sexta-feira, 31 de outubro de 2014

TEOLOGIA SISTEMATICA


   ( INTRODUÇÃO)    TEOLOGIA SISTEMATICA GERAL

Quando se diz que um livro trata de teologia,isso implica mostrar suas extenções,ênfase e limitações.A palavra "teologia"é formada  de duas partes :"THEOS", QUE quer dizer "DEUS", E "LOGOS",a expressão racional ,os meios da interpretação racional ,da fé.Então,podemos dizer que a teologia significa "a interpretação racional de fé".
Existem três elementos incluidos no conceito geral de teologia:1)Teologia é intelegivel .Pode ser compreendida pela mente humana de maneira ordenada e racional.2)Teologia requer explicações.Isso,por, sua vez,envolve a exegese9analise dos textos no original0e a sistematização das idéias.3)A fé cristã tem sua base na biblia,por isso a telogia cristã é um estudo baseado na biblia.Logo,teologia é a apresentação das verdades a respeito de Deus.

                                          OS  TIPOS DE TEOLOGIA

Os diferentes tipos de teologia podemos ser catalogados de varias maneiras.(1)Por época :por exemplo,teologia patrística,teologia,teologia medieval,teologia reformada e teologia contemporranea.(2)Por ponto de vista:por exemplo,teologia arminiana(defendida por Arminio),teologia calvinista (defendida por João Calvino),teologia católica,teologia barthiniana(defendida por Karl Barth),teologia da libertação,etc.(3)Por enfase:por exemplo,teologia histórica,teologia biblica,teologia sistematica,teologia apologética,teologia exegética,etc.Algumas dessas diferenças são muito importantes para todo aquele que estuda teologia.

                                       A TEOLOGIA SISTEMATICA

A teologia sistematica correlaciona os dados da reflexão biblica como um todo,para exibir sistematicamente a imagem completa da auto revelação de Deus .A teologia sistematica pode incluir o centexto histórico,apologético,mas concentra-se na estrutura total da doutrina biblica..Teologia é descobrir ,sistematizar e apresentar as verdades a respeito de Deus.A teologia histórica faz isso ao concentrar-se no que outros tem dito a respeito dessas verdades aolongo da história.A teologia biblica faz isso ao considerar a revelação progressiva das verdades de Deus.A teologia sistematica apresenta sua estrutura total.(notas Charles C.Ryrie, teo.basica,pp.15-16).

                        CONTEXTO CONTEMPORRANEO DA TEOLOGIA

                   Definição das principais correntes teológicas

1.BIBLICA
.Tem por objetivo procurar conhecer a Deus, seus atributos e vontade através de uma reflexão(meditação, sensatez)a respeito dos temas presentes no AT E NT, considerados como infalivel palavra de Deus.
2.PROTESTANTE.
Tem por objetivo o RETORNO ÁS ORIGENS e a reinterpretação das Sagradas Escrituras tendo Cristo como ú nica perspectiva.Cuja teologia está baseado em 4 temas"Sola Escritura, solo Cristo,Sola Fide ,Sola Gracia.Os seguidores dessa teologia são chamados os tradicionalistas,ou seja :Batistas, Presbiterianos, Congregacionais e Luteranos.Destacan-se demasi fundamentos doutrinarios são os de reforma Luterana e Calvinista, dos seculos 16, 17, 1517 AD 1648 ad.
3.EXEGÉTICA
.Tem por objetivo a exegese dos textos contidos na Escritura,interpretando-os  e esclarecendo-os ao nosso alcance a qual faz parte a hermeneutica9interpretaçaõ dos sentidos das palavras, interpretação dos textos Sagrados,arte de interpretar leis etc), cuja exegese dá sentido exato a linguagem biblica como :simbolica, figurada, tipica ,alegorica e metaférica.
4.SISTEMATICA
.Tem por objetivo(descorrer dentro de um sistema, de um conjuntos de principios coordenados entre si, métodicos, ordenados que, obedece a um sistema, reunião de diversas série cientificas.
5.MORAL
.Essa corrente teológica divide-se em 4 ramificações:
         A.Moral.tem por objetivo orientar o comportamento humano em relação aos principios religiósos baseados na moral.
        B.Dogmatica.Tem por objetivo estudar os elementos da fé no céu mas no que concerne o"concilio de Trento',1545,a 1563 e outros concilios anteriores.
         C.Biblica.Tem por objetivo conhecer aDeus,seus atributos,porém segundo essa ideologia somente o clero pode interpretar as Escrituras, sendo aos demais proibido.
     D.Pratística.Tem pór objetivo, estudar a religião de acordo com a interpretação dos pais da igreja(cardeais, bispos etc),oobservando as tradições e o magistério.
6.TEOLOGIA MÍSTICA
.Tem por objetivo funamental na experiencia religiosa que permite ao iniciado supor-se imediatamente relacionado com divindade ,sendo sinais dessa união:( áspirações fanaticas ,supertições).
7.TEOLOGIA NATURAL
.(Teodicéia)Tem por objetivo buscar o conhecimento de Deus baseando-se exclusivamente na razão humana conforme é conceituada.O filosofo Karl Barth no seu livro "Deismo-filosófico,começa asseverando: as maravilhas da biblia são incriveis,e dificeis de serem acreditadas.Deus está no céu e nada é possivel saber dele,etc,ele nega totalmente a biblia sagrada escrevendo mentiras.
8.TEOLOGIA ASCÉTICA
.Tem por objetivo observar as tradições filosóficas dos Ascêtas.Que descreve os meios de cada um se conduzir conforme os Evangelhos,enquanto a Escolatica orienta quanto razão dos dados da fé, os Ascêetas orientam em qual ponto de vista separada vista a fé ser apoiada. 
9.TEOLOGIA ESPECULATIVA
(omística).Tem por objetivo, e fudamento principal o estudo sintético dos textos sagrados,apoiados nos conhecimentos filosóficos e no humanismo.Também chamada "teologia tomista'poe ser de autoria de Tomás de Aquino,o apóstolo Ángelico da igreja católica(1225-12740,cuja teologia tem seus principios nas filosofias do neo-platonismo que surgiu na idade Media.(notas apostila itad Campinas São Paulo)

 A teologia bíblica    bib "kal-li-da-ol'-o-ji:

I. Teologia Bíblica A  CIÊNCIA
definição 1
2 Relação com Dogmática
3 Coloque e método da teologia bíblica
4 Relação com exegese científica
$ II. HISTÓRIA DO Teologia Bíblica
1 Sua ascensão em forma científica
2 patrísticos e escolásticos Períodos
3 Esforços bíblicos em séculos 17 e 18
4 Antigo Testamento Teologia na primeira metade do século 19
5 Novo Testamento Teologia no século 19
6 Antigo Testamento Teologia na segunda metade do século 19
7 Rolamentos da Crítica em Teologia do Antigo Testamento
$ III. DIVISÕES Teologia Bíblica $
1 opiniões divergentes das Divisões do Antigo Testamento
2 Lei e Profecia
3 profetismo Primal eo judaísmo final
4 Lugar de Mosaism
5 Natureza de Israel religioso do desenvolvimento
LITERATURA
Teologia Bíblica $ I. como uma ciência.

Definição 1:

A teologia bíblica parece ser melhor definido como a doutrina da religião bíblica. Tal como ele funciona se o material contido no Velho Testamento eo Novo Testamento como o produto do estudo exegético. Este é o sentido técnico moderno do termo, pelo que significa uma representação sistemática da religião bíblica em sua forma primitiva.

A teologia bíblica: sometimes've sido tomadas para significar não só Esta ciência das declarações doutrinais das Escrituras, mas todo o grupo das ciências preocupadas com a interpretação e exposição das Escrituras. Nesse visão mais ampla da teologia bíblica, o termo tem sido usado-teologia exegética para definir e incluir o grupo das ciências já citados. Mas todo o peso de preferência Parece, a nosso ver, a pertencer ao uso mais restrito do termo teologia bíblica, como maior rigor científico.

2 Relação com dogmática:

Isto não é para confundir a ciência da teologia bíblica com a de dogmática, por seus personagens são bem diferenciados. A ciência da dogmática é um histórico-filosófica um; que a teologia bíblica é puramente histórica. Dogmática declarar o que, para a fé religiosa, deve ser considerado como verdade; A teologia bíblica só descobre o que os escritores do Antigo Testamento e do Novo Testamento apresentar como verdade. Isto verifica mesmo apenas o conteúdo dos pensamentos apresentados pelos escritores sagrados, mas não se preocupa com sua correção ou verificação. É a verdade do que, em Autoridades de documentário original, teologia bíblica procura alcançar. O por quê, ou com que direito, por isso, é apresentada como verdade, pertence à outra ciência, a da dogmática.

3 Local e Forma de Teologia Bíblica:

ASSIM A teologia bíblica é a ciência mais objetiva; não tem necessidade de dogmática; dogmática, por outro lado, não pode ser feito sem a ajuda de teologia bíblica. O teólogo cristão bíblico deve ser um filósofo, um exegeta, e, acima de tudo, um historiador. Pois é de uma forma que a teologia bíblica puramente histórico procura investigar o ensino, em geral, de cada um dos escritores sagrados. Cada escrita estuda em si mesmo, em sua relação com os outros, e em seu lugar na história, tomadas em conjunto. O método histórico-genético é. O lugar próprio da teologia bíblica é na cabeça de teologia histórica, onde ela brilha como um centro de luz. É perfeito como uma ciência é apresentar uma pesquisa clara, completa e abrangente dos ensinamentos bíblicos.

4 Relação com exegese científica:

No âmbito fim esta de, a teologia bíblica é servido por exegese científica, apresenta cujos resultados em forma ordenada, de modo a expor a unidade orgânica e integridade da religião bíblica. A importância da teologia bíblica reside na forma como ele dirige, corrige e frutifica toda a teologia moral e dogmática, trazendo-o para os founts originais de verdade. Seu espírito é de investigação histórica imparcial.

 II. História da Teologia Bíblica.
1 Sua ascensão em forma científica:

A teologia bíblica, sob qualquer forma verdadeiramente científica, data apenas do século 18. Offspring como era do racionalismo alemão, no entanto, verificou-se merecedor de cultivo e estudo científico da teologia maioria ortodoxa. Na verdade, o pietismo, também, exortou-nos como I afirma-bíblica dogma, defronte do dogma também escolástica de ortodoxia.

2 patrísticos e escolásticos Períodos:

A teologia patrística, sem dúvida, foi bíblica, e da Escola de Alexandria merece um elogio especial. A teologia escolástica da Idade Média inclinou-se sobre os Padres mais do que na Bíblia. A teologia bíblica, no espírito, embora não na forma, encontrou um revival na Reforma. Mas isto seguiu-se início do século 17 um tipo de escolástica, polêmico e confessional.

3 Esforços bíblicos nos séculos 17 e 18:

Mesmo neste século, porém, os esforços de caráter mais puramente bíblicos foram sem querer, como testemunhar Aqueles de Schmidt, Witsius e Vitringa. Mas ao longo de todo o século 18 não eram esforços manifestos para jogar fora o jugo escolar e retorno à simplicidade bíblica. Heymann (1708), Busching (1756), Zachariae (1772) e Storr (1793), são exemplos dos esforços mencionados. Mas foi a partir do lado racionalista Que a primeira reivindicação da teologia bíblica como uma ciência independente da classificação foi feita. Este mérito pertencia a Gabler (1787), que nos pediu para tratamento puramente histórica da Bíblia, e foi, mais tarde, compartilhada por seu colega, GL Bauer, que emitiu uma teologia bíblica do Novo Testamento (Ger) em quatro partes (1800- 1802). Mais ainda era o ponto de vista independente assumida pela CF Ammon em Sua biblische Theologie (2 ª edição, 1801 2). O Amon não deixar de apreender o caráter histórico da nossa ciência, a teologia bíblica dizendo que deveria tratar apenas com os "materiais, idéias básicas e os resultados do ensino bíblico, sem preocupar-se sobre a ligação do mesmo, ou tecendo-as em um artificial sistema. "

4 Antigo Testamento Teologia na primeira metade do século 19:

A Influência de Schleiermacher não era um afortunado, sendo separarão o Antigo Testamento a partir do Novo Testamento, e atenção centrou-se na segunda. Kayser (1813) e, ainda mais, DeWette, que morreu em 1850, perseguido o aperfeiçoamento da nossa ciência, especialmente em questões de método. Continuadores da obra Baumgarten-Crusius de Ontem (1828), Cramer (1830) e Colln, cujo trabalho foi apresentado por D. Schulz postumamente em 1836 Foi no segundo quartel do século 19 que a teologia bíblica do Antigo Testamento começou para receber toda a atenção que merecia. Tem-se declarado o mérito da filosofia de Hegel ensinou a ter os homens a ver, nos vários sistemas de doutrina bíblica, para completar o desenvolvimento, e Hegel fez, sem dúvida, exercer uma influência adubação em investigação histórica. Mas deve-se dizer que também a filosofia hegeliana Afetados teologia bíblica de modo preliminar, como pode ser visto em uma priori construção de Vatke da história e da doutrina em sua obra, Die bib. Theologie (1835), e na de Bruno Bauer Die Religion des AT (1838-1839), que não melhorar aumento disputadas, mas em cima Vatke. Steudel (1840), Oehler (1845) e Hävernick (1848) são dignos de menção honrosa particularmente nesta conexão Antigo Testamento. Em sua Teologia do Antigo Testamento (3 ª edição, 1891, edição americana, 1883) GF Oehler excelente mantido a estreita ligação entre o Antigo Testamento eo Novo Testamento, que teve Hengstenberg enfatizou Já em 1829.

