sexta-feira, 20 de março de 2015

HISTORIA DA IGREJA PRESBITERIANA


HISTORIA GERAL DA IGREJA PRESBITERIANA

.               Expansão – Europa Continental

• A partir da Suíça, o calvinismo difundiu-se na França, no vale do Reno (da Alemanha até a Holanda), na Europa Oriental (Boêmia, Polônia, Hungria), e nas Ilhas Britânicas (Escócia, Inglaterra e Irlanda).
• A Academia de Genebra, fundada em 1559, foi muito importante para a difusão inicial do movimento reformado em toda a Europa. Ela preparou centenas de líderes que voltaram a seus países de origem, especialmente a França, e difundiram as novas idéias.
• As perseguições religiosas, particularmente na França, Itália e Países Baixos, também contribuíram para que a fé reformada fosse levada para outras partes da Europa.
França. O movimento reformado experimentou enorme crescimento na década de 1550, apesar de intensas perseguições. Em 1559 reuniu-se o primeiro sínodo da Igreja Reformada da França, representando cerca de duas mil igrejas locais, que aprovou a Confissão Galicana. Pela primeira vez, o presbiterianismo foi organizado em âmbito nacional. Muitos dos reformados franceses, os huguenotes, eram artesãos, comerciantes e nobres, concentrando-se especialmente no oeste e sudoeste do país. Seus conflitos com o partido católico liderado pela família Guise-Lorraine levaram a um longo período de guerras religiosas (1562-1598), cujo episódio mais sangrento foi o massacre do Dia de São Bartolomeu (24-08-1572), em que milhares de huguenotes foram mortos à traição em Paris e no interior da França, entre eles o famoso Almirante Gaspard de Coligny. A paz só foi restaurada em 1598, quando o rei Henrique IV, um ex-huguenote, promulgou o Edito de Nantes, concedendo liberdade religiosa aos reformados. Esse edito foi revogado em 1685, fazendo com que 300 mil huguenotes abandonassem a França. Os remanescentes formaram o que ficou conhecido como “a igreja no deserto.”
Alemanha. Desde cedo o movimento reformado penetrou no sul do país, procedente da vizinha Suíça. O movimento cresceu com a chegada de milhares de refugiados vindos de outras regiões (França, Países Baixos). Estrasburgo foi um importante centro reformado entre 1521 e 1549, tendo como grande líder o reformador Martin Bucer. Calvino ali esteve por três anos (1538-41). Em Heidelberg, o príncipe Frederico III criou uma grande universidade que tornou-se o centro do pensamento reformado na Alemanha. Nessa cidade foi escrito o importante Catecismo de Heidelberg (1563). A Guerra dos Trinta Anos (1618-48) resultou no reconhecimento final das igrejas reformadas alemãs, que receberam o influxo de sessenta mil refugiados huguenotes após a revogação do Edito de Nantes.
Holanda: inicialmente, o calvinismo surgiu no sul dos Países Baixos (Antuérpia, 1555). Em dez anos, formaram-se mais de trezentas igrejas, em parte devido à chegada de imigrantes huguenotes que fugiam das guerras religiosas em seu país. Essas igrejas adotaram como sua declaração de fé a Confissão Belga, escrita em 1561. O calvinismo foi implantado na Holanda no contexto da guerra de independência contra a Espanha, iniciada em 1566 sob a liderança de Guilherme de Orange. Como resultado do conflito, os Países Baixos dividiram-se em Bélgica e Luxemburgo (católicos) e Holanda (reformada). O primeiro sínodo nacional das igrejas reformadas holandesas reuniu-se em 1571 na cidade de Emden, na Alemanha, e adotou um sistema presbiterial de governo baseado no modelo francês. Eventualmente, a igreja reformada tornou-se oficial, embora nem toda a população tenha aderido ao movimento. No início do século XVII, uma disputa teológica resultou no Sínodo de Dort (1618-19), que rejeitou as idéias de Jacó Armínio acerca da predestinação e afirmou os chamados cinco pontos do calvinismo (depravação total, eleição incondicional, expiação limitada, graça irresistível e perseverança dos santos).
Europa Oriental: na década de 1540, graças a contatos com cidades suíças, surgiram igrejas reformadas na Polônia e Boêmia (Checoslováquia) e mais tarde também na Hungria. Na Boêmia, o movimento reformado associou-se aos Irmãos Boêmios, os sucessores do antigo movimento liderado pelo pré-reformador João Hus, morto em 1415. Na Polônia e na Lituânia, as igrejas calvinistas experimentaram grande crescimento, mas eventualmente foram suprimidas pela Contra-Reforma. A fé reformada foi introduzida na Hungria em 1549, através de contatos com Zurique, mas as igrejas sofreram perseguições de 1677 a 1781. Em 1970, a igreja reformada húngara tinha cerca de um milhão e meio de membros. Também existe uma grande comunidade reformada na Romênia (700 mil membros em 1963).
II. Expansão – Ilhas Britânicas
Escócia: o protestantismo reformado foi levado para a Escócia por George Wishart, que estudara na Suíça e foi morto na fogueira em 1546. As primeiras igrejas reformadas surgiram no final da década seguinte. Os eventos se precipitaram com o retorno do líder John Knox (c. 1514-1572), que passou alguns anos em Genebra como refugiado, estudou aos pés de Calvino e retornou ao seu país em 1559. No ano seguinte, o Parlamento aboliu o catolicismo e adotou a fé reformada (Confissão Escocesa). Em dezembro de 1560, reuniu-se a primeira assembléia geral da Igreja Presbiteriana escocesa, que elaborou o Livro de Disciplina. Todavia, o Parlamento não aceitou esse primeiro Livro de Disciplina – que prescrevia a forma presbiteriana de governo -, mas manteve o episcopado como instrumento de controle estatal da igreja. Ironicamente, entre 1561 e 1567 a Escócia foi governada por uma rainha católica, Maria Stuart. Após a morte de Knox, Andrew Melville (1545-1622), outro ex-exilado em Genebra, tornou-se o principal defensor do sistema presbiteriano e de uma igreja autônoma do estado. Os próximos quatro reis, especialmente Carlos II (1660-85), procuraram impor o anglicanismo e perseguiram os presbiterianos. Estes fizeram um pacto nacional para defender a sua fé e ficaram conhecidos como “covenanters” (pactuantes). Somente em 1689 o presbiterianismo foi estabelecido definitivamente, embora algumas modificações feitas pelo Parlamento, como a Lei do Patronato Leigo (1717), tenham produzido várias divisões na igreja. Em 1970, a Igreja da Escócia tinha cerca de 1 milhão e 155 mil membros comungantes.
Inglaterra: desde o reinado de Eduardo VI (1547-1553) surgiram fortes influências reformadas neste país. Martin Bucer, o reformador de Estrasburgo, passou seus últimos anos na Inglaterra. Calvino correspondeu-se com o rei Eduardo, com Somerset, o lorde protetor, e com Thomas Cranmer, o arcebispo de Cantuária. O Livro de Oração Comum e os Trinta e Nove Artigos revelam clara influência reformada. Durante o reinado de Maria Tudor (1553-58), a Sanguinária, muitos protestantes ingleses refugiaram-se em Zurique e Genebra. Porém, a rainha Elizabete I (1558-1603) não apreciava os aspectos populares da forma presbiteriana de governo, preferindo uma estrutura episcopal que deixava o controle último da igreja nas mãos das autoridades civis.
No seu reinado, surgiram os puritanos, alguns dos quais sustentavam princípios presbiterianos. Os reis Tiago I e Carlos I (1625-1649), que governavam a Inglaterra e a Escócia, continuaram a opor-se aos puritanos. Carlos fez guerra contra os escoceses presbiterianos e viu-se em dificuldades. Para isso, precisou convocar a eleição de um parlamento, que teve uma maioria puritana. Dissolvido o parlamento, houve nova eleição que resultou numa maioria puritana ainda maior. A conseqüência foi a guerra civil, que terminaria com a execução do rei. Esse parlamento puritano convocou a Assembléia de Westminster (1643-49), que produziu os “padrões presbiterianos” de culto, forma de governo e doutrina (Confissão de Fé e Catecismos). Quando tais padrões foram aprovados pelo parlamento, a Igreja da Inglaterra deixou de ser episcopal e tornou-se presbiteriana. Porém, depois que Carlos II tornou-se rei em 1660, houve a restauração do episcopado e seguiram-se vários anos de repressão contra os presbiterianos. A Igreja Presbiteriana da Inglaterra, criada em 1876, tinha 60 mil membros comungantes em 1970.
Irlanda: a tradição reformada teve início na Irlanda com a “Colônia de Ulster”, a partir de 1606. O governo inglês, no esforço de “domesticar” os irlandeses, plantou comunidades inglesas e irlandesas nas regiões devastadas pela guerra ao norte da ilha. Aos imigrantes escoceses, que levaram consigo o seu presbiterianismo, uniram-se puritanos ingleses e huguenotes franceses. Houve uma rígida separação étnica entre os novos moradores e os irlandeses católicos do sul, e grande violência destes contra os presbiterianos. Graças aos capelães de um exército pacificador, um presbitério foi fundado no Ulster em 1642 e em 1660 já havia cinco deles. Os colonos alcançaram prosperidade na nova terra, mas também se viram sujeitos a restrições políticas, econômicas e religiosas impostas pelo governo inglês, além de calamidades naturais como a seca. Com isso, a partir de 1715, os “escoceses-irlandeses” começaram a sua grande migração para os Estados Unidos. Até 1775, pelo menos 250 mil cruzaram o Atlântico. Em 1970, a Igreja Presbiteriana da Irlanda tinha cerca de 140 mil membros comungantes.
III. A Assembléia de Westminster
Antecedentes: o rei Carlos I (1625-1649) queria impor o anglicanismo aos puritanos ingleses e aos presbiterianos escoceses. Porém, estes últimos se rebelaram e enfrentaram com êxito os exércitos reais. Precisando de mais tropas e dinheiro, Carlos viu-se forçado a promover a eleição de um parlamento. Para frustração do rei, os ingleses elegeram um parlamento puritano, que foi prontamente dissolvido. Feita nova eleição, a maioria puritana tornou-se ainda mais expressiva. Diante da recusa do parlamento em ser novamente dissolvido, resultou uma guerra civil.
A Assembléia: por setenta e cinco anos os puritanos vinham insistindo para que a Igreja da Inglaterra tivesse uma forma de governo, doutrinas e culto mais puros. Assim, o parlamento convocou a Assembléia de Westminster, composta de 121 dos mais capazes pastores da Inglaterra, 20 membros da Casa dos Comuns e 10 membros da Casa dos Lordes. Todos os 121 teólogos eram ministros da Igreja da Inglaterra e quase todos eram calvinistas. Quanto ao governo da igreja, a maioria era a favor da forma presbiteriana, muitos desejavam a forma congregacional e uns poucos defendiam a forma episcopal. Essa questão gerou os debates mais longos e acalorados da Assembléia, que reuniu-se na Abadia de Westminster, em Londres, a partir de 1º de julho de 1643. Os trabalhos se estenderam por cinco anos e meio, durante os quais houve mais de mil reuniões do plenário e centenas de reuniões de comissões e sub-comissões.
Os escoceses: tão logo a Assembléia iniciou os seus trabalhos, as forças parlamentares começaram a sofrer reveses na guerra. O parlamento buscou o auxílio da Escócia, que concordou em ajudar sob uma condição – que todos os membros da Assembléia de Westminster e do parlamento assinassem um pacto solene comprometendo-se a manter e defender a Igreja Presbiteriana da Escócia e a reformar a igreja da Inglaterra e da Irlanda em sua doutrina, governo, culto e disciplina, de acordo com a Palavra de Deus. Isso foi aceito. Os presbiterianos escoceses também puderam enviar representantes à Assembléia de Westminster, quatro pastores e dois presbíteros, que participaram dos trabalhos sem direito a voto. Eles exerceram uma influência desproporcional ao seu número. Logo que chegaram e foi assinado o pacto solene (setembro de 1643), houve uma mudança radical no trabalho da Assembléia. Até então, a idéia era revisar os Trinta e Nove Artigos da Igreja Anglicana. Agora, passou-se a fazer uma reforma completa da igreja.
Os documentos: a Assembléia de Westminster caracterizou-se na somente pela erudição teológica, mas por uma profunda espiritualidade. Gastava-se muito tempo em oração e tudo era feito em um espírito de reverência. Cada documento produzido era encaminhado ao parlamento para aprovação, o que só acontecia após muita discussão e estudo. Os chamados “Padrões Presbiterianos” elaborados pela Assembléia foram os seguintes:
1. Diretório do Culto Público: concluído em dezembro de 1644 e aprovado pelo parlamento no mês seguinte. Tomou o lugar do Livro de Oração Comum. Também foi preparado o Saltério: uma versão métrica dos Salmos para uso no culto (novembro de 1645).
2. Forma de Governo Eclesiástico: concluída em 1644 e aprovada pelo parlamento em 1648. Instituiu a forma de governo presbiteriana em lugar da episcopal, com seus bispos e arcebispos.
3. Confissão de Fé: concluída em dezembro de 1646 e sancionada pelo parlamento em março de 1648.
4. Catecismo Maior e Breve Catecismo: concluídos no final de 1647 e aprovados pelo parlamento em março de 1648.
5. Conseqüências: com o auxílio dos escoceses, as forças parlamentares derrotaram o rei Carlos I, que foi decapitado em 1649. O comandante vitorioso, Oliver Cromwell, assumiu o governo. Porém, em 1660, Carlos II subiu ao trono e restaurou o episcopado na Igreja da Inglaterra. Teve início nova era de perseguições contra os presbiterianos. Na Escócia, a Assembléia Geral da Igreja Presbiteriana adotou os Padrões de Westminster logo que foram aprovados, deixando de lado os seus próprios documentos de doutrina, liturgia e governo que vinham da época de John Knox. Isso é ainda mais surpreendente diante do fato de que somente quatro pastores escoceses participaram da Assembléia de Westminster (Alexander Henderson, Robert Baillie, George Gillespie e Samuel Rutherford). As razões para isso foram os méritos dos padrões de Westminster e o desejo de maior unidade entre os presbiterianos das Ilhas Britânicas. Da Escócia, esses padrões foram levados para outras partes do mundo.
Fonte: Walter L. Lingle, Presbyterians: Their History and Beliefs (Richmond: John Knox Press, 1960).
Os Padrões de Fé de Westminster:
Observação: em 1991, a Casa Editora Presbiteriana publicou uma edição especial da Confissão de Fé e dos Catecismos contendo, além do texto desses documentos, a reprodução de todas passagens bíblicas pertinentes a cada tópico.
Confissão de Fé: compõe-se de 33 capítulos, que abordam os seguintes tópicos:
A Doutrina das Escrituras
1. Da Escritura Sagrada
A Doutrina de Deus (Ser e Obras)
2. De Deus e da Santíssima Trindade
3. Dos Decretos Eternos de Deus
4. Da Criação
