quarta-feira, 18 de março de 2015

COMO EVANGELIZAR E A COMISSÃO


COMO DEVEMOS EVANGELIZAR

Para começar, o ganhador de almas tem de ter experiência própria da salvação. É um paradoxo al­guém conduzir um pecador a Cristo, sem ele pró­prio conhecer o Salvador. Isto é apontar o caminho do Céu sem conhecê-lo. Quem fala de Jesus deve ter experiência própria da salvação. (Ver Sl 34.8 e 2 Tm 1.12.)

1. O uso da Palavra de Deus e seu estudo cons­tante (2 Tm 2.15)

Este é um dos fatores do crescimento espiritual e da prática de ganhar almas. Estando nosso cora­ção cheio da Palavra de Deus, nossa boca falará dela (Mt 12.34). É evidente que o ganhador de al­mas precisa de um conhecimento prático da Bíblia; conhecimento esse, não só quanto à mensagem do Livro, mas também quanto ao volume em si, suas divisões, estrutura em geral, etc. Sim, para ganhar almas é preciso "começar pela Escritura" (At 8.35).

Aquilo que a eloquência, o argumento e a per­suasão humana não podem fazer, a Palavra de Deus faz, quando apresentada sob a unção do Espí­rito Santo. Ela é qual espelho. Quando você fala a Palavra, está pondo um espelho diante do homem. Deixe o pecador mirar-se neste maravilhoso espe­lho! Assim fazendo, ele aborrecerá a si mesmo ao ver sua situação deplorável.

Está escrito que "Pela lei vem o conhecimento do pecado" (Rm 3.20). Através da poderosa Pala­vra de Deus, o homem vê seu retrato sem qualquer retoque, conforme Is 1.6. No estudo da obra de ga­nhar almas, há muito proveito no manuseio de li­vros bons e inspirados sobre o assunto. Há livros deste tipo que focalizam métodos de ganhar almas; outros focalizam experiências adquiridas, o desafio, o apelo e a paixão que deve haver no ministério em apreço. A igreja de Éfeso foi profundamente espiri­tual pelo fato de Paulo ter ensinado a Palavra ali durante três anos, expondo todo o conselho de Deus (At 20.27-31). Em Corinto ele ensinou dezoito me­ses (At 18.11). Veja a diferença entre essas duas igrejas através do texto das duas epístolas (Coríntios e Efésios).

2. Uma vida correta

Paulo evangelizando pessoalmente a Félix, o go­vernador da Judéia, disse: "Procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens" (At 24.16). A consciên­cia nos seus dois lados - para com Deus e para com os homens - deve estar limpa. Muitos crentes têm sido desaprovados por Deus por falharem nesta parte. Trabalham à toda força e frutos não há. Perguntam: "Por que não há frutos no meu trabalho?" As Escrituras respondem em Is 52.11. Davi com­preendia que o pecado é um impedimento à conver­são dos pecadores (Sl 51.2-13). Consideremos aqui os seguintes textos:

1 Pe 1.15           Aqui a santidade é requerida em to­das as maneiras de viver.
Fp 1.27              Mostra que a nossa conduta deve ser conforme o Evangelho.
Rm 12.1,2          O ensino aqui é que não devemos ter uma vida conformada com o mundo. O povo de Deus deve caminhar o mais possível distante do mundo.

Certo patrão estava examinando um grupo de motoristas, a fim de selecionar um deles para ficar como empregado de sua firma. A certa altura do teste, surgiu a seguinte pergunta dele: "Se vocês fossem por uma estrada, beirando um precipício, qual seria a menor distância a que chegariam da beira do abismo, respeitando os limites de segurança?" Os motoristas querendo demonstrar habilida­de e experiência, foram dizendo: "um metro", "me­nos de um metro", "meio metro". Nenhuma res­posta agradava o patrão até que um deles disse: "Eu caminharia tão longe quanto possível do pre­cipício". Este candidato foi aceito para o emprego.Assim deve ser também na vida espiritual... O des­crente não lê a Bíblia, mas lê a vida do crente, que de fato deve ser uma Bíblia aberta! (2 Co 3.2).

3. Aprendendo com o supremo ganhador de al­mas - Jesus (Mt 4.19)

Em sacrifício, amor, serviço e métodos na obra de ganhar almas, Jesus é o nosso perfeito exemplo. Entre os diversos casos de evangelização pessoal do Senhor Jesus, abordaremos um - o da mulher samaritana, em João capitulo 4. Se seguirmos os passos de Jesus para ganhar a samaritana, muito aprendere­mos quanto à evangelização pessoal. Em seu minis­tério, inúmeras vezes Jesus pregou a milhares de ouvintes; entretanto, um dos seus mais belos ser­mões - o de João 4 -, foi proferido perante uma só alma. Isto revela também a importância do tes­temunho pessoal. Noutra ocasião, Jesus dirigiu um extenso estudo bíblico para dois discípulos (Lc 24.27).

Sigamos, pois, os passos do Senhor ao ganhar a samaritana:

3.1 Ter amor, espírito de sacrifício (vv. 4,6,8). O v.4 fala de sacrifício; o v.6, de cansaço; e v.8, de necessidade (fome). Tudo por causa duma alma perdida. É interessante notar que Jesus estava cansado da viagem (v.6), mas não do trabalho. O ga­nhador de almas deve estar possuído de ardente amor e compaixão pelos perdidos. O apóstolo Paulo tinha a mesma paixão (Rm 9.2,3).

3.2 Ir ao encontro do pecador (v.5). Notai como o Senhor Jesus foi do geral ao particular: primeiro, à província de Samaria (v.4), depois à cidade de Sicar (v.5), e por último à fonte de Jacó, para onde a mulher deveria vir (v.6). Jamais deveremos esperar que os pecadores venham ao nosso encontro. Jesus mostrou, em Mt 4.19, que a obra de ganhar almas é comparada a uma pescaria espiritual. O pescador tem de colocar-se no local da pesca, se quiser apanhar peixes. Noutras passagens da Bíblia encontramos o mesmo ensino, como em Lc 15.4. O profeta Ezequiel, conduzido pelo Espíri­to Santo, foi até os cativos do seu povo e sentou-se entre eles (Ez 3.14,15).