5 Novo Testamento Teologia no século 19:

A teologia bíblica do Novo Testamento foi favorecido pela Neander memorável. Em 1832, eu emitido pela primeira vez sua plantação e de condução da Igreja Cristã, enquanto sua Vida de Jesus apareceu pela primeira vez em 1837 neste trabalho últimos, eu resumi a doutrina do Redentor, enquanto a primeira apresentou o ensinamento doutrinário dos escritores apostólicos em Esse sábio como para mostrar os diferentes tons de pensamento único a cada um deles, apontando, ao mesmo tempo, "como, apesar de toda diferença, não havia uma unidade essencial abaixo, a menos que se é enganado pela forma, e como a forma na sua diversidade se explica facilmente. "CF Schmid, em alguns aspectos melhorados trabalho de Neander em seu excelente teologia bíblica do Novo Testamento, emitido (1853) após sua morte por Weizsäcker (nova edição, 1864). No trabalho de Schmid, a teologia bíblica do Novo Testamento apresenta-se com objetividade, clareza e penetrante simpatia.
Teologia do Novo Testamento (1854) de Hahn veio curto de fazer justiça para os diversos tipos de desenvolvimento doutrinário do Novo Testamento. O trabalho da GV Lechler na era apostólica e pós-apostólica, foi, na sua melhoria forma de 1857, muito mais importante. E. Reuss, em 1852, emitiu sua valiosa história da teologia cristã da Idade Apostólica, uma obra completa e crítica, mas não suficientemente TI no seu tratamento objetiva. Os Prelections em Teologia do Novo Testamento de FC Baur, diretor da escola Tübingen, Ambos exemplificam os méritos e os defeitos da escola. Eles são fundamentais, independente e sugestivo, mas com falta de imparcialidade. Elas foram publicadas por seu filho após sua morte (1864). Uma nova edição do Estas palestras sobre teologia do Novo Testamento por Pfleiderer foi emitido em 1893.
Tendo tratado primeiro com os ensinamentos de Jesus, em setembro de Baur, em seguida, os materiais fora da teologia do Novo Testamento em três períodos, tornando-se quase Paul o fundador do cristianismo. Para ele, apenas quatro epístolas de Paulo eram produtos genuínos da era apostólica, ou seja, Romanos, as duas Corinthians, Gálatas, juntamente com a Revelação. Para o crescimento ea história do Testamento Baur New aplicou o método da dialética hegeliana, e, embora poderosa e profunda, exibido falta de sane julgamento, bem equilibrada. No entanto, tão conservador como um estudioso Baur Weiss deu o crédito de ter "primeiro feito para o problema da crítica atribuir a cada livro do Novo Testamento, o seu lugar na história do desenvolvimento do cristianismo primitivo, para determinar as relações a que se deve sua origem, o objeto a que se destina, e os pontos de vista o acima comerciante. "Entre os seguidores de Baur Pfleiderer Pode-se notar, em sua Paulinism (1873).
A Teologia do Novo Testamento, por JJ Van Oosterzee (edição Inglés, 1870), é um livro útil para os alunos, e Teologia do Novo Testamento de Immer A. (1878), já famoso por seus estudos hermenêuticos, é digno de nota. O chefe entre cultivadores subsequentes da teologia bíblica do Novo Testamento deve ser contada B. Weiss, cuja obra, em dois volumes (edição Inglés, 1882-1883) A mais importante e constitui um tratamento completo, completo e preciso sobre o assunto em todos os seus detalhes :
W. Beyschlag, cujo Novo Testamento Teologia (edição Inglés, em 2 volumes, 1895) também é importante; H. Holtzmann, cujo tratado sobre a Teologia do Novo Testamento (1897) tratou de forma crítica com os conteúdos doutrinários do Novo Testamento. Aprendizagem e abitur de Holtzmann são grandes, mas é marcado por seu trabalho pressuposições naturalistas. A obra francesa de Teologia do Novo Testamento, por J. Boro (2 volumes, 1893-1894) é marcado por uma grande independência, competência e imparcialidade. A Teologia do Novo Testamento, por WF Adeney (1894), eo trabalho ainda mais recente, e muito atraente por escrito, com o mesmo título, por GB Stevens (1899), traz-nos muito bem, até o presente estado de nossa ciência em relação ao Novo Testamento.

6 Antigo Testamento Teologia na segunda metade do século 19:

Voltando à teologia bíblica do Antigo Testamento, na segunda metade do século 19, encontramos as investigações de A. KLOSTERMANN para a Teologia do Antigo Testamento, que apareceu na teologia do Antigo Testamento de 1868, nada menos do que a do Novo Testamento, setembro foi adiante por que grande estudioso, H. Ewald, em quatro volumes (1871-1875; edição Inglés (primeira parte), 1888). Seu interesse pela teologia do Novo Testamento foi devido ao seu forte sentimento de que o Novo Testamento é realmente a segunda parte do registro da revelação de Israel. A. Kuenen lidou com a religião de Israel em dois volumes (edição Inglés, 1874-1875), escrita nobre, mas com uma visão defeituosa em, e compreensão de, as idéias religiosas mais elevadas, de Israel. Prelections F. de Hitzig (1880) lidar com a teologia do Antigo Testamento, como parte de seu conteúdo. H. Schultz Tratada Teologia do Antigo Testamento em dois volumes (1 ª edição, 1869, 5 ª edição, 1896; edição Inglés, 1892), em um, principalmente justo, e, por comparação, manipulação equilibrada cuidadosa do desenvolvimento de idéias religiosas.
Nós não tocou escritores como Smend, por exemplo, em Seu Antigo Testamento História da Religião (1893), e J. Robertson, em seus primeiros Religião de Israel (2 ª edição, 1892), que tratam da teologia bíblica do Antigo Testamento apenas de forma subsidiária à consideração dos problemas histórico-críticos. A Concepção de Revelação no Antigo Testamento foi tratado pelo FE Konig em 1882 de uma forma cuidadosa e abrangente, e no que diz respeito à ordem e relação dos documentos, revelação em Israel sendo tomadas por ele em um supranaturalistic sentido. Também importante para o progresso da teologia bíblica do Antigo Testamento era o teológico e visão histórica do Antigo Testamento, por C. Siegfried (1890), que insistiu no desenvolvimento da maior religião de Israel de ser estudada como os profetas velhos starting- ponto, em vez de a lei.

Menção deve ser feita de Estudo Bíblico:

Seus princípios, métodos e história, por CA Briggs (1883, 4 ª edição, 1891); Importante do Compêndio da Teologia Bíblica do Antigo e do Novo Testamento por K. Schlottmann (1889); de valioso Antigo Testamento Teologia de E. Riehm (1889); e de Estudos de G. Dalman em Teologia Bíblica - O nome divino e sua história - Também em 1889, da Teologia do Antigo Testamento de A. Duff (1891); Manual do A. Dillmann de Teologia do Antigo Testamento, editado por Kittel (189, 5); e da edição de Marti da Teologia do Antigo Testamento de A. Kayser (3 ª edição, 1897).
De Teologia do Antigo Testamento, por AB Davidson (1904), pode-se dizer que faz plena justiça à noção de um desenvolvimento progressivo da doutrina no Antigo Testamento, e é certamente divergente do ponto de vista daqueles que, como Cheyne , tratar escritos do Antigo Testamento como tantos fragmentos, de teologia, que não pode ser extraído. Teologia Bíblica do Antigo Testamento, por B. Stade (1905), é o trabalho de um ilustre representante dos modernos pontos de vista críticos, já famoso por seu trabalho sobre a história de Israel (1887). A Teologia do Antigo Testamento por WH Bennett (1906) é um compêndio clara e útil sobre o assunto.

7 Rolamentos da Crítica em Teologia do Antigo Testamento:

Trabalhos recentes, como O Problema do Velho Testamento por James Orr (1905), os críticos do Antigo Testamento por Thomas Whitelaw (1903) e Ensaios de Crítica do Pentateuco, por Harold M. Wiener (1909), lidar com as questões críticas, e não fazer preocupação nós aqui, salvar a observação de que eles não estão sem rumo, em seus resultados, sobre a teologia do Antigo Testamento. Tais resultados são, por exemplo, as insistências, na obra de Orr, sobre a unidade do Antigo Testamento, mais elevada do que a visão naturalista de Israel religioso do desenvolvimento, a utilização discriminatória de nomes divinos, como Elohim e Yahweh, e assim por diante; ea contenção expressa na obra de Whitelaw, que as hipóteses críticos são: como pode não dar "uma teologia filosófica razoável" (p 346.). Na verdade, não se deve supor que funciona até mesmo, como o de SR Driver, Introdução à Literatura do Antigo Testamento (primeiro publicado em 1891), sem a influência machado resultante em teologia bíblica.
Assim, longe disso, que a verdade é que há provavelmente nenhum resultado do reajuste da história e da literatura do Antigo Testamento assim como o seu rolamentos importantes sobre a teologia bíblica do Antigo Testamento. Para a ordem eo método de revelação mais Certamente estão envolvidas na ordem e relação dos livros ou documentos, bem como o curso da história. O progresso da revelação correu paralelo com a obra de Deus na Natureza e no crescimento da sociedade humana. Por isso, a reconstrução da teologia histórica do Antigo Testamento vai demorar muito tempo e estudo, ou o valor integral do Antigo Testamento pode estar fora brought como a de uma revelação independente e permanente, com as verdades característica dos seus próprios. Entretanto, a realidade dessa revelação, eo caráter teleológico do Antigo Testamento, têm sido brought out, da maneira mais sinal, por estudiosos de teologia como Dorner, Dillmann, Kittel, Kautsch, Schultz e outros, que sentem a inadequação do Natural desenvolvimento ou "reflexão humana" para explicar ª eology velho Testamento, e do imediatismo do contato de Deus com o homem nos tempos do Antigo Testamento para ficar sozinho suficiente para explicar uma revelação tão pesado, organicamente ligada, ligados dinamicamente, monoteísta e progressiva.

$ III. Divisões da Teologia Bíblica.

1 opiniões divergentes das Divisões do Antigo Testamento:

As divisões da teologia do Antigo Testamento são questões de grande dificuldade. Para a crítica mais recente tem Praticamente Esse modo Transformado de representar o processo de desenvolvimento religioso de Israel, que tinha sido habitual ou tradicional. Deste ponto de vista dos últimos, a Idade Patriarcal foi sucedido pela Idade Mosaic, Com a sua sob Moisés dando-lei, seguido, após um período intercalado de juízes e monarquia, pela esplêndida Age of Prophecy. Em seguida, houve o Exile preparando o caminho, após o retorno, para a nova teocracia, em que os Lei de Moisés foi buscada com esforço mais persistente, embora não sem resultado sombriamente legalista. Tais foram a base histórica para a teologia do Antigo Testamento, mas as alterações propostas pelo novo críticas são suficientemente a sério. Estes, será necessário indicar, sem ir além do escopo deste artigo e tentar Ou a crítica de um ponto de vista ou de outro. É necessário fazer mais assim, que finalidade Média User've Atingido pela crítica. Estamos apenas preocupados com a diferença de originais que opiniões divergentes para fazer teologia bíblica do Antigo Testamento, cuja reconstrução está muito longe de perfeita.

2 Lei e Profecia:

Que eles querem dizer séria diferença tem-se indicado na parte histórica deste artigo. A maioria destes expatriados intrusivos é a proposta de inverter a ordem da lei e da profecia, e falar um pouco dos profetas ea lei. Porque a lei é, na visão mais recente, levado para pertencem ao período pós-profético - em suma, para o período de retorno do exílio, Considerando que, no esquema tradicional da ordem da revelação, a Lei foi encontrado ambos com força total no Êxodo e do retorno, com um período de inatividade entre os dois. A peça do legalismo, a crítica mais recente afirma, não poderia ter adaptado a nação israelita em sua fase inicial e subdesenvolvido, como o faz após os ensinamentos dos profetas e da disciplina do Exílio. Contra isso, o esquema mais velho prefere a objeção de que um sistema externo e legalista é feito o resultado do ensinamento espiritual sublime dos profetas; A letra aparece super-imposta ao espírito. A crítica, porém, postula para os códigos rituais do Pentateuco uma influência paralela no tempo com a de profetismo.

