sexta-feira, 27 de março de 2015

HISTORIA DA ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL

  A Assembleia de Deus chegou ao Brasil

Gunnar Vingren e Daniel Berg: os pioneiros das Assembleias de Deus
Da Suécia para os Estados Unidos e daí para o Brasil
Gunnar Vingren e Daniel Berg nasceram em uma época difícil na história da Suécia. Entre 1867 e 1886, quase 450 mil suecos deixaram o país por causa da escassez de alimentos e de empregos. A maioria imigrou para o meio-oeste dos Estados Unidos.
Era a chamada “febre dos Estados Unidos”. Embora a situação tivesse melhorado, Daniel viajou para lá em 1902, com 18 anos, e Gunnar, no ano seguinte, com 24. Os dois se conheceram em uma igreja sueca em Chicago, no ano de 1909, dez anos depois da morte do famoso evangelista Dwight L. Moody, que viveu naquela cidade. A essa altura, Gunnar já tinha feito teologia em um seminário batista sueco e pastoreava uma igreja em Menominee, no Michigan, e Daniel trabalhava em uma quitanda em Chicago. Em uma conferência realizada na Primeira Igreja Batista Sueca de Chicago, Gunnar passou pela experiência do chamado batismo com o Espírito Santo e falou em línguas. A partir daí, começou a pregar a doutrina pentecostal; porém, metade da igreja de Menominee não o quis mais como pastor. Assumiu, então, o pastorado de outra igreja batista sueca, dessa vez em South Bend, na fronteira de Indiana com Michigan, e a transformou em uma igreja pentecostal. Uma de suas ovelhas era Adolf Ulldin, que, pouco depois, anunciou-lhe o que ouvira da parte de Deus a respeito de seu ministério além-mar. Por inspiração do Espírito Santo, Daniel foi visitar Gunnar em South Bend e ali ouviu a mesma profecia, que também foi dirigida a ele. Em obediência à orientação recebida, ambos viajaram para Nova York e lá encontraram, de fato, o navio Clement, que sairia na data indicada por Adolf: 5 de novembro de 1910. Por falta de recursos, compraram uma passagem de terceira classe. Duas semanas depois, com miseráveis 90 dólares no bolso, desembarcaram em Belém do Pará, sem saber uma palavra em português e sem alguém para recebê-los no porto. Assim começou a obra das Assembleias de Deus no Brasil.
Verão de janeiro a dezembro
Enquanto as denominações protestantes históricas começaram seu trabalho na região Sudeste (congregacionais, presbiterianos, metodistas e salvacionistas), no Rio Grande do Sul (luteranos e episcopais) e na Bahia (batistas), a Assembleia de Deus começou no extremo Norte do país. Os missionários pioneiros eram todos suecos, ao contrário do que acontecia da Bahia para o Sul, onde quase todos eram americanos e britânicos.
O Pará é 2,7 vezes maior que a Suécia, que tinha, na época, mais de 5,5 milhões de habitantes. Em vez das precisas quatro estações, com as quais estavam acostumados, Gunnar e Daniel encontraram aqui um verão contínuo. Na Suécia, eles adoravam participar da festa que celebrava a volta do verão, entre os dias 19 e 26 de junho, dançando a noite toda ao redor de mastros com enfeites coloridos. Os dois jovens missionários chegaram ao Pará exatamente quando começou o declínio da economia na Amazônia, devido à queda da produção de borracha, provocada pelos mercados asiáticos.
Gunnar e Daniel eram muito diferentes no aspecto físico e nos dotes pessoais. Cinco anos mais jovem, Daniel tinha muita saúde e resistência física. Era “um ganhador de almas incomum”, como diz Geziel Gomes. Praticava com sucesso a colportagem (venda de Bíblias) e o evangelismo pessoal de casa em casa, quase de ilha em ilha, e “de enfermaria em enfermaria”, quando já tinha 78 anos e estava internado em um hospital na Suécia. Além da mala cheia de Bíblias e folhetos, carregava sempre o violão, ao som do qual cantava hinos em português e em sueco para evangelizar. Em compensação, Gunnar era mais preparado e se tornou, naturalmente, o líder do trabalho. Ele era quem mais pregava, quem mais batizava e quem ia consolidando e ampliando a obra com a organização de novos pontos de pregação e congregações. Morreu trinta anos antes de Daniel, quando faltava um mês e meio para completar 54 anos.
“A mensagem completa do evangelho”
Os missionários evangélicos do século 19 foram, em parte, beneficiados pela chamada pré-evangelização, realizada pela Igreja Católica Romana nos 300 anos anteriores à sua chegada ao Brasil (de 1549 a 1855). Os missionários pentecostais foram muito beneficiados pela evangelização realizada pelos missionários evangélicos nos 55 anos anteriores ao início de seu trabalho (de 1855 a 1910). Em alguns poucos casos, o trabalho das Assembleias de Deus começava com a pentecostalização de uma igreja evangélica já existente, como aconteceu com a Igreja Batista Sueca de South Bend, no início de 1910. Em outros casos, começava com alguns crentes que deixavam suas congregações de origem para abraçar a “novidade” pentecostal. Foi o que aconteceu em Belém do Pará e em muitos lugares por esse Brasil afora, especialmente nos primeiros anos. Todavia, a maior parte da membresia das Assembleias de Deus procedia das trevas da ignorância religiosa e das trevas do pecado e da incredulidade.
Gunnar Vingren, Daniel Berg e a geração de pastores nacionais que surgiu com eles não anunciavam apenas Jesus. Pregavam “a salvação em Jesus e o batismo com o Espírito Santo”. Esta era “a mensagem completa do evangelho”. Tal pregação certamente encontrava guarida entre os cristãos que, à semelhança dos discípulos de Éfeso, nem sequer sabiam da existência do Espírito Santo (At 19.2), por culpa da omissão de seus pastores. Encontrava guarida também entre os cristãos cujos pastores atribuíam toda honra ao Espírito Santo sem, contudo, usar a nomenclatura teológica dos pentecostais.
O folheto de 27 páginas de Raimundo Nobre
Por certo período houve muito desgaste emocional e de tempo por causa do atrito entre as denominações plantadas na segunda metade do século 19 e as Assembleias de Deus. Houve atitudes precipitadas, exageros e falta de amor de ambas as partes. O encarregado da congregação batista de Belém, Raimundo Nobre, acolheu os dois suecos no porão de sua casa e permitiu a participação deles nos cultos, o que redundou na divisão da igreja. Aborrecido e preocupado com a situação, Raimundo escreveu um folheto de 27 páginas contra a pregação de Gunnar e Daniel, e mandou imprimir 20 mil exemplares, que foram enviados para as igrejas evangélicas de todo o Brasil. Gunnar ensinava que a prova do batismo com o Espírito Santo era falar em línguas. Anos depois, a declaração de fé oficial das Assembleias de Deus amenizou a questão, afirmando que falar em outras línguas conforme a vontade soberana de Deus é evidência do batismo com o Espírito. Da parte dos pentecostais, havia muita ênfase em línguas, revelações, curas e milagres. Daniel chamou de milagre o fato de um peixe ter pulado para dentro do barco quando os passageiros estavam com muita fome.
Cem mil batizados em 36 anos
A primeira igreja pentecostal foi organizada há exatos cem anos, em 18 de junho de 1911, seis meses depois da chegada dos dois suecos ao Pará, com o nome de Missão da Fé Apostólica, o mesmo nome dado por William Seymour à igreja da rua Azuza, em Chicago, cinco anos antes. O nome Assembleia de Deus foi adotado seis anos e meio depois, em janeiro de 1918.
Nenhuma denominação evangélica experimentou um crescimento tão rápido e tão grande como as Assembleias de Deus. Nos quatro primeiros anos (1911-1914) houve 384 batismos “nas águas”. No final da primeira década, a nova denominação estava estabelecida em sete estados das regiões Norte (Pará e Amazonas) e Nordeste (Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas). Na década de 20, os assembleianos ocuparam os demais estados do Norte e Nordeste e começaram o trabalho nas regiões Sudeste (Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais) e Sul (Paraná e Rio Grande do Sul). Em 33 anos de história (de 1911 a 1944), já estavam instalados em todos os estados da Federação. Na ocasião da 8ª Convenção Nacional das Assembleias de Deus, realizada em São Paulo, em 1947, o Brasil já era contado como o terceiro país em número de crentes pentecostais em todo o mundo, com 100 mil fiéis batizados.
Por intermédio dos missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que aportaram em Belém, capital do Estado do Pará, em 19 de novembro de 1910, vindos dos Estados Unidos. A princípio, frequentaram a Igreja Batista, denominação a que ambos pertenciam nos Estados Unidos. Os missionários suecos traziam a doutrina do batismo no Espírito Santo, com a glossolalia — o falar em línguas espirituais (estranhas) — como a evidência de manifestações que já vinham ocorrendo em reuniões de oração nos Estados Unidos e também de forma isolada em outros países, principalmente naquelas que eram conduzidas por Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu através de um de seus principais discípulos, um pastor leigo negro, chamado William Joseph Seymour, na rua Azusa, Los Angeles, em 1906.2
A nova doutrina trouxe divergência. Enquanto um grupo aderiu, outro rejeitou. Assim, em duas assembleias distintas, conforme relatam as atas das sessões3 , os adeptos do pentecostalismo foram desligados e, em 18 de junho de 19114 5 , juntamente com os missionários estrangeiros, fundaram uma nova igreja e adotaram o nome de Missão de Fé Apostólica, que já era empregado pelo movimento de Los Angeles, mas sem qualquer vínculo administrativo com William Joseph Seymour. A partir de então, passaram a reunir-se na casa de Celina de Albuquerque. Mais tarde, em 18 de janeiro de 1918 a nova igreja, por sugestão de Gunnar Vingren, passou a chamar-se Assembleia de Deus, em virtude da fundação das Assembleias de Deus nos Estados Unidos, em 1914, em Hot Springs, Arkansas, mas, sem qualquer ligação institucional entre ambas as igrejas.
A Assembleia de Deus no Brasil expandiu-se pelo estado do Pará, alcançando o Amazonas e propagou-se para o Nordeste, principalmente entre as camadas mais pobres da população. Chegou ao Sudeste pelos idos de 1922, através de famílias de retirantes do Pará, que se portavam como instrumentos voluntários para estabelecer a nova denominação aonde quer que chegassem. Nesse ano, a igreja teve início no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, em 1924, para a então capital da República. Um fato que marcou a igreja naquele período foi a conversão através de um folheto evangelístico de Paulo Leivas Macalão, filho de um general e precursor do assim conhecido Ministério de Madureira.
A influência sueca teve forte peso na formação assembleiana brasileira, em razão da nacionalidade de seus fundadores, e porque à igreja pentecostal escandinava, principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de ter assumido nos anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros missionários para dar suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a nova Igreja. Desde 1930, quando se realizou um concílio da igreja na cidade de Natal, a Assembleia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo administrada exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembleias de Deus dos Estados Unidos através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.
Igreja Assembléia de Deus do povoado Lagoa Verde, município de Imperatriz Maranhão, Brasil.
Organização denominacional
As Assembleias de Deus brasileiras estão organizadas em forma episcopado não territorial, onde cada Ministério é constituído pela igreja sede com suas respectivas filiadas, congregações e pontos de pregação (subcongregações). O sistema de administração é um misto entre o sistema episcopal e o sistema congregacional, onde os assuntos são previamente tratados pelo ministério(Convenção local), com forte influência da liderança pastoral, e depois são levados às assembleias para serem referendados apenas. Os pastores das Assembleias de Deus podem estar ligados ou não às convenções estaduais, e estas se vinculam a uma convenção de âmbito nacional.
As Assembleias de Deus iniciaram cedo seu trabalho missionário, em 1913 enviou um evangelista a Portugal. Desde a década de 1990 os diversos ministérios expandiram em áreas cada vez mais distantes de suas igrejas mães, plantando igrejas em comunidades imigrantes brasileiras nos Estados Unidos, Europa, Japão, América Latina ou em novas iniciativas missionárias na África e Ásia.
Desde a década de 1980, por razões administrativas, a Assembleia de Deus brasileira tem passado por algumas cisões que deram origem a diversas convenções e ministérios, com administração autônoma, em várias regiões do País. O mais expressivo dos ministérios independentes é o Ministério de Madureira, cuja igreja já existia desde os idos de 1930, fundada pelo pastor Paulo Leivas Macalão e que, em 1958, serviu de base para a estruturação nacional do Ministério por ele presidido, até a sua morte, no final de 1982.
Particularmente na América do Sul, hoje existem muitas Assembleias de Deus autônomas e independentes. No Brasil, segundo o censo 2010 de todos os grupos havia 12,3 milhões de aderentes.
As maiores convenções são:
Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) possui sede no Rio de Janeiro, esta se considera o tronco da denominação por ser a entidade que desde o princípio deu corpo organizacional à igreja. A CGADB hoje conta com centenas de pastores e missionários espalhados pelo mundo. É afiliada à Associação Mundial da Assembleia de Deus.
Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (CONAMAD) – Ministério de Madureira – possui sede no Rio de Janeiro, fruto do ministério de Paulo Leivas Macalão. Desligou-se da CGADB na década de 1980.
Doutrina
Santa Ceia.
De acordo com o credo das Assembleias de Deus, entre as verdades fundamentais da denominação, estão a crença:

