sexta-feira, 27 de março de 2015

CIENCIA E FÉ E BIBLIA PARTE N.2

       Ciência e Fé: Uma Visão Coerente do Mundo

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Por: Francis Schaeffer
Dando seqüência ao assunto que começamos na última edição (nº 10) da Revista Impacto, começaremos com os pensamentos chaves daquela matéria:
• A maneira como agimos em nosso dia a dia é resultado de uma “visão de mundo”, e esta visão se baseia no que para nós é a verdade.
• O que tem produzido o dilúvio de maldade na história da humanidade é a visão de mundo que diz que toda a realidade se compõe somente de matéria.
• Sem um conjunto firme de valores que fluem de uma visão de mundo que oferece uma razão adequada para o valor singular de cada vida humana, não pode haver nem haverá qualquer resistência substancial à maldade atual, produzida pela visão barata da vida humana que acabamos de considerar. Foi a visão de mundo materialista que produziu a desumanidade; tem de haver uma visão de mundo diferente para desarmá-la.
• Um inconformismo emocional sobre aborto, eutanásia e o abuso do código genético não é suficiente. Protestos não bastam. Ter ideais corretos não basta. Uma alternativa verdadeiramente radical tem de ser encontrada. Mas onde? E como?
Antes de considerarmos as possíveis opções de visão de mundo, precisamos definir melhor quais são as indagações básicas que nossa visão de mundo precisa responder. Poderíamos considerar muitas coisas, mas no momento basta concentrar-nos em apenas duas:
1.  O Universo e Sua Forma. Primeiramente, chama-nos a atenção o fato de o universo ao nosso redor ser como um intrigante quebra-cabeça. Vemos muitos detalhes, e queremos saber como eles se encaixam. Esse é o papel da ciência. Os cientistas examinam os detalhes e tentam descobrir como são coerentes. Então a primeira pergunta a ser respondida é como o universo tomou esta forma, este padrão.
2.   A Pessoalidade” do Homem. Em segundo lugar, a “pessoalidade” do homem chama nossa atenção para o fato de os seres humanos diferirem de todas as outras coisas no mundo.Pense, por exemplo, no fatorcriatividade. Pessoas de todas as culturas e de todas as épocas criaram muitos tipos de coisas, desde a arte mais alta até simples arranjos de flores, desde enfeites de prata até naves espaciais supersônicas envolvendo a mais alta tecnologia. Também, há outras diferenças. O ser humano teme a morte, almeja fazer a escolha correta entre o que pensa ser certo e errado, verbaliza seus pensamentos e, finalmente, possui uma vida interior da mente; ele relembra o passado e faz projeções para o futuro. Portanto, a segunda pergunta a ser respondida é de onde vieram todas estas características marcantes do ser humano.
Dois Tipos de Respostas para as Indagações Básicas
Não há muitas respostas possíveis a estas perguntas. Embora haja muitos detalhes que possam ser discutidos, as respostas possíveis – em seus conceitos básicos – são extremamente poucas. Há duas classes de respostas para as questões citadas:
1. Não há nenhuma resposta lógica e racionai No final, tudo é caótico, irracional, absurdo e sem significado. Essa é a visão de mundo de muitas pessoas hoje. O problema é que ela só pode ser sustentada teoricamente. Na prática o mundo exterior existe e tem forma e ordem. Não é um mundo caótico e o homem se conforma a esta ordem a fim de viver dentro dele. Portanto, este tipo de resposta não é uma resposta.
2. Há uma resposta que pode ser racional e logicamente considerada, e comunicada a outros. Trataremos, agora, portanto, das respostas que podem ser discutidas. Curiosamente, há somente três respostas básicas possíveis para esta questão que podem ser discutidas racionalmente.
Três Respostas Básicas que Podem ser Racionalmente Consideradas
1.  Tudo que existe veio de absolutamente nada. Em outras palavras, para sustentar esta visão você começa com nada deve ser o que eu chamo de nada de nada. Não pode haver nenhuma energia, nenhuma massa, nenhum movimento e nenhuma personalida de. Suponha que tenhamos um quadro negro que nunca tenha sido usado. Neste quadro desenhamos um círculo, e dentro do círculo está tudo o que existia – e não há nada dentro do círculo. Depois apagamos o círculo. Isto é nada de nada.