3 profetismo Primal eo judaísmo final:

Além dos ajustes da profecia e da lei referida apenas, os pontos de vista postular um período crítico em que a religião primitiva dos profetas, com a sua visão da vocação de Israel, foi incutida; Além disso, no período final do judaísmo, intercalada entre o retorno e os Macabeus, em que se vê no trabalho a lei levítica, e várias tendências anti-legais. Deve ser óbvio que as tentativas de integrar a teologia do Antigo Testamento em meio às incertezas prevalecentes de crítica deve estar longe de ser fácil ou no final, mesmo que a necessidade ser sentido e importância de manter o interesse religioso antes mesmo do Antigo Testamento no estudo histórico. Para os escritores do Antigo Testamento, a religião era a história primário, secundário e acessório, bem podemos acreditar.

4 Lugar de Mosaism:

Devemos estar contentes de saber menos do início remotos e estágios iniciais de desenvolvimento religioso de Israel, pois, como AB Davidson comentou: "em questões como esta nunca pode obter no início." J. Robertson Considera Permitindo crítica errado em não "sinalizado ponto de partida suficiente para o desenvolvimento", por que significa que eu purê necessidades religião profética "a puré religião pré-profética" para explicar STI mais de "caráter germinal ou elementar." Pode-se notar, também, o quanto Importância Reforço da posição e estão ligados a Mosaism ou Moisés por críticos como Reuss, Schultz, Bredenkamp e Strack, que por Wellhausen, que ainda permite a Un certain substrato de fato atual e histórica.

5 Natureza de Israel religioso do desenvolvimento:

Pode-se observar, ainda, que ninguém está ao abrigo de qualquer compulsão para explicar Essa transformação, como Wellhausen Permite ainda, no crescimento lento desde muito baixas primórdios da noção do Senhor até o monoteísmo puro e perfeito - Entre um não - pessoas metafísicas - por mera suposição da teoria naturalista. Evolutiva a hipótese crítica do desenvolvimento religioso de Israel pode ser, mas claramente que o desenvolvimento, então não era controlada exclusivamente por fatores humanos ou elementos de forma a excluir a presença de energia ou poder de revelação sobrenatural. Tinha Deus Dentro dele - HAD, na frase de Dorner, "teleologia como alma STI." Assim, como Gunkel ainda declarar: "Israel é, e os sobreviventes, o povo da revelação." É por isso que Israel era confiável para fazer - a despeito de todas as tendências retrógradas - progresso retilíneo direção a um objetivo predestinado - a meta de ser o que Ewald denominou um "puramente imortal e Israel espiritual". Teologia do Antigo Testamento não parece ter suficientemente Ele percebeu que o Testamento Teologias Old realmente nos apresenta com mais do que uma teologia - com o desenvolvimento progressivo de uma religião e não com idéias teológicas, descansando em um plano histórico. 

             NOS NÃO SOMOS MODERNISTAS NEM PÓS MODERNISTAS
"NÃO PRECISAMOS MISTURAR OU DA MISTURA DA TEOLOGIA MUNDANA E MODERNISTA DOS CONTEMPORRANEOS".
Os teólogos que obedecem dogmas do "liberalismo teológicos" denominados por radicais são contrarios as verdades de revelação Divina em toda Escritura(2°tm 3.16-17)e afirmam que a biblia não é a palvra de Deus e sim apenas contem em alguns textos a palavra de Deus.Porem a biblia é a palavra de Deus.(1°cor 2.10-16).
A maneira de fazer teologia tem variado consideralvelmente ao longo da história da igreja.Houve  periodos em que havia uniformidade consideravel dentro da teologia, acompanhada de uma uniformidade de métodos.A era do escolatisismo católico romano é um exemplo disso.Poe vezes, a teologia protestante tem apresentado homogeneidade similar.O periodo imediatamente posterior á Reforma foi um desses tempos dentro do luteranismo.Hoje entretanto, há consideravel diversisdade.
 Uma carateristica de nosso tempo de vida relativamente curto das teologias.Em certo sentido,a grande síntese teológica contruída por Agostinho permaneceu aproximadamente 800 anos.Toamás de Aquino formulou um sistema euma metodologia teológica que permaneceu 250(em meios católicos,7oo anos)).A teologia de João Calvino prevaleceu por quase três séculos. Quando contudo chegamos a Friedrih Scheliermacher,encontramos o liberalismo que ele inspirou por pouco mais de um seculo.A teologia de Karl Barth foi suprema apenas no periodo de 25 anos,e a demitização de Rudolf Bultmaan 12 ano.(notas ibid,pp.28).
Outra dimenção do ambiente teológico atual é declinio das grandes escolas de penssamento teolo´gico.Na década de 50 era possivel identificar de forma básica a maioria dos grandes teólogos com algum campo especifico,seja neo-ortodóxo,neo-liberal,Bultmannniano ou outro grupo.Agora no entanto muitas vezes só existem teólogos e teologias individuais.Embora possa haver consenso geral ou blocos de idéias, não há compromisso fortes com sistemas de penssamento como taís.Assim, não se pode mais simplesmente decidir esposar um sistema pronto.O que ocorre para esse declinio é que agora os gigantes liberais teológicos já sairam de cena.A primeira parte do seculo 20 apresentou o penssamento de Karl Barth, eles quanto ao penssamento e ninguém reúne seguidores como eles.Na maior parte é cada teólogo por si.(ibid,pp.28).

       E A TEOLOGIA CONSERVADORA NESTE CONTEXTO HISTÓRICO?

"EMBORA TENHAM SURGIDO SIGNIFICATIVAS NA ABORADAGEM TEOLÓGICA ATRAVÉS DO SÉCULOS , A PREOCUPAÇÃO EVANGELICA É SIMPLEMENTE INVESTIGAR O QUE A BIBLIA DIZ SOBRE DETERMINADO ASSUNTO E JUNTAR TUDO FORMANDO ALGUM TIPO DE TODO COERENTE".

Até certo ponto a teologia evangélica ou conservadora tem se esquivado do declinio.Por deixarem claro que t~em a biblia como fonte,os evangélicos não sofrem nem debatem se o foco principal,está nos sentimentos ou na atividade ética.Embora tenham surgido nuanças significativas na abordagem teológica atravez do séculos , a prewocupação evangélica é simplemente investigar o que biblia diz sobre determinado assunto e juntar tudo,formando algum tipo de todo coerente.A metodolgia defendida neste neste assunto mantém essa postura básica.Há tres licões que podemos aprender com essa rápida visão do ambiente teológico contemporraneo.

                                                  1.LIÇÃO
Precisamos cuidar para não nos identificar demais com cultura contemporranea:Como a cultura está mudando muito rápido com a explosão do conhecimento e com as transformações nos fatores sociais,as teologias que se ligam de modo muito estreitoás evoluções contemporraneas torna-se iguamente obsoletas.Uma analogia aqui é uma peça de máquinas não pode haver muita folga para que não se gaste muito, por outro lado se ficar muito estreita, as partes podem se quebrar com pressão.Da mesma forma, é importante ter um equilibrio entre a formulação de essencia atemporal da doutrina critã e a contextualização em uma situação especifica.Se em nossa tarefa tivermos de favorecer uma ou outra ,devemos nos concentrar na primeira.(notas ibid,pp.28-29).
                                                   2 LIÇÃO
Uma segunda lição tirada do cenario contemporraneo é que é possivel certa dose de ecletismo na feitura da teologia.Isso não deve dar e entender que tomamos elementos dispares de diferentes teologias e os combinamos acriticamente.Pelo contrario, o que estamos dizendo é que nenhum sistema possui um ponto de vendas exclusivo bem na eaquina do mescado teológico,sendo possivel aprender de varias teologias diferentes.(ibid,pp.29).

                                                  3 LIÇÃO
Uma terceira lição é a importancia de manter algum grau de indenpencia ao estudar as idéias de um teólogo liberal e modista ou neo liberal.Embora, pelo menos em parte,seja valioso ser discipuilo de alguém,não se deve cair em um discipulo que aceite acriticamente tudo o que o teologo afirme.Isso é na relidade é fazer com que um dependa do outro no que se refere a fé.Mesmo no caso das pessoas com quem se tenha mais aproximação(e,talvez,especialemte nesses casos),é essencial questionar surgimento de um penssamento criativo indenpendente.Embora isso a tarefa teológica um tanto mais dificil,o esforço é valido.Permancemos  na teologia conservadora sem aderir o liberalismo das novas heresias que surgemn por ai,e vamos quesitonar essas novas heresias mesmo com exame da palavra de Deus.(ibid,pp.29).   

       A importância da Doutrina Bíblica para a vida cristã

Qual o segredo do avanço irresistível da Igreja Primitiva? Já nos capítulos iniciais dos Atos dos Apóstolos, constatamos algo de suma importância. Mesmo não possuindo uma fórmula mágica de administração, a Igreja precisou de apenas três décadas para chegar aos pontos mais distantes do Império Romano.
Consolidados no ensino da Palavra de Deus, mantinham-se os cristãos firmes na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor e reverência. E muitas eram as maravilhas que o Senhor operava por intermédio deles. Ao contrário do que pensam alguns estudiosos, a Igreja do Pentecostes não era piegas nem emocional; era bíblica e teologicamente cristocêntrica.
A fim de nos alicerçarmos no ensino dos apóstolos e dos profetas, entraremos a estudar, a partir deste domingo, as doutrinas fundamentais de nossa fé. E a cada lição constataremos: sem a instrução da Palavra de Deus, o avivamento é impossível.

                           O QUE É A DOUTRINA BÍBLICA

Ao contrário da filosofia, a doutrina cristã não se perde em especulações. Se por um lado, conduz-nos a conhecer mais intimamente a Deus; por outro, constrange-nos a ter uma vida santa e irrepreensível. Andrew Bonar, ao destacar-lhe a importância em nosso cotidiano, foi enfático: “Doutrina é coisa prática, visto que desperta o coração”.


                                     DEFINIÇÃO 

                   
O termo “doutrina”, nos textos de Dt 32.2; Jó 11.4 e Pv 4.2, é a tradução do hebraico leqah, que significa “ensino”, “aprendizagem” ou “poder de persuasão” de quem ensina (Pv 16.21). Nas páginas do Novo Testamento, a palavra grega mais empregada é didachē, cujo sentido é “instrução”, “ensino” ou “doutrina” (Mc 1.22,27; 11.28; Jo 7.16,17; Mt 22.33). A igreja cristã primitiva usava ovocábulo didachē para referir-se “a doutrina dos apóstolos” (At 2.42), ou a “doutrina do Senhor” (At 13.12), que era, na verdade, a exposição do evangelho de Cristo. O apóstolo Paulo também usou o termo diversas vezes referindo-se ao conjunto de ensinos e crenças que compunham a pregação cristã primitiva (Rm 6.17; 16.17; Ef 6.4; 1 Tm 1.3; 4.16; 6.3). Essa mesma tradição, chamada posteriormente de“kerygma” pelos teólogos, é mencionada na teologia paulina como “apregação (kerygma) de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto” (Rm 16.25; 1 Co 1.21; 2.4; 15.14). Segundo o apóstolo João, esse arcabouço de ensinos constitui a “doutrina de Cristo” (2 Jo 1.9). A doutrina, portanto, é o conjunto de ensinos e crenças que constituem o cânon de fé e prática do cristão. 
 Cada andar, por sua vez, possui suas respectivas divisões e ambientes, mas todos igualmente formam o mesmo edifício. De modo análogo, a Teologia, em sentido restrito, pode ser classificada em cinco divisões interdependentes. Assim, à medida que se conhece uma disciplina teológica, esta favorecerá a compreensão da seguinte. Portanto, apresente aos alunos o “Edifício Teologia”. Explique que no primeiro andar estuda-se os textos originais da Bíblia; no segundo, o desenvolvimento histórico das doutrinas; no terceiro, a teologia do Antigo e do Novo Testamento; no quarto, alguns dos temas tratados nesta lição; no quinto, aplica-se ao ministério cristão os resultados das investigações anteriores, como por exemplo, na pregação ou homilética. Ensine aos alunos que as lições ministradas encontram-se no 4o andar do “Edifício Teologia”, a saber: Bibliologia, Teontologia, Angelologia, Antropologia, Hamartiologia, Cristologia, Pneumagiologia, Soteriologia, Eclesiologia e Escatologia.

Qual o segredo do avanço irresistível da Igreja Primitiva?