Num só Deus eterno subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo;Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, considerada a única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão;Na concepção virginal de Jesus Cristo, na sua morte vicária e expiatória, ressurreição corporal e ascensão para o céu;No pecado que distancia o homem de Deus, condição que só pode ser restaurada através do arrependimento e da fé em Jesus Cristo.
Arrebatamento dos membros da Igreja para a Nova Jerusalém em breve com a volta de Cristo.
Na necessidade de um novo nascimento pela fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para que o homem se torne digno do Reino dos Céus;A denominação pratica o batismo em águas por imersão do corpo inteiro, uma só vez, em adultos, em nome da Trindade; a celebração, sistemática e continuada, da Santa Ceia; e o recebimento do batismo no Espírito Santo, geralmente, com a evidência inicial do falar em outras línguas, seguido de outros dons do Espírito Santo.
A exemplo da maioria dos cristãos, os assembleianos aguardam a segunda vinda premilenial de Cristo em duas fases distintas: a primeira, invisível ao mundo, para arrebatar a Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; e a segunda, visível e corporal com a Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo por mil anos, sendo portanto dispensacionalista.
Ainda, nesse corolário de fé, os assembleianos esperam comparecer perante o Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa do Cristianismo, seguindo-se uma vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tormento para os infiéis.
Liturgia
Pregação.
Os cultos das Assembleias de Deus se caracterizam por orações, cânticos (hinos evangélicos clássicos e contemporâneos), testemunhos e pregações, onde muitas vezes ocorrem manifestações dos dons espirituais, como, por exemplo, profecias e línguas espirituais (estranhas).
Possui dias e horários específicos para cultos, sendo o principal deles no domingo por volta das 18-19 horas, e o de ensinamento bíblico (a Escola Bíblica Dominical, com divisão de classes por idade) por volta das 9 horas.

Os cultos têm duração média de 2 horas, sendo divididos em:
Oração inicial - Normalmente um pastor ou outro obreiro faz uma oração a Deus.
Cânticos iniciais - Utilizando-se a Harpa Cristã (um livreto de Hinos Evangélicos Clássicos), canta-se em média 3 hinos e em alguns ministérios, hinos congregacionais.
Leitura bíblica (ou palavra introdutória) - Neste momento a leitura do trecho bíblico e inspirada pelo Espírito Santo, no qual o culto será direcionado como um todo com fulcro nesse trecho.
Oportunidades de cânticos por grupos de jovens, crianças, senhoras, adolescentes, corais, grupos e ministérios de louvor.
Oportunidades de testemunhos por membros - Momento no qual os membros contam o que Deus mudou em suas vidas e vem fazendo, atualmente, por ele.
Pregação - na qual um pastor, um membro da igreja local, ou um pregador ou pastor convidado fará a pregação (sermão) explicando a passagem bíblica.
Apelo - Convite aos que não são evangélicos a aceitarem a Jesus como único e suficiente Salvador.
Cântico de encerramento e/ou avisos sobre as próximas reuniões.
Oração final.
Bênção apostólica (somente dado pelo pastor ou evangelista): "A graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus, o nosso Eterno Pai, a comunhão, as doces e eternas consolações do Espírito Santo sejam sobre nós e sobre todo o povo de Deus, desde agora e para sempre. Amém".7
Em alguns casos, após a oração inicial, dá-se a oportunidade de cantar alguns corinhos, com conjuntos ou equipes de louvor.
Apesar de nem todas Assembleias de Deus seguirem essa liturgia, igrejas como a Igreja Pentecostal Deus é Amor, seguem, costumeiramente, liturgia igual.

