sexta-feira, 31 de outubro de 2014

ARQUEOLOGIA BIBLICA INTRODUÇÃO

                                              
                                     Arqueologia Biblica 

                Ferramenta aliada da Escola Dominical

  

A palavra"Arqueologia"origina-se de duas palavras gregas(archaios e logos),que significam literalmente"um estudo das coisas antigas".Mas o termo foi mais refinado do que isto,e geralmente se aplica ao estudo de materiais escavados pertencentes a uma era antiga.A arqueologia da biblia pode ser definida como um exame das coisas antigas,que foram perdidas e encontradas novamente,como objetos recuperados ligados ao estudo das Escrituras,e o retrato da vida nos tempos antigos biblicos.(notas dic,Wicliff,cpad,2009).

                                      Funções da Arqueologia biblica

A arqueologia desempenha o serviço muito útil de nos ajudar a compreender a biblia.A arqueologia revela como era vida nos tempos biblicos,o que as passagens obscuras realmente significam,e como as narrativas históricas, e o contexto da biblia devem ser entendidos.
O estudo arqueológico também ajuda a confirmar a precisão do texto biblico e seu conteúdo.Também demonstra a falsidade de algumas teorias críticas de interpretação biblica.Tem ajudado a restabelecer a precisão do grego e hebraico originais e a mostrar que o texto biblico tem sido transmitido com um alto grau de precisão.Também confirmou a precisão de muitas das passagens das Escrituras,como por exemplo,declarações relativas a vários reis e toda a narrativa patriarcal.(ibid,pp.193).
Um individuo não deve ser dogmático em suas declarações relativas á confirmação.A arqueologia também já criou inúmeros problemas,para os estudiosos da biblia.Por exemplo,a  recuperação dos relatos da Babilônia e da Suméria sobre a criação e o diluvio tem paralelos  com o antigo testamento,e são questões que atormentam os estudiosos da biblia Sagrada.(ibid,pp.193).

                                   O valor da Arqueologia para escola dominical

A arqueologia,com relação á biblia presta-se a confirmar,corrigir,esclarecer e completar a menssagem teológica contida no texto sagrado.Uma vez que a Palavra foi anunciada á humanidade em lugares em tempos específicos,torna-se necessários compreendermos o contexto histórico,cultural e religioso do seu destinatarios.E,quando mais claramente percebemos o significado original da menssagem,conforme comunica o tempo antigo,tanto melhor poderemos aplicar suas verdades eternas ás nossas vidas,no mundo moderno.A arqueologia ajuda-nos a entender esse contexto,de modo que a verdade teológica não seja mal interpretada ou mal aplicada indevidamente.(ibid,pp.193).
Em última analise,a biblia é o melhor exemplo de documento arquelógico.Enquanto possuímos apenas um número limitado de artefatos arqueológicos do periodo biblíco,a biblia apresenta o mais completo registro literário dos tempos antigos.Sobrevindo de uma forma ou de outra desde que os seus primeiros livros foram escritos por Moisés há cerca de 3.400 anos,a biblia continua sendo a mais exata e confiavel narrativa da antiguidade.(Randall Price,arqueologia biblica,cpad,2006).


                                            Ultimas descobertas arqueológicas

Várias foram as descobertas arqueológicas que proporcionaram o melhor entendimento das Escrituras Sagradas. Os manuscritos mais antigos que existem de trechos do Antigo Testamento datam de 850 d.C. Existem partes menores bem mais antigas como o Papiro Nash do segundo século da era cristã. Mas sem dúvida a maior descoberta ocorreu em 1947, quando um pastor beduíno, que buscava uma cabra perdida de seu rebanho, encontrou por acaso os Manuscritos do Mar Morto, na região de Jericó.
Durante nove anos, vários documentos foram encontrados nas cavernas de Qumran, no Mar Morto, constituindo-se nos mais antigos fragmentos da Bíblia hebraica que se têm notícias. Escondidos ali pela tribo judaica dos essênios no século I, nos 800 pergaminhos, escritos entre 250 a.C. a 100 d.C., aparecem comentários teológicos e descrições da vida religiosa deste povo, revelando aspectos até então considerados exclusivos do Cristianismo.
Estes documentos tiveram grande impacto na visão da Bíblia, pois fornecem espantosa confirmação da fidelidade dos textos massoréticos aos originais. O estudo da cerâmica dos jarros e a datação por carbono 14 estabelecem que os documentos foram produzidos entre 168 a.C. e 233 d.C.
Destaca-se, entre estes documentos, uma cópia quase completa do livro de Isaías, feita cerca de 100 a.C. Especialistas compararam o texto dessa cópia com o texto-padrão do Antigo Testamento hebraico (o manuscrito chamado Codex Leningradense, de 1008 d.C.) e descobriram que as diferenças entre ambos eram mínimas.Outros manuscritos também foram encontrados neste mesmo local, como fragmentos de um texto do profeta Samuel, textos de profetas menores, parte do livro de Levítico e um targum (paráfrase) de Jó.
As descobertas arqueológicas, como a dos manuscritos do Mar Morto e outras mais recentes, continuam a fornecer novos dados aos tradutores da Bíblia. Elas têm ajudado a resolver várias questões a respeito de palavras e termos hebraicos e gregos, cujo sentido não era absolutamente claro. Antes disso, os tradutores se baseavam em manuscritos mais "novos", ou seja, em cópias produzidas em datas mais distantes da origem dos textos bíblicos.(notas sociedade biblica do brasil).                                           

                                             DEFINIÇÃO DE ARQUEOLOGIA

Arqueologia (do grego, « arqué », antigo, e « logos », discurso depois estudo, ciência) é a disciplina científica que estuda as culturas e os modos de vida do passado a partir da análise de vestígios materiais. É uma ciência social que estuda as sociedades já extintas, através de seus restos materiais, sejam estes móveis (como por exemplo um objeto de arte) ou objetos imóveis (como é o caso das estruturas arquitectónicas). Incluem-se também no seu campo de estudos as intervenções feitas pelo homem no meio ambiente.
A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida. Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como a reconstrução da vida dos povos antigos.
A disciplina da arqueologia envolve trabalhos de prospecção, escavação e eventualmente analises de informação recolhida para aprender mais sobre o passado humano. Na maioria das vezes, a arqueologia depende de trabalhos de investigações multidisciplinares. A arqueologia baseia-se também em conceitos em torno de variadas áreas de conhecimento e ciências como a: antropologia, história, história de arte, etnoarqueologia, geografia, geologia, linguística, semiologia, física, ciências da informação, química, estatísticas, paleoecologia, paleontologia, paleozoologia, paleoetnobotanica.
Em alguns países a arqueologia é considerada como uma disciplina pertencente à antropologia enquanto que em países, como em Portugal, esta foi considerada uma disciplina pertencente ao ramo cientifico da História e dependente deste. Enquanto a antropologia se centra no estudo das culturas humanas contemporâneas, a arqueologia dedica-se mais ao estudo das manifestações culturais e materiais destas desde o surgimento do Homem ( transição do Australopitecos para o Homo habilis) até ao presente. Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a pôr uma data à cultura que era objeto de estudo, ou simplesmente como um objeto com um verdadeiro valor estético, os arqueólogos dos dias de hoje veriam o mesmo objeto como um instrumento que lhes serve para compreender o pensamento, os valores e a própria sociedade a que pertenceram.
Os arqueólogos podem ter de actuar em situações de emergência, como quando existem obras que põem a descoberto vestígios arqueológicos até então desconhecidos, sendo, nestes casos, criados e enviados para o local piquetes de emergência. Deste modo, procuram desenvolver medidas para minimizar o impacto negativo que essas obras possam ter no património arqueológico podendo ser feitas alterações pontuais no projecto inicial. Só em casos excepcionais os achados arqueológicos são suficientemente importantes para justificar a anulação de obras de grande envergadura (ex.: barragem de Foz Côa). Em certos casos, a destruição parcial ou total dos vestígios arqueológicos poderá ser inevitável, nomeadamente por motivo de obras de superior interesse público, o que exige um registo prévio o mais exaustivo possível.
A fim de se minimizarem os riscos de destruição do património arqueológico devido a obras públicas ou privadas de grande amplitude, tem-se procurado, nos últimos anos, integrar arqueólogos nas equipas que elaboram os estudos de viabilidade e de impacto ambiental. A tendência actual é para substituir uma arqueologia de salvamento por uma arqueologia preventiva.
A Arqueologia passou a ser vista com interesse e tornou-se uma ciência popular graças à propaganda feita pela saga Indiana Jones onde o herói, representado por Harrison Ford, era um professor de Arqueologia. Esta a associação da ciência e o gosto de aventuras glamourizada pelo personagem criado por Steven Spielberg eGeorge Lucas catapultou assim para o imaginário público um ideal romanticizado do que é a investigação arqueológica.