5. Da Providência
A Doutrina da Salvação (Objetiva)
6. Da Queda do Homem, do Pecado e do seu Castigo
7. Do Pacto de Deus com o Homem
8. De Cristo o Mediador
9. Do Livre Arbítrio
A Doutrina da Salvação (Subjetiva)
10. Da Vocação Eficaz
11. Da Justificação
12. Da Adoção
13. Da Santificação
14. Da Fé Salvadora
15. Do Arrependimento para a Vida
16. Das Boas Obras
17. Da Perseverança dos Santos
18. Da Certeza da Graça e da Salvação
A Doutrina da Vida Cristã
19. Da Lei de Deus
20. Da Liberdade Cristã
21. Do Culto Religioso e do Domingo
A Doutrina do Cristão na Sociedade
22. Dos Juramentos Legais e dos Votos
23. Do Magistrado Civil
24. Do Matrimônio e do Divórcio
A Doutrina da Igreja
25. Da Igreja
26. Da Comunhão dos Santos
27. Dos Sacramentos
28. Do Batismo
29. Da Ceia do Senhor
30. Das Censuras Eclesiásticas
31. Dos Sínodos e dos Concílios
A Doutrina das Últimas Coisas
32. Do Estado do Homem depois da Morte e da Ressurreição dos Mortos
33. Do Juízo Final
Apêndice
34. Do Espírito Santo
35. Do Amor de Deus
Observação quanto ao texto da Confissão de Fé encontrado em A Confissão de Fé, o Catecismo Menor e o Breve Catecismo: Exemplar do Líder, 1ª ed. especial (São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1991):
Os Capítulos 34 e 35 foram acrescentados pela Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América (a Igreja do Norte) em 1903. A seção intitulada “A Autoridade da Confissão de Fé e dos Catecismos” (pág. 162-F) foi escrita pela Rev. John M. Kyle. (Ver a “Nota Histórica” que consta de edições anteriores da Confissão de Fé).
Catecismo Maior: compõe-se de 196 perguntas e respostas distribuídas em três seções:
1ª Parte: Da finalidade do ser humano, da existência de Deus, da origem e da veracidade das Escrituras – Perguntas 1-5
2ª Parte: O que o ser humano deve crer sobre Deus – Perguntas 6-90
Deus ……………………………….. 6-8
Trindade ………………………….. 9-11
Decreto …………………………… 12-14
Criação …………………………… 15-17
Providência ……………………… 18-20
Queda ……………………………… 21-29
Pacto ………………………………. 30-35
Cristo, o Mediador ……………. 36-56
Salvação …………………………. 57-61
Igreja ………………………………. 62-65
União Vital ……………………… 66, 69
Vocação Eficaz ………………… 67-69
Justificação ……………………… 70-73
Adoção ……………………………. 74
Santificação ……………………… 75-78
Perseverança …………………….. 79-81
Últimas Coisas ………………….. 82-90
3ª Parte: O que as Escrituras requerem do ser humano como seu dever
Perguntas 91-196
A Lei de Deus …………………… 91-97
Os 10 Mandamentos ………….. 98-148
Pecado …………………………….. 149-153
Meios de Graça ………………… 154
Palavra ……………………………. 155-160
Sacramentos …………………….. 161-177
Oração …………………………….. 178-185
O Pai Nosso …………………….. 186-196
(c) Breve Catecismo: possui 107 perguntas e respostas, sintetizando os pontos mais importantes dos documentos maiores. Inclui uma abordagem detalhada dos Dez Mandamentos (perguntas 41-81).
IV. O Presbiterianismo nos Estados Unidos
Os puritanos: o calvinismo chegou à América do Norte com os puritanos ingleses que se radicaram em Massachusetts no início do século XVII. O primeiro grupo fixou-se em Plymouth em 1620 e o segundo fundou as cidades de Salem e Boston em 1630. Nas décadas seguintes, mais de 20 mil puritanos cruzaram o Atlântico em busca de liberdade religiosa e novas oportunidades. Todavia, esses calvinistas optaram pelo forma de governo congregacional, não pelo sistema presbiteriano.
Grupos reformados: muitos calvinistas que aceitavam a forma de governo presbiteriana vieram do continente europeu. Dentre os primeiros estavam os holandeses que fundaram Nova Amsterdã (depois Nova York) em 1623. Os huguenotes franceses também foram em grande número para a América do Norte, fugindo da perseguição religiosa em sua pátria. Um numeroso contingente de reformados alemães igualmente emigrou para os Estados Unidos entre 1700 e 1770. Esses imigrantes formaram as suas próprias denominações e mais tarde muitos deles ingressaram na Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos.
Os escoceses: muitos presbiterianos escoceses foram diretamente da Escócia para os Estados Unidos nos primeiros tempos da colonização. Todavia, foram os escoceses-irlandeses os principais responsáveis pela introdução do presbiterianismo naquele país. Durante o século XVIII, pelo menos 300 mil cruzaram o Atlântico. Eles se radicaram principalmente em Nova Jersey, Pensilvânia, Maryland, Virgínia e nas Carolinas. No oeste da Pensilvânia, eles fundaram Pittsburgh, a cidade mais presbiteriana dos Estados Unidos. O Rev. Ashbel G. Simonton era descendente desses escoceses-irlandeses da Pensilvânia.
Francis Makemie: No século XVII as comunidades presbiterianas dos Estados Unidos viviam dispersas. Foi só no início do século seguinte que elas começaram a unir-se em concílios. Nesse esforço, destacou-se o Rev. Francis Makemie (1658-1708), considerado o “pai do presbiterianismo americano.” Ordenado na Irlanda do Norte em 1683, ele foi logo em seguida para a América do Norte. Makemie fundou diversas igrejas em Maryland e viajou extensamente encorajando os presbiterianos. Como a Igreja Anglicana era a igreja oficial de várias colônias, ele sofreu muitas perseguições. Chegou mesmo a ser preso em Nova York em 1706.
Organização: sob a liderança de Makemie, foi organizado em 1706 o Presbitério de Filadélfia. Em 1717, organizou-se o Sínodo de Filadélfia, composto de quatro presbitérios. Ao todo, a denominação tinha apenas dezenove pastores, quarenta igrejas e cerca de três mil membros. Em 1729, foi aprovado o “Ato de Adoção,” que aprovou a Confissão de Fé e os Catecismos de Westminster como padrões doutrinários do Sínodo. De 1741 a 1758, os presbiterianos dividiram-se em dois grupos por causa de diferenças acerca do avivamento e da educação teológica: Ala Velha (Sínodo de Filadélfia) e Ala Nova (Sínodo de Nova York).
A Revolução: nesse período de divisão, vários evangelistas notáveis como Samuel Davies, Alexander Craighead e Hugh McAden trabalharam com grande êxito no sul do país, especialmente na Virgínia e nas Carolinas. Durante a Revolução Americana, os presbiterianos tiveram uma atuação destacada. O Rev. John Witherspoon (1723-1794), um escocês que foi presidente da Universidade de Princeton por vinte e cinco anos, foi o único pastor que assinou a Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776. Muitos presbiterianos lutaram na guerra da independência.
A Assembléia Geral: em 1788, o Sínodo de Nova York e Filadélfia dividiu-se em quatro (Nova York e Nova Jersey, Filadélfia, Virgínia e Carolinas). No dia 21 de maio de 1789, reuniu-se pela primeira vez a “Assembléia Geral da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América.” Naquela época, a Igreja Presbiteriana era a denominação mais influente do país. Em 1800, contava com 180 pastores, 450 igrejas e cerca de 20 mil membros.
Crescimento: em 1801, presbiterianos e congregacionais iniciaram um trabalho cooperativo conhecido como “Plano de União.” O objetivo era evangelizar com mais eficiência a população que estava indo para o oeste, a chamada “fronteira.” Foi esse o período do avivamento conhecido como Segundo Grande Despertamento. O resultado foi um avanço fenomenal. Em 1837, a Igreja Presbiteriana já contava com 2140 pastores, quase 3000 igrejas e 220 mil membros. O Seminário de Princeton foi fundado em 1812 (entre seus grandes professores estiveram Archibald Alexander, Charles Hodge, A.A. Hodge e Benjamin B. Warfield).
Divisões: devido a uma controvérsia sobre os requisitos para a ordenação de ministros, surgiu em 1810 a Igreja Presbiteriana de Cumberland, no Tennessee. Uma divisão mais séria ocorreu entre os grupos conhecidos como Velha Escola e Nova Escola, aquele sendo mais apegado aos padrões de Westminster do que este. Em 1837, a Velha Escola obteve a maioria na Assembléia Geral, cancelou o Plano de União de 1801 e excluiu quatro sínodos inteiros, dividindo ao meio a denominação. Foi criada a Junta de Missões Estrangeiras. Finalmente, em 1857 e 1861 ocorreram novas divisões, desta vez ocasionadas pelo problema da escravidão. As igrejas Nova Escola e Velha Escola do sul, favoráveis à escravidão, separaram-se das do norte. Eventualmente, foram criadas duas grandes denominações presbiterianas, a Igreja do Norte (PCUSA) e a Igreja do Sul (PCUS), que enviaram muitos missionários a todo o mundo, inclusive ao Brasil.
O Século XX: em 1903, a PCUSA alterou levemente três parágrafos da Confissão de Fé de Westminster e acrescentou-lhe dois novos capítulos: um sobre o Espírito Santo e outro sobre o amor de Deus e as missões. Mais controvertida foi uma declaração acrescentada à Confissão que atenuou as suas afirmações sobre os decretos de Deus.
Nas décadas de 1920 e 1930, a PCUSA foi abalada pela controvérsia modernista-fundamentalista. Em 1936, J. Gresham Machen, o líder dos conservadores, fundou sua própria denominação – a Igreja Presbiteriana Ortodoxa. Em 1957, a PCUSA fundiu-se com uma pequena denominação presbiteriana, surgindo a Igreja Presbiteriana Unida dos E.U.A. Apesar das dificuldades, a igreja continuou a crescer. Entre 1900 e 1957, o número de membros passou de um milhão para três milhões. Finalmente, em 1983, após mais de um século de separação, as igrejas do norte e do sul uniram-se para formar a atual Igreja Presbiteriana (E.U.A.), de tendência liberal. Antes disso, muitos elementos conservadores haviam deixado as igrejas-mães e criado duas novas denominações: a Igreja Presbiteriana da América (PCA, 1973) e a Igreja Presbiteriana Evangélica (EPC, 1981).
V. Primórdios do Calvinismo no Brasil
• Antes da chegada do Rev. Ashbel Simonton, alguns grupos e indivíduos reformados estiveram no Brasil.
Os franceses na Guanabara (1555-1567): no final de 1555, chegou à Baía da Guanabara uma expedição francesa comandada pelo vice-almirante Nicolas Durand de Villegaignon, para fundar a “França Antártica.” Esse empreendimento teve o apoio do almirante huguenote Gaspard de Coligny, que seria morto no massacre do dia de São Bartolomeu (24-08-1572).
• Em resposta a uma carta de Villegaignon, Calvino e a igreja de Genebra enviaram um grupo de crentes reformados, sob a liderança dos pastores Pierre Richier e Guillaume Chartier (1557). Fazia parte do grupo o sapateiro Jean de Léry, que mais tarde estudou na Academia de Genebra e tornou-se pastor (†1611). Ele escreveria um relato da expedição, História de uma Viagem à Terra do Brasil, publicado em Paris em 1578.
• Em 10 de março de 1557, esses reformados celebraram o primeiro culto evangélico do Brasil e talvez das Américas. Todavia, pouco tempo depois Villegaignon entrou em conflito com as calvinistas acerca dos sacramentos e os expulsou da pequena ilha em que se encontravam.
• Alguns meses depois, os colonos reformados embarcaram para a França. Quando o navio ameaçou naufragar, cinco deles voltaram e foram presos: Jean du Bordel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon, André Lafon e Jacques le Balleur. Pressionados por Villegaignon, escreveram uma bela declaração de suas convicções, a “Confissão de Fé da Guanabara” (1558). Em seguida, os três primeiros foram mortos e Lafon, o único alfaiate da colônia, teve a vida poupada. Balleur fugiu para São Vicente, foi preso e levado para Salvador (1559-67), sendo mais tarde enforcado no Rio de Janeiro, quando os últimos franceses foram expulsos.
• A França Antártica é considerada como a primeira tentativa de estabelecer tanto uma igreja quanto um trabalho missionário protestante na América Latina.
Os holandeses no Nordeste (1630-54): depois de uma árdua guerra contra a Espanha, a Holanda calvinista conquistou a sua independência em 1568 e começou a tornar-se uma das nações mais prósperas da Europa. Pouco tempo depois, Portugal caiu sob o controle da Espanha por sessenta anos – a chamada “União Ibérica” (1580-1640).
• Em 1621, os holandeses criaram a Companhia das Índias Ocidentais com o objetivo de conquistar e colonizar territórios da Espanha nas Américas, especialmente uma rica região açucareira: o nordeste do Brasil. Em 1624, os holandeses tomaram Salvador, a capital do Brasil, mas foram expulsos no ano seguinte. Finalmente, em 1630 eles tomaram Recife e Olinda e depois boa parte do Nordeste.
• O maior líder do Brasil holandês foi o príncipe João Maurício de Nassau-Siegen, que governou o nordeste de 1637 a 1644. Nassau foi um notável administrador, promoveu a cultura, as artes e as ciências, e concedeu uma boa medida de liberdade religiosa aos residentes católicos e judeus.
• Sob os holandeses, a Igreja Reformada era oficial. Foram criadas vinte e duas igrejas locais e congregações, dois presbitérios (Pernambuco e Paraíba) e até mesmo um sínodo, o Sínodo do Brasil (1642-1646). Mais de cinquenta pastores ou “predicantes” serviram essas comunidades.
• A Igreja Reformada realizou uma admirável obra missionária junto aos indígenas. Além de pregação, ensino e beneficência, foi preparado um catecismo na língua nativa. Outros projetos incluíam a tradução da Bíblia e a futura ordenação de pastores indígenas.
• Em 1654, após quase dez anos de luta, os holandeses foram expulsos, transferindo-se para o Caribe. Os judeus que os acompanhavam foram para Nova Amsterdã, a futura Nova York.
Eventos posteriores: após a expulsão dos holandeses, o Brasil fechou as suas portas aos protestantes por mais de 150 anos. Foi só no início dos século XIX, com a vinda da família real portuguesa, que essa situação começou a se alterar. Em 1810, Portugal e Inglaterra firmaram um Tratado de Comércio e Navegação, cujo artigo XII concedeu tolerância religiosa aos imigrantes protestantes. Logo, muitos começaram a chegar, entre eles um bom número de reformados.
• Após a independência, a Constituição Imperial (1824) reafirmou esses direitos, com algumas restrições. Em 1827 foi fundada no Rio de Janeiro a Comunidade Protestante Alemã-Francesa, que veio a congregar, ao lado de luteranos, reformados alemães, franceses e suíços.
• Um dos primeiros pastores presbiterianos a visitar o Brasil foi o Rev. James Cooley Fletcher (1823-1901), que aqui chegou em 1851. Fletcher foi capelão dos marinheiros que aportavam no Rio de Janeiro e deu assistência religiosa a imigrantes europeus. Ele manteve contatos com D. Pedro II e outros membros destacados da sociedade; lutou em favor da liberdade religiosa, da emancipação dos escravos e da imigração protestante. Ele escreveu o livro O Brasil e os Brasileiros (1857), que foi muito apreciado nos Estados Unidos.