Costumes
Assembleia de Deus do Gama Oeste (Brasília), um exemplo de uma AD 'renovada'.
Inicialmente caracterizada por um rigorismo de conduta, fruto do que o sociólogo Paul Freston chama de "ethos sueco-nordestino", mesclando o pietismo nórdico com o patriarcalismo nordestino, hoje muitas igrejas Assembleias de Deus vêm experimentando, recentemente, grandes mudanças comportamentais concernente a usos e costumes.
Há ainda diversidade de condutas, mas muito dessas igrejas já não mais impõem o uso de determinadas peças do vestuário feminino, consentindo que as mulheres usem calças compridas comportadas,mangas mais curtas, saias vestidos de diversos modelos porem, comportados, e o uso de maiôs próprios para praia,permitindo ainda o uso de alguns anéis e braceletes, maquiagens e coloração dos cabelos, desde que mantido um razoável padrão de pudor. Quanto aos homens, diminuem as restrições de bermuda para lazer. De igual modo, tendem a diminuir proibições ao uso da televisão e do rádio .
A composição social dos membros consiste em classe trabalhadora, boa parte migrantes ou descendentes de migrantes. Apresenta recentemente ascensão social1 .
Produção teológica
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Originalmente, por influência sueca, a Assembleia de Deus tinha uma produção literária modesta e pouca afinidade ao ensino formal acadêmico no campo da teologia, mas sob ação de missionários americanos surgiram as primeiras escolas, como o seminário de Pindamonhangaba. Com o crescimento de seus seminários e faculdades teológicas, começa a criar uma tradição acadêmica.
Nas primeiras décadas do século XX, as Assembleias de Deus eram dependentes de outras literaturas, principalmente da literatura batista, fato este já superado nas últimas duas décadas. A produção de literatura vasta, tornou os escritores assembleianos como referência bibliográfica de outros escritos, e não é incomum o recebimento de prêmios de literatura, como o Prêmio Areté de Literatura, que é promovido pela Associação de Editores Cristãos (ASEC) desde 1991. Hoje a literatura ocupa uma importância ímpar dentro das comunidades assembleianas e há diversas editoras dentro da denominação. Podemos citar as três maiores:
CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus), fundada em 1940 no Rio de Janeiro e está no âmbito da CGADB;
Editora Betel, fundada em 1988 no Rio de Janeiro e está no âmbito da CONAMAD;
Editora Central Gospel, fundada em 1999 no Rio de Janeiro e está no âmbito da Associação Vitória em Cristo, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Escola Bíblica Dominical
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Na década de 70 acentuava-se mais e mais a necessidade de novas revistas para a Escola Dominical, graduadas conforme as diversas faixas de idade de seus alunos. Isto acontecia, principalmente, à medida que o CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), lançado pela CPAD em 1974, percorria o Brasil.
Foi assim que, também em 1974, com a criação do Departamento de Escola Dominical (atual Setor de Educação Cristã), começa-se a planejar e elaborar os diversos currículos bíblicos para todas as faixas etárias, bem como suas respectivas revistas para aluno e professor, e também os recursos visuais para as idades mais baixas.

As EBDs tem planejamentos, cursos, literatura própria, hierarquia e tornou-se então uma das marcas registradas das Assembleias de Deus, sendo uma espécie de curso básico de teologia com duração de 4 anos, segundo a editora CPAD. As doutrinas, regras de fé, costumes e comportamento assembleiano é amplamente abordado nestas escolas, além do culto de ensinamento ou de membro, como é chamado por algumas igrejas, que abordam todas essas questões também, mas sem currículo regular como nas EBDs.

HISTORIA DA IGREJA LUTERANA LUTERANOS

                     
      IGREJA LUTERANA LUTERANISMO LUTERANOS


I. O nome "luteranos", como uma denominação de todos aqueles que estavam em solidariedade com as opiniões de Lutero, era, no início da Reforma, primeiro aplicada a eles por Eck (qv) e Papa Adriano VI, e foi concebido como um prazo de depreciação, e em primeiro lugar e por um tempo considerável designado todo o corpo daqueles que se opunham as corrupções de Roma. 
Os títulos oficiais e adequada das Igrejas particulares em que o nome Luterana foi finalmente fixado são "protestante" (qv), "evangélico" (qv), e "Os adeptos da Confissão de Augsburgo." A Igreja Evangélica Protestante da Confissão de Augsburgo não tem, como um todo, a esta hora, por qualquer ato de ofício, recebido ou reconhecido o título de "luterano", mas tem tolerado por causa das necessidades históricas do uso. Como o nome "cristão" em si, inventada por inimigos, tem sido suportado até que se tornou um nome de honra. Tornou-se cada vez mais o termo recebido pela Igreja Evangélica Protestante, em conseqüência das lutas da igreja com que os Zwinglian e calvinistas-reformados sem, e os Philippists dentro. Ele marcou o luteranismo em antítese ao calvinismo, ea adesão profunda à fé de Lutero, diante das mudanças furtivamente introduzido e estendido sob o argumento, verdadeiro ou falso, da autoridade de Melanchton .

A Igreja Luterana é a comunhão eclesiástica que adere à regra e artigos de fé restaurada na Reforma, de Lutero, que era o principal instrumento. 
A aceitação desta regra (Palavra de Deus) e da confissão desta fé são apresentadas na Confissão de Augsburgo de 1530, que é a confissão comum de toda a Igreja Luterana. A maior parte da Igreja Luterana formalmente e em termos reconhece, eo resto, quase sem exceção, praticamente reconhece a Apologia da Confissão de Augsburgo de 1530, os artigos Schmalcald de 1537, os dois Catecismos de Lutero de 1529, eo Fórmula de Concórdia de 1579, como concordantes com a regra de fé e com a Confissão de Augsburgo. Estas confissões, juntamente com os credos ecumênicos, formam o Livro de Concórdia de 1580, e são muitas vezes denominado o Symbolicol Bosoks da Igreja luterana. O sistema de fé e de vida envolvido na confissão da Igreja é o luteranismo , a Igreja que recebe oficialmente é a Igreja Luterana, e os membros da Igreja que estão luteranos. A fé da Igreja Luterana é assim sumariamente apresentado pelo Dr. Chas. P. Krauth (Reforma Conservador, página 127): "Nós somos justificados por Deus, não por qualquer mérito nosso, mas por sua misericórdia, por meio da fé em seu Filho a depravação do homem é total em sua extensão, e sua. vontade não tem capacidade positivo na obra da salvação, mas tem a capacidade negativa (menos os meios ordinários de graça) de cessar a sua resistência. Jesus Cristo ofereceu uma solução adequada, vicária, sacrifício propiciatório. fé em Cristo pressupõe uma verdadeira penitência. A renovada homem co-trabalha com o Espírito de Deus. Santificação é progressiva, e nunca atinge a perfeição absoluta nesta vida. Espírito Santo opera através da palavra e dos sacramentos, que só no sentido próprio são meios de graça. Tanto a Palavra e os Sacramentos trazer uma graça positivo, que é oferecido a todos os que os recebem por fora, e que na verdade é concedido a todos os que, com fé abraçá-lo ". As principais peculiaridades da doutrina luterana, que têm em qualquer grau considerável assuntos se tornam de controvérsia fora do próprio corpo, referem-se (1) Original Sin, (2) a pessoa de Cristo, (3) o Batismo, e (4) Ceia do Senhor. Estes serão encontrados especialmente tratado nessas cabeças. Próprias opiniões de Lutero sobre o último ponto será detalhado no âmbito do art.  Para uma visão mais completa das doutrinas do luteranismo , consulte Krauth, Reforma Conservador (Phila. 1.871), e Prof Jacobs no Mercersburg revisão , janeiro de 1872, página 77 sq .; Z ö ckler, Augsburische Confissão (1870).