                 A Natureza e o Propósito da Arqueologia Bíblica.

A palavra arqueologia vem de duas palavras gregas, archaios e logos, que significam literalmente “um estudo das coisas antigas”. No entanto, o termo se aplica, hoje, ao estudo de materiais escavados pertencentes a eras anteriores. A arqueologia bíblica pode ser definida como um exame de artefatos antigos outrora perdidos e hoje recuperados e que se relacionam ao estudo das Escrituras e à caracterização da vida nos tempos bíblicos.
A arqueologia é basicamente uma ciência. O conhecimento neste campo se obtém pela observação e estudo sistemáticos, e os fatos descobertos são avaliados e classificados num conjunto organizado de informações. A arqueologia é também uma ciência composta, pois busca auxílio em muitas outras ciências, tais como a química, a antropologia e a zoologia.
Naturalmente, alguns objetos de investigação arqueológica (tais como obeliscos, tempos egípcios e o Partenon em Atenas) jamais foram “perdidos”, mas talvez algum conhecimento de sua forma e/ou propósito originais, bem como o significado de inscrições neles encontradas, tenha se perdido.

Funções da Arqueologia Bíblica

A arqueologia auxilia-nos a compreender a Bíblia. Ela revela como era a vida nos tempos bíblicos, o que passagens obscuras da Bíblia realmente significam, e como as narrativas históricas e os contextos bíblicos devem ser entendidos.
A Arqueoloia também ajuda a confirmar a exatidão de textos bíblicos e o conteúdo das Escrituras. Ela tem mostrado a falsidade de algumas teorias de interpretação da Bíblia. Tem auxiliado a estabelecer a exatidão dos originais gregos e hebraicos e a demonstrar que o texto bíblico foi transmitido com um alto grau de exatidão. Tem confirmado também a exatidão de muitas passagens das Escrituras, como, por exemplo, afirmações sobre numerosos reis e toda a narrativa dos patriarcas.
Não se deve ser dogmático, todavia, em declarações sobre as confirmações da arqueologia, pois ela também cria vários problemas para o estudante da Bíblia. Por exemplo: relatos recuperados na Babilônia e na Suméria descrevendo a criação e o dilúvio de modo notavelmente semelhante ao relato bíblico deixaram perplexos os eruditos bíblicos. Há ainda o problema de interpretar o relacionamento entre os textos recuperados em Ras Shamra (uma localidade na Síria) e o Código Mosaico. Pode-se, todavia, confiantemente crer que respostas a tais problemas virão com o tempo. Até o presente não houve um caso sequer em que a arqueologia tenha demonstrado definitiva e conclusivamente que a Bíblia estivesse errada!
Por Que Antigas Cidades e Civilizações Desapareceram

Sabemos que muitas civilizações e cidades antigas desapareceram como resultado do julgamento de Deus. A Bíblia está repleta de tais indicações. Algumas explicações naturais, todavia, também devem ser brevemente observadas.
As cidades eram geralmente construídas em lugares de fácil defesa, onde houvesse boa quantidade de água e próximo a rotas comerciais importantes. Tais lugares eram extremamente raros no Oriente Médio antigo. Assim, se alguma catástrofe produzisse a destruição de uma cidade, a tendência era reconstruir na mesma localidade. Uma cidade podia ser amplamente destruída por um terremoto ou por uma invasão. Fome ou pestes podiam despovoar completamente uma cidade ou território. Nesta última circunstância, os habitantes poderiam concluir que os deuses haviam lançado sobre o local uma maldição, ficando assim temerosos de voltar. Os locais de cidades abandonadas reduziam-se rapidamente a ruínas. E quando os antigos habitantes voltavam, ou novos moradores chegavam à região, o hábito normal era simplesmente aplainar as ruínas e construir uma nova cidade. Formava-se, assim, pequenos morros ou taludes, chamados de tell, com muitas camadas superpostas de habitação. Às vezes, o suprimento de água se esgotava, rios mudavam de curso, vias comerciais eram redirecionadas ou os ventos da política sopravam noutra direção - o que resultava no permanente abandono de um local.

A Escavação de um Sítio Arqueológico

O arqueólogo bíblico pode ser dedicar à escavação de um sítio arqueológico por várias razões. Se o talude que ele for estudar reconhecidamente cobrir uma localidade bíblica, ele provavelmente procurará descobrir as camadas de ocupações relevantes à narrativa bíblica. Ele pode estar procurando uma cidade que se sabe ter existido mas ainda não foi positivamente identificada. Talvez procure resolver dúvidas relacionadas à proposta identificação de um sítio arqueológico. Possivelmente estará procurando informações concernentes a personagens ou fatos da história bíblica que ajudarão a esclarecer a narrativa bíblica.
Uma vez que o escavador tenha escolhido o local de sua busca, e tenha feito os acordos necessários (incluindo permissões governamentais, financiamento, equipamento e pessoal), ele estará pronto para começar a operação. Uma exploração cuidadosa da superfície é normalmente realizada em primeiro lugar, visando saber o que for possível através de pedaços de cerâmica ou outros artefatos nela encontrados, verificar se certa configuração de solo denota a presença dos resto de alguma edificação, ou descobrir algo da história daquele local. Faz-se, sem seguida, uma mapa do contorno do talude e escolhe-se o setor (ou setores) a ser (em) escavado (s) durante uma sessão de escavações. Esses setores são geralmente divididos em subsetores de um metro quadrado para facilitar a rotulação das descobertas.

