senhor através dos profetas, em especial Elias, ela teria conseguido o seu intento. O Senhor sempre conta com alguém a quem Ele levanta em tempos de crise.



      AS CONSEQUÊNCIAS DA APOSTASIA

  A perda da identidade nacional e espiritual

As palavras de Elias: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos?” (1 Rs 18.21), revela a crise de identidade dos israelitas do reino do Norte. A adoração a Baal havia sido fomentada com tanta força pela casa real que o povo estava totalmente dividido em sua adoração. Quem deveria ser adorado, Baal ou o Senhor? Sabemos pelo relato bíblico que Deus havia preservado alguns verdadeiros adoradores, mas a grande massa estava totalmente propensa à adoração falsa. A nação que sempre fora identificada pelo nome do Deus a quem servia, estava agora perdendo essa identidade.

             O julgamento divino

É nesse cenário que aparece a figura do profeta Elias predizendo uma seca que duraria cerca de três anos (1 Rs 17.1; 18.1). A fim de que a nação não viesse a perder de vez a sua identidade espiritual e até mesmo deixar de ser vista como povo de Deus, o Senhor enviou o seu mensageiro para trazer um tratamento de choque à nação. Julgamento semelhante ocorre durante o reino de Jeorão, filho de Josafá e genro de Acabe, que recebe uma carta do profeta Elias. Nela é anunciado o juízo divino sobre a sua vida e reinado (2 Cr 21.12-15). O Senhor mostrou claramente que a causa do julgamento estava associada ao abandono da verdadeira fé em Deus. Tempos depois o apóstolo dos gentios irá nos lembrar da necessidade de nos corrigirmos diante do Senhor (1 Co 11.31,32).

                                                 APOSTASIA

                                              Um perigo real.

A apostasia era algo bem real no reino do Norte. Estava espalhada por toda parte. Na verdade a palavra apostasia significa, segundo os léxicos, abandonar a fé ou mudar de religião. Foi exatamente isso que os israelitas estavam fazendo, estavam abandonando a adoração devida ao Deus verdadeiro para seguirem aos deuses cananeus.
Em o Novo Testamento observamos que os cristãos são advertidos sobre o perigo da apostasia! Na Epístola aos Hebreus o autor coloca a apostasia como um perigo real e não apenas como uma mera suposição (Hb 6.1-6). Se o cristão não mantiver a vigilância é possível sim que ele venha a naufragar na fé.
                 Um mal evitável.

Já observamos que Acabe foi um rei mau (1 Rs 16.30). Em vez de seguir os bons exemplos, como os de Davi, esse monarca do reino do Norte preferiu seguir os maus exemplos. O cronista destaca que “ninguém houve, pois, como Acabe, que se vendeu para fazer o que era mal perante o Senhor, porque Jezabel sua mulher, o instigava” (1 Rs 21.25), Ainda de acordo com esse mesmo capítulo, Acabe se contristou quando foi repreendido pelo profeta, mas parece que foi um arrependimento tardio (1 Rs 21.17-29). Tivesse ele tomado essa atitude antes, o seu reinado teria sido diferente.
Por que não seguir os bons exemplos e assim evitar o amargor de um arrependimento tardio?           


Ficou perceptível nessa lição que a apostasia no reino do Norte pôs em perigo a existência do povo de Deus durante o reinado de Acabe. A sua união com Jezabel demonstrou ser nociva não somente para Acabe, que teve o seu reino destroçado, mas também para o povo de Deus, que por muitos anos ficou dividido entre dois pensamentos em relação ao verdadeiro culto.
As lições deixadas são bastante claras para nós: não podemos fazer aliança com o paganismo mesmo que isso traga algumas vantagens políticas ou sociais; a verdadeira adoração a Deus deve prevalecer sobre toda e qualquer oferta que nos seja feita. Mesmo que essas ofertas tragam grandes ganhos no presente. Todavia nada significam quando mensuradas pela régua da eternidade.



                                    A INSPIRAÇÃO DA BIBLIA

                      Artigo ;Escritor e Pregador: Mauricio Berwald

DEFINIÇÃO TEOLÓGICA."Ação sobrenatural do Espirito Santo sobre os escritores sagrados,que os levou a produzir,de maneira inerrante,infalivel,unica e sobrenatural,a Palavra de Deus.