A verdade é que eu nunca ouvi este argumento sendo sustentado, pois é impensável que tudo o que agora existe veio do nada absoluto. Mas teoricamente, esta é a primeira resposta possível.
2.  Tudo que existe agora teve um começo impessoal. Esta impessoalidade pode ser mas sa, energia ou movimento – para a filosofia não faz nenhuma diferença básica com qual deles você começa. A partir do momento em que aceita o começo impessoal de todas as coisas, você está diante de alguma forma de reducionismo. Reducionismo argumenta que tudo o que existe, desde as estrelas até o próprio homem, para ser realmente compreendido, deve ser reduzido a um fator (ou fatores) original e impessoal.
O grande problema em começar com o impessoal é achar qualquer significado para os particulares. Um particular é qualquer fator ou coisa individual – as partes separadas do todo como uma gota de água ou um homem. Ninguém, seja do ocidente ou do oriente, em toda a história do pensamento filosófico tem nos dado uma resposta adequada para isto.
Começando com o impessoal, tudo, inclusive o homem, deve ser explicado em termos de impessoal mais tempo mais acaso. Não deixe ninguém desviar sua mente deste ponto. Não há outros fatores na fórmula porque não tem como existir. Se começamos com algo impessoal, não podemos depois ter alguma forma de conceito teológico. Ninguém nunca demonstrou como tempo mais acaso, começando com o impessoal, pode produzir a complexidade necessária ao universo, sem mencionar a “pessoalidade” do homem. Ninguém nunca nos deu uma chave para isto. Este é o dilema da segunda resposta, apesar dela ser defendida pela maioria das pessoas hoje. Começando com o impessoal, não há respostas verdadeiras no que se refere à existência com sua complexidade, ou à “pessoalidade” – a humanidade do homem.
3. Tudo que existe agora teve um começo pessoal. Isto esgota as possíveis respostas básicas em relação à existência. Pode parecer simplista mas é verdade. É claro que há muitos detalhes que podem ser discutidos, muitas variações – mas essas são as únicas escolas básicas de pensamento que são possíveis. Alguém disse brilhantemente que quando você chega a qualquer questão básica não restam muitas pessoas na sala. Significa que quanto mais avançamos e nos aprofundamos em qualquer indagação básica, no final as escolhas que restam para ser feitas são bem simples e claras. Não há muitas respostas básicas para quaisquer das grandes questões da vida.
Começar com aquilo que é pessoal é exatamente o oposto de começar com o impessoal. Nesse caso o homem, sendo pessoal, realmente tem significado. O dilema do homem moderno é simples: ele não sabe por que o homem tem qualquer significado. Ele está perdido. O homem permanece um zero. Esta é a maldição de nossa geração, o cerne do problema do homem moderno. Porém, se começamos com algo pessoal como a origem de todas as coisas, então a pessoa tem de fato significado; o homem e suas aspirações têm sentido. Temos a realidade do fato de que “pessoalidade” tem significado porque não está alienada daquilo que sempre era, é e sempre será. Esta é a resposta do Cristianismo, e com isto temos uma solução não somente para o problema da existência do universo e sua complexidade – mas também para o fato da existência singular do homem, com uma “pessoalidade” que o distingue do não-homem.
A seguinte ilustração pode ajudar: imagine-se nos Alpes e de um pico bem alto você pode ver três cadeias de montanhas paralelas com dois vales entre elas. Num dos vales há um lago, e o outro está seco. De repente você testemunha algo que às vezes acontece nos Alpes: um lago se formando no segundo vale onde antes não havia nada. Enquanto observa a água subindo, você imagina de onde ela vem. Se parar no mesmo nível do lago do vale vizinho, você poderá, após medir cuidadosamente, concluir que existe a possibilidade de que a água tenha vindo do primeiro vale. Porém, se a medição mostra que o nível do segundo lago é seis metros mais alto que o primeiro, você não pode dar essa resposta e teria de procurar outra explicação. Com a “pessoalidade” é a mesma coisa: ninguém até agora conseguiu tirar “pessoalidade” de impessoalidade.