A Arqueologia e o Texto da Bíblia

Embora a maioria das pessoas pense em grandes monumentos e peças de museu e em grandes feitos de reis antigos quando se faz menção da arqueologia bíblica, cresce o conhecimento de que inscrições e manuscritos também têm uma importante contribuição ao estudo da Bíblia. Embora no passado a maior parte do trabalho arqueológico estivesse voltada para a história bíblica, hoje ela se volta crescentemente para o texto da Bíblia.
O estudo intensivo de mais de 3.000 manuscritos do Novo Testamento (N.T.) grego, datados do segundo século da era cristão em diante, tem demonstrado que o N.T. foi notavelmente bem preservado em sua transmissão desde o terceiro século até agora. Nem uma doutrina foi pervertida. Westcott e Hort concluíram que apenas uma palavra em cada mil do N.T. em grego possui uma dúvida quanto à sua genuinidade.
Uma coisa é provar que o texto do N.T. foi notavelmente preservado a partir do segundo e terceiro séculos; coisa bem diferente é demonstrar que os evangelhos, por exemplo, não evoluíram até sua forma presente ao longo dos primeiros séculos da era cristã, ou que Cristo não foi gradativamente divinizado pela lenda cristã. Na virada do século XX uma nova ciência surgiu e ajudou a provar que nem os Evangelhos e nem a visão cristã de Cristo sofreram evoluções até chegarem à sua forma atual. B. P. Grenfell e A. S. Hunt realizaram escavações no distrito de Fayun, no Egito (1896-1906), e descobriram grandes quantidades de papiros, dando início à ciência da papirologia.
Os papiros, escritos numa espécie de papel grosseiro feito com as fibras de juncos do Egito, incluíam uma grande variedade de tópicos apresentados em várias línguas. O número de fragmentos de manuscritos que contêm porções do N.T. chega hoje a 77 papiros. Esses fragmentos ajudam a confirmar o texto feral encontrado nos manuscritos maiores, feitos de pergaminho, datados do quarto século em diante, ajudando assim a forma uma ponte mais confiável entre os manuscritos mais recentes e os originais.
O impacto da papirologia sobre os estudos bíblicos foi fenomenal. Muitos desses papiros datam dos primeiros três séculos da era cristã. Assim, é possível estabelecer o desenvolvimento da gramática nesse período, e, com base no argumento da gramática histórica, datar a composição dos livros do N.T. no primeiro século da era cristã. Na verdade, um fragmento do Evangelho de João encontrado no Egito pode ser paleograficamente datado de aproximadamente 125 AD! Descontado um certo tempo para o livro entrar em circulação, deve-se atribuir ao quarto Evangelho uma data próxima do fim do primeiro século - é exatamente isso que a tradição cristã conservadora tem atribuído a ele. Ninguém duvida que os outros três Evangelhos são um pouco anteriores ao de João. Se os livros do N.T. foram produzidos durante o primeiro século, foram escrito bem próximo dos eventos que registram e não houve tempo de ocorrer qualquer desenvolvimento evolutivo.
Todavia, a contribuição dessa massa de papiros de todo tipo não pára aí. Eles demonstram que o grego do N.T. não era um tipo de linguagem inventada pelos seus autores, como se pensava antes. Ao contrário, era, de modo geral, a língua do povo dos primeiros séculos da era cristã. Menos de 50 palavras em todo o N.T. foram cunhadas pelo apóstolos. Além disso, os papiros demonstraram que a gramática do N.T. grego era de boa qualidade, se julgada pelos padrões gramaticais do primeiro século, não pelos do período clássico da língua grega. Além do mais, os papiros gregos não-bíblicos ajudaram a esclarecer o significado de palavras bíblicas cujas compreensão ainda era duvidosa, e lançaram nova luz sobre outras que já eram bem entendidas.
Até recentemente, o manuscrito hebraico do Antigo Testamento (A.T.) de tamanho considerável mais antigo era datado aproximadamente do ano 900 da era cristã, e o A.T. completo era cerca de um século mais recente. Então, no outono de 1948, os mundos religioso e acadêmico foram sacudidos com o anúncio de que um antigo manuscrito de Isaías fora encontrado numa caverna próxima à extremidade noroeste do mar Morto. Desde então um total de 11 cavernas da região têm cedido ao mundo os seus tesouros de rolos e fragmentos. Dezenas de milhares de fragmentos de couro e alguns de papiro forma ali recuperado. Embora a maior parte do material seja extrabíblico, cerva de cem manuscritos (em sua maioria parciais) contêm porções das Escrituras. Até aqui, todos os livros do A.T., exceto Éster, estão representados nas descobertas. Como se poderia esperar, fragmentos dos livros mais freqüentemente citados no N.T. também são mais comuns em Qumran (o local das descobertas). Esses livros são Deuteronômio, Isaías e Salmos. Os rolos de livros bíblicos que ficaram melhor preservados e têm maior extensão são dois de Isaías, um de Salmos e um de Levítico.
O significado dos Manuscritos do Mar Morto é tremendo. Eles fizeram recuar em mais de mil anos a história do texto do A.T. (depois de muito debate, a data dos manuscritos de Qumran foi estabelecida como os primeiros séculos AC e AD). Eles oferecem abundante material crítico para pesquisa no A.T., comparável ao de que já dispunham há muito tempo os estudiosos do N.T. Além disso, os Manuscritos do Mar Morto oferecem um referencial mais adequado para o N.T., demonstrando, por exemplo, que o Evangelho de João foi escrito dentro de um contexto essencialmente judaico, e não grego, como era freqüentemente postulado pelos estudiosos. E ainda, ajudaram a confirma a exatidão do texto do A.T. A Septuaginta, comprovaram os Manuscritos do Mar Morto, é bem mais exata do que comumente se pensa. Por fim, os rolos de Qumran nos ofereceram novo material para auxiliar na determinação do sentido de certas palavras hebraicas.


Notas Fonte vivos

                                              Investigação arqueológica

A investigação arqueológica dedicou-se fundamentalmente à pré-história e às civilizações da antiguidade; no entanto, ao longo do último século, a metodologia arqueológica aplicou-se a etapas mais recentes, como a Idade Média ou o período Moderno. Na atualidade, os arqueólogos dedicam-se cada vez mais a fases tardias da evolução humana,e a disciplinas transversais como a arqueologia industrial e a arqueologia sub-aquática.
A investigação arqueológica faz uso dos conhecimentos e metodologias de vários outros ramos científicos (ciências naturais e sociais), assim como do conhecimento empírico da população que nos rodeia, pois a fonte oral é muitas vezes o ponto de início para o desenvolvimento de algum estudo. Costuma-se dizer que "cada velho que morre é uma biblioteca que arde", pois é informação que se perde.
Uma investigação arqueológica começa pela investigação bibliográfica ou, em alguns casos, pela prospecção, que faz parte do levantamento arqueológico. Há uma grande diferença entre prospecção e sondagem, a primeira é para o levantamento e consiste em metodologias não intrusivas enquanto a segunda requer já a alteração do local em estudo e padece assim não só de metodologia extremamente rigorosa mas também de autorizações próprias.
No levantamento, é sempre importante se observar as especificidades de um local: a abrupta mudança de coloração do solo (camadas estratigráficas), a presença de plantas não nativas, a presença de animais e outros aspetos.
A arqueologia é amostral, porque dedica-se ao estudo dos vestígios arqueológicos mas também trabalha com a totalidade da história do local onde usa como motor outras ciências auxiliares como a geologia, história, arquitectura, história de arte, entre outras ciências e áreas de conhecimento.
 à arqueologia, na fachada da Sociedade Martins Sarmento, em GuimarãesEm Portugal, actualmente, para se ser arqueólogo profissional (pós-bolonha) é necessário tirar uma licenciatura em Arqueologia - ou História variante Arqueologia - mais o mestrado também em Arqueologia. É ainda necessário co-coordenar pelo menos uma intervenção arqueológica - em colaboração com um arqueólogo coordenador - para poder dirigir uma intervenção arqueológica. Quem tutela e autoriza as intervenções arqueológicas perante pedido de autorização do arqueólogo é a DGPC - Direcção Geral do Património Cultural. O arqueólogo (como o cidadão comum) pode pedir ao DGPC para embargar uma obra em caso desta ultima violar as leis do património cultural móvel e imóvel. Artigo 77.º 4: A realização de trabalhos arqueológicos será obrigatoriamente dirigida por arqueólogos e carece de autorização a conceder pelo organismo competente da administração do património cultural.( Lei 107/2001).
Nos termos da Lei n.o 13/85, de 6 de Julho, os bens arqueológicos móveis constituem património nacional. Aos crimes praticados contra bens culturais aplicam-se as disposições previstas no código penal, com as especialidades constantes na presente lei (Lei 107/2001 Artigo 100.º). No Artigo 103.º - Crime de destruição de vestígios da mesma lei, quem, por inobservância de disposições legais ou regulamentares ou providências limitativas decretadas em conformidade com a presente lei, destruir vestígios, bens ou outros indícios arqueológicos é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa até 360 dias.
A arqueologia tem sido praticada em Portugal desde há dois séculos, sendo então essencialmente um hobby de militares ou pessoas com algumas posses e conhecimentos históricos. Só a partir dos anos 80 a Arqueologia gradualmente se tornou profissionalizante e passou a ser tutelada pelo Estado português com direitos e deveres jurídicos próprios dos cidadãos para com ela.
A questão das gravuras do Vale do Côa, em 1996, veio abrir as portas a uma maior difusão da profissão de arqueólogo e deu um impulso importante ao reconhecimento da arqueologia em Portugal, com a criação do IPA e da APA e com a aprovação de legislação específica para a área, sendo criados novos cursos universitários de arqueologia, como o curso da Universidade do Minho ou o da Universidade do Porto (uma vez que antigamente eram cursos não autónomos, dependentes dos cursos de História).Alguns arqueólogos, como Martins Sarmento, no século XIX, ou Cláudio Torres, na atualidade, são figuras reconhecidas no meio cultural português.