• Fletcher não fez nenhum trabalho missionário junto aos brasileiros, mas contribuiu para que isso acontecesse. Foi ele quem influenciou o Rev. Robert Reid Kalley e sua esposa Sarah P. Kalley a virem para o Brasil, o que ocorreu em 1855. Kalley fundou a Igreja Evangélica Fluminense em 1858. No ano seguinte, chegou ao Rio de Janeiro o fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil, o Rev. Ashbel G. Simonton.

  PRESBITERIANISMO HISTORIA GERAL

                   FONTE DE PESQUIZA.


Uma forma altamente organizada do governo da igreja na qual os presbíteros ou anciãos ocupar um lugar de destaque. Como um dos três principais sistemas de política eclesiástica conhecidos da Igreja Cristã, presbiterianismo ocupa uma posição intermediária entre o episcopado e congregacionalismo. Uma breve comparação com estes irão indicar suas características mais salientes. No episcopado a autoridade suprema é bispo diocesano; no congregacionalismo é os membros da congregação reunida em reunião da igreja; no presbiterianismo é um conselho da igreja composta de presbíteros representativas. No episcopado o controle dos assuntos da igreja é quase totalmente retirado das pessoas; no congregacionalismo é quase inteiramente exercido pelo povo; no presbiterianismo descansa com um conselho composto das funções exercidas devidamente nomeados escolhidos pelo povo. A unidade eclesiástica em episcopado é uma diocese, que compreende muitas igrejas e governado por um prelado; no congregacionalismo é uma única igreja, auto-governada e totalmente independente de todos os outros; no presbiterianismo é um presbitério ou conselho formado por ministros e presbíteros representantes de todas as igrejas dentro de um bairro específico. Pode dizer-se amplamente, por conseguinte, que na .episcopacy o governo é monárquico; no congregacionalismo, democrático; e no presbiterianismo, aristocrático ou representante.