INSPIRAÇÃO VERBAL E PLENARIA DA BIBLIA.Doutrina que assegura ser a biblia em sua totalidade, produto da inspiração divina.Plenaria;todos os livros da biblia,sem qualquer exceção,foram igualmente inspirados por Deus.VERBAL:o Espirito Santo guiou os autores, não somente quanto as idéias ,mas também quanto ás palavras dos ministérios e concerto do Altissimo.A inspiração plenaria e verbal,todavia, não elimnou a participação dos autores humanos na produção da  biblia.Pelo contrario:foram eles usados de acordo com seus traços personais,experienciase estilos literarios.(2PD1.21).

A INSPIRAÇÃO DA BIBLIA É UNICA.Além da biblia,nenhum outro livro foi produzido de igual forma, a Palavra de Deus é obra prima por excelecia da raça humana.


                                    A INERRANCIA DA BIBLIA

A melhor maneira de se comprrender uma doutrina é buscar´lhe uma definição adequada.Sua conceituação a partir dai,torna-se mais facil e não pecará pela falta de clareza e objetividadde.Vejamos de que forma haremos de definir a doutrina da inerrancia biblica.

DEFINIÇÃO ETIMOLÓGICA.A palavra inerrancia vem do vocabulo latino inerrantia e significa literalmente ,qualidade daquilo que não tem erro.

DEFINIÇÃO TEOLÓGICA.A inerrancia biblica é a doutrina segundo a qual as Sagradas Escrituras não contem  quaisquer erros por serem a inspirada,infalivel e completa a Palavra de Deus(SL119.140).A biblia é inerrante tanto nas informações que nos transmitem como nos proósitos que expóe e nas reinvidicações que apresentam.Sua inerrancia é plena e absoluta.Insenta de erros doutrinarios,culturais e cientificos,inspiranos confiança plena em seu conteúdo(SL19.7).

                                 A INFABILIDADE DA BIBLIA

Ao tratar da infabilidade da Palavra de Deus,ousadamente expressou-se  Cari F.Henry "há apenas uma unica coisa realmente inevitavel:é necessario que as Escrituras se cumpram"o que isso significa?simplesmente que a biblia é infalivel.

1.O QUE É INFABILIDADE? É  a qualidade ou virtude do que é infalivel, é algo que jamais poderá falhar.

2.DEFINIÇÃO TEOLÓGICA.Doutrina que ensina ser a biblia infalivel em tudo o que diz.Eis porque a Palavra de Deus pode ser assim considerada:1.Suas promessas são rigirosamente observadas. 2.Suas profecias cumprem-se de forma detalhadas e clara (haja vista as setenta semanas de Daniel.3.O plano de salvação é executado apesar das oposição satanica.Nenhuma de suas palavras jamais caiu,nem cairá,por terra.

3.A BIBLIA DÁ TESTEMUNHO DE SUA INFABILIDADE.Leia com atenção as seguintes passagens (DT 18.22,DN 9.2, MT 1.22,MC 13.31,AT 1.3).


      A SUPREMACIA DA BIBLIA EM MATÉRIA DE FÁ E PRATICA

A autoridade da biblia não provem da capacidade de seus autores humanos,mas do carater de seu Autor'.Foi o que afirmou J.Blanchard.Ora se a autoridade da biblia é absoluta, como haveremos de questionar?Vejamos, em primeiro lugar o que á a autoridade.

1.DEFINIÇÃO ETIMOLÓGICA.Oriunda do vocabulo latino "autoritatem",esta palavra significa:direito absoluto e inquestionavel de se fazer obedecer, de dar ordens,de estabelecer decreto e,de acordo com estes,tomar decisões e agir a fim de que cada decreto seja rigorosamente observado.

2.DEFINIÇÃO TEOLÓGICA.Poder absoluto e inquestionavel reinvindicado,demonstrando e sustentando pela biblia em matéria de fé e prática.Tal autoridade advem-lhe do fato de ser inspirada,inerrante Palavra de Deus.

3.TESTEMUNHO A RESPEITO DE SUA AUTORIDADE.Ler as seguintes passagens:IS 8.20,30.21,1COR 14.37. 


         FALSOS CONCEITOS SOBRE INSPIRAÇÃO DA BIBLIA

A travez do seculos os homens impios tem procurado desmistificar e desvirtuar o ensino claro da inspiração verbal e ´plenaria da biblia,criando teorias e conceitos falsos sobre a mesma analizaremos algumas:
1.Teoria da inspiração parcial.Afirmam que somente algumas ´partes da biblia são inspiradas,e outras não.A biblia cont~em a Palavra de Deus.Com está premissa sutil,desvirtuam totalmente o sentido inspirativo da biblia.
2.Teoria da inspiração natural.Afirmam que os escritores dos livros sagrados eram superdotados de intelectualidade,eram"genios".Logo as escrituras foram de uma mente racional e prodigiosa.
3.Teoria do ditado verbal.Afirmam que as Escrituras foram ditadas palavra por palavra.
4.Teoria da inspiração das idéias.Afirmam que Deus inspirou as idéias.As palavras usadas ficaram na inteira responssabilidade dos escritores.