                                             ARQUEOLOGIA E A BIBLIA      

Arqueologia Bíblica, estudo científico de restos e achados históricos, especificamente, da Bíblia e relativos às religiões judaica e cristã. Os relatos das peregrinações cristãs datadas, aproximadamente, do século IV, constituem a única fonte de informação sobre sítios arqueológicos bíblicos até o século XIX, quando teve início a moderna exploração histórica na Palestina.
Mar Morto, Manuscritos do, coleção de manuscritos em hebraico e aramaico que foram descobertos, a partir de 1947, numa série de cavernas da Jordânia, extremo noroeste do mar Morto, região de Kirbet Qumran. Os manuscritos, escritos originalmente sobre couro ou papiro e atribuídos aos membros de uma congregação judaica desconhecida, são mais de 600 e se encontram em diferentes estados de conservação. Incluem manuais de disciplina, livros de hinos, comentários bíblicos, textos apocalípticos, duas das cópias mais antigas conhecidas do Livro de Isaías, quase intactas, e fragmentos de todos os livros do Antigo Testamento, com exceção do de Ester. Entre estes fragmentos encontra-se uma extraordinária paráfrase do Livro do Gênesis. Ainda se descobriram textos, em seus idiomas originais, de vários livros dos apócrifos, deuterocanônicos e pseudoepígrafos. Estes textos, nenhum dos quais incluído no cânon hebraico da Bíblia, são: Tobias, Eclesiástico, Jubileus, partes de Enoc e o Testamento de Levi, conhecido, até então, somente em suas antigas versões grega, síria, latina e etíope.
Ao que parece, os manuscritos foram parte da biblioteca da comunidade, cuja sede se encontrava no que hoje se conhece como Kirbet Qumran, próximo ao local das descobertas. As provas paleográficas indicam que a maioria dos documentos foi escrita em distintas datas. Parece que de 200 a.C. até 68 d.C. As provas arqueológicas têm ressaltado a data mais tardia, já que as escavações demonstram que o local foi saqueado em 68 d.C. É possível que um exército, sob as ordens do general romano Vespasiano, tenha saqueado a comunidade quando marchava para sufocar a rebelião judaica que estourou em 66 d.C. O mais provável é que os documentos foram escondidos entre 66 e 68 d.C.


                                                 IMPORTÂNCIA HISTÓRICA


Nos rolos encontraram-se alusões a pessoas e acontecimentos dos períodos helenista e romano primitivo da historia judaica. Assim, um comentário do Livro de Naum menciona um homem de nome Demétrio, parecendo referir-se a um incidente registrado por Josefo e acontecido em 88 a.C. Nele estiveram implicados Demétrio III, rei da Síria, e Alexandre Janeu, o rei macabeu. De forma similar, pensa-se que as repetidas alusões a um “mestre da justiça” perseguido dizem respeito a figuras religiosas. Entre elas, o último sumo sacerdote judeu legítimo, Onias III, destituído em 175 a.C.; os líderes macabeus Matatias, o sumo sacerdote e seu filho, o líder militar Judas Macabeu, e a Manaém, líder dos zelotes em 66 d.C. Também se tem tentado vincular certas referências – principalmente as que mencionam um “sacerdote perverso” e “homem de falsidade” – com determinadas figuras como o sacrílego sumo sacerdote judeu Menelau; Antíoco IV, rei de Síria; o líder macabeu João Hircano e Alexandre Janeu. No entanto, até agora, todas estas identificações são ensaios e teorias. As opiniões acadêmicas ainda são objeto de fortes polêmicas. Ver Macabeus.

                                     IMPORTÂNCIA PARA A CIÊNCIA BÍBLICA

De especial interesse são os numerosos vínculos entre o pensamento e os modismos dos Manuscritos com Novo Testamento. Em ambos, teima-se na iminência do reino de Deus, na necessidade do arrependimento imediato e na esperada derrota de Belial, o Perverso. Nos dois também aparecem referências similares, relacionadas ao batismo no Espírito Santo, e encontram-se caracterizações semelhantes dos fiéis, descritos como “os eleitos” e “filhos da Luz”. Para certificação desta semelhanças pode-se consultar referências bíblicas em Tito, capítulo 1, versículo 1. Pedro, capítulo 1, versículo 2 e Efésios, capítulo 5, versículo 8. Estes paralelismos são os mais chamativos, já que a congregação de Qumran viveu na mesma época e região de João Batista, um precursor das idéias cristãs.
O material descoberto entre os Manuscritos do mar Morto tem sido publicado pela American School of Oriental Research, a Universidade Hebraica e o Serviço de Antigüidades da Jordânia. A maioria dos manuscritos encontram-se, hoje, no Templo do Livro, no Museu Rockefeller, de Jerusalém, e no Museu do Departamento de Antigüidades, em Aman. Desde seu descobrimento, têm se publicado várias traduções dos manuscritos e numerosos comentários sobre os mesmos
Em 1947, Jumea, um pastor da tribo Taaeamireh dos beduínos nômades, descobriu alguns manuscritos antigos, em pele e tecido, numa caverna a noroeste do Mar Morto, vale de Qumran. Importantíssimo achado arqueológico, estes manuscritos constituíam a primeira parte de uma coleção de textos hebraicos e aramaicos, revelados após o primeiro achado de Jumea. Estes antigos textos, que incluem o Livro de Isaías completo e fragmentos de todos os demais livros do Antigo Testamento – exceto do Livro de Ester -, são mil anos mais antigos do que qualquer outro texto hebraico conhecido.

                                        Bíblia: o documento mais correto da história!