3.3 Paciência (v.6). Diz o texto: "Assentou-se". Assim fez, esperando pelo pecador. (Ler At 17. 2.)

3.4 Entrar logo no assunto da salvação (v. 7). Há sempre uma porta aberta para se falar da salvação. No caso da samaritana, o assunto do mo­mento era água e sede, e logo Jesus falou da água da vida que sacia a sede da alma. Vemos um caso idêntico em Atos capítulo 8. Aí o assunto era leitura e logo o servo de Deus iniciou a conversa com uma pergunta também sobre leitura (v.30). Em João, capítulo 3, quando Jesus conversava com Nicodemos, talvez soprasse uma brisa, e logo Ele usou o vento como figura (v.8).

3.5 Ficar a sós com quem está falando (v. 8). Quando alguém estiver falando com um peca­dor a respeito da salvação, evite perturbá-lo, a me­nos que seja convidado.

3.6 Deixar os preconceitos raciais ou sociais (vv. 9,10). Jesus veio desfazer todas as barreiras que impe­dem a perfeita relação entre Deus e o homem, e en­tre este e seu semelhante. Os preconceitos têm cau­sado grandes males na sua ação destruidora de se­parar, ao passo que Jesus veio unir (Ef 2.11-22).

3.7 Não se afastar do assunto da salvação (vv. 9-13). No v.9, a mulher alega o problema do preconcei­to. No v.12, Jesus volta ao assunto inicial: água, mas agora água da vida. Nos vv.11,12, a mulher apresenta dificuldades. Nos vv.13,14, Jesus volta ao assunto inicial: salvação. Resultado: no v.15 já há na pecadora um certo grau de interesse.

3.8 Fazer ver ao ouvinte que ele é pecador (v.16)Jesus sabia que a samaritana não tinha marido, mas para motivar uma declaração dela, disse-lhe: "Chama o teu marido e vem cá". Muitos pecadores não se podem salvar porque não querem reconhecer que são pecadores e muito menos perdidos.

3.9 Não atacar defeitos, nem condenar (v. 18). Isto não quer dizer que vamos bajular alguém ou concordar com sua vida ímpia e pecaminosa.

3.10   Evitar discussão (vv. 20-24). Não permi­tir que a conversa degenere em discussão. No v.20, a mulher aponta o fato de os judeus desacreditarem na religião dos samaritanos. É costume também o pecador apontar falhas nas igrejas e nas vidas de certas pessoas crentes. Isto mostra que tais ouvin­tes, em lugar de olhar para Cristo, estão atrás de igrejas e pessoas. O alvo perfeito é Cristo (Hb 12.2). Crentes errados darão conta de si mesmos (Rm 14.12).

Diz uma autoridade em Relações Humanas: "Você nunca vencerá uma discussão. Se perder, perdeu mesmo, e se ganhar perdeu também, porque um homem convencido contra a vontade, con­serva sempre a opinião anterior. Quem perde numa discussão fica ferido no seu amor próprio".

3.11 O sexo influi, às vezes (v. 27). O ideal é falar com pessoas do mesmo sexo, sem contudo fa­zer disso uma lei. É provável que se uma mulher falasse à samaritana, talvez não prendesse tanto a sua atenção.

Outros exemplos de Jesus evangelizando pes­soalmente:

a) Jesus e Nicodemos (Jo 3.1-21).
b) Zaqueu, o publicano (Lc 19.1-28).
c) O cego Bartimeu (Mc 10.46-52).
d) O malfeitor na cruz (Lc 23.39-43).
e) O doutor da lei (Lc 10.25-37).
f) O jovem rico (Mt 19.16-30).
g) A mulher adúltera (Jo 8.1-11).
h) A mulher enferma (Mc 5.25-34).
i) A mulher siro-fenícia (Mc 7.24-30).
j) O paralítico de Cafarnaum (Mc 2.1-12).

4. Ser cheio do Espírito Santo

Nos negócios puramente humanos, o homem pode ter êxito e promover o progresso. Isto acontece nas construções, nas indústrias, no comércio, na ar­te, nas ciências, etc, mas no tocante à obra de Deus, só pode de fato haver avanço quando ela é acionada pelo Espírito de Deus. Ele é que comuni­ca vida. Quando o trabalho do Senhor passa a ser dirigido exclusivamente pelo homem, torna-se em organização mecânica, fria e estéril. A Igreja de Deus, quando dinamizada pelo Espírito Santo, é de fato um organismo vivo, que cresce sempre para a glória de Deus. A ordem de Jesus à Igreja para pre­gar o Evangelho está intimamente ligada à ordem para receber o poder do alto, como se vê em Lc 24.49; At 1.8. O poder de Deus faz a diferença. O apóstolo Pedro, fraco e tímido antes do Pentecoste, tornou-se coluna, após o revestimento de poder.

Todo o crente nascido de novo tem em si o Espí­rito Santo (1 Co 3.16), mas o poder glorioso para o testemunho e serviço de Cristo, vem com toda ple­nitude aos servos batizados com o Espírito Santo (At 1.4,5,8; 2.1-4). Após o crente ter sido cheio do Espírito Santo é preciso permanecer cheio sempre (Ef 5.18). Aí não se trata de um convite divino, mas de uma ordem.

5. É preciso orar sempre (Ef 6.18,19)

A oração abre portas e remove barreiras. Ela é o meio de comunicação com Deus. A Igreja nasceu quando em oração, e é nesse ambiente que ela cres­ce e se desenvolve (At 1.14). Pedro estava orando quando Deus o usou para a salvação de Cornélio, seus parentes e amigos (At 10). (Ver Sl 126.6; At 20.31.) É mais fácil falar ao pecador sobre Deus, depois que falamos com Deus sobre o pecador...