1 I
2 Holanda
3 Hungria
4 Bohemia
I

O sistema descrito Em comparação com a Igreja da Inglaterra (Episcopal), no qual há três ordens de clérigos - bispos, sacerdotes e diáconos, . Ordem da Igreja Presbiteriana reconhece, mas uma ordem espiritual, viz. presbíteros. Estes são eclesiasticamente de igual valor, embora diferenciada, de acordo com suas funções, como ministros que pregam e administrar os sacramentos, e, como os idosos que estão associados com os ministros na supervisão do povo. Há diáconos presbiterianismo inferior na hierarquia aos presbíteros, seus deveres ser considerado não-espiritual.
A pertença a uma Igreja Presbiteriana é composto por todos os que estão inscritos como comungantes, juntamente com seus filhos. quadro social Outros que adoram regularmente, sem se tornar navio.comungantes são chamados de adeptos. Somente comungantes exercer os direitos de filiação. Eles elegem o ministro e outros detentores de um cargo. Mas, em contraste com Congregationalism, quando eleger e "chamar" um ministro a sua acção tem de ser sustentado pelo presbitério, que os juízes de sua adequação a essa esfera particular, da medida da unanimidade da congregação, e da adequação de recursos financeiros suporte. Quando estiver satisfeito, o presbitério prossegue com a ordenação e indução. A ordenação e indução de ministros é sempre o ato de um presbitério. A ordenação e indução de anciãos em alguns ramos da Igreja é o ato da sessão kirk; em outros, é o ato do presbitério.
A sessão kirk é o primeiro de uma série de conselhos ou tribunais da igreja, que são uma característica essencial do presbiterianismo. Ele Kirk = consiste dos ministros e presbíteros regentes. O ministro ' é 'ex officio presidente ou moderador. Sem a sua presença ou a presença de seu vice, devidamente equipado, a reunião não estaria em ordem, nem seus trabalhos válido. O moderador não tem uma deliberativo, mas apenas o voto de desempate. (Isto é verdade para o moderador em todos os tribunais da Igreja.) Nem a sessão nem a congregação tem jurisdição sobre o ministro. Ele mantém seu escritório ad vitam aut culpam; ele não pode demitir ou ser privado, de que, sem o consentimento do presbitério. Desta forma, a sua independência entre as pessoas a quem ele ministra é em grande medida assegurada. A sessão kirk tem a supervisão da congregação em relação a questões como as horas de adoração pública, as disposições relativas à administração dos sacramentos, a admissão de novos membros eo exercício da disciplina eclesiástica. Novos membros são ou catecúmenos ou membros transferidos de outras igrejas.O ex-são recebidos de ter instrução especial e profissão de fé; esta última em apresentar um certificado de membro da igreja da igreja que eles não deixaram. Embora a admissão de novos membros é, estritamente falando, o ato da sessão, este dever geralmente recai sobre o ministro, que relata seu procedimento para a sessão para aprovação e confirmação. Assuntos sobre os quais tenha qualquer dúvida ou dificuldade, ou divisão de opiniões na sessão, podem ser transportados para a liquidação para a próxima tribunal superior, o presbitério.
O presbitério é composto por todos os ministros e uma seleção dos presbíteros regentes das congregações dentro de uma região determinada. O presbitério escolhe seu moderador periodicamente a partir do entre os seus membros ministeriais. Seu dever é ver que o negócio é transacionado acordo com o princípio e procedimento Presbiteriana. O moderador não tem nenhum poder especial ou supremacia sobre seus irmãos, mas é honrada e obedecida como primus inter pares. A obra da capela-mor é episcopal. Ele tem a supervisão de todas as congregações dentro de seus limites; ouve referências de Kirk-sessões ou apelos de membros individuais; sanções a formação de novas congregações;superintende a educação dos estudantes para o ministério; estimula e orienta o trabalho pastoral e de evangelização; e exercita disciplina sobre tudo dentro de seus limites, incluindo os ministros. Três membros, dois dos quais deve ser ministros, formam o quórum; um número pequeno em comparação com o negócio importante eles podem ter de tratar, mas o direito de recurso para um tribunal superior é talvez segurança suficiente contra o abuso. Reuniões de presbíteros são ou normal ou ocasional. Os primeiros são realizadas a intervalos predeterminados. Encontros ocasionais ou estão em effectum caça ou pro re nata. presbitério corrige o anterior para o negócio específico; o último é convocado pelo moderador, quer por sua própria iniciativa ou a requisição de dois ou mais membros do presbitério, para a transação de negócios que, de repente, surgiu. "A primeira questão examinada numa pro re nata reunião é a ação do moderador na convocação da reunião. Se isso for aprovado as reuniões produto; se não, a reunião é dissolvido. Apelações e reclamações podem ser tomadas a partir do presbitério ao sínodo.
O Sínodo é um conselho provincial, que consiste dos ministros e presbíteros representativos de todas as congregações dentro de um determinado número de presbitérios, da mesma forma como o presbitério é representativo de um determinado número de congregações. Embora superior na hierarquia e maior do que a maioria dos presbitérios, é praticamente de menor importância, não sendo, como o presbitério, um tribunal de primeira instância, nem ainda, como a Assembléia Geral, um tribunal de apelação final. O sínodo em sua primeira reunião escolhe um ministro como moderador cujas funções, embora um pouco mais restrita, são semelhantes aos de moderadores presbiteral. O Sínodo ouve apelos e referências de presbitérios; e pelo seu discussões e decisões de negócios de vários tipos, se não for resolvido, está amadurecido para análise e solução definitiva pela Assembléia Geral, o tribunal supremo da Igreja.
A assembleia geral é o representante de toda a Igreja, ou, como na Assembleia Geral da Irlanda, por um ministro e mais velho enviado diretamente a ele de todas as congregações, ou, como nas Assembléias Gerais da Escócia, por uma proporção de apagar de Assembly. portões , os ministros e os anciãos de cada presbítero.
A assembleia geral anual, na sua primeira reunião escolhe um dos seus membros ministeriais como moderador. Ele tem precedência, Primus inter pares, de todos os membros, e é reconhecido como o chefe oficial da Igreja durante o seu mandato. Sua posição é de grande honra e influência, mas ele continua a ser um presbítero simples, sem qualquer regra ou jurisdição especial. A assembleia geral revê toda a obra da Igreja; resolve as controvérsias; faz as leis administrativas; dirige e estimula o trabalho espiritual missionário e outros; nomeia professores de teologia; admite que os candidatos do ministério de outras igrejas; ouve e decide reclamações, referências e recursos que surgiram através dos tribunais inferiores; e toma conhecimento de todos os assuntos relacionados com os interesses da Igreja ou com o bem-estar geral do povo. Como judicatory é o tribunal de última instância; e por isso só pode censuras mais graves da disciplina na igreja ser revisado e removido. A assembleia geral reúne uma vez por ano na data e no local acordados e nomeado pelo seu antecessor.
Por meio desta série de tribunais conciliares a unidade da Igreja é garantido e se manifesta; torna-se possível a combinação, esforço simultâneo do conjunto; e disputas, em vez de ser combatida onde eles surgem, são transportados para settle mento para uma maior e maior judicatory, livre de sentimentos e preconceitos local. Como o acesso aos tribunais da igreja é um direito de todos, e envolve, mas pouco custo, a liberdade de até mesmo o membro mais humilde da Igreja seja salvaguardada, e opressão e da injustiça local, torna-se difícil.
O ponto fraco do sistema é que a superintendência episcopal sendo exercida em cada caso, por uma pluralidade de indivíduos que não há ninguém, moderador ou membro sênior, cujo dever especial é para agir inicial quando o trabalho desagradável de investigação judicial ou disciplina eclesiástica se torna necessário. Isto levou , em alguns setores a um desejo de que o moderador deve ser revestidos com uma maior responsabilidade e ter o seu mandato prolongado; deve ser feita, na verdade, mais de um bispo anglicano, no sentido da palavra.
Embora o jus divinum do presbitério não é agora insistido como em algumas épocas anteriores, presbiterianos afirmam que é a política eclesiástica estabelecida no Novo Testamento. O caso é indicado geralmente mais ou menos assim. Com a sanção e, sob a orientação dos Apóstolos, os policiais chamados anciãos e diáconos foram nomeados em cada igreja recém-formada. Eles foram eleitos pelo povo, e ordenado ou separado para sua obra sagrada pelos Apóstolos. 2 Os anciãos foram nomeados para ensinar e governar; 3 diáconos, para ministrar o poor.4 Havia presbíteros na igreja em Jerusalém ", e na igreja em Éfeso; 6 Paulo e Barnabé designaram presbíteros nas cidades de Licaônia e da Pisídia; 7 Paulo deixou Tito em Creta para constituísse presbíteros em cada cidade; 8 os anciãos entre os estrangeiros dispersos no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia recebeu uma exortação especial por Peter. ° Estes anciãos eram os governantes e os únicos governantes na Igreja do Novo Testamento.Assim como na sinagoga havia uma pluralidade de governantes chamados anciãos, então não havia em cada igreja cristã uma pluralidade de presbíteros. Os anciãos eram diferentes dos diáconos, mas não há nenhuma indicação de que qualquer um mais velho estava de maior pontuação do que os outros. O ancião não era um oficial inferior e subordinado ao bispo. O mais velho era um bispo. Os dois títulos são aplicadas às mesmas pessoas. Veja Atos xx. 17, 28; "Ele mandou chamar os presbíteros da igreja .... Acautelai-vos por todo o rebanho sobre que o banho do Espírito Santo constituiu bispos. " Veja também Tito i. 5, 6: "ordenar anciãos ... por um bispo seja irrepreensível. " Este é agora reconhecido pelos expositores modernos. 1 ° Os anciãos foram escolhidos pelo povo. Isso não é expressamente declarado no Novo Testamento, mas é considerado como uma inferência necessária. Quando um apóstolo estava prestes a ser escolhido como o sucessor de Judas, as pessoas foram convidadas a participar da eleição;. "E quando os diáconos estavam prestes a ser nomeado Apóstolos pediu ao povo para fazer a escolha 12 Infere-se que os idosos eram similarmente escolhido. É digno de nota que não há nenhuma conta em toda a primeira nomeação de anciãos como há de diáconos. Provavelmente, o reconhecimento ea nomeação de anciãos era simplesmente a transferência da sinagoga para a Igreja de um uso que foi considerado como essencial entre os judeus, e as igrejas dos gentios naturalmente seguiram o exemplo dos cristãos judeus 13 Os anciãos, portanto, escolhido pelo povo e empossado para o seu escritório pelos Apóstolos atuou como um tribunal da igreja Só assim poderia uma pluralidade de governantes de igual valor.. agir de forma eficiente e organizada. Eles exercem as suas funções pastorais como indivíduos, mas quando um ato solene eclesiástica, como a ordenação, foi realizada, seria feito, como no caso de Timóteo, por "imposição das mãos do presbitério "; 14 e quando uma decisão autoritária teve de ser alcançado, como em relação à circuncisão, um sínodo ou tribunal foi convocada para o efeito. 15 A ação de Paulo e Barnabé em Antioquia 16 parece estar de acordo com o presbiteriano em vez de Congregacional política.Este último teria exigido que a questão deveria ter sido resolvida pela igreja de Antioquia, em vez de ser referido a Jerusalém. E a decisão do conselho em Jerusalém era, evidentemente, mais do que consultivo;era autoritário e destina-se a ser obrigatória para todas as igrejas. 17 O princípio da paridade ministerial que é fundamental no presbiterianismo é fundada não apenas no exemplo apostólico, mas nas palavras do próprio Cristo: "Sabeis que os governadores dos gentios exercer domínio sobre eles, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Mas não deve ser assim entre vós. "Pelo exposto delinear-se-á que o presbiterianismo pode-se dizer que consistem no governo da Igreja por assembléias representativas, composto pelas duas classe s de presbíteros, pastores e presbíteros, e assim p ? dispostos de maneira a se manifestar e realizar a unidade visível de toda a Igreja. Ou pode ser descrito como negar (i) que o ministério apostólico é perpétuo e deve ainda existem na Igreja Cristã; (2) que todo o poder da igreja deve ser confiada ao clero; (3) que cada congregação deve ser independente de todo o resto; e como a afirmação da (r) que as pessoas devem ter uma parte substancial no governo da Igreja; (2) que os presbíteros, ou seja, anciãos ou bispos, são os mais altos funcionários permanentes na Igreja e são de igual valor; (3) que uma igreja exterior e visível é um no sentido de que uma parte menor é controlado por um e maior e todas as partes pelos whole.'9 Embora presbiterianos são unânimes em adotar o sistema geral da política da Igreja como aqui descrito, ao afirmar New 1 Phil. i. Atos xx. 17.
Atos vi. 2-6,7 Atos xiv. 23.
3 I Tm. v 17.; Tito i. Tito 9.8 i. 5.
4 Atos vi. I, 2 Peter v. 1.
5 Atos xi. 29, xv. 2, 4, 6, xvi. 4.
Veja a ensaio exaustivo do Bispo Lightfoot, em seu livro sobre a Epístola aos Filipenses.
11 Atos i. 15-26. 'Xv S Atos. 6-20.
12 Atos vi. 2-6,16 Atos xv. 2.
Atos xiv. 23. Atos xvi. 4.
14 I Timóteo iv. 14.18 Matt. xx. 25, 26; Luke xxii. 25, 26.
Anais do VII Conselho Geral da Aliança das Igrejas Reformadas Presbiteriana segurando o sistema(Washington, 1899).
Autoridade Testamento para isso, existem algumas diferenças de opinião em relação a detalhes que podem ser notados. Não há dúvida de que a indefinição considerável no que se refere à precisão de status e posição do presbítero regente é cornmonly prevalente. Quando pastores e presbíteros estão associados na adesão a um tribunal da igreja a sua igualdade é admitido; nenhuma idéia de como o voto por ordens é sempre entretido. No entanto, mesmo em um tribunal desigualdade igreja, de um modo geral, é visível na medida em que um ancião não é geralmente elegível para a cadeira do moderador. Em alguns outros aspectos também uma certa disparidade é aparente entre um ministro e os mais velhos.Praticamente o ministro é considerado como de maior prestígio. O dever de ensino e de administração dos sacramentos e de sempre que preside nos tribunais da igreja a ser estritamente reservada para ele investe seu escritório com uma dignidade e uma influência maior do que a do mais velho. Era inevitável, portanto, que esta questão de saber exatamente o estado do presbítero regente deve reivindicar atenção nas discussões do Pan-Presbyterian Alliance. Na sua reunião em Belfast em 1884 foi apresentado um relatório por uma "Comissão do presbitério", que já havia sido nomeado. De acordo com esta comissão há três teorias distintas predominantes em conta o cargo ea função dos presbíteros: I. Que, enquanto o Novo Testamento reconhece, mas uma ordem dos presbíteros, há neste fim de dois graus ou classes, conhecidos como presbíteros docentes e decisão anciãos. No ensino, na dispensação dos sacramentos, ao presidir o culto público, e nas funções privadas por que ele ministra para o conforto, a instrução eo aperfeiçoamento das pessoas comprometidas com o seu cuidado, um pastor atos de sua paróquia (ou congregação) de acordo com sua própria vontade; e para o cumprimento de todos os deveres do cargo pastoral, ele é responsável apenas para o presbitério de quem recebeu o encargo da paróquia (ou congregação). Mas em tudo o que diz respeito ao que é chamado de disciplina - o exercício dessa competência em relação às pessoas com as quais os detentores de um cargo da igreja são concebidos para ser investido, ele é assistido por lay-velhos. Eles são leigos em que eles não têm direito de ensinar ou de dispensar os sacramentos, e por causa disso eles preencher um cargo na Igreja Presbiteriana inferior na hierarquia e poder para que os pastores. Seu negócio peculiar é expressa pelo termo "presbíteros regentes." 20 II. A segunda teoria é defendida pela principal Campbell em seu tratado sobre o presbitério, e outros também, que não há nenhum mandado nas Escrituras para o presbitério, tal como existe na Igreja Presbiteriana; que o presbítero regente não é, e não foi concebido para ser uma contrapartida de mais velho do Novo Testamento; em outras palavras, que ele não é um presbítero, mas só um leigo escolhido para representar os leigos nos tribunais da igreja e permissão para ajudar no governo da Igreja.