II. Origem e Extensão . 

- A ruptura com a parte dominante da Igreja de Roma, e da formação da nova comunhão, tornou-se inevitável pela Dieta em Espira, em 1529, em que o protesto solene dos príncipes evangélicos foi apresentado, em oposição ao recesso imperial (decreto), em sua relação com os grandes interesses religiosos da época. Este evento deu à Igreja Luterana o título PROTESTANTE (Veja PROTESTANTE ) (qv), pelo qual é conhecido quase que exclusivamente em partes da Europa. A ruptura foi concluída pelos acontecimentos relacionados com a apresentação da Confissão de Augsburgo, em 1530 O princípio fundamental da Igreja Luterana impediu a sua formação em uma nova, concentrada e todo unido, como a que tinha crescido a tais proporções enormes e poder maligno na Igreja do Ocidente. Também não foi objeto de Lutero para formar uma Igreja independente. Ele hesitou tanto no estabelecimento de uma organização independente como fazem os líderes do movimento católico velho em nossos dias (1872). Objetivo único de Lutero, como o de hoje Dollinger, foi a reforma e reavivamento do cristianismo, ea restauração de toda a Igreja, na sua forma universal, a pureza primitiva e bíblica. Denominacionalismo ele não sabia. Sua concepção da Igreja compreendeu cristianismo católico. 
Apesar de si mesmo, no entanto, suas visões peculiares, que por conveniência agora vamos denominar " luteranismo ", espalhou-se rapidamente, especialmente depois da Dieta de Worms (1521), e apesar de tão tarde quanto 1522 Luther mesmo escreveu, eu te suplico, acima de todas as coisas, para não usar o meu nome; não se chamam luteranos, mas os cristãos "(Obras, 18:.. 293, nos 6 Leips ed .; comp também Gelzer, Vida de Lutero, páginas 288, 291), as igrejas nacionais surgiram em todos os países onde os seus seguidores constituíram a maioria. Essas igrejas do estado eram independentes umas das outras, e foram baseadas tanto nos mesmos princípios fundamentais da política, permitindo, no entanto, de grande variedade nas formas de aplicação. Ao invés de o bispo de Roma, os príncipes dos diferentes países agora assumiu os direitos de bispos, eo governo direto da Igreja foi realizada pelos consistórios (qv). João Constant, eleitor da Saxônia, seguiu os passos de seu irmão e antecessor, Frederico, o Sábio, em devoção à obra de Lutero. landgrave O Filipe de Hesse tornou-se também um adepto. Na Prússia a doutrina luterana foi introduzida em 1523 por George de Polentz, bispo de Samland. Assim, no início do ano 1525, os três príncipes da Saxônia, Hesse, ea Prússia eram seus defensores. A doutrina reformada encontrada uma entrada especialmente preparado nas cidades imperiais livres, onde a voz do povo era uma potência. Em W ü rtemberg foi introduzido sob duque Ulrich, em 1534; nos bispados de Magdeburg e Halberstadt, em 1541; em Brunswick cerca de 1545 As opiniões que Lutero havia expressado em um breve período no que diz respeito a uma constituição congregacional foram jogados para segundo plano pelas perturbações dos anabatistas e as insurreições dos camponeses. As ligas dos príncipes evangélicos foram uma das primeiras formas em que houve uma expressão da unidade entre as diferentes partes da Igreja Luterana. As convenções dos teólogos para o ajuste das controvérsias doutrinais tendem para o mesmo fim. Nas relações políticas da Igreja a unidade encontrou expressão no "Corpus Evangelicorum" (qv) nas dietas.

O rápido, e, por um tempo, o crescimento irresistível da Igreja Luterana recebeu o seu primeiro check-in os "reservas eclesiásticas" da paz religiosa de Augsburgo. Pelos termos desta paz a transição de um príncipe eclesiástico foi assistido por uma perda de seu poder secular. O aborto da tentativa de reforma por Gebhard Truchsess no Arcebispado de Colônia, em 1583, foi um desastre grave para a Igreja Luterana. A maior parte da Alemanha estava inclinado para a fé luterana. A apostasia de vários dos príncipes, como, por exemplo, Pfalz-Neuburg, por motivos políticos, ea influência da Contra-Reforma conduzida pelos jesuítas na Baviera e na Áustria, preservada uma parte da Alemanha para o papa; mas a paz de Westphalia, finalmente, fixa os limites da Igreja Luterana na Europa, e eles permanecem, muito mais que eles, em seguida, foram, até o presente dia. A transição do eleitor da Saxônia, do duque de Brunswick, e de outros príncipes para a Igreja de Roma, exerceu nenhuma influência marcante sobre o seu povo. 
Uma grande parte da alta nobreza, que nos primeiros movimentos da Reforma tinha manifestado, quase sem exceção, um desenho em direção a ela, aos poucos retornam à catolicismo. (Por essas perversões e outros prejuízos para a Igreja Luterana, ver Hist de Lobell Briefe;.. Ranke, Deutsche Geschichte, volume 7 [1868]) em um período anterior de que essas mudanças, o Philippistic e Igrejas Reformadas do Palatinado, e em Hesse, em Anhalt, e no Baixo Reno, na Frísia Oriental e Bremen, Lippe, Nassau, e Tecklenburg, haviam se separado da Igreja Luterana. No século atual destas igrejas se uniram na "União". Além dos limites da Alemanha, a Igreja Luterana foi firmemente estabelecida na Suécia, Noruega e Dinamarca, e nas províncias do Báltico alemães da Rússia. Na Polónia, foi suprimido (comp. Krasinski, Hist. Das Ref., Na Polónia). Nos Estados Unidos da América, a Igreja Luterana ganhou um novo território. (Veja luteranos NA AMÉRICA ).

Na Hungria e na Transilvânia o (Saxon) nacionalidade alemã aceitou a confissão luterana. Os magiares se tornou reformada. Na Suécia, Olaf e Lorenz Peterson, alunos de Lutero, pregou a fé purificada. Gustavus Vasa, rei da Suécia, muito promoveu os interesses da Igreja Luterana; e na Dieta de Westeras, em 1544, os últimos remanescentes do sistema papal foram removidos. Na Dinamarca, já em 1527, Christian II tinha favorecido a Reforma. Frederick Eu também era luterano decidido. Christian III chamado Bugenhagen para preparar e introduzir uma disciplina da Igreja e ritual. Riga e Curlândia entraram na Liga dos Schmalcald em 1538 Além da vasta elemento Luterana dentro da "União", na Prússia, a Igreja Luterana é a Igreja predominante nas pequenas terras alemãs: Baden, Brunswick, Mecklenburg, Oldenburg, o Principado de Reuss em Hesse, as terras saxãs, Schwarzburg, e Wtirtemburg; Também na Dinamarca, Noruega e Suécia; na Rússia, nos departamentos de Livonia, Esthland, St. Petersburg, na Finlândia, e Curlândia. Luteranos constituem uma grande massa na Hungria, França, Império Britânico, e América do Norte. Eles são, de fato, encontrado em todo o mundo. Há, no mínimo, provavelmente, de quarenta milhões de los completamente. (Comp. KRAUTH, páginas 124, 125)

III. Organização e Constituição .

 - Os primeiros impulsos frescos da vida de fé evangélica não estava autorizado a dar forma a uma vida congregacional completa em todo acordo com os princípios puros que tinham sido restaurados. Embora os príncipes luteranos primeiros foram, como um corpo, os homens de piedade dedicado, mas os interesses da Igreja nos territórios estaduais particulares foram submetidos a política político. As tendências das idéias romanistas, que em cada departamento havia golpeado suas raízes profundamente à vida européia para ser facilmente erradicadas, propõe um novo vigor na reacionário depois de tempo. A Igreja Luterana foi reprimido em uma parte do seu desenvolvimento, e estimulado ao mais alto grau de sua liberdade em outra, e pelas necessidades doutrinais que tributados todos os seus recursos. O resultado foi que ela amadureceu de forma anormal - a força de sua política não tinha qualquer proporção com a perfeição de seu sistema doutrinário. Na organização da Igreja uma parte importante ficou a cargo da visitação Igreja na Saxônia, em 1529, e resultou na atribuição a supervisão das igrejas e escolas para superintendentes (qv). A Saxon Church Order of Discipline e Adoração foi preparado, que se tornou, em grande medida, do modelo na organização das igrejas estaduais em toda a Alemanha.

A Igreja Luterana realizou-se, em princípio, distante dos dois extremos da hierarquia, que absorveu o Estado na Igreja, e Caesaropapacy, que absorveu a Igreja no Estado. Os príncipes e magistrados, no momento da necessidade da Igreja, tomou a posição dos bispos provisórias. Eles eram os oficiais suprema da Igreja, os seus mais altos representantes. Na execução das tarefas, assim, assumiu que ligou para seus consistórios socorros (qv), uma placa oficial composto por clérigos e leigos. Um estado de coisas que tinha sido justificada pela necessidade imediata da Igreja tornou-se gradualmente normal no "sistema Episcopal."
 O provisório tornou-se legalizada na fixa, eo chefe do Estado estava em vigor o principal bispo da Igreja. Tal distinção como Roma tinha feito entre clérigos e leigos, e que ignorou a grande doutrina do Novo Testamento do sacerdócio universal dos crentes, não foi reconhecido. O ministério deixou de ser, uma ordem independente e auto-perpetua, e foi considerado como um ofício divino, com uma vocação divina, dado por ordem de Cristo, através da Igreja. A divisão hierárquica do clero, como de direito divino, foi rejeitado como em guerra com o Cristianismo do Novo Testamento e da Igreja primitiva; mas o decoro ea utilidade de notas no ministério (bispos, superintendentes, reitores), a partir de direito humano só, foi reconhecido, e que elas são mantidas em alguns países. Assim, na Dinamarca, na própria infância do luteranismo , bispos evangélicos tomaram o lugar dos prelados católicos romanos depostos; enquanto que na Suécia os prelados abraçando a doutrina reformada foram continuou no cargo, e, assim, garantiu a esse país "sucessão apostólica", no sentido de alta Igreja. Muito geralmente a regra da Igreja é por consistórios, mas como estes dependem das instruções das congregações, o poder supremo se encontra com o último. 