6. Fé na operação da Palavra de Deus.

Quando falamos a Palavra de Deus, precisamos confiar no seu autor. A nós crentes compete anun­ciar a Palavra; a Deus, operar. Aquele que disse "Ide por todo o mundo", também disse "Eis que es­tou convosco". Devemos falar a Palavra com plena convicção de que é o poder de Deus para salvação de todo o que crê (Is 55.11; Rm 1.16). Há pecadores que aceitam a mensagem da sal­vação com toda a simplicidade, outros não. Se o ir­mão está procurando levar uma alma a Cristo, nun­ca desanime. Certo irmão sueco orou 50 anos paraJesus salvar determinada pessoa, e viu-a aceitar o Salvador. O Dr. R. A. Torrey, célebre ganhador de almas, orou 15 anos por uma pessoa, e esta veio a crer em Jesus. Os homens que conduziam o paralítico de Lucas 5 só conseguiram chegar à pre­sença de Jesus, subindo ao eirado, o que não era muito fácil. Mas não desanimaram. Isto é perseve­rança. Às vezes é preciso um esforço assim. Qual­quer caso, mesmo os piores, acham solução no Senhor Jesus. Para Deus nunca houve impossíveis. Ele é especialista nisso! Portanto, é preciso anun­ciar a Palavra com plena confiança na sua divina ação. Quando você estiver falando de Jesus, ore em espírito para que Deus honre a Palavra dele e mani­feste o seu poder salvador.

7. É preciso amor

Fé e amor andam juntos na evangelização. Quaisquer outros recursos serão meros paliativos, como relações humanas, sociologia etc. Jesus foi a personificação do amor. Ele salvou os pecadores amando-os até o fim (Jo 13.1). Sua posição ao mor­rer de braços abertos na cruz é a expressão máxima do amor. Ali, num gesto de infinito alcance, Ele uniu os dois povos com seus braços acolhedores (ju­deus e gentios).

8. A apresentação pessoal

Cuide disso. Sua aparência é importante, como é importante a mensagem que você leva. Deus pode usar quem Ele quiser e o que Ele quiser, até uma queixada de jumento, como no caso de Sansão, mas quanto à sua aparência pessoal, irmão, fica a seu critério. Cuide de sua apresentação, mas sem exa­gero. Roupa passada, gravata no lugar, limpeza ge­ral, inclusive das unhas; barba bem feita, cuidado com o hálito. O traje deve ser modesto, decente e de bom gosto. Um traje mundano, imoral e indecente não é próprio do cristão; pode atrair o povo, mas não para Cristo. Não permita que seu traje seja mo­tivo de atração para os ímpios, desviando, assim, a atenção a Cristo. Diz a Palavra de Deus no Sl 103.1: "Tudo o que há em mim bendiga o seu santo no­me".

9. O uso da fala (1 Co 14.9)

Ao ler a Bíblia ou falar ao pecador, procure evi­tar solecismos prosódicos, observando a pronúncia correta das palavras, o que inclui todas as suas le­tras. Evite o pedantismo a todo o custo, porque logo será descoberto. Pedantismo é falsa cultura. Na pronúncia da língua portuguesa atente para acentuação, entonação e pontuação. Uma dicção exata impõe-se e dá destaque. Jesus certamente observava bem estas regras. O correto emprego das palavras é também muito importante. Por exem­plo, nunca dizer "verso" em lugar de "versículo",quando referir-se às divisões dos capítulos da Bíblia o certo é "versículo".

Jesus ensinou seus discípulos a orar, mas não a pregar, porque aprender a falar e pregar é tarefa nossa. Jesus unge a mensagem e opera por meio de­la. Por meio da oração buscamos o Senhor para que Ele inspire e ilumine a pregação. O que é para o ho­mem fazer. Deus não executa. (Ver Jo 11.39.) Um auxiliar valioso para a grafia e pronúncia correta dós nossos vocábulos é o "Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa", edição de 1981.

O meio ambiente de pessoas cultas também in­flui poderosamente na boa formação linguística e cultural. O apóstolo Paulo nunca desprezou os li­vros (2 Tm 4.13). É de grande valor o estudo de bons livros, como concordância, dicionários, gra­máticas, manuais doutrinários, etc.

10. O manuseio prático da Bíblia

É muito importante o pleno desembaraço no manuseio do volume sagrado. Isto significa saber onde estão as passagens necessárias e localizá-las no volume sagrado com rapidez. É imperioso co­nhecer a abreviatura de cada livro. Como já foi di­to, este curso de evangelismo pessoal adota o siste­ma mais simples de abreviar os livros da Bíblia: apenas duas letras para cada livro, sem ponto abreviativo.

Há outros sistemas, mas esse é o mais simples. Nunca cite um versículo incompleto ou de ma­neira duvidosa. Isso compromete. Também nunca acrescente ou subtraia palavras do texto bíblico, mutilando-o. Quanto a isso é bom atentar para a advertência de Dt 4.2; 12.32; Pv 30.5,6; Ap 22.18,19. Neste curso temos de memorizar muitos textos da Palavra de Deus. Se isso parecer difícil ou im­possível, lembremo-nos de Fp 4.13.

11. O uso de folhetos e literatura em geral

Nunca distribua nada sem primeiro ler para si. Há um provérbio que diz: "Nem tudo que brilha é ouro". Ande sempre munido de porções impressas da Palavra de Deus: folhetos, revistas, Novos Tes­tamentos. Bíblias completas ou porções dela. Há ocasiões em que não se pode falar nem ingressar em determinados lugares, mas a Palavra de Deus pode fazer tudo isso. Milhares já foram salvos pela men­sagem impressa. Distribua a mensagem conforme a situação do momento.

O agricultor, quando semeia, escolhe a semente antes de lançá-la ao solo; ele assim faz porque os terrenos são diferentes. Também se pode evangelizar por meio de cartas pessoais. Neste caso, as car­tas devem sempre ser manuscritas, a fim de condu­zir o toque pessoal. Na Bíblia temos muitas mensa­gens em forma epistolar.