A Bíblia é o documento mais historicamente correto de todos os tempos.Estudiosos querem ajudar cristãos a entender melhor como as Escrituras foram preservadas
Chad Hovind, pastor da megaigreja Horizon Community, de 5.000 membros, em Cincinnati, Ohio, quer ajudar os cristãos a entender melhor por que a Bíblia é o documento “mais historicamente correto de todos os tempos”.
Segundo Hovind, a visita do conhecido pregador Josh McDowell à sua igreja ajudou muitas pessoas a “abrirem os olhos” para alguns fatos fascinantes. O autor de “Mais que um carpinteiro” usou em suas palestras um rolo com os cinco primeiros livros da Bíblia (Torá) com cerca de 500 anos de idade. Ele permitiu que os presentes o tocassem e examinassem. Depois, explicou que aquele era um dos poucos manuscritos completos da Torá do mundo que não está em algum museu.
Durante sua apresentação, mostrou como eram as técnicas detalhadas dos antigos escribas judeus para certificarem-se que a Bíblia que temos em nossas mãos hoje ficasse livre de erros.
Para McDowell, as tentativas constantes de atacar a credibilidade histórica da Bíblia são a ameaça mais comum, pois ela é a base da fé cristã. Lamentou que até mesmo os cristãos acreditam em ‘bobagens’ que visam desacreditar a maneira que o texto bíblico foi passado de geração em geração.
O pastor Hovind enfatiza que as explicações de McDowell fizeram muitos dos presentes repensar a maneira como veem as Escrituras Sagradas e que essas verdades deveriam ser mais divulgadas. Para isso, pretende produzir um DVD com esse material, visando a multiplicação do conhecimento.
O rolo que McDowell usa para ensinar sobre o assunto foi copiado por escribas por volta de 1450 dC.  Possui grande valor histórico pois naquela época era muito comum que material religioso deste tipo fosse proibido e muitas vezes queimado, como resultado da perseguição judaica por parte da Igreja Católica.
O compromisso de copiar as Escrituras era uma tarefa sagrada. Havia milhares de métodos de controle de qualidade destinados a assegurar sua confiabilidade. Os escribas eram obrigados a memorizar mais de 4000 leis antes de começar a escrever. Nada poderia ser escrito a partir da memória.
Cada letra das copiadas obedecendo um sistema de três escriba. Depois que um escrevia, outro verificava cuidadosamente cada letra e um terceiro escriba verificava a obra final.  A maioria das cópias completas da Torá tinham cerca de 70 metros de comprimento e levavam mais de três anos para serem terminadas. Após a conclusão, três escribas verificavam o documento antes que ele pudesse ser usado.
Sabe-se que os escribas literalmente contavam as letras do começo ao fim. São exatamente 304.805 letras na Torá, parando a contagem na 152.402a letra (em Levítico 11:42). Ficou estabelecido que a próxima letra era a chamada “letra central”. Se ela não estivesse certa, o pergaminho todo precisava ser reexaminado. Se estivesse correta, continuavam contando para ver se a última letra do pergaminho totalizava 152.402.
As Escrituras eram confirmadas por meio de um rolo de papel que servia como um certificado de que seguira todos os processos necessários, incluindo a verificação de três escribas e o sistema de contagem para confirmação.
Até hoje, não se conhece na história da humanidade nenhum processo de cópia com tamanho compromisso com o controle de qualidade. Hovind e McDowell querem enfatizar aos leitores da Bíblia e também aos seus críticos que as antigas histórias de que as Escrituras foram alteradas ao longo do tempo são bobagem.
Embora as traduções possam variar, é possível ver cópias do documento mais historicamente confiável da história expostas em diversos museus. Ainda que se possa atacar seus ensinamentos, os fatos mostram que não há como questionar a seriedade do processo de cópia e a enorme quantidade de sangue que foi derramado para que o que Deus revelou ao homem fosse preservado. Letra por letra.Extraído de http://noticias.gospelprime.com.br/ em 24/03/2014

        Bíblia: o documento mais correto da história!

A Bíblia é o documento mais historicamente correto de todos os tempos.Estudiosos querem ajudar cristãos a entender melhor como as Escrituras foram preservadas
Chad Hovind, pastor da megaigreja Horizon Community, de 5.000 membros, em Cincinnati, Ohio, quer ajudar os cristãos a entender melhor por que a Bíblia é o documento “mais historicamente correto de todos os tempos”.
Segundo Hovind, a visita do conhecido pregador Josh McDowell à sua igreja ajudou muitas pessoas a “abrirem os olhos” para alguns fatos fascinantes. O autor de “Mais que um carpinteiro” usou em suas palestras um rolo com os cinco primeiros livros da Bíblia (Torá) com cerca de 500 anos de idade. Ele permitiu que os presentes o tocassem e examinassem. Depois, explicou que aquele era um dos poucos manuscritos completos da Torá do mundo que não está em algum museu.
Durante sua apresentação, mostrou como eram as técnicas detalhadas dos antigos escribas judeus para certificarem-se que a Bíblia que temos em nossas mãos hoje ficasse livre de erros.
Para McDowell, as tentativas constantes de atacar a credibilidade histórica da Bíblia são a ameaça mais comum, pois ela é a base da fé cristã. Lamentou que até mesmo os cristãos acreditam em ‘bobagens’ que visam desacreditar a maneira que o texto bíblico foi passado de geração em geração.
O pastor Hovind enfatiza que as explicações de McDowell fizeram muitos dos presentes repensar a maneira como veem as Escrituras Sagradas e que essas verdades deveriam ser mais divulgadas. Para isso, pretende produzir um DVD com esse material, visando a multiplicação do conhecimento.
O rolo que McDowell usa para ensinar sobre o assunto foi copiado por escribas por volta de 1450 dC.  Possui grande valor histórico pois naquela época era muito comum que material religioso deste tipo fosse proibido e muitas vezes queimado, como resultado da perseguição judaica por parte da Igreja Católica.
O compromisso de copiar as Escrituras era uma tarefa sagrada. Havia milhares de métodos de controle de qualidade destinados a assegurar sua confiabilidade. Os escribas eram obrigados a memorizar mais de 4000 leis antes de começar a escrever. Nada poderia ser escrito a partir da memória.
Cada letra das copiadas obedecendo um sistema de três escriba. Depois que um escrevia, outro verificava cuidadosamente cada letra e um terceiro escriba verificava a obra final.  A maioria das cópias completas da Torá tinham cerca de 70 metros de comprimento e levavam mais de três anos para serem terminadas. Após a conclusão, três escribas verificavam o documento antes que ele pudesse ser usado.
Sabe-se que os escribas literalmente contavam as letras do começo ao fim. São exatamente 304.805 letras na Torá, parando a contagem na 152.402a letra (em Levítico 11:42). Ficou estabelecido que a próxima letra era a chamada “letra central”. Se ela não estivesse certa, o pergaminho todo precisava ser reexaminado. Se estivesse correta, continuavam contando para ver se a última letra do pergaminho totalizava 152.402.
As Escrituras eram confirmadas por meio de um rolo de papel que servia como um certificado de que seguira todos os processos necessários, incluindo a verificação de três escribas e o sistema de contagem para confirmação.
Até hoje, não se conhece na história da humanidade nenhum processo de cópia com tamanho compromisso com o controle de qualidade. Hovind e McDowell querem enfatizar aos leitores da Bíblia e também aos seus críticos que as antigas histórias de que as Escrituras foram alteradas ao longo do tempo são bobagem.
Embora as traduções possam variar, é possível ver cópias do documento mais historicamente confiável da história expostas em diversos museus. Ainda que se possa atacar seus ensinamentos, os fatos mostram que não há como questionar a seriedade do processo de cópia e a enorme quantidade de sangue que foi derramado para que o que Deus revelou ao homem fosse preservado. Letra por letra.Extraído de http://noticias.gospelprime.com.br/ em 24/03/2014



                                      DESCOBERTAS  ARQUEOLOGICA
                Encontram local da consagração de Salomão