III. Uma terceira teoria, avançou pelo professor Witherow e outros, é que o ancião moderno pretende ser, e deve ser reconhecida como uma cópia do presbítero bíblico. Aqueles que tomam essa. vista sustentam que "em tudo, exceto o treinamento e as conseqüências de treinar o mais velho é o mesmo que o ministro", e que baseiam a sua opinião sobre o fato de que os termos "supervisor" ou "bispo" presbítero "e" ancião " são usados ​​indistintamente em todo o Novo Testamento. Ele é consistente com este ponto de vista a discutir a paridade absoluta de pastores e presbíteros, concedendo a todos os presbíteros "igual direito de ensinar, governar, administrar os sacramentos, para tomar parte na ordenação de ministros e, para presidir em tribunais da igreja. "A prática das igrejas presbiterianas dos dias de hoje está de acordo com o primeiro-nomeado teoria. Onde são feitas tentativas para reduzir a terceira teoria para a prática, o resultado não é satisfatório. Também não é a primeira denominado '
teoria menos em harmonia com o ensino das Escrituras do que o terceiro. Nos estágios iniciais da Igreja Apostólica foi, sem dúvida, suficiente para ter uma pluralidade de presbíteros com atribuições e poderes absolutamente semelhantes. Na primeira, de fato, este pode ter sido o único curso possível. Mas, aparentemente, ele logo se tornou desejável e talvez necessário especializar o trabalho de ensino, definindo para além de que o dever de um presbítero que deve retirar da ocupação secular e dedicar todo o seu tempo para o trabalho do ministério. Parece haver evidências disso nos escritos posteriores do Novo Testamento. 21 Agora, é realizada por todas as igrejas presbiterianas que um presbítero em cada congregação deveria ter especialmente comprometidos com o trabalho 20 de Hill Vista da Constituição da Igreja da Escócia, pp. 37, 38.
I Tm. iv. 15, v. 17; Col. iv. 17.
de ensino, administrando os sacramentos, visitando o rebanho pastoral, e tendo a supervisão, com os seus companheiros mais velhos, de todos os interesses da igreja. Para compartilhar com o ministro tal supervisão geral não é considerada por leigos inteligentes e influentes como um escritório incongruente ou indigno; mas para identificar as funções do presbitério, mesmo em teoria, com as do ministro é uma maneira de dissuadir de aceitar escritório muitos cujo conselho e influência no presbitério seria inestimável. " Outro assunto sobre o qual há uma diferença de opinião nas igrejas presbiterianas é a questão de Estabelecimentos da Igreja. A vista, originalmente realizada por todas as igrejas presbiterianas na Grã-Bretanha e no Continente, que a união eo apoio por parte do governo civil não é apenas legal, mas também desejável, agora é realizada apenas por uma minoria, e é praticamente exemplificada entre de língua Inglês presbiterianos só na Igreja da Escócia (ver Igreja da Escócia). A legalidade de Estabelecimentos da Igreja com as devidas qualificações talvez seja geralmente reconhecido na teoria, mas há uma crescente tendência de considerar a relação com o Estado como inconveniente, se não de fato contrário à sã princípio Presbiteriana. Que existe essa tendência não pode ser posta em dúvida, e não há razão para temer que sua influência, através da identificação com a dissidência presbiterianismo na Inglaterra e na Escócia, é desfavorável para o tom geral e caráter da Igreja Presbiteriana.
Aqueles que favorecem conexão estado e aqueles que se opõem a ela concordar em reivindicar a independência espiritual, como um princípio fundamental do presbiterianismo. Esse princípio é in- Espiritual igualmente oposição a Erastianism e Papado, ao poder civil dominando a Igreja e para o poder eclesiástico que domina o estado. Todos os presbiterianos admitir a supremacia do Estado nas coisas seculares, e afirmam a supremacia da Igreja nas coisas espirituais. Aqueles que favorecem a Criação Igreja afirmam que a Igreja eo Estado deve ser cada um supremo em sua esfera, e que nestes termos uma união entre eles não é apenas legal, mas é o mais alto exemplificação do estadista cristão. Enquanto essas duas esferas são em todos os pontos claramente distintos, e enquanto há um desejo por parte de cada um a reconhecer a supremacia do outro, há pouco risco de atrito ou colisão. Mas quando os interesses espirituais e seculares entram em contato hostil e emaranhamento; quando a controvérsia em relação a eles torna-se inevitável; a partir do qual esfera, o espiritual ou o civil é a decisão final para vir?Antes da Reforma, a Igreja teria a última palavra; desde que o evento o direito eo dever do poder civil têm sido geralmente reconhecido.
A origem do presbiterianismo é uma questão de interesse histórico. Por alguns é dito ter começado na Reforma; por alguns, é rastreada até os dias de Israel em O Egito; 2 pela maioria, no entanto, é considerado como de origem judaica posterior, e como tendo entrado em vigor em sua forma atual em simultâneo com a formação da Igreja Cristã. A última é a visão do Bispo Lightfoot. Ele liga o ministério cristão, e não com a adoração do Templo, em que eram sacerdotes e ritual sacrificial, mas com a da sinagoga, que era uma instituição local fornecendo edificação espiritual pela leitura e exposição das Escrituras. " Os primeiros cristãos eram considerados, mesmo por si só, como uma seita judaica. Eles foram mencionados como "o caminho". 4 Levaram com eles, nas novas comunidades que se formaram, a política judaica ou regra e fiscalização pelos mais velhos. A nomeação destes seria considerada como uma questão de curso, e não parece exigir qualquer aviso especial em tal narrativa como os Atos dos Apóstolos.
Mas presbiterianismo foi associado no século 2 com uma espécie de episcopado. Este episcopado foi a primeira vez que congregacional diocesano; mas a tendência de o seu crescimento foi sem dúvida para o último. Daí para a prova de que seu um relato da sessão, Terceiro Conselho Geral da Aliança das Igrejas Reformadas, & c. (1884), pp. 373 seq. e App. p. 131.
2 Exodus iii. 16; iv. 29.
St Luke iv. 16 seq. 4 Atos ix. 2.
governo da igreja é presbiterianos apostólicos estão acostumados a apelar para o Novo Testamento e ao tempo em que os apóstolos ainda estavam vivos; e para a prova da apostolicidade da prelazia episcopais apelar sim para os pais da Igreja primitiva e numa altura em que o último dos Apóstolos tinha acabado de falecer. " Admite-se geralmente que os traços distintos de política Presbiteriana são encontrados em bairros inesperados (por exemplo, Irlanda, Iona, o Culdees, & c.) Desde os primeiros séculos da história da igreja e ao longo dos tempos medievais até a Reforma do século 16. Apenas em um sentido muito modificado, portanto, pode-se dizer corretamente a data a partir da Reforma.
Na Reforma a Bíblia era para a grande massa de ambos os sacerdotes e as pessoas uma nova descoberta. O estudo do que derramou torrentes de luz sobre todas as questões da igreja. Os líderes da AReforma procurou o Novo Testamento, não só para fo verdade doutrinal, mas também para determinar a política da Igreja primitiva. Isso foi especialmente verdadeiro para os reformadores da Suíça, França, Escócia, Holanda e em algumas partes da Alemanha. Lutero deu pouca atenção ao Novo Testamento política, embora ele acreditava e agarrou-se apaixonadamente ao sacerdócio universal de todos os cristãos verdadeiros, e rejeitou a ideia de uma casta sacerdotal. Ele não tinha nenhum sonho ou visão de independência e prerrogativa espiritual da Igreja. Ele estava contente que a supremacia eclesiástica deve ser com o poder civil, e ele acreditava que a obra da Reforma seria dessa forma ser mais bem preservado e promovido. Em nenhum sentido pode seu sistema "consistorial" do governo da igreja ser considerada como Presbiteriana.
Foi diferente com os reformadores fora da Alemanha. Enquanto Lutero estudou as Escrituras em busca da verdadeira doutrina e da vida cristã e era indiferente a formas de governo da igreja, eles estudaram o Novo Testamento, não só em busca da doutrina da igreja primitiva, mas também de primitivo do governo da igreja. Fica-se impressionado pela unanimidade com que, trabalhando individualmente e, muitas vezes em terras distantes, Igreja. eles chegaram às mesmas conclusões. Eles não receberam as suas ideias de governo da igreja um do outro, mas chamou-o directamente a partir do Novo Testamento. Por exemplo, John Row, um dos cinco comissários nomeados pelo Conselho Privado escocês para elaborar o que hoje é conhecido como o Primeiro Livro de Disciplina, distintamente diz que "não teve o seu exemplo de qualquer kirk no mundo, não, não de Genebra ";", mas chamou o seu plano a partir das Sagradas Escrituras ". Isto era verdade de todos eles. Eles foram unânimes em rejeitar o episcopado da Igreja de Roma, a santidade do celibato, o caráter sacerdotal do ministério, o confessionário, a natureza propiciatório da missa. Eles foram unânimes em adotar a idéia de uma igreja em que todos os membros eram sacerdotes sob o Senhor Jesus, o Sumo Sacerdote e Rei; os oficiais de que não eram mediadores entre os homens e Deus, mas pregadores do único Mediador, Cristo Jesus; não domínio sobre a herança de Deus, mas como exemplos para o rebanho e ministros para prestar serviço Eles foram unânimes em considerar o serviço ministerial como principalmente pastoral;. pregação, administração dos sacramentos e visitas de casa em casa, e, além disso, em perceber que os ministros cristãos devem ser também os governantes espirituais, não em virtude de qualquer influência mágica transmitidos dos Apóstolos, mas em virtude de sua eleição pela Igreja e da sua nomeação em nome do Senhor Jesus. Quando as conclusões alcançadas, assim, por muitos pesquisadores independentes foram longamente reduzida a um sistema de Calvin, em seu famoso Institutio, tornou-se o ideal definido de governo da igreja para todos os reformados, em contraste com a Luterana, igrejas.
No entanto, não encontramos que os líderes da Igreja Reformada conseguiu estabelecer ao mesmo tempo uma forma de governo presbiteriano totalmente desenvolvida. Poderosas influências impedido-os de realiz- Ear l ing seu ideal. Notamos dois. Em primeiro lugar, as pessoas geralmente temia a repetição de tirania eclesiástica. Tão terrível tinha sido o jugo de Roma, que tinham sacudido, que temiam submeter-se a qualquer coisa semelhante, mesmo sob os auspícios protestantes. Quando seus ministros, movidas por um intenso desejo de manter a Igreja pura por meio do exercício da disciplina bíblica, afirmou regra espiritual especial sobre o povo, não foi maravilhoso que esta deveria ter sido relutantes em submeter-se a um novo despotismo espiritual. Tão forte era esse sentimento em alguns lugares que foi alegado que a disciplina de excomunhão, se exercido em tudo, deve ser exercido pelo poder secular. A segunda influência poderosa era de um tipo diferente, viz. ciúme municipal do poder da igreja. A autoridade municipal, naqueles tempos reivindicou o direito de exercer a censura sobre a vida privada dos cidadãos.Qualquer tentativa por parte da Igreja de exercer a disciplina foi mal recebida como uma intrusão. Foi um erro comum pensar em Calvin e reformadores contemporâneos Ver de Lightfoot Essay em comentário sobre a Epístola aos Filipenses. s Knox, Winran, Spotswood e Douglas - todos eles John - foram os outros comissários.
como a introdução de uma disciplina de repressão severa que fez os gaieties inocentes da vida impossível, e produzido à uniformidade dos costumes e da moral puritano hipócrita. A disciplina foi lá antes dos reformadores. Havia leis civis que regulavam roupas, comida e festa social. Daí atrito, às vezes, entre os reformadores e autoridades civis amigáveis ​​para a Reforma; não sobre se deve haver "disciplina" (que foi nunca duvidei), mas para saber se ele deve ser eclesiástica ou municipal. Mesmo, assim, onde as pessoas desejada Reforma houve influências poderosas que se opõem à criação de governo da igreja e para o exercício da disciplina na igreja, segundo o costume da Igreja apostólica; e se deixa de admirar a ausência do presbiterianismo completa nos países que foram para a frente para abraçar e adotar a Reforma. Na verdade, as autoridades seculares eram mais favoráveis ​​à Reforma menos necessidade havia de discriminar entre o poder civil e eclesiástico, e definir estritamente como esta deve ser exercida.Nós procuramos em vão, portanto, muito mais do que os germes e os princípios do presbiterianismo as igrejas dos primeiros reformadores. Sua evolução ea aplicação rigorosa dos seus princípios para a vida real igreja veio mais tarde, não na Saxônia e na Suíça, mas em França e na Escócia; e através da Escócia, passou a todas as terras de língua Inglês.
As doutrinas do presbiterianismo são aqueles geralmente conhecido como evangélica e calvinista. A norma suprema da fé é a Palavra de Deus nas línguas originais.
As normas subordinadas têm sido numerosos, embora marcado por impressionante acordo no corpo principal da doutrina cristã que eles estabelecidos. Muito tem sido feito nos últimos anos para fazer essas normas subalternas da doutrina reformada mais geralmente conhecidos. A lista a seguir é bastante completa: - Suíça. - Primeira Confissão Helvética . (1536) Confissão de Genebra (1536). Genebra Catecismo (1545) Inglaterra. - Quarenta e dois artigos (1553). Trinta e oito artigos (1563). Trinta e nove artigos (1571). artigos Lambeth (1595). artigos irlandeses (1615). Confissão de Westminster (1644-1647). maior e catecismos Shorter (1647). França. - Confessio Gallicana (1559). Escócia. - Confissão escocesa . (1560) Confissão de Westminster (1647). Catecismos Maior e Menor (1647).
HOLANDA