Fonte: Pr Antonio Gilberto em A pratica do Evangelismo Pessoal,CPAD ,1982

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EVANGELISMO "O PROPÓSITO DE DEUS NA COMISSÃO"


   O propósito de Deus e a Grande Comissão

O que é a Grande Comissão? Na Bíblia vemos o plano de Deus para salvar o homem libertando-o do poder do pecado e capacitando-o para alcançar outros para viverem no centro de sua vontade. (Is 6.5-8) Os quatro Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) relatam sobre o cumprimento da promessa da vinda de Jesus para salvar o mundo. Ele veio e ensinou tudo acerca da vontade de Deus. (Mt 7.21) Finalmente ele morreu em uma cruz pagando a pena pelos pecados da humanidade. Após a realização deste sacrifício ele deixou um encargo muito importante para seus discípulos. Em João João 20.21, após sua ressurreição, Jesus se expressou assim: “Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.” Você já parou um pouco para pensar nisto? A grande questão agora é esta: Será que o mundo já tomou conhecimento da redenção que há somente na pessoa de Cristo? E por que isto ainda não aconteceu? O que podemos fazer neste sentido? Esta é a nossa grande comissão.
Sabemos que o mundo está cheio de religiões, mas praticar uma religião, embora com bons ensinos morais, não significa que estão salvos. Devemos ter sempre em mente que, em relação à salvação Jesus único e exclusivo. Ele mesmo se expressou assim: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14.6)
Seguramente muitos religiosos não conhecem verdadeiramente a Jesus, não desafrutam de um relacionamento com Ele. Muitos se encontram aprisionados pelo poder do pecado. Este é o motivo pelo qual precisamos urgentemente compartilhar a boa notícia libertadora do Evagelho de Cristo. Como testemunhas do poder transformador de sua Palavra podemos atuar como cooperadores de Deus nesta nobre tarefa. Veja sobre isto o que está escrito em Isaias 43.10,11 e Salmos 96.2,3, respectivamente:
“Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador.”
“Cantai ao Senhor, bendizei o seu nome; anunciai a sua salvação de dia em dia. Anunciai entre as nações a sua glória; entre todos os povos as suas maravilhas.”
Igualmente no Novo testamento vemos a ordem expressa de Cristo para anunciarmos a Boa Nova de salvação não somente onde estamos, mas até aos confins da terra. Esta missão foi comissionada a todos os salvos sem excessão, então precisamos estar envolvidos de alguma maneira nesta tarefa ainda inacabada. Vejamos alguns textos referente à Grande Comissão:
E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28.18-20)
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. ” (Marcos 16.15-16)
“E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos, e em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém. E destas coisas sois vós testemunhas.” (Lucas 24.46-48)
“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.” (Atos 1.8)
Quando Cristo nos ordenou “ide ir por todo o mundo,” o termo usado por Ele foi “ethnos”, que em grego significa “grupos de povos”, “grupos étnicos” e não nações no sentido usual. Sendo assim há ainda muitos povos não alcançados que precisam conhecer a Cristo. Apocalipse 5.9 é uma referência ao trabalho missionário da igreja no alcance destes grupos. Neste texto lemos sobre tribo, língua, povo e nações os quais estarão diante do Cordeiro. Esses grupos conheceram a Cristo mediante à obediência daqueles que obedeceram ao ide de Cristo pelo mundo. Veja abaixo um pouco mais sobre o nosso desafio missionário:
Quase dois terços da população mundial ainda não ouviu a mensagem do Evangelho!
Milhares de grupos étnicos nunca foram alcançados com as Boas Novas!
Muitas tribos espalhadas no mundo nunca receberam um só missionário!
A população do mundo dobrará em menos de 50 anos!
1.700 idiomas, aproximadamente, não possuem um único texto bíblico traduzido!
É claro que há alguns grupos de povos com algum tipo de testemunho do Evangelho, mas isto não significa que já foram alcançados. Conscientes desta urgente necessidade precisamos nos envolver de forma mais intensiva, orando, contribuindo financeiramente ou mesmo indo.
Por Onde começar?
Fazer missões em termos gerais significa praticar a evangelização de forma pessoal ou coletiva. Comece em sua casa, em sua rua, bairro ou cidade. Deus tem um grande projeto em nossa vida para expandir seu reino na terra. Para ajudá-lo nesta nesta tarefa, elaboramos um esboço simples sobre o plano da salvação. Aprenda-o, pratique e ensine a outros. À medida que praticamos ganhamos experiência e mais confiança na ministração da Palavra. Certamente muitos obstáculos surgirão, mas há também uma incomparável recompensa para os que anunciam esta boa notícia. Em 1 Coríntios 15.58 lemos assim:
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.”
Veja um breve esboço do Plano de Deus para a salvação:
Mostre o amor de Deus providenciando salvação em Cristo: Jo 3.16; 1 Co 15.3
Mostre que todos pecaram: Rm 3.23; Sl 51.5; Ec 7.20
Mostre na Bíblia manifestações de pecado: 1 Co 6.9,10; Gl 5.18-21; Ef 5.5,6; Ap 21.8
Mostre a condenação que o pecado traz: Rm 6.23
Mostre a nossa necessidade de arrependimento: At 3.19; Ez 18.21; Is 55.6,7
Mostre que é necessário crer em Jesus como Salvador: Jo 5.24; At 16.31
Mostre a necessidade de confessar a Cristo publicamente: Mt 10.32,33; Rm 10.10
O esboço acima é sugestivo. Obviamente há inúmeras formas de se apresentar o Plano de Deus para a Salvação. Entretanto em toda abordagem deve-se enfatizar o grande o amor de Deus pela humanidade, o perigo de se viver naturalmente no pecado bem como a necessidade de arrependimento e cofissão.
Observações importantes em uma abordagem avangelística:
Após falar sobre o grande amor de Deus para nos salvar e como o pecado entrou no mundo, não esqueça também de abordar sobre:
1. A exclusividade da salvação em Cristo - Com muita amabilidade deixe em claro que não existe salvação em outra pessoa. (Leia Isaias 43.11; Atos 4.12) Jamais ataque algum personagem religioso. Quando Cristo diz que Ele é o único que salva, entende-se que ninguém mais pode salvar, a não ser Ele.
2. A insuficiência das boas obras - Esclareça também que não podemos ser salvos por obras. (Ef 2.8,9; Tt 3.5) Se assim fosse, por que então Deus enviaria Jesus para morrer em sacrifício por nós? Pensar dessa forma é, em outras palavras, desprezar o sacrifício de Jesus por nós. (Hb 9.22)
3. A ordem expressa de Jesus - Explique que você está apenas obedecendo à ordem do Cristo ressurreto expressa em Marcos 16.16: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.”
4. Finalmente faça o convite - Após explicar todo o plano de Deus, chegou a hora de saber se a pessoa deseja receber a Cristo como salvador ou não. Lembremo-nos o que escreveu John Stott: “Nada de pregação sem convite e nada de convite sem pregação”. Então você pode perguntar assim:
a) “Você compreendeu o plano de Deus para a salvação?” Isso lhe dá a oportunidade de esclarecer quaisquer dúvidas e assegurar-se de que a pessoa compreendeu mesmo a mensagem do Evangelho. Se a pessoa responder positivamente você pode fazer outra pergunta:
b) “E então, gostaria de receber a Cristo Salvador agora?” Lembre-se que a entrada no Reino de Deus é parecido como a aceitação de um convite para as bodas (Leia Mateus 22.2-5) Neste texto você vemos que muitos rejeitaram o convite! De fato, somente aqueles que respondem positivamente podem ingressar no Reino de Deus. (Rm 10.8-10)
Se a pessoa responder positivamente faça uma oração com ela. Parabenize-o(a) pela decisão mais imortante do mundo e aproveite a oportunidade para dizer-lhe algumas coisas importantes que ocorreu em sua vida ao tomar esta decisão. Grave o audio do CD Bem-vindo à Familia e presentei-o à pessoa. Você pode usar os estudos desta série para ajudar em seu crescimento espiritual.
Bom, se a pessoa quiser deixar para mais tarde, mostre-lhe na Bíblia o perigo desse adiamento. Veja alguns textos sobre isto:
Hebreus 3.7: “...se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração... Tiago 4.14:  “...Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa”
Geralmente algumas pessoas apresentam desculpas para não receber a Jesus como Salvador. O evangelista precisa aprender  lidar com as situações. Clic no link abaixo para ver mais de 25 desculpas que frequentemente são apresentadas no momento do convite. Estude-as cuidadosamente, mas não esqueça que a melhor maneira de lidar com estas situações é dependendo da ajuda do Espírito Santo.
Em fim, não desanime na realização desta tarefa. Jesus deixou uma mensagem especial para aqueles que compartilham a Sua mensagem:
“...E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” (Mt 28.20)
INTRODUÇÃO
 Hoje não, depois!
Quando eu sentir no coração eu aceito.
 Eu preciso me consertar primeiro
 Estou me esforçando, estou fazendo o melhor que posso
 Vou seguir meu próprio caminho
 Na lei que nasci vou morrer
 Meu pai (ou mãe, filho) já é crente
 Ainda sou muito jovem, preciso aproveitar mais a vida
 Sou uma boa pessoa - já sou quase crente
 Sou melhor do que muita gente da igreja
 Eu não entendo a bíblia
Eu não tenho tempo, sou uma pessoa muito ocupada
Ser crente é muito difícil
Sou pecador demais
Não adianta eu dizer que vou ser crente, eu não vou obedecer
Deus é bom e no final todo mundo vai para o céu
Meu coração é muito duro
Não preciso ser crente, eu tenho um coração bom
Estou em um caminho mau
Há muitas contradições na bíblia
A bíblia não é verdade / a bíblia é só papel e no papel escreve-se o que quiser
Eu faço minhas orações em casa. Não preciso ir à igreja
Tentei uma vez, mas não consegui
Se deus me criou, é ele quem decide onde me colocar quando eu morrer
Todas as religiões são boas
Eu terei muita companhia no inferno