Se começamos com menos do que “pessoalidade”, temos de no final reduzir “pessoalidade” à impessoalidade. O mundo científico moderno faz isto com seu reducionismo, pois considera “pessoalidade” como apenas o resultado do impessoal mais a complexidade. No mundo científico naturalista, seja em sociologia, psicologia ou em ciências naturais, o homem é reduzido à impessoalidade mais complexidade.
Preconceito Contra Deus
Há somente uma visão de mundo que pode explicar a existência do universo e a singularidade das pessoas – a visão de mundo que nos é oferecida na Bíblia. Muitas pessoas, porém, reagem fortemente contra este tipo de reivindicação. Elas vêem o problema – De onde vêm todas as coisas e por que são assim? -mas se recusam a considerar uma solução que envolva Deus. Deus, elas dizem, pertence à “religião”, e respostas religiosas não lidam com fatos. Somente a ciência trata de fatos. Desta forma, segundo eles, respostas cristãs não são verdadeiras respostas; são “respostas de fé”.
Essa é uma reação estranha, porque pessoas modernas se orgulham de serem abertas para novas idéias, ou de estarem dispostas a considerar opiniões que contradizem o que se tem acreditado por muito tempo. Elas acham que isto é necessário para “ser científico”. Repentinamente, porém, quando alguém menciona as “grandes” e mais básicas indagações (como essas que estamos considerando agora) com uma resposta que envolva
Deus, as portas se cerram na hora, a mente aberta se fecha e uma atitude muito diferente, um racionalismo dogmático, domina.
Isso é curioso – primeiro porque poucos parecem notar que a explicação humanista das grandes e mais básicas perguntas não passa de “resposta de fé” tanto quanto qualquer outra poderia ser. Dentro do ponto de vista humanista, tudo começa apenas com matéria; qualquer coisa que se tenha desenvolvido desenvolveu-se somente a partir da matéria e o universo representa uma reordenação da matéria por acaso.
Embora cientistas materialistas não possuam entendimento científico dopor que as coisas existem nem algum entendimento científico de como a vida começou, e embora esta visão de mundo os deixe com problemas imensos – os problemas que Woody Allen, um cineasta ateu americano, descreveu como “alienação, solidão e vazio beirando a loucura” -muitas pessoas modernas ainda rejeitam de imediato qualquer solução que use a palavra Deus, em favor da “resposta” humanista que não responde nada. Isso é simplesmente orgulho em ação.
Precisamos entender, porém, que este orgulho é recente e arbitrário. O professor Ernest Becker, que ensinou na Universidade da Califórnia em Berkeley e na Universidade Estadual de São Francisco, disse que por milhares e milhares de anos pessoas sempre creram em dois mundos – um que era visível e outro que era invisível. Este mundo visível era onde eles viviam sua vida cotidiana; o mundo invisível era mais poderoso, porque o significado e a existência do mundo visível dependia dele. Repentinamente, no último século e meio, as idéias do lluminismo se espalharam por toda a cultura ocidental e temos sido ensinados quase arbitrariamente que não há nenhum mundo invisível. Isso tornou-se um dogma para muitas pessoas seculares hoje.
Portanto, antes de adotar uma visão de mundo “científica”, verifique as premissas filosóficas em que esta “ciência” está fundamentada. Cheque para ver se você mesmo ou aqueles que estão apresentando os argumentos não foram cegos pelo preconceito contra Deus e analise cuidadosamente se não é necessário mais fé para acreditar neste tipo de visão de mundo do que para aceitar aquela apresentada na Bíblia
(Este artigo foi composto de trechos traduzidos dos livros: “O Que Será Que Aconteceu Com a Raça Humana?” e “Ele Existe e Ele Fala”, ambos escritos por Francis Scheaffer.)