. IV Progresso
 . - 
A história interna da Igreja tornou-se, em grande parte de um processo de desenvolvimento da doutrina (ver Hundeshagen, Beitr z politik Kirch.-.. ); e neste progresso, naturalmente, a oposição foi encontrado, e deu origem a controvérsias com os partidos, tanto de dentro e de fora. No período mais antigo da história da Igreja Luterana, suas principais lutas eram com o papado, os anabatistas, e os sacramentários. Essas controvérsias desenhou as linhas de contorno de seu próprio território, como bíblica sobre contra Roma, histórica e conservadora defronte Anabatismo e do tipo mais radical do protestantismo. Para a fixação dos limites de seu território conseguiu uma longa série de esforços para trazer esse território sob cultivo completo e harmonioso. Para ser coerente, em geral, defronte sistemas que, como sistemas, eram indefensáveis, não era suficiente. O sistema luterano era trazer todas as suas partes em harmonia de trabalho, e, portanto, as diversas divisões e escândalos, quando ainda estava em sua infância. A mais importante das controvérsias internas que surgiram durante este esforço são:

1. The antinomistic , 1537-1540, sobre a relação entre o Evangelho ea lei, o uso da lei, e sua necessidade. (Veja AGRICOLA, JOHN ).

2. The Osiandrian , 1549-1567, sobre a redenção, justificação e santificação. (Veja Osiander ANDREW ).

3. The Majoristic , 1551-1562: as boas obras necessárias para a salvação? e em que sentido? (Veja MAJOR, GEORGE ).

. 4 O Stancaristic de 1552: De acordo com o que a natureza foi obra redentora de Cristo operou - o divino, o humano, ou ambos? 5. The sinérgica , 1555-1570, na questão de saber se existe uma cooperação activa por parte dos homem antes e na sua conversão.

. 6 O Flacian de 1561: É pecado original substancial ou acidental? (Veja FLCIUS Illyricus ). Todas estas controvérsias tinha um objectivo comum - eles queriam definir mais perfeitamente a doutrina fundamental da justificação pela fé, para mostrar o que pressupunha e que envolveu, para expor seus aspectos objetivos e subjetivos. Todas as doutrinas eram vistos nessas controvérsias nas suas relações com a doutrina central, eo grande objetivo era adequá-las a ele (ver Dorner, Geschichte der Prof. Theologie (1867;. No vestido Inglês, Edinb 1872, 2 volumes, 8vo) . Uma impressão mais profunda foi feito sobre a vida das pessoas por parte das controvérsias que se desenvolveram a partir do interino em 1548, envolvendo o modo de adorar a Deus. Ele tocou questões que apelavam para os sentidos, bem como às convicções dos adoradores. Fora dele surgiu a controvérsia Adiaphoristic (qv) (1550-1555):. Quer a Igreja poderia permitir certos usos, em si indiferente, a ser imposta a ela pela força ou pela Polícia Civil A oposição veemente dos Flacians aos Philippists também teve um . grande influência sobre a formação da Igreja Luterana Infelizmente, no entanto, estas divisões entre os protestantes deram os romanistas muitas vantagens: eles tendiam na Dieta de Augsburg (1566) para alterar a situação política muito em favor dos católicos romanos, e prolongada a luta por anos (Ranke, Deutsche Geschichte, 7:63). 

Contra o Calvinismo, a polêmica virou especialmente na doutrina da Ceia do Senhor e da doutrina associada da Pessoa de Cristo, ea doutrina da predestinação. Tratava-se de toda a diversidade essencial entre o luteranismo eo calvinismo; também a tendência Philippistic, tanto quanto é a aproximação ao calvinismo em algumas características (Crypto-calvinismo). Para compor essas diferenças e fechar-se a estas questões dentro da Igreja era o objetivo da Fórmula de Concord, que depois de vários esforços inúteis na mesma direção geral da Assembleia dos eleitores em Frankfort (1558), na Assembléia dos Príncipes em Naumburg (1561), e na Altenburg Colóquio (1568), foi finalmente levado a uma conclusão bem-sucedida no Claustro Bergen, perto de Magdeburg, em 1577 (. A preparação da Fórmula de Concórdia é o último ato de uma série de eventos que deram forma confessional completo para as doutrinas da Igreja Luterana.

Durante a vida de Lutero da Igreja Luterana tinha tomado uma posição firme e definitiva, defronte a Igreja Católica Romana. A Confissão de Augsburgo foi o ponto de encontro dos amigos da fé revisto. A Apologia da Confissão defendeu de forma incomparável de Melanchton; os artigos Schmalcald soltou nota trombeta de Lutero de uma batalha em que poderia agora ser feita no trimestre - uma batalha para a vitória ou a morte. 
As pessoas tiveram seu manual no Catecismo Menor, e os pastores, em usá-lo, teve o Catecismo Maior, o melhor comentário sobre o menor. No entanto, esses documentos imortais não esgotou o desenvolvimento da fé. Mesmo nas peculiaridades individuais de Lutero e Melanchton havia impulsos conflitantes tendências. Depois da morte de Lutero da Igreja Luterana foi ameaçada com um cisma, o que poderia ter sido seguido pelo triunfo completo de Roma sobre toda a obra reformatório. De um lado era o mais suave tendência, unionistic de Melanchton e seu partido (Philippists), ansiando por sindicato, e contemporização, por vezes, com o Calvinismo, e ainda mais frequentemente com o romanismo. Do outro lado estava o partido mais rigorosa, encabeçada por Amsdorf, Flacius e Wigand. Em frente à Igreja de Roma, por um lado, e da Igreja Reformada, de outro, a Igreja Luterana insistiu fervorosamente sobre as doutrinas que distinguiu e separou-a de ambos.

Ela não quis que as perguntas abertas devem ser perpetuado, e pediu que os pontos de controvérsia deve ser ajustado e fechado. Deve a teologia é simplesmente um modo de pensar, ou será isto um sistema de fé? era a causa envolvida. Também será uma bola para o jogo de teólogos, ou um mundo para o pé firme dos crentes? As controvérsias que surgiram já tomou a sua raiz em questões que envolviam as relações das duas partes, de um lado para o catolicismo, por outro ao calvinismo. Para com a Igreja de Roma a questão em controvérsia teve referência às doutrinas da redenção e justificação. Os centros intelectuais destas lutas eram a universidades (qv). Wittenberg neste período foi a casa da teologia Melancthonian. Seu grande antagonista do interesse do conservador luteranismo foi Jena, que por diversas causas - alguns dos mais subordinados, sem dúvida, sendo de caráter político - foi fundada em 1558 pela linha Saxon mais velho. Foi a cidadela de conservador luteranismo até seus expoentes foram expulsos dela por causa da consciência. Seu refúgio provou ser Magdeburg. Este período atinge o seu ponto culminante na preparação da Fórmula Concordise, em que a tendência da Suábia, cujos representantes eram grandes Brentius e Andreai, obteve o reconhecimento oficial (compare Schmid, Geschichte der Abendmahlslehre). A ortodoxia assim fixado era dominante desta vez para o início do século 18. Suas polêmicas elaborados foram construídos sobre a autoridade doutrinal quase inexpugnável.

A agudeza escolar e secura mais e mais suplantou a fé mais livre e mais vital da Reforma. 

A religião do coração estava muito absorvido no sistema elaborado de teologia. O templo era sólido e grandioso, mas os hearthstones das pessoas eram muito freqüentemente frio. George Calixto (1586-1656) revivido em Helmstadt o humanismo de Melanchton. Sua escola se envolveu com a ortodoxia na controvérsia Syncretistic (qv). Ele procurou, no interesse da paz da Igreja, para suavizar as asperezas de disputas dogmáticas e da exclusividade dos sistemas doutrinários. O plano em que se propôs a alcançar este resultado foi a distinção entre os fundamentos e os fundamentos não-, e de regressar às expressões ainda em grande parte vagos e gerais dos cinco primeiros séculos, que, ao mesmo tempo que consideram uma fé pura como necessário para a salvação, suportou, sem decidir as opiniões divergentes em vários pontos. 
O mais impiedoso e um dos adversários mais capazes dessa tendência foi Abraham Calovius (qv). Spener produzido um revival do sentimento religioso por sentimento de piedade. Esse cristianismo ativo era necessário em oposição ao unilateral escolástica que havia crescido na Igreja. Até agora, ele reviveu o verdadeiro luteranismo da primeira aera. Mas logo se desviou para uma forma exterior de vida religiosa. A teologia bíblica de seus representantes degenerou em interpretações e aplicações das Escrituras arbitrárias. Pietismo (qv), em vários tons, fez bom o seu pé na Igreja. Ele operou em suas melhores formas um espírito mais sério em teologia. Ao lado de Spener, como um representante do melhor tipo de pietismo, era agosto Hermann Francke (qv). Seus adversários mais ilustres foram Johann Benedict Carpzov (qv) e Valentine Ernest Lischer (qv).