Fulano e sicrano fez isso e aquilo e agora diz que é salvo. Eu não creio assim

fonte blogdosemeador.blogspot.com

 

 

 

O QUE É UMA TESTEMUNHA DE JESUS? CONCEITO


                        Testemunho


O conceito bíblico de testemunho ou testemunha está intimamente ligada com o sentido legal do Antigo Testamento convencional de testemunho dado em um tribunal de direito. Linguisticamente, o termo bíblico principalmente deriva do hebraico Yaad, ud , Aná [אָנָה gregas] e marturein [ μαρτυρέω ] grupos de palavras; conceitualmente, é amplamente influencia os padrões de pensamento, reivindicações de verdade, e teologia de quase toda a Escritura.

Sua validade consiste em certificáveis, fatos objetivos. Em ambos os Testamentos, ele aparece como o padrão primário para estabelecer e testar reivindicações de verdade. Reivindicações certificáveis ​​subjetivas, opiniões e crenças, ao contrário, aparece na Escritura como testemunho inadmissível. Mesmo o depoimento de uma testemunha é testemunho para ser aceitável, deve ser estabelecido por duas ou três testemunhas (para insuficiente- Deuteronômio 19:15 ).

Assim, dentro Escritura existe um vínculo inseparável entre a mensagem e sua confiabilidade histórica com base no testemunho de som. A mensagem é tão confiável quanto os próprios eventos. No Antigo Testamento, as reivindicações de verdade tem a ver, principalmente, com Deus e com a revelação de si mesmo a Israel; no Novo Testamento, esta imagem é muito aprofundado, com a revelação adicional de Jesus Cristo, e agora a todo o mundo.

Testemunho no Antigo Testamento . Testemunho como a Revelação de Deus . A idéia de testemunho é intrínseca à idéia da revelação bíblica. O conteúdo da revelação bíblica, geral ou especial, permanece como testemunho do seu Doador. Além disso, Deus revelou a verdade divina para as pessoas dentro da matriz da história secular. Isso significa que as pessoas foram capazes de verificar a revelação divina. Paulo proclama que a vinda de Jesus e a propagação mundial do evangelho foram "não fez em qualquer canto" ( Atos 26:26 ). Estes eventos foram bem observado por muitos. Essa avaliação é válido para a maioria da revelação bíblica.

Quanto Antigo Testamento revelação geral, o salmista louva a ordem criada para revelar e dar testemunho de glória e supremacia de Deus ( Salmo 8: 1-4 ; 19: 1-6 ; 29 ver Jó 36: 24-33 ; 37: 1-13 ). O sol / lua e dia / noite ciclos aparecem como eternamente estabelecido fiéis testemunhas, afirmando Javé como um Deus que guarda promessa ( Salmo 89: 35-37 ; Jeremias 33: 20-21 , 25 ).