Já nos capítulos iniciais dos Atos dos Apóstolos, constatamos algo de suma importância. Mesmo não possuindo uma fórmula mágica de administração, a Igreja precisou de apenas três décadas para chegar aos pontos mais distantes do Império Romano.Consolidados no ensino da Palavra de Deus, mantinham-se os cristãos firmes na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor e reverência. E muitas eram as maravilhas que o Senhor operava por intermédio deles. Ao contrário do que pensam alguns estudiosos, a Igreja do Pentecostes não era piegas nem emocional; era bíblica e teologicamente cristocêntrica.
Ao contrário da filosofia, a doutrina cristã não se perde em especulações. Se por um lado, conduz-nos a conhecer mais intimamente a Deus; por outro, constrange-nos a ter uma vida santa e irrepreensível. Andrew Bonar, ao destacar-lhe a importância em nosso cotidiano, foi enfático: “Doutrina é coisa prática, visto que desperta o coração”.
 Objetivos. O principal objetivo da doutrina bíblica é aprofundar o nosso conhecimento de Deus (Os 6.3). Se não o conhecermos experimental e redentivamente, como haveremos de colocar-nos a seu serviço? (1 Sm 3.7). O Israel do Antigo Testamento caiu na apostasia por não conhecer a Jeová. Através de Oséias, lamenta o amoroso Senhor: “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento” (Os 4.6).
De igual modo, visa a doutrina bíblica à perfeição moral e espiritual do ser humano. Escrevendo ao jovem pastor Timóteo, o apóstolo Paulo é mais do que claro; é incisivo: “Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (2 Tm 3.17). Ideal inatingível? Se contarmos apenas com as nossas próprias forças, jamais atingiremos semelhante padrão. No entanto, se nos entregarmos à graça de Nosso Senhor, nossa vereda refulgirá de tal forma que viremos a resplandecer como os astros no firmamento (Pv 4.18; Dn 12.3).
 Doutrina e costumes. Doutrina não são costumes. Todos já ouvimos essa frase. No entanto, a boa doutrina, quando corretamente interpretada, gera costumes bons e sadios. Conseqüentemente, um povo que ignora as verdades bíblicas com facilidade assimilará os costumes do Egito e de Canaã (Lv 18.3). Foi o que ocorreu com os israelitas: durante a peregrinação no deserto, imitaram os egípcios; na Terra Prometida, os cananeus. Eis porque somos instados a não amar o mundo (1 Jo 2.15).
Por conseguinte, quanto mais doutrinados forem os crentes, mais os seus costumes conformar-se-ão à Palavra de Deus. Al Martin é positivo: “A finalidade para a qual Deus instrui a mente é para que Ele possa transformar a vida”. No Salmo 119, pergunta Davi: “Como purificará o jovem o seu caminho?”. Responde o salmista: “Observando-o conforme a tua palavra” (Sl 119.9).Não podemos, portanto, dissociar os bons costumes da doutrina. Como aqueles dependem desta, logo: a boa doutrina gera, necessariamente, os bons costumes.

 A NECESSIDADE DA DOUTRINA

Há cristãos que, menosprezando a doutrina bíblica, alegam: “O importante não é a teoria; e, sim: a prática”. Entretanto, quem disse que a doutrina bíblica é meramente teórica? Ela é a vontade de Deus. E, como tal, deve ser posta em prática. Aos filhos de Israel, ordena o Senhor: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por testeiras entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas” (Dt 6.6-9).

               Vejamos por que a doutrina bíblica é necessária


 A doutrina bíblica proporciona-nos a salvação em Cristo. Paulo instrui ao seu jovem filho na fé: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina: persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem” (1 Tm 4.16).
 A doutrina bíblica santifica-nos. Em sua oração sacerdotal, refere-se o Cristo ao poder santificador da Palavra de Deus: “Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os aborreceu, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na verdade: a tua palavra é a verdade” (Jo 17.14-17).
 A doutrina bíblica torna-nos sábios. Timóteo, instruído por sua mãe, Eunice, e por sua avó, Lóide, veio a tornar-se um dos maiores obreiros do Novo Testamento. Jovem ainda, veio ele a ser considerado um sábio, conforme lhe escreve Paulo: “E que desde a tua meninice sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus” (2 Tm 3.15).
Enfim, é a doutrina bíblica imprescindível para o nosso crescimento na vida cristã. Sua necessidade pode ser constatada tanto coletiva quanto individualmente. William S. Plumer analisa a eficácia da doutrina bíblica na vida cristã: “Doutrinas fracas não são páreo para tentações fortes”.


                     A DOUTRINA BÍBLICA E O SERVIÇO CRISTÃO

Infelizmente, há obreiros que, no ímpeto de evangelizar, não se aplicam a aprender a doutrina bíblica. Acham que o ensino sistemático das Sagradas Escrituras é perda de tempo. Deveriam eles atentar a esta recomendação de Charles Spurgeon: “Os homens, para serem verdadeiramente ganhos, precisam ser ganhos pela verdade”. Vejamos por que a doutrina bíblica é importante ao serviço cristão.
 Na evangelização. Na divulgação do Evangelho, acha-se implícito o ensino da doutrina bíblica, conforme podemos inferir da Grande Comissão que nos confiou o Senhor Jesus: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.19,20 - ARA). A evangelização pressupõe, essencialmente, a presença da doutrina bíblica.
 Na instrução dos santos. Paulo jamais se mostrou remisso quanto à doutrinação da Igreja de Cristo. Em Trôade, ministrou aos irmãos até altas horas: “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite” (At 20.7,8 - ARA). Nem o incidente com o jovem Êutico lhe arrefeceu o ardor doutrinário: “Subindo de novo, partiu o pão, e comeu, e ainda lhes falou largamente até ao romper da alva” (At 20.11 - ARA).
 Na defesa da santíssima fé. Somente poderemos defender a santíssima fé se nos dedicarmos com afinco ao estudo da doutrina bíblica: “Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pe 3.15).
Está você preparado para defender a sua fé e a apresentar as razões da esperança que temos em Cristo? 
. Advertência bíblica. A Bíblia dá grande enfoque à doutrina como a substância da fé, e dela provém o material para o seu conteúdo. Ela é enfática em sua condenação contra o que é falso. Adverte contra a ‘doutrina dos homens’ (Cl 2.2); contra a ‘doutrina dos fariseus’ (Mt 16.12); contra ‘os ensinos de demônios’ (1 Tm 4.1); contra aqueles que ensinam ‘doutrinas que são preceitos de homens’ (Mc 7.7); contra os que são ‘levados ao redor por todo vento de doutrina’ (Ef 4.14).
. A verdadeira doutrina. Entretanto, se por um lado a Bíblia condena o que é falso, de igual modo exorta e recomenda a verdadeira doutrina. Entre outras coisas é para estabelecer a doutrina que ‘toda Escritura é... útil para o ensino’ (2 Tm 3.16). Nas Escrituras a doutrina é reputada como ‘boa’ (1 Tm 4.6); ‘sã’ (1 Tm 1.10); ‘segundo a piedade’ (1 Tm 6.3); ‘de Deus’ (Tt 2.10); e de ‘Cristo’ (2 Jo v.9).
 Necessidade da doutrina. Em face do perigo espiritual que ronda o rebanho do Senhor na terra, hoje em dia, é mister não apenas doutrinar nossas igrejas; convém fazê-lo usando todo o potencial das Escrituras. A ausência do ensino de doutrinas específicas, têm feito as nossas igrejas espiritualmente pobres e as deixado à mercê dos falsos mestres que infestam o mundo hoje”.(OLIVEIRA, R. As grandes doutrinas da Bíblia. 7.ed., RJ: CPAD, 2003, p.9-10.)



 A doutrina é um conjunto de princípios que, tendo como base as Sagradas Escrituras, orienta o nosso relacionamento com Deus, com a Igreja e com os nossos semelhantes. Ela pode ser definida, ainda, como ensino da Bíblia. Este, contudo, tem de ser persistente, sistemático e ordenado, induzindo os santos a se inteirarem de todo o conselho de Deus (At 20.27).
 Objetivos

 O principal objetivo da doutrina bíblica é aprofundar o nosso conhecimento de Deus (Os 6.3). Se não o conhecermos experimental e redentivamente, como haveremos de colocar-nos a seu serviço? (1 Sm 3.7). O Israel do Antigo Testamento caiu na apostasia por não conhecer a Jeová. Através de Oséias, lamenta o amoroso Senhor: “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento” (Os 4.6).
De igual modo, visa a doutrina bíblica à perfeição moral e espiritual do ser humano. Escrevendo ao jovem pastor Timóteo, o apóstolo Paulo é mais do que claro; é incisivo: “Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (2 Tm 3.17). Ideal inatingível? Se contarmos apenas com as nossas próprias forças, jamais atingiremos semelhante padrão. No entanto, se nos entregarmos à graça de Nosso Senhor, nossa vereda refulgirá de tal forma que viremos a resplandecer como os astros no firmamento (Pv 4.18; Dn 12.3).
 Doutrina e costumes 

Doutrina não são costumes. Todos já ouvimos essa frase. No entanto, a boa doutrina, quando corretamente interpretada, gera costumes bons e sadios. Conseqüentemente, um povo que ignora as verdades bíblicas com facilidade assimilará os costumes do Egito e de Canaã (Lv 18.3). Foi o que ocorreu com os israelitas: durante a peregrinação no deserto, imitaram os egípcios; na Terra Prometida, os cananeus. Eis porque somos instados a não amar o mundo (1 Jo 2.15).
Por conseguinte, quanto mais doutrinados forem os crentes, mais os seus costumes conformar-se-ão à Palavra de Deus. Al Martin é positivo: “A finalidade para a qual Deus instrui a mente é para que Ele possa transformar a vida”. No Salmo 119, pergunta Davi: “Como purificará o jovem o seu caminho?”. Responde o salmista: “Observando-o conforme a tua palavra” (Sl 119.9).Não podemos, portanto, dissociar os bons costumes da doutrina. Como aqueles dependem desta, logo: a boa doutrina gera, necessariamente, os bons costumes.

                           A NECESSIDADE DA DOUTRINA

Há cristãos que, menosprezando a doutrina bíblica, alegam: “O importante não é a teoria; e, sim: a prática”. Entretanto, quem disse que a doutrina bíblica é meramente teórica? Ela é a vontade de Deus. E, como tal, deve ser posta em prática. Aos filhos de Israel, ordena o Senhor: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por testeiras entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas” (Dt 6.6-9).
Vejamos por que a doutrina bíblica é necessária.
 A doutrina bíblica proporciona-nos a salvação em Cristo. Paulo instrui ao seu jovem filho na fé: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina: persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem” (1 Tm 4.16).
 A doutrina bíblica santifica-nos. Em sua oração sacerdotal, refere-se o Cristo ao poder santificador da Palavra de Deus: “Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os aborreceu, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na verdade: a tua palavra é a verdade” (Jo 17.14-17).
A doutrina bíblica torna-nos sábios. Timóteo, instruído por sua mãe, Eunice, e por sua avó, Lóide, veio a tornar-se um dos maiores obreiros do Novo Testamento. Jovem ainda, veio ele a ser considerado um sábio, conforme lhe escreve Paulo: “E que desde a tua meninice sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus” (2 Tm 3.15).
Enfim, é a doutrina bíblica imprescindível para o nosso crescimento na vida cristã. Sua necessidade pode ser constatada tanto coletiva quanto individualmente. William S. Plumer analisa a eficácia da doutrina bíblica na vida cristã: “Doutrinas fracas não são páreo para tentações fortes”.