Arqueólogos encontram local da consagração de Salomão como rei. Foram 15 anos de escavação para achar a cidade bíblica de 3.800 anos em Israel
Uma das pesquisas arqueológicas mais complexas já realizadas em Israel resultou no descobrimento da chamada “Cidade da Primavera”. O local, famoso quando Davi e seu filho Salomão eram reis de Israel foi construída para salvar e proteger a água da cidade dos inimigos que tentavam dominá-la.
Ao mesmo tempo era usada para proteger os cidadãos que voltavam para suas casas após irem buscar água no local. O local é descrito no livro bíblico de Reis, sendo protegida pela fonte de Giom. Foi ali que Salomão foi ungido pelo sacerdote Zadoque como rei, por ordem de Davi, seu pai. O local foi escolhido pois Davi sabia que seus inimigos políticos tinham um plano para tomar a sucessão do reinado.
A escavação aconteceu na Cidade de Davi, no Parque Nacional de Davi, em Jerusalém. Foram necessários 15 anos de trabalho. O trabalho foi coordenado pelo professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, e Eli Shukrun, integrante da Autoridade de Antiguidades de Israel.
Eles acreditam que a Cidade da Primavera tem pelo menos 3800 anos, sendo a maior fortaleza cananeia que resistiu ao tempo. Também seria a maior fortaleza conhecida na região antes do reinado de Herodes, após a conquista romana.
A revelação da descoberta tem um significado duplo. O primeiro é científico, já que existe uma forte corrente dentro da arqueologia a qual afirma que Salomão nunca existiu, pois não há nenhum documento histórico que fale sobre ele além da Bíblia. A descoberta da Cidade da Primavera é a terceira nos últimos anos que comprova relatos bíblicos sobre partes da vida de Salomão.
A segundo á profética, pois a ideia de reconstrução do templo de Salomão, um antigo sonho dos judeus ortodoxos, é fortalecida toda vez que se mostra que os relatos bíblicos sobre ele são verdadeiros. Tanto judeus liberais quanto os muçulmanos que dominam o monte do Templo afirmam que jamais houve um templo naquele local construído por Salomão, pois não existem “comprovação arqueológica” disso. Com informações Jerusalém Post.
Extraído do site gospelprime.com.br em 04/04/2014

              Arqueólogos encontram palácio da rainha de Sabá

Arqueólogos alemães encontraram os restos do palácio da lendária rainha de Sabá na localidade de Axum, na Etiópia, e revelaram assim um dos maiores mistérios da Antigüidade, segundo anunciou a Universidade de Hamburgo. “Um grupo de cientistas sob direção do professor Helmut Ziegert encontrou durante uma pesquisa de campo realizada nesta primavera européia o palácio da rainha de Sabá, datado do século X antes de nossa era, em Axum-Dungur”, destaca o comunicado da universidade. A nota diz que “nesse palácio pode ter ficado durante um tempo a Arca da Aliança”, onde, segundo fontes históricas e religiosas, foram guardadas as tábuas com os Dez Mandamentos, que Moisés recebeu de Deus no Monte Sinai. Os restos da casa da rainha de Sabá foram achados sob o palácio de um rei cristão.
“As investigações revelaram que o primeiro palácio da rainha de Sabá foi transferido pouco após sua construção, e levantado de novo orientado para a estrela Sirius”, dizem os cientistas. Os arqueólogos acreditam que Menelik I, rei da Etiópia e filho da rainha de Sabá e do rei Salomão, foi quem mandou construir o palácio em seu lugar definitivo.
Os arqueólogos alemães disseram que havia um altar no palácio, onde provavelmente ficou a Arca da Aliança, que, segundo a tradição, era um cofre de madeira de acácia recoberto de ouro.
As várias oferendas que os cientistas alemães encontraram no lugar onde provavelmente ficava o altar foram interpretadas pelos pesquisadores como um claro sinal de que a relevância especial do lugar foi transmitida ao longo dos séculos.
A equipe do professor Ziegert estuda desde 1999, em Axum, a história do início do reino da Etiópia e da Igreja Ortodoxa Etíope.
“Os resultados atuais indicam que, com a Arca da Aliança e o judaísmo, chegou à Etiópia o culto a Sothis, que foi mantido até o século VI de nossa era”, afirmam os arqueólogos.
O culto, relacionado à deusa egípcia Sopdet e à estrela Sirius, trazia a mensagem de que “todos os edifícios de culto fossem orientados para o nascimento da constelação”, explica a nota.
O comunicado também diz que “os restos achados de sacrifícios de vacas também são uma característica” do culto a Sirius praticado pelos descendentes da rainha de Sabá.  NOTAS (G1 Notícias)Colaboração: Jônathas M.

                         Palácio do Rei Davi é encontrado em Israel
Uma equipe de arqueólogos israelenses acredita ter descoberto as ruínas de um palácio que pertencia ao Rei Davi, mas alguns especialistas contestam a alegação.
Arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém e da Autoridade de Antiguidades de Israel disseram que o achado, um grande complexo a oeste de Jerusalém, em um local chamado Khirbet Qeiyafa, é o primeiro palácio do rei bíblico a ser descoberto.
“Khirbet Qeiyafa é o melhor exemplo até hoje de uma cidade fortificada da época do Rei Davi”, disse Yossi Garfinkel, arqueólogo da Universidade Hebraica, sugerindo que o próprio Davi tenha frequentado o lugar. Garfinkel liderou a escavação por sete anos com Saar Ganor, da Autoridade de Antiguidades de Israel.
Garfinkel disse que sua equipe achou objetos de culto tipicamente usados pelos judeus, os súditos do Rei Davi, e não viu nenhum vestígio de restos de porco. As regras de dietas judaicas proíbem a carne de porco. Indícios como estes, segundo ele, são “evidências inequívocas” que Davi e seus descendentes governaram o local.
Os críticos disseram que o lugar poderia ter pertencido a outros reinos da região. O consenso entre a maioria dos estudiosos é que nenhuma prova física definitiva da existência do Rei Davi foi encontrada.
Segundo matéria do Globo, a própria arqueologia bíblica é controversa. Os israelenses usam, com frequência, achados arqueológicos para dar força às reivindicações sobre terras que também são reivindicadas pelos palestinos, como a Cidade Antiga de Jerusalém. Apesar da extensa evidência arqueológica, por exemplo, os palestinos negam que os templos judaicos bíblicos dominaram o topo da colina onde a Mesquita de al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado do Islã, está hoje. Em geral, os pesquisadores ficaram divididos sobre se as histórias bíblicas podem ser validadas por restos físicos.
Essa não é a primeira vez em que escavações indicam a descoberta de um palácio do Rei Davi. Em 2005, a arqueóloga israelense Eilat Mazar afirmou ter encontrado os restos do palácio do rei em Jerusalém, que remontariam ao século 10 A.C, quando o Rei Davi teria reinado. A alegação dela foi encarada com ceticismo, inclusive do próprio Garfinkel.
Usando datação por carbono, os arqueólogos viram que a construção do lugar foi realizada também naquela época. Garfinkel disse que a equipe também achou um depósito de quase 15 metros, indicando que se tratava de um ambiente real usado para cobrar impostos do resto do reino.
Garfinkel acredita que o Rei Davi viveu permanentemente em Jerusalém, em um local ainda não descoberto. Ele só visitava Khirbet Qeiyafa ou outros palácios por períodos curtos. O arqueólogo disse que a localização do lugar numa colina indica que governante procurou um ambiente seguro bem acima do solo durante a era violenta de frequentes conflitos entre as cidades.
O arqueólogo Israel Finkelstein, da Universidade de Tel Aviv, concordou que Khirbet Qeiyafa é um lugar “elaborado” e “bem fortificado” do século 10 A.C, mas acrescentou que poderia ter sido construído pelos filisteus, cananeus e outros povos da região. Ele disse que não é possível verificar quem construiu o local sem encontrar um monumento detalhando as realizações do rei. Na semana passada, por exemplo, arqueólogos de Israel acharam pedaços de uma esfinge carregando o nome do faraó egípcio que reinou quando a estátua foi esculpida.
Garfinkel insistiu que críticos como Finkelstein estão se baseando em teorias ultrapassadas. “Acho que outras pessoas possuem uma teoria que não se sustenta, e nós temos informações atualizadas”, disse.
Fonte: Globo