No que diz respeito a revelação especial de Deus de si mesmo a Israel do Antigo Testamento, os Dez Mandamentos são chamados do Testemunho ( Êxodo 31: 8 ); como a revelação da legislação de Deus, eles testemunham a sua pessoa e trabalho e suas expectativas para Israel. A arca e do tabernáculo são também ocasionalmente chamado de arca do testemunho ( Êxodo 25:22 ; Números 4: 5 ; Josué 04:16 ) ea tenda / tenda do testemunho ( Êxodo 38:21 ; Números 10:11 ; 2 Crônicas 24: 6 ). Nesses casos, o testemunho refere-se mais especificamente à auto-testemunho revelador de Deus para o seu povo. Aqui, pela arca do tabernáculo, Deus testifica sua própria existência no ato de se revelar a Moisés ( Êxodo 25:22 ; 33: 9-11 ; Números 7:89 ) e para as futuras gerações ( Êxodo 29:42 ) .

Os profetas do Antigo Testamento também revelam a mente de Deus e quando depuseram contra Israel ( 2 Crônicas 24:19 ; Amós 3:13 ) e as nações ( Sofonias 3: 8 ). Todos os exemplos deste tipo de profecia no Antigo Testamentof que há manyappear como testemunho divino contra os povos não arrependidos. O conteúdo do testemunho profético é muitas vezes diretamente inspirada revelação. Sua pretensão de verdade reside em última análise, em seu cumprimento. Mas a história do cumprimento profético também garante sua confiabilidade.

Testemunho e o corte de justiça de Deus . A sede de justiça em Israel do Antigo Testamento foi a montagem legal, o que geralmente se encontraram perto da porta da cidade. Aqui o acusador e defensor apresentaram seus casos perante os anciãos da cidade, que presidiu a assembléia como juízes. Os litigantes muitas vezes chamado de testemunhas para comprovar os seus casos.

Escritores do Antigo Testamento freqüentemente usam a linguagem da corte de justiça para expressar a disposição de Deus para com vários indivíduos e grupos de pessoas. Ele aparece como defensor, acusador e juiz. Como defensor, Deus é implorou para assumir a causa, para dar testemunho em nome de uma parte prejudicada. Job, por exemplo, apela a Deus para defendê-lo como testemunha, advogado, intercessor, e amigo ( Jó 16: 19-21 ). Em outros lugares, Deus defende a causa dos pobres, doentes e marginalizados ( Deuteronômio 10:18 ; Salmo 10:18 ; 72: 4 ; 82: 3 ; Provérbios 23:10 ), o justo ( Salmo 119: 154 ), e Israel ( Jeremias 50:34 ; 51:36 ). Como acusador, Deus testifica contra Israel por causa do seu pecado ( Salmo 50: 7 , 21 ; Isaías 57:16 ; Oséias 4: 1 ; Micah 1: 2 ; 6: 2 ; Malaquias 2:14 ); como juiz, ele chega a um veredicto apenas com base no seu próprio testemunho ( Oséias 12: 2 ; Miquéias 6: 2 , 9-16 ; Sofonias 3: 7-8 ; Malaquias 3: 5 ). Mas mesmo como acusador e juiz, o amor misericordioso de Deus ainda está em vigor: "Ele nem sempre vai acusar, nem ele nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui segundo as nossas iniqüidades" ( Salmo 103: 9-10 ). O desejo de Deus pela justiça estabelece um precedente para o seu povo a seguir. Para defender a causa da impotência e de testemunhar contra a injustiça refletir o conhecimento dos caminhos de Deus e obediência pessoal para ele ( Isaías 01:17 ; Jeremias 22:16 ).

Testemunho também aparece no Antigo Testamento como prova legal de confiabilidade de Deus. Certain evidência visível existia dentro Israel atestando a idoneidade da revelação de Deus de si mesmo para eles. O Cântico de Moisés ( Deuteronômio 31: 14-32 : 44 ) e do Livro da Lei ( Deuteronômio 31:26 ) permanecem como testemunho contra Israel; estes documentos contêm previsão de Deus que Israel vai um dia rebelde contra ele e se voltam para os ídolos. Legado da apostasia de Israel verifica a confiabilidade das previsões de Deus que eles iriam abandoná-lo. Mais amplamente, o cumprimento destas previsões na história de Israel apoia a confiabilidade de toda a revelação de Deus dada por Moisés.

Testemunho aparece, além disso, como um lembrete visível da supremacia de Deus. As tribos Transjordânia de Rúben, Gade e Manassés construiu uma réplica do altar do Senhor, perto do Jordão, não para holocaustos e sacrifícios, mas como testemunho para Israel que eles iriam permanecer fiel à lei de Deus dada a Moisés e que eles tinham uma contínua direito legal de adorar no tabernáculo do Senhor, apesar de viver fora da terra prometida ( Josué 22: 27-28 ). Eles chamaram o memorial: testemunho entre nós que o Senhor é Deus (v 34).. Ergue-se como prova visível de que o Senhor é supremo. O profeta Isaías, aparentemente, leva-se as idéias de altar e memorial de Joshua 22 em descrever uma conversão futura significativa de egípcios ao Senhor. Naquela época, eles também terão o direito legal para adorar o Deus soberano de Israel em seu tabernáculo / templo ( Isaías 19: 19-20 ).

Além disso, para invocar a Deus como testemunha em juramentos e acordos vinculativos no Antigo Testamento implicitamente indica confiança completa do participante em Deus como irrepreensível e, assim como totalmente confiável. Por essa razão, ele é chamado de "a testemunha verdadeira e fiel" ( Jeremias 42: 5 ).

Testemunho como a proclamação de Deus como Senhor e Salvador . Em Isaías 43: 8-13 , o profeta descreve as nações como formando um conjunto legal para proclamar a superioridade e salvar o trabalho de seus deuses. Mas o seu caso prova infundada. Seus deuses são meros ídolos surdos, feitos de materiais mais comuns cego e; seus fabricantes não são nada, mas os homens. Por isso, a sua mensagem não é nada além de uma mentira (43: 10,12; 44: 9-20). As nações em última análise, não tem nenhum caso, porque eles não têm qualquer evidência para apoiar as suas reivindicações (44:11).