A estreiteza inflexível da vida da Igreja, foi alegado como motivo de separação da Igreja pelas bolsas místicas que se uniram para J. Bohme, Gichtel. e Dippel, e pela Igreja dos Irmãos. Por esses movimentos, e por Bengel ea teosofia de Oetinger, o domínio do medievalismo do século XVII foi quebrado. Sob a influência do racionalismo, no final do século XVIII, os pontos de distinção entre luteranos e as igrejas reformadas, tanto na vida da Igreja e na teologia, perdeu mais e mais o seu significado. Os esforços para a união, que eram vigoroso sem ser em qualquer sério elevado sentido, foram feitas, especialmente em Westphalia e no Reno. Esses esforços resultaram em muito pouco depois das guerras de libertação. 
A partir desse grande série de lutas saiu uma religiosidade intensa por toda a Alemanha. Considerou-se igualmente em ambas as igrejas protestantes. Ele estava em forte oposição ao espírito superficial do racionalismo, mas era, na natureza do caso, mais interessado no início nos grandes princípios comuns da vida religiosa de todo o movimento protestante que com particular, e ainda mais do que com doutrinas distintivas específicas. Prússia agora tomou medidas para uma "união" de todos os protestantes. Pelos conservadores luteranos desse novo movimento foi encarado com desconfiança. O sindicato, que realizou, dependia de seu poder moral mediante uma depreciação na parte da confissão. Ela havia sido possibilitada pelo racionalismo; mas a sua perplexidade era que, se permanecesse fiel ao que estava em uma parte tão importante a sua fonte original, ele perdeu seu poder sobre os homens na proporção em que suas convicções foram aumentados e intensificados; se, por outro lado, ele abandonou a frouxidão leve do racionalismo, que ao mesmo tempo ajudou a restaurar a forma de um confessionalismo estrito. É impossível para os homens a ser inteligente sério, quer como reformado ou luterano, e respeito as diferenças das duas igrejas como de pouca importância. Claus Harms, em suas teses, tratados a união como uma volatilização racionalista da própria essência da fé. Entre as pessoas de cunho conservador também, as mudanças na liturgia, os livros hymn-, e nos costumes da Igreja de vários tipos, eram vistos com desconfiança e desagrado como uma agressão contra a religião dos pais. Nestas circunstâncias, o movimento "Old Luterana", sob a liderança de Scheibel, em Breslau, Huschke, o ilustre jurista, e Steffens, o filósofo natural, se separou da ligação com a Igreja do Estado e formou uma comunhão independente. 
A vida religiosa da Igreja continuaram a sofrer os males que, no decurso da sua história tinham sido fixados em cima luterano alemão protestantismo. Destacam-se entre eles estavam o impedimento da vida congregacional - uma vida que foi exigido pelos princípios do luteranismo - ea repressão da vida pública que caracterizou a primeira metade do século XIX. A vida religiosa recém-despertada em si retirou-se, em consequência, em grande parte, para as menores círculos religiosos e derivados deles mais ou menos de um tom pietista. (Veja o pietismo ).

Estes círculos se atraiu mais e mais em direção a antiga ortodoxia. Para isso, eles foram impulsionados pelos esforços unionistic, eo caos criado pela infidelidade e racionalismo. As novas tendências teológicas foram atendidas pelo sistema estabelecido nas Confissões. O sentimento cresceu que, sem uma restauração das antigas relações de lealdade por parte dos ministros para os grandes padrões da Igreja, não haveria harmonia interna na Igreja. Esta oposição à união incorporada primeiro em si nas Conferências luteranas realizadas em Leipzig em 1843, e posteriormente. Rudelbach foi o primeiro líder deste movimento. Ele foi sucedido por Harless. Ele ganhou força pelas comoções civis de 1848, de modo que, nessa altura, exigiu dos membros das conferências a inscrição para os livros simbólicos. Sob esta tendência foram formadas as associações provinciais, que se uniram com as convenções luteranos em Wittenberg em 1849 e 1851 Nestas convenções, assim como em uma grande variedade de publicações, uma forte oposição à "união" foi desenvolvido. Era evidente que os conservadores eram uma unidade sobre os dois pontos - a dissolução da união de Estado e do restabelecimento completo da Igreja Luterana. 
A atual política prevalecente na Prússia de 1852 favoreceu essa tendência. (Veja abaixo, em Ritual e Adoração.) Nos diferentes territórios e províncias da Alemanha, os esforços em uma direção de emancipação e restauração deu o carácter comum da seriedade e vigor, mas em formas e modos moldados pelas circunstâncias. Na Baviera os líderes eram Lohe, Thomasius e Harless. Em Mecklenburg seus grandes representantes foram Kliefoth e Krabbe. Em Hanover seus órgãos principais foram a Conferência em Stade, e Petri, Mtinchmeier (Dogma da Igreja visível e invisível, 1854), e Uhlhorn; no próprio Reno, e em Westphalia, Ravensberg. O "New luteranismo "não era, de fato, uma unidade interna em todos os seus pontos de vista. Entre os seus grandes teólogos, Hoffmann e Kahnis completamente alienado seus amigos início. Na Baviera, L ö ele (morto em 1872), em realizar seus princípios, entrou em conflito com o governo na Igreja Luterana.

Foram feitos esforços para anular a união e restaurar genuína luteranismo

 . Dr. Ferdinand Christian Baur, que serão consideradas acima de qualquer suspeita de simpatia com a teologia distintiva do luteranismo , apresenta a história e as características das duas tendências doutrinárias, o mediador unionistic e luterana, que entram em conflito neste ponto: "O controvérsias decorrentes da questão da união tiveram este resultado na dogmática, que ninguém pode defender a doutrina da Igreja, sem qualquer tomando posição com as doutrinas tinham em comum - o consenso Dogmatik - . ou tomando a posição estritamente confessional como o principal adversário da União são os teólogos luteranos, que, com toda a sua força, dar força ao seu interesse confessional, a principal oposição ao Dogmatik do consenso é oferecido pelo Luterana Dogmatik. Pelo lado do consenso dos principais representantes são teólogos a escola de Schleiermacher, entre os quais estão Nitzsch, L ü cke, J. M ü ller, Dorner e outros. 
Para aliviar a união da acusação de falta de caráter confessional, eles acham que é necessário manter um sistema dogmático distinta. Mas como ele é essencial para a idéia de que a união de lado as doutrinas distintivas particulares que rompem as confissões. o sistema dos teólogos da União só pode aceitar o terreno comum para ambos. Neste espírito Nitzsch, no Urkundenbuch d. União Esvangelischen (1853) e J. Muller, A União Evangélica, sua natureza e direito divino (1854), tentaram apresentar, em diferentes artigos, uma fórmula que exibe o acordo das confissões. O consenso, no entanto, só pode ser provocada por um limitador e têmpera das duas doutrinas de um meio no qual a nitidez da antítese é perdida. Este método de união pode ser aplicável a um determinado conjunto de doutrinas, mas ele vai para peças de necessidade nas doutrinas distintivas que podem permitir de nenhuma modificação sem perda de sua característica essencial.

O princípio em que a teologia do consenso repousa é que só isso é essencial no protestantismo em que as duas confissões concordar. Schleiermacher foi o primeiro a manter isso, mas seu objetivo era por ele para neutralizar e tornar indiferente ambos os sistemas, a fim de colocá-los de lado, como antiquada, e substituí-los por um ponto de vista em consonância com a cultura moderna. Com todo o cuidado que Schleiermacher preciso para se dar a aparência de completa harmonia com o sistema antigo, é fácil ver que a nova forma de consciência rompe o velho, e que o velho é mantido apenas para introduzir o novo, e facilitar o caminho para ele. No caso destes doctrinaries da união, no entanto, os dogmáticos do consenso é uma mera ilusão, que não tem solo, exceto em sua falta de liberdade mental. Eles encontram o particularismo dos sistemas confessionais demasiado estreitas para eles; são instados por algo dentro deles para sustentar uma relação mais livre para esses sistemas; e não há ignorando o fato de que eles tomam uma posição que foi além deles.

Mas eles não estão dispostos a confessar isso para si mesmos; em vez de olhar para a frente, onde seu objetivo encontra-se adequada, eles se voltam para trás. Eles estão constantemente recorrentes ao ponto em que as diferenças confessionais originalmente descansado. Eles desejam estabelecer pelas confissões da Igreja o que eles pensam ser a verdadeira substância da fé evangélica. No entanto, eles devem se confessar que eles não podem estar convencido de que eles estão em todo em harmonia tanto com o luterano ou a doutrina reformada, e que por este motivo eles estão desejando para o que pode ser encontrado em nenhum dos dois. 
Quanto mais os dois sistemas são comparadas, quanto mais eles mostram que um exclui o outro. Esta é a contradição da qual não há escapatória, o código em que há uma revolução perpétua entre sindicato e confissão. A simpatia pelo sistema antigo é perdido, e ainda há falta de força e coragem para subir para um novo. Os homens sabem em seus corações que eles não estão mais em sintonia com a Igreja, e ainda assim eles têm medo de romper com ele por fora. Eles se apegam ao sindicato, e ainda não pode deixar de ir ao confessionário. É uma questão de se admirar que todos os produtos dogmáticas dessa escola de teólogos têm um ar de fragilidade, superficialidade e falta de vida? A partir da posição dogmática, é impossível negar que os oponentes da teologia da união está certo; a partir dele, devemos justificar os teólogos luteranos, cujo sistema, com toda a ofensividade de seu particularismo, tem, pelo menos, as vantagens de caráter, decisão e coerência lógica "(Kirchengeschichte des Neunz. Jahrh. 