Frisian Confissão (1528). Belgica Confessio (1561). Holanda Confissão (1566).
HUNGRIA

Húngaro Confissão (1562).
BOHEMIA

Bohemian Confissão (1609).
A forma de adoração associada ao presbiterianismo foi marcado pela extrema simplicidade. Trata-se da leitura da Sagrada Escritura, salmodia, oração não litúrgica e pregação. Não há nada nas normas da Igreja Presbiteriana contra culto litúrgico.
Em alguns dos primeiros livros de ordem foram algumas formas de oração, mas seu uso não era obrigatório. Em geral, a preferência preponderante sempre foi em favor do chamado extemporânea, ou oração livre; eo Westminster Diretório do Culto Público tem, em grande medida estereotipada a forma ea ordem do serviço na maioria das igrejas presbiterianas. Dentro de certos grandes linhas muito, talvez demais, é deixada à escolha das congregações individuais. Ela costumava ser costume entre presbiterianos para ficar durante a oração pública, e permanecem sentados durante os atos de louvor, mas esta peculiaridade não é mais mantido. Os salmos prestados em metros antes eram o único veículo de louvor público da Igreja, mas hinos são agora também usado na maioria das igrejas presbiterianas.Órgãos costumavam ser considerada contrária ao exemplo do Novo Testamento, mas seu uso é agora quase universal. O elogio público costumava ser liderada por um indivíduo chamado "chantre", que ocupava uma caixa em frente, e um pouco mais baixo do que, o púlpito. Coros de vozes masculinas e femininas agora liderar o louvor da igreja.
Presbiterianismo tem dois sacramentos, batismo e da Ceia do Senhor. Batismo é administrado tanto para crianças e adultos por aspersão ou ablução, mas o modo é considerado imaterial. A Ceia do Senhor, como geralmente observado ao longo das várias igrejas presbiterianas, é a versão de perto um diretor de Rous é o mais conhecido e amplamente utilizado. É um trabalho de Inglês. Com certa relutância, foi aceito pela Scottish presbiterianismo como um substituto para uma versão mais antiga, com uma maior variedade de metros e música. "Old Hundred" e "Old 124" significa a mariposa e 124 Salmos em que velho livro.
imitação da prática do Novo Testamento; e onde não é marcado por prolixidade indevida louva-se a maioria das pessoas cristãs como um serviço solene e impressionante. O antigo plano de sair e tomar o seu lugar na mesa de comunhão no corpo da igreja é infelizmente não mais visto; comungantes agora receber os elementos sagrados sentados em seus bancos. A distribuição deste rito é estritamente reservada a um ministro ordenado, que é assistido por pessoas idosas em entregar o pão eo cálice ao povo. A administração da comunhão privada para os doentes e moribundos é extremamente raro em igrejas presbiterianas, mas há menos objeção a isso do que antigamente, e em algumas igrejas é até incentivado.
Disciplina Presbiteriana agora está totalmente confinada de filiação ou de escritório para exclusão.Embora seja o dever de um ministro para alertar contra irreverente ou profanar a participação na Ceia do Senhor, que ele mesmo não tem o direito de excluir qualquer um de comunhão; que só pode ser feito como o ato de ele e os anciãos devidamente reunidos em sessão. Um código de instruções para a orientação dos tribunais da igreja quando envolvidos em casos de disciplina é de uso geral, e testemunha o extremo cuidado não só para ter as coisas feitas com decência e ordem, mas também para evitar processo apressado, impulsivo e ilógico na investigação de acusações de heresia ou imoralidade.
 Os casos de disciplina são agora relativamente raros, e, quando ocorrem, não são caracterizadas pela gravidade intolerante que prevaleceu nos tempos antigos e foi justamente denunciado como anticristão.
A medida em que a forma de governo da Igreja Presbiteriana prevalece em todo o mundo tornou-se mais manifesto nos últimos anos pela formação de um "Conselho Geral da Aliança das Igrejas Reformadas Presbiteriana segurando o sistema." Numa conferência de representação em Londres em 1875 a constituição do conselho foi acordado. O primeiro conselho se reuniu em Edimburgo em 1877 Desde então, reuniu-se em Filadélfia, Belfast, Londres, Toronto, Glasgow, Washington e Liverpool. Igrejas que são organizadas em princípios presbiterianos e mantenha doutrinas em harmonia com as confissões reformadas são elegíveis para admissão na aliança. O objetivo não é formar uma grande organização presbiteriana, mas para promover a unidade e comunhão entre os inúmeros ramos de presbiterianismo em todo o mundo. No rolo do conselho geral realizada em Washington, em 1899, havia sessenta e quatro igrejas. As estatísticas desses e de outros dezesseis não formalmente na aliança foram 29.476 congregações, 26.251 ministros, 126.607 idosos e 4.852.096 comungantes. Destes oitenta igrejas, doze foram no Reino Unido, vinte no continente europeu, dezesseis na América do Norte, três na América do Sul, dez na Ásia, nove na África, seis na Austrália, dois na Nova Zelândia, um na Jamaica e um na Melanésia. O desejo de união que levou à formação da aliança tem, desde 1875, a cargo notável fruto. Na Inglaterra, em 1876 duas igrejas se uniram para formar a Igreja Presbiteriana da Inglaterra; na Holanda duas igrejas se tornaram um em 1892; na África do Sul uma união dos diferentes ramos da Igreja Presbiteriana teve lugar em 1897; na Escócia, a Igreja Livre ea Presbiteriana Unida se tornou um em 1900, sob a denominação da igreja unida Livre; na Austrália e Tasmânia seis igrejas unidas em 1901 para formar a Igreja Presbiteriana da Austrália; e alguns meses mais tarde, as duas igrejas na Nova Zelândia, que representavam, respectivamente, as Ilhas do Norte e do Sul se uniram para formar a Igreja Presbiteriana da Nova Zelândia. "Em nenhuma parte do império", como já foi dito, "faz a bandeira britânica agora voar ao longo de um presbiterianismo divididos, exceto nas Ilhas Britânicas em si." II. - [[História em diferentes
Países]] A partir deste esboço geral do presbiterianismo nos voltamos agora para considerar sua evolução e história em alguns dos países com os quais é ou foi especialmente associados. Nós omitir, no entanto, um dos mais importantes, a saber. Escócia, como a história é totalmente coberto nas rubricas separadas de Igreja da Escócia, e artigos afins.
Suíça. Os suíços, devido à sua posição geográfica peculiar e determinadas circunstâncias políticas, cedo se manifesta a independência em assuntos eclesiásticos, e se acostumaram à Estatística. gestão dos seus assuntos da Igreja. O trabalho de Zwingli como um reformador, importante e completa que fosse, não preocupar-se principalmente com a política eclesiástica. Assuntos eclesiásticos eram, como uma questão de curso, totalmente sob a gestão das autoridades cantonais e municipais, e Zwingli era o conteúdo que deveria ser assim. O trabalho de Farel, anterior a sua vinda para Genebra, foi quase inteiramente evangelístico, e seu primeiro trabalho em Genebra era de caráter similar. Foi o conselho da cidade, que fez arranjos para disputas religiosas, e previa a habitação e manutenção dos pregadores. Quando. Calvin, a convite de Farel, instalou-se em Genebra (1536), a obra de reforma tornou-se mais construtiva. "A necessidade da hora era a organização e instrução familiar, e Calvin pôs-se a trabalhar ao mesmo tempo." As primeiras reformas que desejava ver introduzido em causa a Ceia do Senhor, o louvor da igreja, a instrução religiosa da juventude e da regulação do casamento. Em conexão com o primeiro que ele desejava que a disciplina de l'excomunhão deve ser exercido. Seu plano era, em parte, Presbiteriana e em parte Consistorial. Devido a certas circunstâncias em sua história passada, Genebra era notoriamente imoral. "A regra de bispos dissolutos, eo exemplo de um clero turbulento e imoral, tinha envenenado a moral da cidade. Mesmo as freiras de Genebra, famosos por sua conduta." 1 Calvin sugeriu que homens de valor conhecido deve ser nomeado em diferentes bairros da cidade para informar aos ministros as pessoas em seu distrito que vivia em pecado aberto; que os ministros devem, então, alertar essas pessoas não vêm para a comunhão; e que, se suas advertências foram desatendidas, a disciplina deve ser aplicada. Foi sobre este assunto de manter pura a Mesa do Senhor que a controvérsia surgiu entre os ministros e os vereadores, que terminou na expulsão de Calvino, Farel e Conrad a partir de Genebra. Em 1538, os ministros tomaram para si a recusar-se a administrar a Ceia do Senhor, em Genebra, porque a cidade, representada pelo seu conselho, se recusou a submeter-se a disciplina da igreja. A tempestade quebrou em seguida, e os ministros foram banidos (1538).
Pode ser conveniente neste momento a considerar a política da igreja ideal de Calvino, conforme estabelecido em seu famoso Institutio Christianae religionis, a primeira edição foi publicada em 1536 Resumidamente, foi como segue: Um ministério separado é uma ordenança de Deus ( Inst . iv. 3, i. 3).Ministros devidamente chamados e ordenados por si só pode pregar e administrar os sacramentos (3 iv., Io).
Um ministério legítimo é um nomeado com o consentimento e aprovação do povo sob a presidência de outros pastores por quem o ato final de ordenação (com imposição de mãos) devem ser realizados (iv. 3, 15).
Governadores ou pessoas de idade avançada selecionados do povo e associados com os ministros no advertindo e exercer a disciplina (iv. 3, 8). Esta disciplina é muito importante, e é o negócio especial dos governadores.
Seu sistema, preservando a teoria democrática, reconhecendo a congregação como segurando o poder da igreja, era, na prática, na medida estritamente aristocrática como a congregação nunca é permitido qualquer uso direto de energia, o que é investido em todo o corpo de anciãos. Seu grande objetivo era a disciplina. No que diz respeito às relações entre a Igreja eo poder civil, Calvin se opôs à teoria Zwinglian pelo qual todo o poder eclesiástico foi entregue ao Estado. A recusa de Calvin para administrar o sacramento, para o qual ele foi banido de Genebra, é importante por uma questão de história eclesiástica, porque é a essência de todo o sistema, que posteriormente introduzidas. Ela repousa sobre os princípios que a Igreja tem o direito de excluir aqueles que são indignos, e que ela não é de forma sujeita ao poder civil em assuntos espirituais. Durante os três anos de seu banimento Calvin estava em Estrasburgo, onde ele tinha vindo a desenvolver as suas ideias. Sua recordação foi grandemente para sua honra. A cidade tornou-se uma presa para a anarquia. Uma parte ameaçou voltar a catolicismo; outro ameaçado de sacrificar a independência de Genebra e enviar para Berna. Considerou-se para ser um políticonecessidade que ele deve retornar, e em 1541, com certa relutância, ele retornou em seus próprios termos. Estes foram o reconhecimento da independência espiritual da Igreja, a divisão da cidade em paróquias, ea nomeação (pela autoridade municipal) de um consistório ou conselho de anciãos em cada paróquia para o exercício da disciplina.