Na mesma reunião, Israel toma o banco das testemunhas (43: 10,12; 44: 8) para proclamar o Senhor como o Senhor e que, além dele não há salvador (43:11). O seu caso, em contraste, é inegável. A história de Israel é a prova. Deus tem, historicamente, uma e outra vez, revelou-se a Israel e os remiu da opressão (43:12). A revelação de Deus de si mesmo a Moisés, a sua promulgação da lei, sua presença permanente no tabernáculo (e templo) e sua redenção de Israel do Egito fornecer as testemunhas israelitas com provas sólidas para apoiar as suas reivindicações. Ao defender o Senhor, Israel proclama ao nações senhorio de Deus e que a salvação só pode ser encontrada nele.

Aqui testemunho é equivalente a proclamação. Ela apresenta uma evidência histórica que comprove a única pessoa, posição e obra de Deus. Simultaneamente, é evangelístico: a mensagem da obra salvífica de Deus na história de Israel, se torna uma oferta de salvação para os ouvintes.

Testemunho no Novo Testamento . O Novo Testamento ocupa o Antigo Testamento conceito de testemunho e muito expande-lo à luz da revelação especial de Deus em Jesus Cristo. Aqui, novamente, o conteúdo do testemunho é certificável provas, objetiva ( João 3:11 ; Atos 1: 21-22 ; 1 João 1: 1-4 ), e por esta razão, é considerado verdadeiro ( João 03:33 ; 5 : 32-33 ; 19:35 ; 21:24 ; 3 João 12 ). A associação de testemunho cristão com o sofrimento e martírio, por outro lado, é principalmente um desenvolvimento cristão pós-Novo Testamento.

Testemunho sobre a identidade divina da Earthly Jesus . Escritos bíblicos e não-bíblicos primeiros indubitavelmente afirmar que Jesus realmente viveu. Mas o Novo Testamento explícita e implicitamente testemunha que o Jesus terreno considerava-se como Deus encarnado.

O Evangelho de João, em particular, oferece uma riqueza de auto-declarações de Jesus a respeito de sua identidade divina (veja os numerosos "eu sou"). Na verdade, todo o Evangelho ostensivamente aparece como uma defesa legal da filiação divina de Jesus. Jesus considerava o seu testemunho pessoal como válidos (8:14), mas sabendo que, de acordo com a lei judaica, aparecendo como a própria testemunha sem confirmação invalida o testemunho (5:31; 8: 13-18), convocou outras testemunhas, cujas testemunho que ele também considerou indiscutível. Jesus salientou que as suas obras milagrosas afirmou seu status divino (05:36; 10: 25,38; 14:11; 15:24). Ele não poderia ter realizado los se ele não fosse de Deus. Esta unidade implica, além disso, que o Pai atesta sua identidade divina, bem como (5: 32,37; 8: 17-18). No mesmo sentido, Jesus declara que as Escrituras do Antigo Testamento testemunhar sobre ele (5:39), assim como o Espírito Santo, que ele vai enviar para seus seguidores do céu (15:26) e os apóstolos (15:27). João Batista também oferece testemunho endossando as auto-declarações de Jesus sobre sua divindade (3:26; 5: 32-33): Jesus é a verdadeira luz por meio do qual todas as pessoas podem ser salvas (1: 7-9), é preexistente ( 1:15), vos batizará com o Espírito (1: 32-33), e é o Filho de Deus (01:34).

Jesus como testemunho a respeito de Deus . Escritura afirma uniforme que ninguém jamais viu a Deus ( João 1:18 ; 1 Timóteo 6:16 ). Deus é espírito ( João 4:24 ; 2 Coríntios 3: 17-18 ) e invisível ( Colossenses 1:15 ; 1 Timóteo 1:17 ). Jesus, por outro lado, declara que seu propósito para vir ao mundo foi para dar testemunho da verdade ( João 18:37 ). De acordo com João 14: 6 , Jesus é a verdade. Só que ele tenha visto o Pai ( João 6:46 ) e por isso tem vindo a tornar Deus conhecido ( João 1:18 ). O testemunho de Jesus é, portanto, a respeito de Deus como revelado por ele.

Assim, para ver Jesus é ver como Deus é: "Quem me vê a mim vê o Pai" ( João 14: 9 ). Jesus é a imagem do Deus invisível ( 2 Coríntios 4: 4 ; Colossenses 1:15 ); ele é a representação exata do ser de Deus ( Hebreus 1: 3 ).

A importância teológica desta realidade é que a pessoa de Jesus, qualidades, atitudes e comportamento imagem expressamente o pai. Para Jesus de bom grado ter desistido de sua vida para que pudéssemos viver não só retrata o ponto mais baixo de sua carreira terrena e descreve a profundidade do seu amor por nós ( Filipenses 2: 8 ), mas correspondentemente revela o que significa quando João diz que Deus é amor ( 1 João 4: 8 , 16 ): Porque Deus amou o mundo, que lhe deu de si mesmo em dar Jesus ( João 3:16 ). Por causa da encarnação, agora temos recebido "o conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo" ( 2 Coríntios 4: 6 ).

Testemunho e do Evangelho . O sentido legal do testemunho como a apresentação de provas desempenha um papel decisivo na propagação da igreja do Novo Testamento do evangelho. No Novo Testamento, a evidência histórica confiável é uma serva para o significado teológico da mensagem do evangelho. Testemunho ocular é de extrema importância. A confiança da igreja do Novo Testamento, no Evangelho como a poupança é diretamente proporcional à sua confiança na fiabilidade histórica dos próprios acontecimentos do evangelho. Ela teria sido insustentável para cristãos judeus a usar o procedimento legal do Antigo Testamento para estabelecer a legitimidade do evangelho através do depoimento de várias testemunhas, se o tempo todo sabendo que, historicamente, os eventos não havia acontecido da maneira que eles tinham tão reivindicado. Oponentes judaicas do cristianismo seria, de outra forma, têm sido capazes de encontrar testemunhas genuínos de sua própria (algo historicamente não foram capazes de fazer) para refutar a legitimidade das reivindicações cristãs.