             A DOUTRINA BÍBLICA E O SERVIÇO CRISTÃO

Infelizmente, há obreiros que, no ímpeto de evangelizar, não se aplicam a aprender a doutrina bíblica. Acham que o ensino sistemático das Sagradas Escrituras é perda de tempo. Deveriam eles atentar a esta recomendação de Charles Spurgeon: “Os homens, para serem verdadeiramente ganhos, precisam ser ganhos pela verdade”. Vejamos por que a doutrina bíblica é importante ao serviço cristão.
 Na evangelização. Na divulgação do Evangelho, acha-se implícito o ensino da doutrina bíblica, conforme podemos inferir da Grande Comissão que nos confiou o Senhor Jesus: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.19,20 - ARA). A evangelização pressupõe, essencialmente, a presença da doutrina bíblica.
Na instrução dos santos. Paulo jamais se mostrou remisso quanto à doutrinação da Igreja de Cristo. Em Trôade, ministrou aos irmãos até altas horas: “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite” (At 20.7,8 - ARA). Nem o incidente com o jovem Êutico lhe arrefeceu o ardor doutrinário: “Subindo de novo, partiu o pão, e comeu, e ainda lhes falou largamente até ao romper da alva” (At 20.11 - ARA).
 Na defesa da santíssima fé. Somente poderemos defender a santíssima fé se nos dedicarmos com afinco ao estudo da doutrina bíblica: “Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pe 3.15).
Está você preparado para defender a sua fé e a apresentar as razões da esperança que temos em Cristo?Enfatizando a importância das doutrinas bíblicas, afirmou Joseph Irons: “Abracemos toda a verdade ou renunciemos totalmente ao cristianismo”. O que isto significa? Não podemos acreditar em algumas doutrinas, e desacreditar em outras. Haveremos de receber toda a verdade conforme no-la confiou o Senhor em sua Palavra: integralmente. Sem doutrina, a vida espiritual é impossível. 
“A Doutrina Bíblica.
 Advertência bíblica. A Bíblia dá grande enfoque à doutrina como a substância da fé, e dela provém o material para o seu conteúdo. Ela é enfática em sua condenação contra o que é falso. Adverte contra a ‘doutrina dos homens’ (Cl 2.2); contra a ‘doutrina dos fariseus’ (Mt 16.12); contra ‘os ensinos de demônios’ (1 Tm 4.1); contra aqueles que ensinam ‘doutrinas que são preceitos de homens’ (Mc 7.7); contra os que são ‘levados ao redor por todo vento de doutrina’ (Ef 4.14).
A verdadeira doutrina. Entretanto, se por um lado a Bíblia condena o que é falso, de igual modo exorta e recomenda a verdadeira doutrina. Entre outras coisas é para estabelecer a doutrina que ‘toda Escritura é... útil para o ensino’ (2 Tm 3.16). Nas Escrituras a doutrina é reputada como ‘boa’ (1 Tm 4.6); ‘sã’ (1 Tm 1.10); ‘segundo a piedade’ (1 Tm 6.3); ‘de Deus’ (Tt 2.10); e de ‘Cristo’ (2 Jo v.9).

 Necessidade da doutrina. Em face do perigo espiritual que ronda o rebanho do Senhor na terra, hoje em dia, é mister não apenas doutrinar nossas igrejas; convém fazê-lo usando todo o potencial das Escrituras. A ausência do ensino de doutrinas específicas, têm feito as nossas igrejas espiritualmente pobres e as deixado à mercê dos falsos mestres que infestam o mundo hoje”.(OLIVEIRA, R. As grandes doutrinas da Bíblia. 7.ed., RJ: CPAD, 2003, p.9-10.)

         Mantendo a base doutrinária e teológica da Igreja 

Escrevendo a Timóteo, apostolo Paulo exortou: “tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem”, 1Tm4.16. 
A doutrina responde às perguntas sobre Deus, a Trindade-Pai, Filho e Espírito Santo-, a natureza humana, a vontade de Deus e o nosso destino. Conhecendo estas coisas, o cristão sabe o que é o Evangelho e como recebê-lo, e isso é de fundamental importância para a unidade da Igreja. 

                                       O que é doutrina?

1) Definição: À luz da Bíblia, doutrina é o ensino bíblico normativo, terminante, final, derivado das Sagradas Escrituras, como regra de fé e pratica de vida, para a igreja, para seus membros. Ela é vista na Bíblia como expressão pratica na vida do crente. As doutrinas da Palavra de Deus são santas, divinas, universais e imutáveis.
2) No Velho Testamento: A palavra “doutrina” vem do latim doctrina, que significa “ensino” ou “instrução”, e se refere às crenças de um grupo particular de crentes ou mesmo de partidários. O Velho Testamento usa a palavra leqach, que vem do verbo laqach, “receber”. O sentido primário é “o recebimento”. Aparece com o sentido de “doutrina” ou “ensinamento” , como lemos “goteje a minha doutrina como a chuva” (Dt 32.2); “a minha doutrina é pura” (Jó 11.4); “pois dou-vos boa doutrina; não deixeis a minha lei” (Pv 4.2). com o passar do tempo a palavra veio significar o ensino de Moisés que se encontra no Pentateuco.
3) No Novo Testamento: As palavras gregas para “doutrina”, no Novo Testamento, são didaque e didaskalia, que significam “ ensino”. Essas palavra transmitem a idéia tanto do ato de ensinar como da substância do ensino. A primeira aparece para indicar os ensinos gerais de Jesus: “E aconteceu que, concluído Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina” Mt 7.28. “Jesus respondeu e disse-lhes: A minha doutrina não é minha, mas daqueles que me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mi mesmo”, Jo 7.16-17.
4) O sentido teológico: A mesma palavra aparece para “doutrina dos apóstolos” ( At 2.42), que parece ser uma indicação das crenças dos apóstolos. A segunda tem o mesmo sentido e aparece em Mateus 15.9 e Marcos 7.7. É, portanto, nas epístolas pastorais que elas aparecem com o sentido mais rígido de crenças ou corpo doutrinal da igreja- a Teologia propriamente dita.A doutrina biblia sempre está ligada a teologia sistemática,o conjunto de doutrinas que contem diversos assunto,a teologia sistematica tentiva de resumir a verdade de crenças de um grupo(como critianismo,por meio de um sistema organizado de penssamento desenvolvido em determinada ambito cultural ou intelectual.Uma ordem sistemática comum na teologia cristã começa em Deus e sua auto-revelação,seguindo pela criação e a queda do homem no pecado,a obra salvadora de Deus em Jesus,e por meio dele,o Espirito Santo como agente  da salvação pessoal,a igreja como comunidade redimida do povo de Deus e finalmente o objetivo,conduzindo ao final do tempos,á volta de Jesus.Compreendemos claramente que a doutrina biblia está ligada diretamente a teologia sistematica,e é inseparavel,no que diz respeito da doutrina biblia,seja sore arrebatamento,justifiacação,etc. 

                         Qual a contribuição da doutrina?

1) Ortodoxia versus heresia: A ortodoxia, derivada do vocábulo “Ortodoxo”, palavra grega que significa “Opinião correta” ou “doutrina correta”, é a doutrina conservadora. No nosso contexto, ela diz respeito aos Cristãos conservadores. Fugir à ortodoxia pode significar aberração doutrinária, doutrinas excêntricas e exóticas ou até mesmo heresias. 
2) Manter a pureza do Evangelho: A doutrina é de especial importância, por que a proclamação certa do Evangelho da salvação depende do entendimento exato do que é o Evangelho, do que é a salvação, e de como se recebe a salvação (Gl 1.6-9). Nada menos do que o nosso futuro eterno depende disso. A Igreja inteira deve ter o grande cuidado de proclamar fielmente o verdadeiro Evangelho, e todos os cristãos devem interessar-se pelo assunto.
3) Defesa da fé cristã: Ninguém precisa ser erudito para ser salvo, basta receber Jesus como salvador (Jo 5.24; Tt 3.5). Longe de exigir de todos os crentes a erudição, mas a doutrina nos protege contra a heresia (1 Tm 4.1-6; 2 Tm2.18; Tt 1.11). Ser piedoso, humilde e submisso não é sinônimo de ignorância. A intelectualidade não anula a espiritualidade (1Co 2.14-15; Rm 12.3).

                                   O nosso credo doutrinário

1) O Credo: Credo vem do latim e significa “creio”, e desde muito cedo na historia do Cristianismo é mais que um conjunto de crenças. É uma confissão de fé. Ele tem como objetivo sintetizar as doutrinas essenciais do Cristianismo para facilitar as confissões publicas, conservar a doutrina contra as heresias e manter a unidade doutrinária. Encontramos no Novo Testamento algumas declarações rudimentares de confissões fé: 
a) A confissão de Natanael (Jo 1.50);
b) A confissão de Pedro (Mt 16.16; Jo 6.68);
c) A confissão de Tomé (Jo 20.28);
d) A confissão do Eunuco (At 8,37);
e) E artigos elementares de fé (Hb 6.1-2).

2) Confissão de fé dos judeus: O primeiro credo da Bíblia está em Deuteronômio 6.4: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor”. Esse texto foi citado por Jesus como o primeiro de todos os mandamentos (Mc 12.29). Ainda hoje ele é recitado pelos judeus religiosos três vezes ao dia. 
3) O Credo dos Apóstolos: É o mais antigo dos três credos ecumênicos.
a) História: A tradição diz que ele foi formulado pelos apóstolos logo após a ressurreição de Jesus, e que cada um deles apresentou um artigo de fé. Isso não pode ser confirmado. Os críticos modernos acham exagero nessa versão, embora admitam que esse credo representa o pensamento dos apóstolos bem como a sua antiguidade. O texto mais antigo como o conhecemos hoje é datado de 700 AD, mais uma boa parte dele, em forma de pergunta, é datado do segundo século. Muitos crêem que era a confissão batismal.
b) Conteúdo: “Creio em Deus Pai Todo- Poderoso. E em Jesus Cristo se único filho, nosso Senhor, que nasceu do Espírito Santo e da Virgem Maria; que foi crucificado sob o poder de Pôncio Pilatos e sepultado; ressuscitou ao terceiro dia; subiu ao Céu, e está sentado à mão direita de Deus Pai, de onde há de vir julgar os vivos e os mortos. E no Espírito Santo; na santa Igreja; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo”. A Igreja Católica, por sua própria conta, acrescentou a “Ave Maria”, que é um desvio do cristianismo bíblico.
4) Credo Niceno: O Credo Niceno foi formulado em 325, e diz o seguinte: “Cremos em um só Deus, Pai Onipotente, Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis. Em um só Senhor Jesus Cristo, verbo de Deus, Deus de Deus, Luz de Luz, Vida de Vida, Filho Unigênito, Primogênito de toda a criação, por quem foram feitas todas as coisas; o qual foi feito carne para nossa salvação e viveu entre os homens, e sofreu, e ressuscitou ao terceiro dia, e subiu ao Pai e novamente virá em glória para julgar os vivos e os mortos. Cremos também em um só Espírito Santo”. Esta é a forma original encontrada na Epístola de Eusébio. Depois esse Credo foi revisado com alguns acréscimos.
5) Credo Atanasiano: define a doutrina da Trindade. Todas as suas declarações podem ser confirmadas nas Escrituras.
a) Historia: É o Credo de Atanásio, formulado em 381 dC. Ele serve como teste da ortodoxia desde o 7° século. Esse credo difere dos outros dois pela sua complexidade e por ser caráter doutrinário, com declaração direta à Trindade. O Credo se constitui de 44 artigos, portanto muito extenso pra ser citado na sua íntegra aqui. Citamos apenas alguns de seus artigos, a partir do terceiro.
b) Conteúdo: “(3) A fé universal é esta: que adoremos um Deus em trindade, e trindade em unidade; (4) Não confundindo as Pessoas, nem dividindo a substância. (5) Pois existe uma única Pessoa do Pai, outra do Filho, e outra do Espírito Santo. (6) Mas a deidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo é toda uma só: a glória é igual e a majestade é coeterna. (7) Tal como é o Pai, tal é o Filho e tal é o Espírito Santo. (8) O Pai é incriado, e o Espírito Santo incriado. (9) O Pai é imensurável, o Filho é imensurável, o Espírito Santo é imensurável. (10) O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é eterno. (11) E no entanto, não são três eternos, mas há apenas um eterno. (12) da mesma forma não há três incriados, nem três imensuráveis, mas um só incriado e um imensurável. (13) Assim também o Pai é onipotente, o Filho é onipotente e o Espírito Santo é onipotente. (14) No entanto, não há três onipotentes, mas, sim, um onipotente. (15) Assim, o Pai é Deus, o filho é Deus e o Espírito Santo é Deus. (16) No entanto, não há três Deuses, mas um Deus. (17) Assim o Pai é o Senhor, o Filho é o Senhor e o Espírito Santo é o Senhor. (18) Todavia não há três Senhores, mas um Senhor. (19) Assim como a veracidade Cristã nos obriga a confessar cada Pessoa individualmente como sendo Deus e Senhor; (20) Assim também ficamos privados de dizer que haja três Deuses ou Senhores... (26) Mas as três pessoas são coeternas, são iguais entre si mesmas; (27) De sorte que por meio de todas, como acima foi dito, tanto a unidade da trindade como a trindade na unidade devem ser adoradas”.
6) Confissão de fé das assembléias de Deus: A Bíblia é a única autoridade, está acima de todos os credos e da tradição. Mas há necessidade de se reformular a nossa confissão de maneira que qualquer pessoa possa entender o que cremos de maneira simples e direta. Nosso credo é constituído por 14 artigos que aparecem em cada edição do jornal Mensageiros da Paz.
  