Temos visto que a biblia foi escrita debaixo de uma influencia poderosa que o Espirito Santo exerceu sobre os escritores sagrados com intuito de revelar a Deus e Seu plano de salvação,vindo a se tornar a infalivel palavra de Deus,digna de toda confiança.Aceite que a biblia exatamente o que parece ser,indenpendente de qualquer teoria da inspiração, ou de qualquer teoria como os livros da biblia chegaram a sua forma atual,ou de quanto os textos possam ter sofrido passando pelas mãos dos redatores e copistas, ou o que´e histórico e o que possa ser poético.Aceite os livros como temas na biblia,como unidades,e estude-os a fim de conhecer o seu conteudo.Voc~e verá que há uma unidade de penssamento indicando que uma Mente unica inspirou a escrita de todas os livros que a biblia revela a marca do SEU autor, que é em toda sentido a Palavra de Deus. 





            O Exercício do Dom de Profecia na Igreja Atual 
           
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          O QUE É DOM DE PROFECIA. “dom de profecia”, é o dom pelo qual o servo profetiza em nome do Senhor, anuncia um acontecimento futuro, um alerta acerca de algo que está por acontecer. Pode ser ministrado na 1ª pessoa Ex: quando o profeta diz: “Eis que te digo meu servo...” 2 Cr 20.14-17 (esta forma é muito criticada, por não conter uma base bíblica sólida), e na 2ª pessoa Ex é quando o profeta diz: “O Senhor mandou te dizer...” At 21.11
- “missões especiais”, podem ser definidas como aquelas executadas pelo Espírito para falar a uma alma especificamente, Ex: quando o Senhor quer alertar alguém de uma armadilha de morte, contra essa vida, o Espírito Santo usa alguém para profetizar sobre esse laço de morte.
“edificação”, é a solidificação da base doutrinária, pela confirmação da Bíblia através dos sinais.
“exortação”, é o ato de animar alguém a fazer o certo, a se desviar do mal e a abandonar o pecado.
“consolação”, é confortar por meio da presença, mostrando que o Espírito Santo está em nós e que o Senhor nos ouve. Isso deixa a pessoa mais segura e confiante.

Uma ação direta do Espírito Santo.- “conhecimento dos dons espirituais”, são nove os dons espirituais deacordo com a relação de 1Co 12.8-10.- São estes os dons: palavra da sabedoria, palavra da ciência, fé, cura, operação de maravilhas, profecia, discernimento os espíritos, variedade de línguas e a interpretação das línguas.- “reconhecer e exaltar a pessoa de Jesus”, essa é a missão do Espírito Santo, prevista nesta passagem:
"Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir." João 16.13.“influência do espírito imundo”, são os demônios que fazem possessão no corpo daqueles que se sujeitam a Satanás. Esses demônios são anjos decaídos e também falam as línguas dos anjos, dessa forma eles também usam essas pessoas com profecias, enganando muitos irmãos.
“devem ser discernidas”, significa compreendidas, aqui tem o sentido de julgadas ou experimentadas pode ser pelo dom de discernimento de espíritos ou pela Palavra, conforme o seguinte texto:“Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.
   Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;  E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.” João 4.1-3.