Mecklenburg isolou-se pela sua statechurchism exclusivo. Mesmo o Hanoveriano Catecismo, com o qual os primeiros agitações no norte da Alemanha tinha sido ligado, não assegurou a aprovação sem mistura da parte da Igreja com cujas opiniões ele estava em simpatia. Nova luteranismo foi acusado de manifestar uma tendência para Romanizing, especialmente na doutrina do ministério, dos sacramentos e da Igreja. Para o cargo ministerial que é acusado de imputar um caráter sacerdotal hierárquica. Ele é acusado de exploração que a ordenação confere uma autoridade divina para o ministério da Palavra e dos sacramentos, e pela disciplina e governo da Igreja. 
Com esta tendência tem sido ligado o desejo de restaurar a confissão privada, que seus oponentes dizem que é quase equivalente a confissão auricular. Com ele surgiu uma forte oposição à constituição presbiteral. Diz-se a afirmar que os sacramentos derivam sua operacionalidade do "escritório dos meios da graça." Em conexão com este ponto de vista, uma importância exaltada está ligado aos sacramentos. A Ceia do Senhor é feito o centro adequado do serviço público. Todo o sentido artístico foi desenvolvida neste movimento; um maior interesse tem sido animado na boa execução do ritual, e, na verdade, de todo o serviço litúrgico da Igreja. A entoação e todo o elemento musical no culto foi atribuído o seu antigo lugar de estima. Esta escola foi acusado de manter isso, a fim de preservar a pureza da doutrina, uma visão da tradição em afinidade com a de Roma está a ser realizada. Sujeição à autoridade da Igreja, deve ser substituído por fé individual.

O órgão literário mais importante dessa tendência tem sido de Hengstenberg Ervangelische Kirchenzeitun, criada em 1827, que mantém dentro da união prussiano, com imensa força e sucesso, a posição do distintivo luteranismo . Essa tendência se separou da ortodoxia, que tinha o tom do sentimento de piedade, e da teologia mediação, especialmente no trabalho de missões internas (qv), com o qual ele se recusou a cooperar, com o fundamento de que não era eclesiástico. Na Igreja da Prússia se opunha-se aos regulamentos das congregações, e para a constituição da Igreja do Estado. No departamento de missões para as nações (as missões estrangeiras prazo deixou de respostas, uma vez que tornou-se a moda de um conjunto de cristãos para estabelecer missões para a conversão de um outro conjunto), a nova revista luteranismo tem buscado um caminho independente. 
Contra este Dorner se expressou, em um memorial da Prússia alta Consistório, em 1866, o que não impediu, porém, as igrejas estatais recém-adquiridos (como Hanover, etc) de serem colocados sob os cuidados do ministro de culto. Os luteranos fora da Prússia, os Mecklenburgers, bávaros, e outros, na conferência em Hanover em 1868, com os Hanoverians, e outros em espírito de comunhão eclesial com eles, fez uso do sétimo artigo da Confissão de Augsburgo (da Igreja e sua verdadeira unidade) para acompanhar a agitação contra toda união com o resto da Igreja do Estado da Prússia. Veja Neue Evassgel. Kirchenzeitung (1868); Ritschl, em Zeitschrift das peles Kirchen-Recht de Dorner (1869); Matthes, Allgemeine Kirchliche Chronik (1871).

V. Ritual e Adoração (culto) da Igreja Luterana . - A base para estes foi colocada por Lutero em sua Formula Missae (1523) e sua Missa Alemã (1525). Nestes ele tomasse em conta o princípio, que ele expressa e defendida, de que o serviço na Igreja não devia ser revogada como um todo; que as partes vitais de que tinha uma origem nobre; que a grande coisa era para limpar fora de suas excrescências e contaminações, e para restaurar a sua verdadeira lugar em que a Palavra de Deus, que havia sido cada vez mais negligenciada. Em conformidade com os princípios fundamentais de Lutero, o ritual foi purificado, os elementos negligenciados substituído, e as partes mais necessárias ainda mais desenvolvido. Ele foi trazido de volta para o padrão da Bíblia, e de início de antiguidade Católica puro. A Ceia do Senhor, restaurado à sua verdadeira posição, tornou-se o grande ponto de culminar em todos os principais serviços. 
O escritório da Palavra foi renovado. Pregação tornou-se um grande elemento indispensável dos serviços públicos principais. A congregação tomou parte direta no serviço em resposta e cantando. Os serviços foram realizados no vernáculo do país, apesar de uma certa proporção da parte latino velho conhecido dos serviços foi, em muitos casos, continuou, principalmente, no entanto, a fim de manter o nobre Igreja-music, até o momento tinha sido dado a ajustá-lo a um serviço vernáculo completa em todas as suas partes. Lutero insistia simplesmente em uma organização de adoração que deve preservar os seus tesouros e ricos recursos. Serviços para manhã e à noite, e para os dias da semana, foram retidos ou arranjado. Mais do que tudo, o canto congregacional foi desenvolvido. Em conformidade com estes pontos de vista, surgiu o serviço do tipo luterano que encontramos na agenda (qv) dos séculos 16 e 17. No norte, leste e centro Alemanha a fim Wittenberg foi seguido. e é mantida até hoje. O serviço é de comprimento moderado, e é rica liturgicamente.

As formas estabelecidas na aera da Reforma eram mais ou menos rompido, ou alterado de forma muito infeliz, em conseqüência da revolução teológica que marcou o século 18. Com a vida religiosa, cujo poder reviver sentiu-se para o fim do primeiro quarto do século 19, surgiu um forte desejo de alívio para essas mudanças travessos. Para esse desejo, ao menos como um dos seus maiores motivos, a agenda da Prússia deve a sua origem; ainda, da mesma forma, no modo da sua introdução e em elementos que permearam ele por toda parte, que envolvia uma ruptura com o tipo luterano original para o qual alegou, em grande medida para se conformar. Como este fato tornou-se cada vez mais manifesto, o esforço foi feito para trazer as formas da agenda em harmonia com os melhores elementos que ainda sobreviveram nas congregações; ainda, depois de tudo que poderia ser feito desta forma, o resultado foi imperfeita e insatisfatória. Em conseqüência disso, no período mais recente, uma aproximação ainda mais estreita tem sido feito na Prússia para o ritual luterano original. Um conjunto de pensadores influentes, como Hifling e Kliefoth, disputavam uma repristinação incondicional do culto da época da Reforma. Outros sustentam que várias mudanças foram necessárias para ajustar o que foi fornecido pela história no culto da Igreja com as opiniões bem fundamentadas do presente e as necessidades reais das congregações.

A "agenda" tornou-se uma fonte de problemas especiais na controvérsia entre os sindicalistas e os "velhos luteranos." O concurso em pauta enfureceu particularmente grave na Silésia. Entre os participantes mais ativos nesta luta foram os pastores Scheibel, Berger, Wehrhahn, e Kellner, em Hinigern. A ordem real pacífica de 28 de Fevereiro de 1834, no que diz respeito à força contínua das confissões, realizado pouco. Nem foi o conflito dissipadas pelo rescrito do Consistório de Breslau, 15 de maio de 1834, o que exigiu que o clero que não tinham aderido à União deve usar a agenda revista de 1829, e proibiu qualquer ataque públicas sobre a União Europeia. Em conseqüência da infração destas ordens dos clérigos ofensivas foram suspensas (1834). Em Honigern os militares foram chamados para forçar a abertura da Igreja para a introdução do serviço de Estado-União (24 de dezembro de 1834). Distúrbios semelhantes surgiram em Halle em conexão com Guericke, professor na universidade, que foi retirado pelo governo em 1836 Mas este elemento da oposição não era para ser seduzido por bajulação nem aterrorizado pela força. Em um sínodo realizado em Breslau, em 1835 eles tinham resolvido de esgotar todas as medidas legais para garantir para si a pureza, a independência ea integridade na doutrina, culto e constituição. Pregadores missionários viajou de lugar para lugar, administrar o batismo e da Ceia do Senhor. Em Berlim e Erfurt foram formadas novas congregações.
 No Mark e na Silésia foi adotada uma constituição especial Igreja apostólica. Entre os luteranos decidiu, no entanto, houve duas tendências. A tendência mais rigorosa exigiu uma completa separação da Igreja do Estado. O partido relativamente mais moderado, com o qual Guericke estava, desejado para realizar suas convicções luteranas dentro da Igreja do Estado na medida em que as concessões legais autorizados a fazê-lo. Estes problemas amadureceu um propósito em milhares de confessores oprimidos da fé para deixar sua terra natal por causa da consciência. Apesar das várias concessões por parte do governo, uma grande emigração para a Austrália teve lugar sob a liderança de Kavel. Para esses "pais peregrinos" de nossos dias foram adicionados muitos da Saxônia, liderada por Stephan, e de Wurtemberg ea Wupperthal. A partir de 1838, e especialmente após o advento de Frederico Guilherme IV ao trono da Prússia (1840), o tom do governo para com os luteranos tornou-se mais suave.