Esses termos foram incorporados no famoso ordonnances eccle'siastiques de l'Eglise de Geneve(1541). As quatro ordens mencionadas na Institutio são reconhecidos: pastores, médicos, anciãos e diáconos. Os pastores estavam a pregar, administrar os sacramentos, e em conjunto com os anciãos de exercer disciplina. Em sua totalidade, formam a Compagnie venerável. Um pastor recém-feito era para ser resolvido em uma taxa fixa pelo magistrado, com o consentimento da congregação, depois de ter sido aprovado como ao conhecimento e à forma de vida, os pastores já no cargo. Através deles, ele era para ser ordenado, após jurar ser verdade no escritório, fiel ao sistema de igreja, obediente às leis e ao governo civil, e pronto para exercitar a disciplina sem medo ou favor. Os médicos foram para ensinar os fiéis na aprendizagem de som, para guardar a pureza da doutrina, e ser passível de disciplina. Os anciãos ( Anciens, commis, OU deputez la seigneurie par em consistoire) foram considerados como parte essencial do sistema. Eles eram o elo de união entre a Igreja eo Estado. O negócio deles era supervisionar vida diária, para avisar o desordenada, e de notificar o consistório de casos que exigem disciplina. Para formar o consistório todos os anciãos com os ministros devem se reunir todos os domingos, sob a presidência de um dos síndicos ou magistrados. Este tribunal poderia prêmio censura até a exclusão do sacramento.
Manifestamente o arranjo era um compromisso. O Estado manteve o controle da organização eclesiástica e Calvin garantiu seu sistema muito necessária de disciplina. Quatorze anos de atrito e luta seguiu, e se não vieram depois deles um período de triunfo comparativa e repouso para o grande reformador que ainda deve ser lembrado que ele nunca foi capaz de ter a sua organização eclesiástica ideal plenamente realizado na cidade de sua adoção.
O início do presbiterianismo da Suíça estava com defeito em relação aos seguintes aspectos: (1) Tudo começou a partir de uma definição errada da Igreja, que, em vez de ser concebida como uma comunidade organizada de crentes no Senhor Jesus Cristo, foi subordinado a pregação do evangelho e da administração dos sacramentos. Como estes implicava um ministro devidamente nomeado, a existência da Igreja foi feita para depender de um ministério organizado, em vez de uma sociedade organizada. Ele chama a atenção para a fórmula romana: ". Ubi episcopus ibi ecclesia" (2) Não manter o direito bíblico do povo de escolher o seu ministro e outros detentores de um cargo. (3) A independência do controle civil, era muito imperfeito. (4) e não por meio de tribunais da igreja fornecem para a manifestação da unidade da Igreja e para a concentração de influência da Igreja.
"Calvin", diz diretor Lindsay, "fez três coisas para Genebra todos os que iam muito além de seus muros. Ele deu a sua Igreja um ministério treinado, suas casas um povo educado que poderia dar uma razão para a sua fé, e toda a cidade um alma heróica que permitiu a pequena cidade a ficar para trás como a cidadela ea cidade de refúgio para os protestantes oprimidos da Europa. " 2 . França É patético e ainda inspiradora para estudar o desenvolvimento do presbiterianismo na França; patética, pois foi em uma época de feroz perseguição que os protestantes franceses organizaram-se em igrejas e inspirador, porque mostrou o poder que a organização bíblica deu-lhes a suportar incessante hostilidade implacável. Seria difícil exagerar a influência de Calvino sobre Francês antism protesto. Sua Institutio Christianae religionistornou-se 'Calvin sg 'Inf UEN' uma ronda padrão que seus compatriotas se reuniram no trabalho e batalha da Reforma. Embora com menos de 30 anos de idade, tornou-se por toda a Europa, e em um grau excepcional na França, o líder, organizador e consolidador da Reforma. O trabalho que o jovem francês fez por seus compatriotas era immense.3 O ano de 1555 pode ser considerado como a data em francês protestantismo começou a ser organizada. Algumas igrejas foram organizadas anteriormente, em Meaux em 1546 e em Nimes, em 1547, mas os seus membros tinham sido dispersados ​​pela perseguição.
- Antes de 1555 os protestantes da França tinha sido para ISM. sua maior parte estudantes da Bíblia solitários ou pequenos grupos que se reúnem para a adoração, sem qualquer organização. Mas nesse ano o seguinte incidente foi o início de um grande movimento. Uma pequena empresa estavam acostumados a reunir-se na apresentação do Sieur de la Ferrière em Paris perto dos Pré-auxCleres. Em uma das reuniões, o pai de uma criança recém-nascida explicou que ele não poderia ir fora da França para buscar um batismo puro e que sua consciência não permitiria que seu filho para ser batizado segundo os ritos da Igreja de Roma. Após a oração a empresa constituiu-se em uma igreja: escolheu Jean le Macon para ser seu ministro, e outros de seu número para serem presbíteros e diáconos. Era como se toda a França estava esperando por este evento como um sinal, para que as igrejas organizadas começaram a surgir em todos os lugares imediatamente a seguir. Dentro de dois anos Meaux, Poitiers, Angers, les laços de Saintonge, Agen, Bourges, Issoudun, Aubigny, Blois, Tours, Lyon, Orleans e Rouen foram organizados. Thirtysix mais foram completamente organizado pela 1.560,1 Segundo Beza havia sobre este tempo 2.150 igrejas organizadas. Alguns anos mais tarde Cardeal St Croix avaliou que os huguenotes estavam a metade da população. Cento e vinte e sete pastores tinham sido enviados para a França a partir de Genebra antes de 1567.
Em 1558 uma nova etapa no desenvolvimento da política da igreja Presbiteriana foi alcançado. Algumas diferenças doutrinárias tendo surgido na igreja em Poitiers, Antoine de Chandieu, Primeiro ministro em Paris, foi para compô-los, e, como o general. resultado de uma conferência, um sínodo foi convocado para atender Sínodo. , em Paris, no ano seguinte ( 1559). Foi o primeiro sínodo geral da Igreja Protestante Francesa, e constituído por representantes de, alguns dizem sessenta e seis, outros, doze igrejas.Adoptou uma confissão de fé e um livro de ordem ou disciplina. A confissão consistiu de quarenta artigos.Foi baseado em um curta confissão elaborado por Calvino em 1557, e ainda pode ser considerado, embora uma ou duas vezes revisto, como a confissão da Igreja protestante francês. O livro de ordem,disciplina ecclésiastique des eglises reformees de France, regulamentou a organização e processo das igrejas. Ele contém esta afirmação fundamental da paridade Presbiteriana, "Aucune Eglise ne pourra pretendre primaute ni dominação sur l'autre; pareillement ni, les ministres d'une Eglise les uns sur les autres, ni les anciens UO diacres, les uns sur les autres. " Os vários tribunais da igreja, que nos são familiares agora como Presbiteriana, são explicados. O consistoire ou sessão consistiu do ministro, presbíteros e diáconos (o último sem direito a voto), e foi sobre a congregação. O colóquio ou presbitério foi composto por ministros representativas e anciãos ( anciens ) a partir de um grupo de congregações.Em seguida, a fim foi o sínodo provincial, que consistia de um ministro e um presbítero ou diácono de cada igreja na província. Acima de tudo foi o sínodo geral ou nacional. Alguns dos arranjos são dignos de nota.
Quando uma igreja foi formada pela primeira vez os portadores de escritório foram eleitos pelo povo, mas não o poder da congregação cessou. Vagas futuras no presbitério foram preenchidos pelos detentores de um cargo. O presbiterado não era para a vida, mas sempre havia uma tendência a fazê-lo assim. Quando o ministério de uma igreja ficou vago a escolha de um sucessor descansou com o colóquio ou com o sínodo provincial. As pessoas, no entanto, pode se opor, e se a sua objeção foi considerado válido reparação foi dada. Mais tarde, o sínodo de Nimes (1572) decretou que nenhum ministro pode ser imposta a um povo sem vontade. Os diáconos, além de ter carga dos pobres e doentes, pode catequizar, e, ocasionalmente, oferecer oração pública ou ler um sermão escrito. O presidente ou moderador de cada tribunal igreja era Primus inter pares. A característica marcante da política eclesiástica francesa era sua natureza aristocrática, que devido ao sistema de cooptação; ea exclusão da congregação de interferência direta e freqüente em questões espirituais impediu muitos males que resultam do excesso de intermeddling por parte dos leigos. Até 1565 o sínodo nacional consistiu de um ministro com um ou dois presbíteros ou diáconos de todas as igrejas; após essa data, para evitar superlotação, seus números eram restritas a representantes de cada sínodo provincial. Em questões de disciplina anciãos e diáconos pode votar; em questões doutrinais apenas como muitos deles, como não havia ministros.
`É interessante ver como em um país cujo governo civil foi se tornando gradualmente mais absolutista, este` Igreja sob a cruz "moldado para si um governo que já reconciliados, mais profundamente, talvez, do que já foi feito desde então, os dois princípios de direitos populares e controle supremo. Sua constituição se espalhou para a Holanda, Escócia (Irlanda, Inglaterra), e as grandes igrejas americanas (e colonial).Sua política eclesiástica veio muito mais do que a partir de Paris a partir de Genebra. "2 Para traçar a história do presbiterianismo na França para os próximos 30 anos seria escrever a própria história da França durante esse período. Teríamos de dizer o grande e rápido aumento da Igreja, de sua poderosa influência entre os nobres ea burguesia; das suas perseguições medonhos; do seu massacre St Bartholomew com 70.000 vítimas; da sua lamentável que embaraços talvez inevitáveis ​​na política e na guerra, e, finalmente, a sua realização não só de tolerância mas também o reconhecimento ea proteção honrosa quando Henry IV., em 1598 assinou o famoso Édito de Nantes. Esta completa liberdade de consciência assegurada em todos os lugares dentro do reino e do livre direito de culto público em todos os lugares em que existiu durante os anos de 1596 e 1597, ou onde tinha sido concedida pelo decreto de Poitiers (1577) interpretado pela Convenção de Nerac (1578) eo Tratado de Fleix (1580) - em todas as cerca de duzentas cidades; em dois lugares em cada bailliage e senechaussee; nos castelos de protestantes seigneurs Hauts justiciers (cerca de três mil); e nas casas dos nobres menores, desde que o público não consistem de mais de trinta pessoas para além das relações de família. Os protestantes foram concedidos plenos direitos civis e proteção, e foram autorizados a realizar suas assembléias eclesiásticas - consistórios, colóquios e sínodos, 1 Lindsay, Hist. da Reforma. ii. 166,2 Ibid. ii. 169 nacional e provincial.Sob a proteção do edital da Igreja huguenote da França floresceu. Faculdades teológicas foram estabelecidas em Sedan, Montauban e Saumur, e teologia francês tornou-se um contrapeso à escolástica reformada estreita da Suíça e Holanda. A história da Igreja desde a passagem do édito de Nantes até sua revogação em 1685 não pode ser dada aqui. Esse evento foi o clímax de uma longa série de horrores.Sob a perseguição, um grande número foram mortos, e entre quatro e cinco milhões de protestantes deixaram o país. No início do século 18 Antoine Court esforços maravilhosas para restaurar presbiterianismo. Em perigo momentâneo de morte por 15 anos, ele restaurado no Vivarais eo governo da igreja Presbiteriana Cévennes em toda a sua integridade. Em 1715 montou seu primeiro colóquio. Sínodos foram realizadas em 1718, 1723, 1726 e 1727; e em um local remoto no Bas Languedoc em 1 744 um sínodo nacional montado - o primeiro desde 1660 - que contou com representantes de todas as províncias ex-protestante.