 

 

Ciência e Fé: O Criador Supremo

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2.       17/12/2011 |
3.       Autor:
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Imagine-se embarcando em uma espaçonave e viajando a uma velocidade incomum em direção a outro sistema solar a bilhões de anos luz. Um planeta, em particular, chama sua atenção, o que o leva a aterrissar e investigá-lo. Em pouco tempo você descobre que a quantidade de oxigênio disponível no planeta é compatível com a necessidade humana, então decide explorar o planeta em busca de alguma forma devida inteligente.
A princípio você apenas observa uma paisagem parecida com a de um deserto árido.Não parece haver nenhuma forma de vida. Continuando sua expedição em busca de algo que prove a existência de vida inteligente você nota uma pequena estrutura. À medida que se aproxima dela, você a reconhece como sendo algum tipo de habitação. Embora esteja desocupada, ela tem janelas, uma porta e um telhado inclinado. Depois de observar cada detalhe cuidadosamente, você continua sua caminhada.
Logo você se depara com uma estrutura semelhante à anterior, um pouco maior, mas constituída dos mesmos componentes básicos e com design semelhante. Um pouco mais adiante, observa-se um número crescente de edif ícios,com estruturas mais complexas. Alguns deles apresentam várias portas, vários pisos e lances de escadas entre eles.
Finalmente você chega ao que parece ser uma cidade. As habitações estão sistematicamente posicionadas ao longo de uma rodovia. Alguns edifícios apresentam grandes detalhes em complexidade, diferente de tudo o que você observara até agora. Cada um com um estilo distinto. Muitas das estruturas parecem ter o propósito singular de causar um impacto visual.
No momento em que você chega ao centrada cidade, edifícios gloriosamente enfeitados o cercam. Você continua tomando notas esperando não perder nenhum detalhe desta incrível expedição espacial. Enfim, você decide voltar para a espaçonave.
No seu caminho de volta a frustração começa a tomar conta de sua mente. Que triste pensar que depois de tantas descobertas fascinantes, você ainda teria que ir para casa e relatar que nenhum sinal de vida foi observado naquele planeta.
Seria incrível que alguém chegasse a tal absurda conclusão. Apesar de não ter sido observado fisicamente nenhum tipo de vida naquele planeta, é evidente que algum tipo de ser inteligente teria vivido naquele lugar. Qualquer um que duvida desse fato teria que ignorar o que a maioria consideraria ser evidência óbvia e insuperável. Construções implicam em construtores. No exemplo acima é obvio, mas será que é sempre simples chegar a essa conclusão?
A resposta a essa pergunta propõe um grande debate. E é nesse contexto que a controvérsia da Seleção Natural x Criador se desenrola. Mesmo antes do tempo de Darwin e de suas teorias de seleção natural, um clérigo anglicano do século XIX, William Paley, escreveu inúmeros artigos na defesa da evidência natural de um Criador Superior. Embora seus artigos tenham sido tremendamente respeitados em seus dias, suas idéias foram posteriormente ridicularizadas pela comunidade científica.
Em um de seus mais conceituados trabalhos, “Teologia Natural” (Natural Theology), Paley escreve: “Cruzando uma estrada, suponha que eu tenha batido meu pé contra uma pedra, e que me foi perguntado como aquela pedra veio a estar lá. Eu poderia responder, possivelmente, que ela sempre esteve lá… Mas suponha que eu tenha achado um relógio na mesma estrada, e que tentasse descobrir como o relógio foi parar naquele lugar. Obviamente eu não poderia pensar na mesma resposta que foi dada em relação à pedra. Mas por que esta resposta não poderia servir para o relógio da mesma forma que serviu para a pedra?… Ao inspecionarmos o relógio, percebemos suas várias partes emolduradas, reunidas e ajustadas com um só propósito: apontar a hora do dia. Se essas partes fossem reunidas de modo diferente, não obteríamos o mesmo resultado… A conclusão que nós chegamos é inevitável. O relógio deve ter tido um fabricante que compreendeu sua construção e projetou seu uso.”