VI. "luteranos independente."

 - A concessão geral real foi emitido 23 de julho de 1845, para o alívio dos luteranos, que se manteve a distância do Estado Igreja "Evangélica". Foi-lhes concedido o direito de formar congregações da sua própria, e para tê-los unidos sob uma direção comum, o que não era para ser sujeito ao controle da Igreja do Estado. A congregação, depois de ter obtido o consentimento do Estado para a sua formação, poderia chamar pastores, cuja vocação era ser confirmado pela Direção, e que estavam a ser ordenado por ministros ordenados. Os batismos, confirmações, proclamação das proibições e casamentos desses clérigos foram reconhecidos em lei, e seus registros da Igreja deveriam ser recebidos em evidência. Sua obrigação, enquanto considerados os impostos e encargos da conexão paroquial estava a ser determinado pela lei comum. Nos termos destas disposições os luteranos constituiu uma alta Consistório, em 1841, sob a presidência do professor de Huschke. Esta placa oficial é a suprema autoridade eclesiástica para os luteranos na Prússia. É composto por quatro membros titulares; ele é controlado pelo Sínodo, e tem a seu cargo a pureza da Igreja na doutrina e vida, da recepção de novas congregações, a regulação das relações paroquiais, e as nomeações dos clérigos; para se comprometeu a decisão das reclamações feitas pelos funcionários das igrejas e das escolas superiores.

Ele tem a supervisão do ritual, das decisões em casos eclesiásticos e de censuras, a convocação de sínodos e assuntos similares. O clero são suportados por um salário fixo, e por gratificações. Os processos de disciplina da Igreja são, exclusão monition temporária da comunhão, a realização de desculpas em vários graus, e excomunhão final. O serviço na Igreja é conduzida de acordo com a agenda que estão em uso; a pregação em textos livres requer a autorização do Conselho de Administração da alta Consistório; Ceia do Senhor é uma parte essencial do chefe de serviço. Os luteranos não são obrigados a enviar seus filhos para as Nações escolas. Assim, a Igreja Luterana na Prússia obteve uma fundação independente definitiva. Em 1847, o Alto Consistório tinha sob seus cuidados vinte e uma congregações reconhecidas pelo Estado, e totalizando cerca de dezenove mil almas. Destes, a maior proporção foi na Silésia - dez congregações, com 8.400 membros. A menor proporção foi em Westphalia e nas províncias do Reno. Além destes luteranos separados havia um imenso número de luteranos que, em conseqüência de concessões garantidas pelo governo, permaneceu na Igreja do Estado. Fora da Prússia, um movimento luterano foi sentido em Nassau, em 1846, em que Brunn de Steeten, perto de Runkel, era o líder.
 O governo e os deputados se recusaram a autorizar a formação de uma comissão Luterana separado. A conexão entre os luteranos foi reforçada pela imprensa e pelas convenções. Os seus órgãos literários foram o Zeitschrift f ü r Lutlerische Theologie, editado por Budelbach e Guericke; o Zeitschrift f ü r Protestantismus und Kirche, editado por Harless e outros; e vários periódicos populares, como o Pilger aus Sachsen, o Sonntagsblatt, e outros. Convenções foram realizadas em Berlim, Triglaff e Gnadau. A Conferência Luterana no Leipsic realizou a sua primeira sessão em 1843.

Com o grande movimento político de 1848, os interesses dos luteranos Positivo entrou em uma nova era. Das demandas urgentes feitas na época para a separação de Igreja e Estado, eles aproveitaram especialmente em sua luta contra a União estabelecida pela Igreja do Estado. Enquanto isso, a diferença de convicção entre os luteranos no âmbito da União e aqueles separado dele não foi completamente removido. Os luteranos separados pediu a impossibilidade de um clérigo da Luterana restante com boa consciência na União Europeia. 
Os luteranos que não se retirar do governo da Igreja, no entanto, começou a entrar em uma associação mais estreita sob a liderança de Goschel, Stahl, Heubner e Schmieder. As suas opiniões e reivindicações foram apoiados por Kirchenzeitung de Hengstenberg, e pelas associações provinciais na Saxônia, Pomerânia, Silésia, e Posen. Eles concordaram, em uma reunião em Wittenberg, em setembro de 1849, nos seguintes princípios: "Nós estamos em cima da Confissão da Igreja Evangélica Luterana; nossas congregações nunca deixou de ser justamente congregações luteranas; exigimos o reconhecimento e adesão ao Luterana Confissão na adoração, a ordem da congregação, e governo da Igreja; antes de tudo deve ser insistiu na liberação do serviço altar de tudo o que é duvidoso, ea doação do selo da Confissão para todo o serviço, além disso, deve haver no governo da Igreja uma gestão que dê segurança à independência confessional; finalmente, deve haver uma garantia dos princípios luteranos na constituição das congregações ". Estes objectivos não fez, no entanto, propõem a alcançar pela separação, mas, por alegar dentro da Igreja do Estado para os direitos da Igreja Luterana nos distritos pertencentes a ele.

Esta decisão tornou mais amargo o sentimento de alienação entre os luteranos que permaneceram na Igreja do Estado e aqueles que se separaram dele. Além dessas controvérsias internas, surgiram também diferenças com o governo civil da Igreja, especialmente por parte dos luteranos dentro da Igreja do Estado. Essas diferenças foram causadas, em parte, pela criação do Alto Consistório em 1850, e em parte pela proposta Evangélica Ordem dos Congregações, que se opôs, alegando que a confissão não foi suficientemente garantido. O Alto Consistório tentou atender a oposição, e para harmonizar os sentimentos por várias concessões; mas, com uma consciência cada vez maior de necessidade e de direito, os luteranos constantemente subiu em suas demandas. Eles pediram a abolição dos conselhos mistos, a instituição de faculdades exclusivamente luteranos, o retorno da propriedade da Igreja, e por outras mudanças olhando na mesma direção geral. O resultado finalmente foi a emissão de uma ordem de gabinete de 12 de Julho de 1853, que mostrou que o rei Frederico Guilherme IV, estava determinado a não fazer mais concessões.

Os luteranos mais rigorosos mostraram-se dispostos a cooperar em vários movimentos da época. Assim, teve que se recusou a cooperar no plano das Missões Internas (1849), e se opôs à confederação de igrejas propostas na Dieta da igreja em Wittenberg em 1849 em outras terras as lutas da Igreja Luterana para a verdade ea justiça continuou. A Universidade de Erlangen era o centro da luta, na Baviera, e Harless, o presidente do Alto Consistório, um de seus grandes apoios. Mas no Sínodo Geral em Anspach, em conseqüência de oposição por parte, das congregações, as mais rigorosas visualizações luteranos não pôde ser realizado em relação ao credo, o governo da Igreja, as mudanças na liturgia, confissão e disciplina da Igreja. 
Aqui também surgiu a festa mais rigorosa, com os pastores L ö ele e Wacheren, que teve a terra de encontro comunhão na Ceia do Senhor, com a reforma, e favoreceu a separação da Igreja do Estado. Esta festa foi resistida pelo Alto Consistório. Em Nassau, os dois Hesses, Hanover, e os ducados saxões, mais restrita luteranismo tinha adeptos. Como regra os festivais de missão eram os seus centros de união. Em Baden, sob pastor Eichhorn como líder, o conflito com o governo resultou em uma separação judicial a partir da Igreja do Estado em 1856 na Saxônia, especialmente sobre Sch ö nburg, do clero luterano mais rigorosas eram inúmeras. A emigração de Stephan ferido a causa muito na estimativa geral. Durante esses movimentos públicas diversas questões de profundo interesse na teologia científica foram discutidos pelos grandes teólogos da Igreja Luterana. Entre os mais importantes destas discussões foi, 1, que entre Hoffmann em Erlansgen e Philippi em Rostock sobre a doutrina da expiação; 2, a polêmica em Mecklenburg, que resultou na deposição do professor de Baumgarten, em 1858, uma convenção de clérigos e leigos no Rothenmoor em 1858 representou o estrito luteranismo , dos quais Kliefoth tinha sido o promotor especial. Veja FJ Stahl, Die Kirche Lutherische u. morrer União (Berl. 1.859)