                                 O Templo de Davi em Jerusalém

O arqueólogo Randall Price comenta que referente à tomada da cidade de Jerusalém das mãos dos jebuseus (II Sm. 5:7-25) pelo Rei Davi já foram celebrados pelos Judeus mais de 3.000 aniversários. Dentro dessa conjuntura importantíssima fazem-se necessárias evidências, além de paleográficas, arqueológicas e parece que tais evidências estão sendo achadas.
O Jornal Folha de São Paulo, na sua edição de Sábado (06/08/05), traz a notícia do possível achado do Palácio do Rei Davi em Jerusalém, relata o seguinte à matéria: “Uma arqueóloga israelense diz ter descoberto em Jerusalém Oriental o lendário palácio do rei bíblico Davi… A descoberta é rara e importante: um grande edifício público do século 10 a.C., junto com fragmentos de cerâmica da época de Davi e Salomão e um sinete (usado para carimbar documentos) que pertenceu a um funcionário mencionado no livro do profeta Jeremias.
A descoberta provavelmente vai se tornar mais um argumento numa das maiores controvérsias da arqueologia bíblica… Baseada na Bíblia e em um século de arqueologia no local, Mazar, 48, especulou que uma famosa escadaria com degraus de pedra escavada antes era parte da fortaleza que Davi conquistou… Seu palácio ficaria depois do perímetro original dos muros da cidade, no caminho para a Esplanada do Templo, edificado por seu filho, Salomão… Afirma ela – ´Quando os filisteus (grandes inimigos dos israelitas) vinham lutar, a Bíblia diz que Davi descia de sua casa para a fortaleza… Fiquei pensando: descia de onde? Então imaginei que talvez houvesse algo aqui (em Jerusalém Oriental)’… Mazar acredita ter achado a resposta: um grande edifício público, com pelo menos alguma cerâmica da época, e um sinete governamental de Jeucal, filho de Selemias, mencionados no livro de Jeremias.
O prédio pode ser razoavelmente datado com a cerâmica achada ainda debaixo dele. Sob o Palácio encontrou fragmentos dos séculos 12 a.C. ou 11 a.C., pouco antes da conquista da cidade por Davi. Acima estavam as fundações de um edifício monumental, com pedras grandes usadas para fazer muros de 1,8 m de espessura. Num canto havia cerâmica dos séculos 10 ao 9 a.C., mais ou menos da época do reino unido de Israel”.
A pessoa do Rei Davi agiganta-se nas páginas do Antigo e Novo Testamentos, sendo mencionada cerca de 1.048 vezes. No AT ele é o assunto primário de 62 capítulo e o autor de 73 salmos. No NT, figura proeminentemente em ambos os lados da genealogia de Jesus e no lugar onde nasceu (Mt. 1:1,6,17,20; Lc. 2:4,11; 3:31), mostrando sua relevância para a historiografia bíblica. Os atuais achados só vêm corroborar mais uma vez com provas factuais já atestadas pelas provas paleográficas. Apesar de alguns quererem usar a falta de evidências para provar alguma contradição da Bíblia, o tempo e as pesquisas sempre advogam favoráveis à Escritura Sagrada.Fonte de pesquisa:O Jornal Folha de São Paulo, na sua edição de Sábado (06/08/05)


                 Governo israelense financia construção do Templo

O Estado de Israel tem financiado uma importante quantidade de dinheiro para organizações sem fins lucrativo, cujo principal objetivo é construir o Terceiro Templo, uma nova versão do Templo de Salomão, no espaço hoje conhecido como  o Monte do Templo, terceiro lugar mais sagrado para o Islã.
De acordo com um relatório publicando no ultimo domingo pela Rádio do Exército, somente no ano passado o Ministério da Educação e Ministério da Cultura e do Desporto, destinaram mais de 400 mil shekels (cerca de 84 mil euros) a uma organização conhecida como “El Instituto del Templo” (O Instituto do Templo).
“O Instituto se dedica em todos os aspectos do mandamento bíblico para a construção do Santo Templo de Deus, no monte Moriá, situado pela tradição rabínica, no Monte do Templo ou Explanada das Mesquitas, em Jerusalém”, disse o grupo em seu web site.
“Em curto prazo, nosso objeto é reacender a chama do Templo Sagrado nos corações da humanidade através da educação. Em longo prazo, nosso objetivo é fazer tudo o que esta dentro de nossa limitada capacidade para encorajar a construção do Templo Sagrado em nosso tempo.”, acrescenta.
Em seu site (http://www.templeinstitute.org/) pode ser visto com relativa facilidade os planos do projeto para o novo templo em fotografias reais sobre a Cúpula da Rocha. Nos planos são apagadas também a Mesquita de Al Aqsa.
Além disso, segundo a Rádio do Exercito, as autoridades teriam permitido as mulheres prestar o Serviço Social Substituto nesta organização trabalhando sem remuneração como guias para visitas turísticas no Muro das Lamentações, o único remanescente do antigo Templo de Salomão e a Explanada das Mesquitas. Essas mulheres também visitam escolas e creches infantis em todo o país para dar palestras sobre os programas educacionais do instituto. - cbnExtraído do Portal Padom em 09/08/2013

                                            A Tumba de Jesus?