- “produzidas pelo espírito humano”, é a profecia produzida na mente de alguém, sem nenhuma influencia satânica ou divina, simplesmente por vaidade, por inveja ou orgulho. Alguns irmãos transformam o culto num show de meninice, inventando profecias, imitando ou deduzindo coisas a partir do que se sabe sobre alguém.                              
 Providências divinas através das profecias “a Bíblia é a maior profecia”, essa afirmação está correta, mas existem situações em que o Senhor precisa falar especificamente com seus filhos, em um assunto particular. Existem situações em que é necessário a intervenção direta do Espírito Santo, pois até mesmo os que conhecem a Palavra de Deus erram, por arrogância, presunção ou falta de vigilância. 
A utilidade e proveito da profecia.- Os problemas pelos quais tem gerado muita desconfiança sobre os profetas da atualidade são conhecidos, há casos em que irmãos pegam carona na profecia de outro, falando de outra forma aquilo que já foi dito. Outros profetizam um pretendente para casamento para uma determinada irmã sem saber que a tal irmã já é casada. Isso ocorre principalmente nos montes, mas também tem acontecido em muitas igrejas. Atualmente os crentes pentecostais tem sido motivo de chacota na internet e TV, tudo por conta desses besteiróis, que são promovidos por aqueles que não estão presentes na aula da Escola Dominical.
- Muitos deixam de comparecer a EBD no domingo de manhã porque passaram a noite toda pulando no poder. Pensam que estão cheios de poder, mas na verdade não adianta estar cheio de poder e vazio do conhecimento de Deus.
 RESPONSABILIDADES COM O DOM DE PROFECIA. “busca do progresso da igreja”, lembre aos alunos que o dom é para o progresso da igreja, pela edificação, exortação e consolação dos membros, dessa forma entendemos que os dons não são para salvação, ninguém pode pregar que alguém deve ter dons espirituais para ser salvo.
“pelo caráter de Deus em nós”, quer dizer que devemos ser cuidadosos com os dons não somente pelo castigo que virá para aquele que não é cuidadoso, mas porque nós somos filhos de Deus e o filho vai se tornando parecido com o pai no caráter.
           Todos podem profetizar. “todos temos potencial”, de acordo com a lição o dom de profecia não será sempre apresentado por uma irmã ou irmão, mas o Senhor pode usar a qualquer um. Infelizmente alguns irmãos que tem o dom de profecia, deixam a arrogância sobressair. Em alguns cultos eles não ouvem a voz do Espírito, mas para não ficarem sem serem o centro das atenções, eles falam o que Deus não mandou.
           
Todos devem saber a finalidade.“finalidade funcional”, significa que a profecia tem as funções de... edificar, exortar e consolar. Muitos na igreja não sabem disso e pensam que um certo irmão é mais santo do que outro por profetizar. “finalidade ampla”, é a finalidade geral, que diz respeito a todos da igreja, quer dizer que o dom de profecia ministrado busca dar unidade ao povo de Deus, disso entendemos que se alguém profetiza e essa profecia causa confusão, então a liderança deve analisar essa profecia e prová-la ou por dom de discernimento de espíritos ou pela Palavra de Deus conforme o a passagem de João 4.1-3, citada anteriormente.
Muito cuidado com profecias assim: “Eu via um traidor ao lado do pastor!” essa profecia deixa o mistério dividido, não deve ser considerada sem antes de o Senhor dar uma confirmação.- “finalidade pedagógica”, que ensina ou que colabora para o ensino e aprendizado, no caso da profecia ela apenas vai colaborar para o aprendizado, pois ela poderá confirmar aquilo que o servo(a) aprendeu na palavra, na EBD ou na doutrina.

Todos devem cuidar uns dos outros.“competição”, às vezes surgem irmãos que disputam silenciosamente. Sem que os outros percebam, ficam um tentando ser mais do que o outro.- “trazendo mágoas”, alguns irmãos ao observarem as divisões, as disputas, as profetadas, e as desordens em geral, ficam decepcionados e magoados, alguns saem até da igreja.     
ÉTICA NA PALAVRA PROFÉTICA.Procurando manifestar a presença de Deus “esteja inconsciente”, ensine que o Espírito Santo não domina ninguém, Ele respeita a pessoa. Ele não leva a pessoa inconsciente a fazer coisas sem que ela saiba o que está fazendo. Desconfiem de pessoas que rodam a igreja toda e depois dizem não se lembram de nada.
“livre-arbítrio”, é a capacidade de um indivíduo de tomar suas próprias decisões e se responsabilizar por elas.

Mantendo a ordem no culto.“excesso de zelo”, é o excesso de cuidado com as coisas de Deus, não devemos impedir a manifestação das profecias por medo de alguém falar besteira ou falar o que não se deve falar. Deve-se ensinar aos irmãos que cada um será responsabilizado por aquilo que fala, e que cada um deve julgar o que foi profetizado.
Recomendo que os pastores fiscalizem se os que são usados na profecia estão frequentando a EBD e os cultos de ensinamento. Se fizerem isso vai ter gabinete para metades dos profetas de cada igreja.

A humildade dos que profetizam.“ser preditiva ou não”, preditivo é o que faz predições acerca de acontecimentos futuros.“de acordo com os oráculos de Deus”, oráculos são as profecias e revelações de Deus.
“submetida à análise”, quer dizer que toda profecia pode ser contestada, e não é recomendável que seja aceita de imediato, mas cada um pode pedir a confirmação ao Senhor pela boca de outro profeta.
- Outro problema é que alguns profetas recebem a revelação da profecia e a transmitem de qualquer maneira. Às vezes o Senhor mostra que alguém está sendo tentado pela homossexualidade, então o profeta fala isso diante da igreja, submetendo o irmão a um constrangimento.