                                       “ Cremos" 

1. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).
2. Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristãos (2Tm 3.14-17).
3. No nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14;Rm8.34; At 1.9).
4. Na pecaminosidade do homem que o destituiu da gloria de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória de Jesus Cristo é que pode restaurar a Deus (Rm 3.23; At 3.19).
5. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé de Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8).
6. No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma, recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9).
7. No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19;Rm 6.1-6; Cl 2.12).
8. Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14; 1Pd 1.15).
9. No batismo bíblico com o Espírito Santo, que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7).
10. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade (1Co 12.1-12).
11. Na Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira- invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda- visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16-17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 14).
12. Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2Co 5.10).
13. No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15).
14. E na vida Eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46)”
7) O discipulado: Falta-nos ainda unidade doutrinária quanto ao discipulado. Todos os candidatos ao batismo devem ser discipulados com o material didático comum a todas as igrejas. Eles deveriam recitar o nosso Cremos, para se ter certeza de que conhecem os fundamentos da fé cristã. Para isso, o nosso Cremos precisa ser simplificado, mas sem prejuízo de seu conteúdo.

                                     Mantendo a Unidade 

Graças a Deus, a nossa denominação mantém a unidade doutrinária nos pontos vitais da fé Cristã. E a doutrina é um dos elementos que contribuem para a unidade da igreja. Há vários textos bíblicos que asseveram isso. “E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles”, Rm 16.17.
“Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa e que não haja entre vós dissensões; antes, sejais unidos, em um mesmo sentido e em um mesmo parecer”, 1Co 1.10. “Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do Corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”, Ef 4.12-13.
A unidade doutrinaria não pode ser mantida sem humildade, amor fervoroso e ausência de egoísmo. 


                           A DOUTRINA PRODUZ  AVIVAMENTO


O termo hebraico traduzido por “avivar” em Hc 3.2, aparece em diversos textos do Antigo Testamento com o sentido de “viver”, “ter vida”, “ser vivificado”, “restaurar”, “curar”, entre outros importantes sentidos — todos traduzem o verbo hāya, “viver” ou “ter vida”. Portanto, avivamento, no contexto de Habacuque, contempla tanto o sentido imediato de reviver, renovar; quanto o sentido escatológico de pôr em execução o programa salvífico de Deus (Hc 1.5-2; At 2.16-21). 
Certa feita, declarou Charles Finney: “Todos os ministros devem ser ministros de avivamento, e toda pregação deve ser pregação de avivamento”. Um ministro de avivamento é um obreiro comprometido com o ensino sistemático da Bíblia.

 O QUE É O AVIVAMENTO

O avivamento pode ser definido como o retorno aos princípios que caracterizavam a Igreja Primitiva. É o retorno à Bíblia como a nossa única regra de fé e prática. É a retomada da oração como a mais bela expressão do sacerdócio universal do crente. É o regresso à Grande Comissão, cujo lema continua a ser: Até aos confins da Terra.

 HABACUQUE E O AVIVAMENTO (Hc 3.2)

O profeta roga ao Senhor que desperte os judeus a reerguerem-se como sua particular herança, a fim de que proclamem o seu conhecimento entre as nações.

 O AVIVAMENTO E A PALAVRA DE DEUS

O avivamento promovido pelo bom rei Josias teve início com a descoberta do Livro da Lei na Casa do Senhor (2 Rs 22.8).
 Um avivamento superficial (2 Rs 23.25). Infelizmente, não teve esse avivamento resultados permanentes; morrendo o rei, morreu o avivamento (2 Rs 23.31-37). Em menos de vinte anos, voltava Judá aos antigos pecados, forçando o Senhor a entregá-lo nas mãos dos babilônios (2 Rs 24.1-7).
 Um avivamento mais duradouro. Depois de um exílio de setenta anos, voltaram os filhos de Judá à sua herdade (Ed 1.1-11). E sob a liderança de homens como Zorobabel e Neemias, começaram a ser instruídos por Esdras na Lei de Deus. Leia Neemias 8.
Revendo a História Sagrada, constatamos: o avivamento foi mais do que suficiente para conduzir os judeus por todos aqueles anos de silêncio profético até que, no deserto da Judéia, fosse ouvida a voz de João Batista, anunciando a chegada do Reino de Deus com a vinda de Jesus Cristo (Mt 3.1-11).

O ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS

Do capítulo oito de Neemias, concluímos: o que se deu em Judá, após o cativeiro e depois de reconstruído o Santo Templo, foi um grande avivamento espiritual. Os judeus foram despertados pelo ensino amoroso e persistente da Palavra de Deus.
 O anseio do povo pelo ensino da Palavra. O povo ansiava por ser instruído na Palavra de Deus (Ne 8.1).
 O compromisso de Esdras com a Palavra. Se por um lado, ansiava a nação pelo ensino da Palavra de Deus; por outro, os seus líderes, tendo à frente Neemias, o governador, e Esdras, um sacerdote e escriba versado na Lei de Deus, achavam-se comprometidos com a Palavra. Observemos o compromisso de Esdras com o ensino das Sagradas Escrituras (Ne 8.2).
 O ensino persistente da Palavra. A carência espiritual do povo era tão flagrante, que a instrução bíblica estendeu-se da alva ao meio dia (Ne 8.3).
 A explicação da Palavra. Embora erudito, Esdras não se estendeu à erudição; através de sua didática magna, tornava o ensino da Palavra de Deus inteligível e claro para toda a nação (Ne 8.8).
 O avivamento que vem do ensino da Palavra. Já devidamente instruído na Palavra de Deus, o povo pôs-se a chorar; a Palavra de Deus era irresistível; o avivamento havia chegado. Entretanto, o que era choro, converteu-se em júbilo (Ne 8.12).De acordo com Arthur Wallis, o avivamento é a intervenção divina no curso normal das coisas.No tempo de Esdras, o avivamento veio através do ensino das Sagradas Escrituras. Portanto, se quisermos igrejas avivadas, comecemos pela Palavra de Deus. Sem ela, não pode haver avivamento.

                                    “Aviva, ó Senhor

O profeta sabia que o povo não sobreviveria se o Senhor não intervisse com uma nova manifestação do seu Espírito. Somente assim a vida espiritual dos fiéis seria preservada, por isso o clamor. Tal fato fica ainda mais evidente quando Habacuque diz para que Deus, na ira, em meio à aplicação do seu juízo, não se esqueça da misericórdia. Ele está querendo dizer com isso que só a misericórdia divina poderá preservar o justo em tempos de aflição e angústia. Sem a Sua misericórdia, o povo haveria de perecer.”(DANIEL, S. Habacuque. RJ: CPAD, 2005, p.143.)



                DOCUMENTOS DA IGREJA n.1


Philoteo Bryennios, metropolita de Nicomédia e responsável pela desoberta do Didaquê, em 1873.


DIDAQUÊ:
Em 1873 ocorreu a descoberta de um documento que a partir de então revolucionou todo o nosso conhecimento acerca da Igreja Primitiva. Por ocasião de uma visita à biblioteca do Mosteiro do Santo Sepulcro em Constantinopla (Estambul), o metropolita de Nicomédia monsenhor Philoteo Bryennios encontrou um rolo de manuscrito grego datado de cerca de 1056 onde se achava um documento que até aquele momento era conhecido apenas pela menção que dele fazia aHistória Eclesiástica de Eusébio: oDidaquê. Publicado em 1883 depois de uma cuidadosa compilação crítica realizada por Harnack, foi o manuscrito posteriormente levado para Jerusalém e deixado na Biblioteca Patriarcal onde desde então tem sido constantemtne estudado por patrologistas, exegetas e historiadores da igreja.
A exemplo do Pastor de Hermas (120?) o Didaquê é um dos mais estranhos e fascinantes documentos da igreja primeva. É estranho porque praticamente nada se sabe ao seu respeito, seja quanto à sua autoria, local ou data de sua redação. Mas é fascinante porque, precisamente pela sua antiguidade, ele é o único canal que temos até o presente momento que liga a igreja apostólica e o período subapostólico. De fato, todas as pesquisas realizadas desde Harnack são unânimes em considerar oDidaquê como tendo sido escrita entre 90 e 120 d.C e apontam para as seguintes evidências: não há menção alguma a um cânon neotestamentário, isto é, os evangelhos e as epístolas não citados embora sejam parafraseados com frequência. Jesus é mencionado como Servo de Deus. Como diz Harnack: o escrito é realmente, conforme testifica o título, uma exposição dos ensinamentos que provêm de Cristo destinada aos cristãos (...) tal como, de acordo com a opinião do autor, os proclamaram e transmitiram os apóstolos (Vielhauer. Phillip. História da Literatura Cristã Primitiva, p. 748). A liturgia possui formas simples, sobretudo quanto ao batismo e não há uma dogmática que aponte para uma espécie de credo universal como depois se daria com o Credo Apostólico. Além disso, o livro já aparece parafraseado em outros textos do período subapostólico como nas Apologias de Aristides, de Justino e de Teófilo de Antioquia, e por fim, e de maneira particularmente digna de nota, na Epístola de Barnabé (70? - 150?). Eusébio, que cita o Didaquê com o título de As instituições dos Apóstolos, relacionava o texto entre os espúrios (História Eclesiástica 3.25). Já bem mais complexa é a relação do Didaquê com a Epístola de Barnabé, apócrifo do final do período apostólico que pelas suas semelhanças com esse escrito tem levado pesquisadores a deduzirem uma possível dependência do manual daquele escrito supastólico. Na verdade, essa dependência seria evidenciada no idéia dos dois caminhos mas que em Barnabéparece seguir a mesma linha de composição da Didaquê (cf 19-20 e Did 1) e poderia apontar para uma dependência intrínseca, não fosse o fato de que o texto deBarnabé fosse tão prolixo tem suas figuras de linguagem onde aparecem anjos de Deus e portadores da luz e anjos de Satanás (...) principe do presente tempo da iniquidade (Barnabé 18.1), e igualmente facciosa e parcimoniosa (não divulgueis a palavra de Deus entre pessoas impuras, Barnabé 18.4), incompatível com a linguagem simples e cheia de amor como aparece em Did 2.7). Mas hoje parece definitamente assegurada a tese de que ambos os textos são independentes entre si (Vielhauer ob cit, p.756). isso nos leva a outra questão? Quem seria seu autor e onde teria se dado a localização do livro e no caso de não ser autêntico, como explicar a dependência desse escrito do manuscrito apócrifo atribuído a Barnabé?
Se apenas tomarmos por base o texto, só poderemos deduzir uma resposta por meio de conclusões aproximadas: de acordo com Did 1, o autor conhece os mandamentos de Jesus porque os parafraseia constantemente. Por outro lado, no capítulo 2, há menção do Decálogo do qual ele também demonstra conhecimento. Já Did 4.2 parece denotar algum conhecimento da ética paulina pela sua aproximação com I Co 14.33, quando fala da necessidade do neófito estar na companhia dos fiéis. O catálogo de pecados e prevaricações que aparece em Did 5.1 também lembra muito os catálogos paulinos de vícios que aparecem nas pastorais. A exemplo de Mateus (28.17) recomenda o tríplice batismo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. De tudo isso, a conclusão da maioria dos exegetas é de que o Didaquê foi redigida por um judeu recém egresso ao cristianismo o que explica tanto o seu conhecimento do Antigo Testamento quanto da tradição e da ética cristã já que nessa altura ainda não é possível falar de um cânon neotestamentário. Como foi usado esse material e até onde o texto é obra do próprio didaquista é algo que nem mesma pesquisa crítico-textual tem uma resposta precisa: até onde vão as "fontes", diz Vielhauer, e onde fala o próprio didaquista, se existem intervenções de mãos estranhas e até que ponto o texto está intacto é difícil de se decidir decidir em cada caso (ob cit, p. 756). Sobre onde foi redigido, é inegável a proximidade de nosso autor com a tradição oriental de maneira que tanto a Síria (Antioquia ou Damasco) ou Péla, onde a comunidade cristã de Jerusalém se refugiou durante e depois da revolta de 66, podem reividicar para si a honra de ter sido uma delas o local de redação do manuscrito.


O teólogo alemão Adolf von Harnack (1851 - 1930) na época em que lecionava em Giessen, 1879/80.