O Novo Testamento dois tipos de testemunho como testemunho legal. Primeiro, ele aparece como uma defesa tribunal literal de Jesus e do evangelho. Ela decorre do próprio ensinamento de Jesus. Jesus anunciou aos seus seguidores que eles serão julgados perante as autoridades judeus e gentios como testemunhas a eles por causa dele ( Mateus 10:18 ; Marcos 13: 9 ; Lucas 21:13 ; João 15:27 ; Atos 10:42 ). No Novo Testamento, no livro de Atos especialmente atesta o cumprimento desta promessa. Lucas narra várias ocasiões quando os crentes apareceu em configurações judiciais dar testemunho de Jesus como salvador perante as autoridades judaicas, gregas e romanas. Em segundo lugar, como testemunha testemunho legal freqüentemente aparece como uma maneira de apresentar o evangelho. Em seu uso técnico, refere-se estritamente aos seguidores de Jesus que testemunharam todo o seu ministério terrestre, a partir de batismo de João para a ascensão. Eles atestou a segurança da mensagem do evangelho a partir de seu conhecimento em primeira mão dos eventos da carreira terrena de Jesus, e desde fontes capazes para o conteúdo dos Evangelhos. Em um sentido mais geral, também se refere à maneira como os crentes apelou para a vida de Jesus, a Escrituras do Antigo Testamento, o Espírito de presença e testemunho pessoal para comprovar a legitimidade da mensagem do evangelho.

Além disso, no Novo Testamento, a confiabilidade histórica da vida, morte e ressurreição de Jesus é intrínseco à pregação do evangelho. A inter-relação entre a depor e pregação no Novo Testamento se assemelha ao exemplo do Antigo Testamento em Isaías 43-44 . Paul, por exemplo, enquanto em Corinto "dedicou-se exclusivamente à pregação, testificando aos judeus que Jesus era o Cristo" ( Atos 18: 5 ). Para Paulo para apresentar provas de que Jesus era o Messias era ao mesmo tempo a intenção de induzir uma resposta acreditando dos seus ouvintes judeus. Proclamação do Novo Testamento significa testemunhar a confiabilidade histórica da obra salvadora de Deus em Jesus. A autenticidade da mensagem pregada é o que concede a mensagem de sua autoridade. Para pregar o evangelho às nações é desafiá-los com o fato de Jesus ( Mateus 24:14 ; Marcos 13:10 ; Lucas 24:48 ; Atos 1: 8 ).

Outra forma Novo Testamento do testemunho de Jesus e do Evangelho é através de conduta cristã apropriada. Jesus diz aos seus discípulos ( João 13: 34-35 ), "Um novo mandamento vos dou:.. Amai-vos como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros por isso todos saberão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. " O comando para o amor não é nova (cf. Levítico 19:18 ; Deuteronômio 6: 5 ). O que é novo é a revelação do amor de Deus por meio de Jesus. Como Jesus deu testemunho do amor de Deus para o mundo com a sua vida e da morte ( João 3:16 ), seus seguidores, amando como Ele amou irá revelar um amor semelhante ao de Cristo a um mundo que nunca o viu. Qualquer inquérito sobre a razão para este amor desinteressado vai encontrar a boa notícia de Jesus salvando evento workan historicamente confiável e teologicamente certo. Conduta cristã apropriada, portanto, fornece testemunho intemporal a expressão perfeita e final de Jesus do amor de Deus.

O Testemunho do Espírito como o testemunho de Deus . De acordo com 1 João 5: 6-11 , o testemunho do Espírito aparece como testemunho de Deus que Jesus é seu Filho. O testemunho do Espírito dá é reconhecível para o exterior para todas as pessoas e para dentro, para os crentes. Externamente, "os sinais, prodígios e vários milagres, e dons do Espírito Santo" aparecem como testemunho de Deus para a salvação primeiro anunciado por Jesus e depois confirmada por testemunhas oculares ( Hebreus 2: 3-4 ). A evidência tangível da presença do Espírito é exibida tanto na vida de Jesus e na experiência da igreja. O ministério do Espírito na Igreja torna-se, com efeito, provas incontestáveis ​​ao judaísmo (e às nações) que a mensagem da Igreja sobre Jesus vem de Deus. Jesus predisse que o Espírito vai depor sobre ele ( João 15:26 ). Internamente, o Espírito testifica aos crentes que eles são filhos de Deus ( Romanos 8:16 ; 1 João 3:24 ) e têm o testemunho de Deus sobre Jesus em seus corações ( 1 João 5:10 ).

A linguagem forense dessas passagens do Novo Testamento é histórica e teologicamente importante. Witnessyet do Espírito visível para nós agora mesmo! Verifica que, historicamente, Jesus não recebeu sua filiação divina por adoção. A testemunha pela água e pelo sangue ( 1 João 5: 6-7 ) indica que Jesus já era o Filho de Deus, no momento de seu batismo nas águas por John e sua morte na cruz. O Espírito da Verdade ( João 15:26 ; 1 João 5: 6 ) afirma isso. Portanto, como testemunhas da água, sangue, e do Espírito concordam unanimemente que Jesus era o Filho de Deus por natureza divina, não por determinação divina ( 1 João 5: 8 ).

A Palavra de Deus e do testemunho de Jesus . Apocalipse de João descreve maravilhosamente a unidade de Deus e Jesus na designação composto "a Palavra de Deus e do testemunho de Jesus Cristo" (1: 2,9; 6: 9; 20: 4). Os títulos separados significam a mesma coisa. Ambos referem-se a Jesus. John prevê Jesus no momento da sua vinda gloriosa como "vestido com um manto tinto de sangue, e seu nome é a Palavra de Deus" (19:13). A palavra final de Deus da revelação e ato redentor foram consumadas no trabalho paixão de Jesus. A frase "a Palavra de Deus e do testemunho de Jesus" não se refere a um conceito, mas para um evento: a encarnação. A realidade histórica da vida e paixão de Jesus é central para a confissão cristã e situa-se no coração da denominação composta. Seu uso na introdução do livro (1: 2) indica a sua importância temática para toda a obra. Jesus é o verdadeiro e duradouro testemunho do amor de Deus (1: 5; 3:14). Ele é o Cordeiro que foi morto de Deus que, vindicado por Deus, hoje reina supremo por parte de pai. Portanto, para os crentes que enfrentam perseguição e martírio possível para dar testemunho da Palavra de Deus e do testemunho de Jesus em um tribunal de direito humano, John lembra-los com o livro do Apocalipse que o seu destino final é tão garantida quanto a confiabilidade da mensagem eles pregam: o próprio Senhor Jesus vai reivindicar-los na corte de justiça celestial.


 Evangélica Dicionário de Baker de Teologia Bíblica 

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