De 1760, devido à expansão gradual do espírito cético e do ensino de Voltaire vistas mais tolerantes prevaleceu. Em 1787, o Édito de Tolerância foi publicado. Em 1789, todos os cidadãos foram feitos iguais perante a lei, bem como a posição do presbiterianismo melhorado até 1791 Em 1801 e 1802, Napoleão tomou em suas próprias mãos a independência de ambas as igrejas católica e protestantes, o sínodo nacional foi abolido, e toda a propaganda religiosa ativa era rigorosamente proibido. Em 1848, uma assembléia representativa das eglises Consistoriais conheceu em Paris. Quando ele se recusou a discutir pontos de doutrina a separação ocorreu sob o nome da Union des eglises evangeliques de France. Esta sociedade realizou um sínodo em que uma confissão de fé e um livro de ordem foram elaborados.Enquanto isso, a Igreja protestante nacional fixou-se ao trabalho de reconstrução com base no sufrágio universal, com restrições, mas nenhum resultado foi alcançado. Em 1852, ocorreu uma mudança na sua constituição., Os Eglises Consistoriais foram abolidos, e em cada paróquia um conselho presbiteral foi nomeado, sendo o ministro presidente, com 4-7 anciãos escolhidos pelo povo. Nas grandes cidades havia consistórios composto por todos os ministros e delegados das várias paróquias. Acima de tudo foi o conselho provincial central, composto pelos dois ministros e quinze membros nomeados pelo Estado, em primeira instância. Em 1858, havia 617 pastores ea Union des eglises evangeliques contados 27 igrejas.
Holanda. partir da posição geográfica dos Países Baixos, o presbiterianismo não teve o seu tom da França. Em 1562 a belgica Confessio foi reconhecido publicamente, e em 1563 a ordem da igreja foi organizada. Em 1574, o primeiro sínodo provincial da Holanda e Zelândia foi realizada, mas William de Orange não permitiria que qualquer ação a ser tomada independentemente do estado. As Igrejas Reformadas haviam se estabelecido na independência do Estado quando esse estado era católica;quando o governo tornou-se protestante, a Igreja tinha proteção e, ao mesmo tempo tornou-se dependente. Era uma igreja do estado. Pela união de Utrecht as comunas e províncias tinha cada regulação da sua própria religião; conflito, portanto constante. Na maioria dos casos, foi insistiu em como necessário que a disciplina na igreja deve permanecer com a autoridade civil. Em 1576 William, com o apoio da Holanda, Zelândia e os seus aliados, colocar diante de quarenta artigos, por que os médicos, anciãos e diáconos foram reconhecidos e disciplina da igreja dadas aos anciãos, sujeita a recurso para o magistrado e pelo qual a Igreja foi colocado na dependência absoluta do Estado. Esses artigos, no entanto, nunca entrou em funcionamento; e as decisões do sínodo de Dort em 1578, o que fez a Igreja independente foram igualmente infrutíferas. Em 1581 a Middelburg Sínodo dividiu a Igreja, criado sínodos provinciais e presbitérios, mas não conseguiu livrar-se do poder civil em conexão com a escolha dos oficiais da igreja. Assim, embora as congregações eram presbiterianos, o governo civil manteve enorme influência. Os magistrados Leiden disse em 1581: "Se aceitarmos tudo sobre determinado no sínodo, vamos acabar por ser vassalos do sínodo Não vamos abrir para os clérigos uma porta para um novo mestrado sobre o governo e assuntos, esposa e filho.". Desde 1618 um sistema de governo presbiteriano modificado predominaram. Como regra anciãos ocupou o cargo por apenas dois anos. O "Kerk-Raad" (kirk-session) reuniu-se semanalmente, o magistrado de ser um membro ex officio. O colóquio consistia de um ministro e um presbítero de cada congregação. No sínodo provincial anual, realizado pelo consentimento dos estados, dois ministros e um 3 Ibid. ii. 222, 223.
Elder participou de cada colóquio. Cada congregação foi visitada por ministros nomeados pelo sínodo provincial. Em 1795, é claro, tudo o que estava chateado, e não foi até depois da restauração da Netherland Unidos que uma nova organização foi formada em 1816. Suas principais características eram estritamente Presbiteriana, mas o ministro foi muito superior aos mais velhos, ea Estado tinha amplos poderes, especialmente na nomeação de oficiais superiores. Em 1851 foi adotado o sistema agora em vigor. A congregação escolhe todos os oficiais, e estes formam um conselho da igreja.
Inglaterra. princípios e ideias presbiterianas foram entretidos por muitos dos principais eclesiásticos na Inglaterra durante o reinado de Edward VI. Até mesmo o arcebispo de Canterbury favoreceu uma modificação do episcopado, e uma abordagem à política Presbiteriana e dicipline; mas a atenção foi essencialmente direccionado para a resolução de doutrina e adoração. Cranmer escreveu que bispos e padres não foram diferentes, mas o mesmo no início da religião de Cristo. Treze bispos subscreveram esta proposição: que, no Novo Testamento, não há nenhuma menção de quaisquer distinções ou graus em ordens, mas apenas diáconos e sacerdotes ou bispos. Cranmer declarou que a consagração de um bispo era um rito desnecessário e não exigido pela Escritura; que a eleição e investidura em cargo foram suficientes. O bispo de St. Davids era da mesma opinião. Latimer e Hooper afirmou que os Bispos e os presbíteros eram idênticas; e Pilkington, bispo de Durham, e Jewel Bishop eram da mesma opinião. O último, sobre a época da sucessão de Elizabeth, expressou sua esperança de que os bispos se tornaria pastores, obreiros e vigias; e que as grandes riquezas dos bispados seria diminuída e reduzida a mediocridade; que, a ser entregue a partir de cortês e pompa régia, os bispos possam cuidar do rebanho de Cristo. Durante o reinado de Edward, o título do superintendente foi muitas vezes adotada em vez de bispo, e ele vai ser lembrado que John Knox era um trabalhador honrado na Inglaterra com o título de superintendente durante este reinado. Como um sinal de simpatia ao presbiterianismo ,. pode-se notar que Cranmer favoreceu uma proposta para a formação de um conselho de presbíteros em cada diocese, e por sínodos provinciais.
Durante 1567 e 1568 as perseguições na França e na Holanda levou milhares de protestantes, em sua maioria presbiterianos, para a Inglaterra. Em 1570 visualizações Presbiteriana encontrou um expoente de destaque no Dr Thomas Cartwright em Cambridge; eo temperamento do parlamento foi mostrado pelo ato de 1571, para a reforma de distúrbios na Igreja, em que, enquanto toda menção da doutrina for omitido, os artigos doutrinários só ser sancionado, a ordenação sem um bispo é implicitamente reconhecida. Em 1572 um manifesto formal foi publicada, com o título de uma admoestação ao Parlamento, as principais idéias em que eram: paridade dos ministros, a nomeação de presbíteros e diáconos; eleição dos ministros pela congregação; objeção à oração prescrita e cantar antiphonal;pregação, o principal dever de um ministro; eo poder dos magistrados para acabar com a superstição ea idolatria. No dia 10 H de novembro 1572, os autores do "Ad de Wands- monition criado em Wandsworth que tem sido. chamado o primeiro presbitério, na Inglaterra. Eles adotaram um sistema puramente presbiteriano que foi publicado como as Ordens de Wandsworth. associações similares ou presbitérios foram formados em Londres e nos condados de Midland e orientais;.. mas o conselho privado era hostil Somente em Jersey e Guernsey, para onde um grande número de huguenotes fugiram após o massacre de São Bartolomeu, foi presbiterianismo totalmente permitida Cartwright e Edmund Snape eram ministros lá;. e 1576-1625 completamente nomeado Igreja Presbiteriana existiu, sob o governo de sínodos, e autorizado pelo governador A ação dos Comuns em 1584, estimulados pela oposição dos Lordes, mostrou que os princípios do presbiterianismo foram . firmemente defendida Bills foram introduzidas para reduzir a posição de um bispo-se quase que de primus inter pares, para colocar o poder de veto na congregação; abolir -o direito canônico e estabelecer um presbitério que cada paróquia. Estas propostas foram prestados abortada pelo uso inflexível da prerrogativa da rainha.
Em 1640 Henderson, Baillie, Blair e Gillespie veio para Londres como comissários da Assembléia Geral, na Escócia, em resposta a um pedido dos ministros em Londres, que desejava ver a Igreja da Inglaterra mais de perto modelado após o tipo reformada. Eram homens capazes, cuja pregação atraiu grandes multidões, e aumentou o desejo de que o estabelecimento do presbiterianismo. Em 1642 o Parlamento Longo abolida Episcopado (o ato de entrar em vigor no 05 de novembro - 1643)
e convocou uma assembléia de teólogos para se reunir em Westminster, em Junho de 1643 a aconselharinster WJ 43 parlamento quanto à nova forma de governo da Igreja. A Assembleia Minster Oeste, através de sua confissão, Diretório e Catecismos, tornou-se tão associado com a Igreja Presbiteriana, que é difícil de perceber que não era um tribunal da igreja em tudo, muito menos uma criação do presbiterianismo.
Era um conselho criado pelo parlamento para dar conselhos em assuntos da igreja em uma grande crise na história da nação; mas seus atos, embora de caráter elevado e grande aprendizado de seus membros dignos do mais profundo respeito, não o fez por si parlamento ligamento ou qualquer fato. Foi, em um sentido muito real, o representante de todo o país, como dois membros foram escolhidos pelo parlamento de cada município. O número chamado foi de 151, viz. dez senhores, vinte membros da Câmara dos Comuns, e cento e vinte e um Ministros. Os ministros eram em sua maioria puritanos; por sua ordenação, & c, da igreja Anglicana.; e para a maior parte fortemente impressionado com a conveniência de um acordo mais próximo com a Igreja da Escócia, e outros ramos.


FONTE ENCLOPEDIA BRITANICA 1911

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe aqui seu comentário!

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.