O Didaquê começa com a afirmação dos dois caminhos o da vida e o da morte (o da luz e das trevas segundo Barnabé), A exposição do primeiro capítulo é toda parafraseada nos evangelhos, como o amor ao próximo, bênçãos sobre aqueles que amaldiçoam os crentes e oferecer a outra face. Já o refreio dos instintos, que reaparece com maior ênfase em Did 3.3 é possivelmente uma paráfrase paulina. Did 1.5 é clara paráfrase da parábola do Jovem Rico (Mt 19.23-30, Mc 10.23-31, Lc 18.24-30). O segundo capítulo é repetição do decálogo com prescrições sobre adultério, roubo, assassinato, necromancia, etc, adicionado a um preceito sobre a necessidade da proteção da vida da criança: não mate a criança no seio da sua mãe, nem depois que ela tenha nascido (2.2). Como o autor repete esse preceito outra vez em Did 5.2, deduz-se que ele realmente tinha a vida do infante na mais elevada conta ou que, possivelmente, estivessem havendo abortos ou infanticídios na comunidade. E como no primeiro capítulo, condena a avareza. Parece que os preceitos sobre o desapego aos bens materiais revelam uma tendência da comunidade primitiva para a comunhão dos bens e para uma forma primitiva de comunismo associativo que podem pressupor tanto a idéia de comunidade no sentido de unicidade da igreja, quanto também a esperança pela rápida realização da Parousia, o que lhes motivariam viver compartilhando tudo em comum, porque o final dos tempos era evidente. Mais paráfrases dos evangelhos como conselhos sobre a mansidão, a paciência e a rejeição dos murmuradores, são apresentadas em uma repetição no cap.3 (vv. 5-10).
As prescrições eucarísticas são talvez o ponto mais importante do Didaquê. Em Did 7.1 é recomendado o batismo tríplice em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.Se você não tem água corrente, batize em outra água; se não puder batizar em água fria, faça-o em água quente. Na falta de uma e outra, derrame três vezes água sobre a cabeça em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Antes dos batismo, tanto aquele que batiza como aquele que vai ser batizado, e se outros puderem também, observem o jejum. Àquele que vai ser batizado, você deverá ordenar jejum de um ou dois dias. (Did 7.2-4). Além disso, em Did 8.2-3 está prescrita não apenas a oração do Pai Nosso (o que prova que a comunidade cristã primitiva praticava e reverenciava a oração de Jesus já nessa época), como ainda a faziam com assiduidade, pelo menos três vezes ao dia (v.3). Interessante também é a fórmula litúrgica para a celebração da eucaristia: Celebrem a Eucaristia deste modo: Digam primeiro sobre o cálice: nós te aggradecemos Pai nosso, por causa da santa vinha do teu servo Davi, que nos revelaste por meio do teu servo Jesus. A Ti, a glória para sempre. Depois, digam sobre o pão partido: nós te agradecemos, Pai nosso, por causa da vida e do conhecimento que nos revelaste por meio do teu servo Jesus. A Ti a glória para sempre. Do mesmo modo como este pão partido tinha sido semeado sobre as colinas, e depois recolhido para se tornar um, assim também a tua Igreja seja reunida desde os confins da terra no teu reino, porque tua é a glória e o poder por meio de Jesus Cristo para sempre (Did 9.1-4). Assim, fica evidenciado que a comunidade cristã só conhecia nessa época dois sacramentos, o batismo e a eucaristia e ambos eram tidos na mais elevada conta na liturgia cristã nesses dias avoengos e pelo que se lê em Did 14.1-2, a celebração eucarística se realizava praticamente em todos os cultos. Futuramente a Eucaristia na sua acepção mais simples será resgatada nas confissões de fé reformadas. Nos agradecimentos da celebração litúrgica, também chama atenção essa passagem: que a tua graça venha, e este mundo passe. Hosana ao Deus de Davi. Quem é fiel, venha, quem não é fiel, converta-se. Maranata. amém! (10.6). A comunidade não apenas espera pelaParousia como pede por ela com ansiedade e amor. Ela virtualmente vive o tempo do fim (Mt 24.14) na mais plena expectativa escatológica.
O autor do Didaquê mostra ser pessoa preocupada com a unidade doutrinária da sua comunidade. Somente são recebidos na comunidade os que ensinarem tudo o que foi dito antes, isto é, a Lei, os profetas e o Evangelho. (11.1). O apóstolo ou profeta deve ser recebido como mandado de Deus mas não por mais de um dia e só deverá sair com o alimento que o sustente até a cidade vizinha. Se ele ficar por até três dias ou pedir dinheiro, então é falso profeta (11.4-8). Nem todo o que fala inspirado é profeta a menos que ele viva de acordo como manda o Senhor (vv.8 e 10), o que evidencia uma preocupação com o testemunho como fator que corrobore o magistério do profeta. Ele precisa ser testemunha da verdade (Kiekegaard). Em Did 13.1-2 o autor defende que o profeta que se estabelece entre os cristãos é digno do seu alimento o que denota que ele conhecia, mesmo que por meio de outras tradições, o ensino paulino sobre a dignidade do sustento do obreiro (1 Tm 5.17-18) e recomenda que a comunidade escolha e sustente bispos e diáconos dignos do Senhor e que devem ser reconhecidos na mesma dignidade que os profetas e mestres (15.2). Insiste para que a comunidade persevere em oração: vigiem sobre a vida de vocês. Não deixem que suas lâmpadas se apaguem, nem soltem o cinto dos rins. Fiquem preparados, porque vocês não sabem a que hora o Senhor nosso vai chegar. (16.1). A perfeição de vida e de santidade é enaltecida e apontada como fator determinante para a preparação do crente para o fim (16.2) e como Cristo e Paulo, o didaquista fala dos falsos mestres e profetas que aparecerão no meio do rebanho. (16.3). A menção ao toque da trombeta como um dos sinais do tempo do fim (os outros dois são a abertura dos céus e a ressurreição dos mortos) que aparece em Did 16.6 é uma aparente paráfrase da Sétima Trombeta de Ap 11.15-19. Se for de fato pode ser a primeira menção do livro do Apocalipse na literatura subapostólica. Porém, o autor do Didaquê não crê que todos os mortos serão ressuscitados mas somente os santos estarão com Ele. (16.7).

Embora não seja propriamente uma confissão de fé mas apenas um texto de instrução de vida comunitária e celebração litúrgica, o Didaquê tem importância excepcional na história da Igreja por revelar o modo como a comunidade primitiva celebrava a Eucaristia, além de testemunhar a evolução do ministério sagrado da Igreja até chegar à forma que tomou em nossos dias. É um testemunho único do momento de transição do período apostólico para o subapostólico.
fonte comunidadewesleyna

                                                 OS NOMES DE DEUS

Os nomes são mais do que rótulos. Nos tempos do Antigo Testamento um nome expressa identificação, mas também de identidade. Significado importante, muitas vezes ligado a um nome. Nomes tinha uma função explicativa (cf. explicação de Abigail sobre o marido: "Ele é como o seu nome - o nome dele é tolo" [ 1 Samuel 25:25 ]). Mudanças de nome foram importantes, uma vez que a mensagem anexada ao nome. Abrão (grande pai) se tornou Abraão (pai de uma multidão) ( Gênesis 17: 5 ; 32:28 ). Em certo sentido, um nome era a expressão de uma realidade mais profunda. 

As Escrituras deixam muito do nome para deidade porque em nome encontra-se uma teologia. "Eu sou o Senhor, que é o meu nome!" ( Isaías 42: 8 ; cf. Êxodo 15: 3 ). O nome de Deus é um substituto para o próprio Deus ( Salmo 54: 1 ; Provérbios 18:10 ; Jeremias 23:27 ). Para dar atenção para o nome (ou seja, para o próprio Deus) é colocar-se no lugar da bênção ( Malaquias 3:16 ). 

Deus ( Elohim [ Gênesis 1: 1 ). Elohim [ Gênesis 31:29 ; cf. Neemias 5: 5 ). Jó e Salmos tem a maioria das 238 ocorrências de El [ Números 23:19 ; Deuteronômio 32: 4 ), a inveja ( Deuteronômio 5: 9 ) e compaixão ( Neemias 9:31 ; Salmo 86:15 ), mas a idéia de raiz "pode" continua. 

A palavra Eloah [ אֱלֹוהַּ ] (60 vezes), ocorrendo na maioria das vezes em Jó, etimologicamente ressalta a idéia de "poder". O termo também é genérica para "deus", e enquanto ele se refere mais frequentemente ao Deus verdadeiro, ele pode se referir a casos de qualquer deus. 

Elohim [ אֱלֹהִים ] (Deus), um plural de Eloah [ אֱלֹוהַּ ], ocorre mais de 2.250 vezes, às vezes com uma adição, como "Deus de Abraão / Israel", mas a maioria é livre de pé. Junto ao Senhor (Yahweh), Elohim [ אֱלֹהִים ] é a principal designação para Deus. Elohim [ אֱלֹהִים ] é genérico, (como são El [ אֵל, אֵל ] e Eloah [ אֱלֹוהַּ ]) e refere-se a "divindade", mas vem praticamente para ser um nome para o Deus verdadeiro. Todos os três são representados na Septuaginta como theos ("Deus"), que também é o termo Novo Testamento para Deus. Elohim [ אֱלֹהִים ] resume o que se entende por "Deus" ou o divino.  

A forma plural (embora utilizado com verbos na forma singular) é provavelmente um plural de majestade, ou talvez de intensidade, tanto da divindade ou do poder para significar "muito ou intensamente poderoso." A forma plural é acolhedora da doutrina da Trindade. Da primeira frase da Bíblia, a natureza superlativa do poder de Deus é evidente quando Deus ( Elohim [ Gênesis 1: 3 , 6 , 9 ). Suas ações também evidenciar o seu poder, permitindo que mulheres estéreis, como Sarah e Rebecca conceber ( Gênesis 18:10 , 14 ; 25:21 ), trazendo um povo oprimido do Egito ( Êxodo 20: 2 ), e com o poder ressuscitando Jesus Cristo dentre os mortos ( Romanos 1: 1-4 ). Os crentes, Pedro escreve, são "guardados pelo poder de Deus" ( 1 Pedro 1: 5 ). Em nome Elohim [ אֱלֹהִים ] é a plenitude do poder divino. 

Compostos com El . El Elyon . Um composto difundida é El 'Elyon (lit. Deus, mais alto). deriva da raiz "subir", "sobem", para que El 'Elyon pode ser pensado espacialmente como o mais alto. Abraham menciona El 'Elyon , ao abordar Melquisedeque ( Gênesis 14:18 , 19 , 20 , 22 ). Intimamente ligado aos serviços do templo, vinte dos seus quarenta e cinco ocorrências estão no Saltério. Às vezes, o composto é interpretado como um nome: "É bom fazer música para o seu nome, ó Altíssimo" ( Salmo 9: 1 ). El 'Elyon denota exaltação e prerrogativa e pertence a "teologia monárquico", pois fala de absoluta direito de senhorio. Na mesma linha pode ser encontrada a pergunta: "Quem é como tu?" ( Salmo 35:10 ). No entanto, este ponteiro para a hierarquia não é sobre um Deus de arbitrariedade, mas de poder a serviço da vida. 

El Shaddai . Para Abraão Deus aparece como Deus Todo-Poderoso, El Shaddai ( Gênesis 17: 1 ). A designação "Shaddai", que alguns acham que é o mais antigo dos nomes divinos na Bíblia, ocorre quarenta e oito vezes, trinta e um dos quais estão em trabalho. A prestação tradicional "Deus Todo-Poderoso" é debatido. Um consenso das sortes sustenta que "Shaddai" está a ser traçado, não para o hebraico, mas a uma palavra Accadian que significa "montanha" de modo que a expressão produz um significado como: "'El, a Uma das montanhas." Se assim for, El Shaddai destaca poder invencível de Deus. Ou, o nome pode indicar a sua morada simbólica. A justaposição de El Shaddai [ Números 24:16 ; Salmo 91: 1 ) pode sugerir que El Shaddai é um Deus, que é chefe do conselho celestial, cuja residência foi, por vezes, amplamente associado com montanhas ( Habacuque 3: 3 ). 

Outros compostos de El . Alguns compostos com El registrar um encontro significativo com Elohim ou pode ser vagamente associado a determinados locais geográficos. A lista incluiria El Ro " ("Deus de ver," Gênesis 16:13 ), El Bethel ("Deus de Betel," casa de Deus, Gênesis 35: 7 ), El 'Olam ("Deus Eterno", Genesis 21:33 ), e El Berith ("Deus da Aliança", Juízes 9:46 ). 

Yahweh / Yah . YHWH, o tetragrama por causa de suas quatro letras, é, a rigor, o único nome próprio para Deus. Ele também é o nome mais comum, ocorrendo no Velho Testamento 6828 vezes (quase 700 vezes só nos Salmos). Yah é a forma abreviada que aparece cinqüenta vezes no Antigo Testamento, incluindo quarenta e três ocorrências nos Salmos, muitas vezes na admoestação "Hallelu-jah" (literalmente louvor Jah). Inglês Bíblias representar o nome YHWH pelo título "Senhor" (escrita em letras maiúsculas para distingui-lo de "senhor" [Adonai] [ Filipenses 2:11 ). 

No período pós-exílico, os judeus, por razões de reverência, não pronunciar o nome, mas substituí-lo a palavra Adonai [ אֲדֹנָי ] (senhor), e por escrito anexado estas vogais ao tetragrama. A pronúncia equivocada resultante do nome YHWH como uma palavra de três sílabas, Y [J] ehovah, continuou em traduções Inglês da Bíblia até o início do século XX. Evidências de uso grego nos pontos era cristã para a pronúncia de duas sílabas, "Yahweh". 