Cientistas mais recentes sentiram grande prazer em tentar refutar a idéia de Paley. “O argumento usado por ele foi feito com sinceridade apaixonada e estava fundamentado nas melhores pesquisas biológicas de seus dias, mas está errado. Gloriosamente e totalmente errado…” declara o evolucionista Richard Dawkins. Alguns dos mais conceituados cientistas da atualidade, porém, ainda não descartam os artigos de Paley. “Quem realmente respondeu satisfatoriamente sua indagação?”, pergunta o bioquímico Michael Behe. “Como um relógio pode ser produzido sem um fabricante?” É surpreendente o fato de que o argumento principal de um desacreditado clérigo do século passado nunca pôde ser refutado.
Nem Darwin, nem Dawkins, nem a ciência, nem a filosofia, ninguém conseguiu explicar como um sistema complexo, tal como um relógio, pôde vir a existência sem que alguém o tenha projetado.
Fred Hoyle, um dos maiores astrônomos e matemáticos do mundo, cujos estudos, ao contrário de Paley, não foram influenciados por sua fé em Deus, chegou a uma conclusão pura e estrita mente matemática que a existência de um sistema complexo implica na exis tência de um criador que o tenha projetado Até mesmo o ser vi-vente mais simples é extremamente complexo. E calculando a probabilida de de um ser como este vir a existir por acaso, obtêm-se o resultado de 1 em 1040.000 (isso quer dizer 1 seguido por 40.000 zeros). Os matemáticos consideram qualquer valor maior que 1050 uma impossibilidade total.
Hoyle, apesar de evolucionista e agnóstico, foi obrigado a concluir que “uma interpretação de senso comum destes fatos sugere a existência de um super intelecto e que não existe explicação plausível da física, nem da química ou biologia do universo através das forças cegas da natureza”.
Outro associado dele escreveu que as chances da vida ter surgido na Terra por acaso são tão remotas quanto as de um furacão passar por um depósito de sucata e produzir um Boeing 747.
Hoyle também fez cálculos matemáticos com um colega sobre a possibilidade de terem surgido até mesmo as substâncias químicas mais simples necessárias para a vida. Mesmo acreditando que a Terra teria bilhões de anos de existência, não seria tempo suficiente para a evolução desses processos. Da mesma forma, a origem dos genes não teria explicação. Mutação de genes não ocorrem com suficiente freqüência para justificar a origem das centenas de milhares de genes que existem. E, de acordo com eles, seria absurdo achar que as mutações aleatórias poderiam jamais produzir genes capazes de escrever as sinfonias de Beethoven e as peças de Shakespeare.
A única coisa que a seleção natural resolve é eliminar os não adaptáveis, ou os menos favoráveis, mas não explica a origem daqueles que são mais adaptáveis ou capazes de sobreviver. Até cientistas incrédulos estão chegando à conclusão de que a única explicação racional é um criador ou projetista inteligente.
Enquanto muitos ainda permanecem em suas infundadas teorias darwinianas, os cristãos já conhecem a resposta a muito tempo. As Escrituras proclamam: “Porque toda casa é edificada por alguém, mas quem edificou todas as coisas é Deus” (Hb 3.4). Toda a forma de vida existe, não por acaso, mas pela habilidosa mão de Deus que declara: “Plantarei no deserto o cedro, a acácia, a murta, e a oliveira; e porei no ermo juntamente a faia, o olmeiro e o buxo; para que todos vejam, e saibam, e considerem, e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isso, e o Santo de Israel o criou” (Is41.19,20). E ainda: “Porque assim diz o Senhor, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu, não a criando para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o Senhor e não há outro.”(Is 45.18). 

 


 

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