O significado do nome YHWH pode ser melhor resumido como "presente de agir (normalmente, mas não só) na salvação." A revelação do nome é dado a Moisés: "Eu sou quem eu sou" ( Êxodo 3:14 ), e mais tarde em uma auto-apresentação, "Eu sou o Senhor" ( Êxodo 6: 2-8 ). O nome YHWH especifica um imediatismo, uma presença. Central para a palavra é a forma verbal de "ser", o que aponta no contexto Mosaic para a "estar presente", e pode mais tarde na história de Israel, como alguns sugerem, passaram a significar "eu (e nenhum outro [deus ]) Am "( Isaías 41: 4 ; 43:10 ). Esse foi o entendimento de Paulo (1Col 8: 4,6; 1 Timóteo 2: 5 ). Muito possivelmente, precisamos ouvir o Velho Testamento que significa para o Senhor por trás das palavras de Jesus quando ele fala de si mesmo como "eu sou" ("Sou eu", Mateus 14:27 : "Eu sou o único," João 8:24 , 28 , 58 ). Para Moisés ea Israel, a questão não era se a Divindade existia, mas como isso Divindade era para ser entendida. 

O nome YHWH foi provavelmente dado a Moisés como uma nova revelação; a "fé" que veio a ser associado com o nome de YHWH, embora em continuidade com a dos patriarcas, era diferente da deles. Mosaic Yahwism diferia da religião patriarcal em que Mosaic Yahwism salientou, entre outras questões, a intervenção divina em situações e holinessfeatures não centrais para a religião patriarcal de opressão. 

O significado teológico que atribui ao nome YHWH é múltipla. A julgar pela etimologia, mas mais particularmente a partir do contexto em que o nome é divulgado ( Êxodo 03:12 , 14 ; 6: 2-8 ), o nome significa "presença". Deus é "com", ele está próximo e entre o seu povo. Este tom de presença é reiterada na nomeação da estrutura deserto como "tabernáculo" (literalmente habitação), e em nome prometido Emanuel ("Deus conosco", Isaías 7:14 ; Mateus 1:23 ). Yahweh está presente, acessível, perto dos que o invocam ( Salmos 145: 18 ) para a libertação (107: 13), o perdão (25:11) e orientação (31, 3). O Senhor é dinamicamente próximo, mas como Deus ( Elohim [ אֱלֹהִים ]), ele também é, paradoxalmente, transcendente. 

O nome YHWH o define como envolvido na luta humana. Nome do Senhor está sempre amarrado, através do evento êxodo, com a salvação e libertação ( Êxodo 15: 1-13 ; 20: 2-3 ). A promessa da salvação dada em Êxodo 6: 6-8 é um passo amplo, incluindo intimidade com Deus e as bênçãos de abundância, mas é decididamente entre parênteses primeiro e último com "Eu sou o Senhor." O nome YHWH é proeminente em oráculos de salvação ( Sofonias 3: 14-17 ) e em petições ( Salmo 79: 5 , 9 ; 86: 1 ). A dimensão salvação do nome se repete no anúncio da encarnação: o nascido será chamado de "Jesus" para (como um eco do nome YHWH) "ele salvará o seu povo dos pecados deles" ( Mateus 1:21 ) . Em nome YHWH o caráter de Deus como o salvador de um povo é revelado. 

Teologicamente o nome do Senhor ressoa com pacto, em parte porque na explicação do nome em Êxodo 6: 6-8 a fórmula da aliança é invocado ("Eu serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo"). O nome YHWH é um nome ao qual Israel pode colocar especial reivindicação. Na aliança, questões como justiça ( Isaías 61: 8 ) e santidade ( Levítico 19: 2 ) tem um perfil extremamente alta. 

O nome YHWH é tudo menos vazio. O nome carrega conotações de presença, a salvação definidos como libertação e bênção, bondedness aliança, e integridade. 

Compostos com o Senhor . Senhor dos exércitos . O composto mais difundido com o Senhor é o "Senhor dos Exércitos", que ocorre 285 vezes na Bíblia e está concentrada em livros proféticos (251 vezes), especialmente em Jeremias e Zacarias. A hifenização tem um significado de dois gumes. Como um termo militar que significa que o Senhor é, por assim dizer, "comandante-em-chefe" ( 1 Samuel 17:45 ). Os "anfitriões" ou "exércitos" pode ser seres celestiais, parte do "governo celestial" ( 1 Reis 22:19 ), os corpos astrais de sol, a lua e as estrelas ( Deuteronômio 04:19 ), ou Israel de exércitos ( 1 Samuel 17:45 ). Como um título militar, isso significa que Deus é igual a qualquer adversário e bem capaz de conseguir a vitória. A Septuaginta, por vezes, traduz o composto como Kyrios pantokrator [ κύριος παντοκράτωρ ] (Senhor Todo-Poderoso); esta designação aparece também no Novo Testamento. 

A segunda "borda" para o composto é mais real do que militar, uma vez que é monarcas que no antigo Oriente Próximo e as Escrituras se diz ser "entronizado sobre os querubins" ( 1 Samuel 4: 4 ; 2 Reis 19:15 ; Salmo 80: 1 ). A expressão "Senhor dos Exércitos", frequente em salmos do tipo adoração (especialmente aqueles que mencionam o Monte Sião), enfatiza majestade real de Deus. Designa Deus como o Deus reinante ( Salmo 103: 19-21 ), o Deus entronizado, cujo real decretos irá levar o dia ( Isaías 14:24 ; Jeremias 25:27 ).

 O título aborda o pluralismo religioso, tanto do passado e do presente. Deus mantém prerrogativa exclusiva como divindade. Qualquer ideologia competindo é idolatria, seja a antiga adoração de Baal ou a preocupação moderna com a técnica, o nacionalismo ou o militarismo. O título ressalta a presença de Deus, mas também a força por trás das decisões divinas que afetam história política ( Isaías 19:12 , 17 ; Jeremias 50:31 ). 

Compostos menos freqüentes com o Senhor . Vários hifenizações ou compostos estão ligados, na sua maior parte, a alguma experiência notável, como com Yahweh-Nissi ("O-Senhor-é-meu-Banner") onde "bandeira" é entendido como um lugar de reunião. Este nome comemorava a vitória do deserto de Israel contra os amalequitas ( Êxodo 17:15 ). A partir da experiência no deserto de águas amargas em Mara surge outro "nome" como: Yahweh Rophe ("O Senhor que cura", Êxodo 15:26 ; cf. Salmo 103: 3 ). Abraham imortalizado prestação de um sacrifício de Deus em nome Yahweh-Jiré ("O Senhor proverá" Gênesis 22:14 ). Jeremias identifica o nome do "Renovo justo", como "O Senhor nossa justiça" ( Jeremias 23: 5-6 ). Nomes para estruturas em que hifenizado nomes Yahweh ocorrer incluem altar de Gideão, chamado Jeová-shalom ("O Senhor é a paz," Juízes 6:24 ) e do templo Yahweh-samma ("O Senhor está lá", Ezequiel 48:35 ). 

Yahweh e Elohim . A combinação, "Yahweh Elohim "(Senhor Deus), é encontrada em Gênesis 2,3 (dezenove vezes, vinte e uma vezes em outros lugares). Um nome duplo não era estranho para divindades do antigo Oriente Próximo. O nome duplo em Gênesis 2, 4b-3: 24 , pode ser a de enfatizar que a majestade de Deus, que atribui ao nome Elohim [ אֱלֹהִים ] em Gênesis 1 não deve ser separado do imediatismo de um Senhor no jardim. (Inglês Bíblias comumente também empregam "Senhor Deus" para traduzir Adonai Yahweh [literalmente senhor Senhor]). 

A divindade chamada Javé (Senhor) é idêntica à Elohim [ Deuteronômio 6: 4 ) ressalta que a identidade, assim como expressões como "o Senhor teu / nosso Deus." Senhor, como Deus é exclusivamente Deus: "Isto é o que o rei do senhor saysIsrael e Redentor, o Senhor dos exércitos: Eu sou o primeiro e eu sou o último, e fora de mim não há Deus" ( Isaías 44: 6 ). 

Títulos, epítetos, linguagem figurada . Há mais de uma centena de "nomes" descritivas para Deus. O assunto é grande e os adjetivos são avassalador. 

Um Santo . Dos cinqüenta e seis atestados lexicais a santidade de Deus no Antigo Testamento, muitos incluem o nome / título de "O Santo" ou "Santo de Israel", que ocorre trinta e uma vezes no Antigo Testamento, vinte e cinco ocorrências estar em Isaías. A demanda para a santidade humana está enraizada na santidade ou pureza divina ( Levítico 19: 2 ; 21: 6 ). As liturgias "entrada" salientar a importância da pureza moral e ritual ( Salmo 15 ; 24: 3-6 ). Santidade fala de Deus como supraworldly, como "Outros", e como uma praticamente inacessível em majestade ( 1 Samuel 06:20 ; Isaías 6: 3 ; 33: 14-16 ). 

Régua . Um epíteto altamente significativa para Deus, o que é extremamente metafórico, é "Régua". O termo ocorre quarenta e três vezes. Ele está agrupado em passagens poéticas, pelos profetas e os Salmos. A idéia do governo é expressamente afirmado nos salmos de entronização (93,96-99), mas já é encontrado no Salmo 2 . Isto sugere que todo o Livro dos Salmos devem ser lidos com ênfase no domínio de Deus. A origem do epíteto precede a monarquia israelita. Ele sinaliza governo e soberania, e assim reforça os nomes de Deus, tais como El Elyon e Senhor dos Exércitos ( Salmo 84: 3 ). Kingly regra, no entanto, também chamado de defesa dos pobres e necessitados (72: 4) e libertação daqueles vitimados pela maldade (98: 9). Em torno dele agrupar outros epítetos / metáforas, como Juiz ( Isaías 33:22 ; cf. Salmo 99: 4 ). 

Pai . A designação do Antigo Testamento de Deus como Pai ( Deuteronômio 32: 6 ; Isaías 63:16 ; 64: 8 ; Jeremias 3: 4 , 19 , 31: 9 ; Malaquias 2:10 ) é empregada muitas vezes no Novo Testamento: por Paul ( Efésios 1: 3 ; 3: 14-19 ; 4: 6 ; 05:20 ; 06:23 ; cf. Romanos 1: 7 ; 08:15 ; 15: 6 ; 1Col 8: 6); por Jesus ( Marcos 8:38 ; 11:25 ; 13:32 ; cf. " Abba , Pai ", Marcos 14:36 ​​). É a palavra de Deus na oração do Senhor ( Lc 11, 2 ). O epíteto é extremamente freqüente em João (108 vezes) e também em Mateus (quarenta vezes). A gama de significados incluem os de autoridade e disciplina, mas também os de compaixão, cuidado, proteção e provisão. 

Outros Títulos, epítetos, linguagem figurada . "Deus dos antepassados ​​(pais)" é um título associado com os patriarcas e, especialmente, com as promessas de Deus para eles ( Êxodo 03:13 ). Outros títulos são "Deus de Abraão" ( Gênesis 28:13 ; 31:53 ; 1 Crônicas 29:18 ), "Fear of Isaac" ( Gênesis 31:42 , 53 ), "Poderoso de Jacó" ( Gênesis 49:24 ), e especialmente (mais freqüente do que o anterior três) "Deus de Israel" ( Números 16: 9 ; 1 Samuel 5: 8 ; Salmo 41:13 ) 

Rico simbolismo também é encontrada em descrições de papéis que incluem imagens de idioma, como juiz ( Isaías 33:22 ), guerreiro ( Êxodo 15: 3 ), e Pastor ( Salmo 23 ). Deus também é retratado como uma mãe que dá à luz, nutre e trens ( Deuteronômio 32:18 ; Isaías 49:15 ; Oséias 11: 1-4 ). Deus está falando em metáforas, como Rock ( Deuteronômio 32: 4 , 15 , 18 , 31 ), cuja estabilidade é proverbial. 


Honrar o Nome de Deus / Senhor . Que Deus revela seu nome significa que o seu nome pode ser chamado, mas não deve ser invocado "em vão", sem cuidado ou levianamente como em um juramento ( Levítico 19:12 ), ou mal de outras maneiras ( Êxodo 20: 7 ). Jesus nos ensinou a orar: "Santificado seja o teu nome" ( Lucas 11: 2 ). Em momentos de estresse, um que invocar o nome do Senhor ( Salmo 79: 5 ; 99: 6 ; Sofonias 3: 9 ). Dentre as maneiras o nome de Deus deve ser invocado é honorificamente. Seu nome é digno de louvor ( Salmo 07:17 ; 9: 2 ). Outras advertências chamar para abençoar o nome (103, 1), dando graças ao nome (106: 47), ou atribuir a glória ou bem-aventurança para o nome (96: 8; 113: 2).


fonte www.pentecostalteologia.blogspot.com

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