Nessa última segunda, um cineasta americano de nome James Cameron apresentou artefatos que, segundo ele, podem ter vindo da tumba de Jesus.Nesta, haveria também os restos mortais de Maria Madalena e do filho deles, Judá (fonte: O Globo). Como se trata de algo que vai de encontro à essência da fé cristã, pois o cristianismo é uma religião estribada na história, especialmente alicerçada no fato da ressurreição de Cristo, penso que a tentativa de destruir a fé cristã, feita por este cineasta e sua equipe, demanda uma resposta. Permita-me expressar em poucas palavras o meu ponto de vista sobre o assunto.
A facilidade com que estes homens foram levados a crer é espantosa. Sim, porque há fé no que eles estão dizendo. Eles crêem em Cristo. Só que num Cristo que não venceu o maior inimigo da humanidade, que se chama morte. Eu mesmo, para me tornar cristão, tive que contar com uma sorte muito maior de evidências do que eles. Se os critérios que eles estão usando para descrer fossem usados por eles para, de um modo imparcial, avaliar os argumentos do cristianismo quanto a sua confiabilidade histórica, há muito estes homens teriam se tornado cristãos.
Ora, com base nos achados desta tumba eles chegaram a seguinte conclusão: os nomes que aparecem nos ossuários correspondem exatamente aos personagens históricos descritos na Bíblia. Este cineasta, num passo gigantesco de fé sem vínculo algum com a razão, afirma que há indícios de que ali encontram-se os ossos de Cristo, Maria, José, Maria Madalena e um certo Judá.
Ora, há formas diferentes de conhecimento que exigem metodologias diferentes de aferição da verdade. Uma espécie de verdade é a que conheço mediante uma análise feita num tubo de ensaio. Outra se relaciona ao que só pode ser conhecido mediante ao raciocínio puro – as chamadas verdades da metafísica. Uma categoria diferente de verdade é a de natureza histórica.
Esta exige a presença de evidência histórica. Os fatos históricos devem estar bem atestados.Bom, tudo o que precisamos saber quanto ao que foi dito é: como saber que os nomes (comuníssimos na cultura judaica dos dias de Jesus) correspondem aos nomes mencionados no Novo Testamento? Qual a evidência de que a família de Jesus, que morava no norte de Israel, na cidade de Nazaré, desceu para Jerusalém onde foi “achada” enterrada? Com base em que podemos negar a credibilidade dos depoimentos das testemunhas oculares da morte e ressurreição de Cristo, conforme o relato dos documentos históricos do Novo Testamento? Como a história da ressurreição surgiu, se espalhou e levou suas testemunhas a darem a vida pela sua mensagem? Sabemos que pessoas podem dar a vida por uma mentira, por pensarem que não estão enganadas.
Mas, dar a vida por uma mentira sabendo que é mentira? Eles diziam que tinham visto Cristo ressurgir dentre os mortos e tocado no seu corpo. Este é o tipo de coisa acerca da qual não dá para se enganar, especialmente quando se trata do testemunho de várias pessoas. Isto posto, pediria que você considerasse os seguintes pontos:
1. Todo aquele que com base na linha de argumentação desses homens crê que Jesus foi um personagem da história, e que seus ossos foram encontrados naquela tumba, será forçado por uma questão de honestidade intelectual, a considerar os argumentos cristãos quanto à historicidade de Cristo e da sua ressurreição. Estes homens estão crendo (ou descrendo) com base em dados que jamais seriam suficientes para levar uma pessoa inteligente à fé (ou à descrença). Eu jamais acreditaria em alguma coisa que viesse acompanhada de bases intelectuais tão frágeis.
2. Por que toda esta tentativa recente de desconstruir o cristianismo? Será que a natureza da sua mensagem não é a causa de tanto desejo de destruí-lo? Não se tem dado o tratamento que é dado a Cristo a outros personagens da história. Somente uma forte pressão inconsciente para nos fazer negar o que é ensinado pelo cristianismo. Reconheço que, para os de nossa raça, é difícil conviver com declarações do tipo: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”; “Vós que sois maus”; Dá a quem te pede”; “Amarás ao Senhor teu Deus de todo coração”; “Arrependei-vos”; “Reconcilia-te com teu irmão”; “Quem olhar para uma mulher com intenção impura no seu coração já adulterou com ela”. Certamente, se Cristo corroborasse nossas taras não seria tão irracionalmente atacado.

3. Destruir essa história de amor revelada pelo evangelho em nome de fama, dinheiro e liberdade para pecar é arrancar da vida aquilo que neste mundo de velhice, doença, dor, miséria e morte pode nos dar esperança.
Em todas as religiões o homem é levado a conduzir suas ofertas à divindade a fim de comprar o seu favor. Muitas vezes para negociar com o seu deus o homem chegou até mesmo ao ponto de oferecer um filho em sacrifício.
O cristianismo é a única religião na qual o ofertante não é o homem e sim o Criador. Um Deus que traz nos seus braços o corpo ensangüentado do seu Filho, a fim do homem poder se reconciliar com aquele contra quem pecou tão gravemente. Não há história de amor mais bela. A prova da sua origem divina é a sua excelência. Ela supera tudo o que os seres humanos têm falado em termos de religião. Se há um caminho que reconduz o ser humano ao seu Criador só pode ser esse, em razão da sua beleza.
Um ser malvado como o homem jamais conseguiria construir um conceito tão apaixonante de Deus. Sua culpa não permitiria crer num Deus que em vez de exigir o sangue do homem para satisfazer sua justiça, exigisse o sangue do Seu próprio Filho. Sua maldade não o conduziria a conceber um Ser moralmente tão belo e para cujo encanto moral não há paralelo nas relações humanas.
 Seu orgulho não o levaria a admitir que seus pecados não podem ser apagados pelo homem, e por isso exigiram preço tão alto a ser pago pelo próprio Deus. Em Cristo, Deus desvia sua ira do homem e a traz para si mesmo. Quem não vê beleza nessa mensagem, prova que está cego. Sua própria incapacidade de sentir deleite nesta declaração do amor Divino, testemunha da sua maldade: “Os limpos de coração verão a Deus”.
4. Os cristãos não crêem mediante um salto de fé cego. Sua fé está alicerçada na história. O que ocorreu há dois mil anos na Palestina foi registrado por testemunhas oculares, que pregavam contra a mentira, odiavam o engano e trouxeram ao mundo um sistema de valores morais excelente sob todos os aspectos. Essas mesmas testemunhas registraram o que viram e ouviram nas páginas de um conjunto de livros chamado de Novo Testamento.
Leia-o. Seja coerente. Você não leu a reportagem que procura lançar nuvem de dúvida sobre tudo isso? Comece pelos evangelhos. Um dos seus autores diz: “Visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram, conforme nos transmitiram o que desde o princípio foram deles testemunhas oculares, e ministros da palavra, igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem, para que tenhas plena certeza das verdades em que foste instruído” (Evangelho de Lucas, capítulo primeiro, versículos de um a quatro).
Nós, que seguimos a Cristo e disto não nos envergonhamos, cremos não apenas por causa das evidências históricas irrefutáveis do cristianismo, mas devido à formosura do Deus cristão, cujo amor supera tudo aquilo que poderíamos haver concebido. Essa beleza, porém, está oculta a todo aquele cujo coração está imundo pela maldade do seu ser e dos seus atos.
Embora ninguém se converta sem razões, ninguém se converte pela razão. Um coração inclinado para o mal é capaz de corromper todo julgamento racional. Não basta conhecer arqueologia para acreditar no Deus dos cristãos. Não há razão para a fé na vida daquele que em vez de estar interessado na verdade, está mais preocupado com a satisfação dos seus desejos egoístas. Este não precisa de um cérebro melhor, precisa de um melhor coração. Não carece tanto estudar arqueologia para ser levado à fé, mas sim conhecer o seu coração para se arrepender e crer. Isto pode acontecer mediante um encontro com Cristo, cujo corpo está à destra do Deus Todo-Poderoso, de onde virá para julgar os vivos e os mortos. Foi isso que Ele e seus amigos ensinaram.NOTAS(ANTONIO C. COSTA-PASTOR DA IGREJA PRESBITERIANA DA BARRA)


         Descoberta inscrição hebraica de 3 mil anos em Jerusalém.

Asa de jarro antigo traz a inscrito o nome masculino ‘Menachem’, que ainda hoje é comum entre os judeus.Arqueólogos em escavação no Monte das Oliveiras, em Jerusalém, descobriram uma asa de jarro de quase 3.000 anos que traz uma antiga inscrição hebraica, um achado significantemente mais antigo que a maioria dos artefatos descobertos na cidade antiga, disse um arqueólogo. A asa, da Idade do Ferro, está inscrita com o nome hebreu Menachem, que foi o nome de um rei israelita e ainda hoje é comum entre judeus.
A inscrição inclui ainda uma letra parcialmente intacta, o caractere hebraico lamed, que significa “para”. Isso sugere que a jarra foi um presente para alguém chamado Menachem, disse Ron Beeri, que dirige a escavação para a Autoridade de Antiguidades de Israel. Não há indício de que a inscrição se refira ao rei.
Esse mesmo nome e versões variantes já foi encontrado em cerâmica egípcia de até 3.500 anos atrás, e a Bíblia menciona Menachem Ben Gadi como um antigo rei de Israel. Mas esta é a primeira vez que um artefato com o nome é descoberto em Jerusalém, disse Beeri.“É importante porque mostra que eles realmente usavam o nome Menachem durante o período”, disse Beeri. “Não é só da Bíblia, é do registro arqueológico”.
Com base no estilo da inscrição, ele datou a asa de cerca de 900 a.C., no período do primeiro templo de Jerusalém.
O vasilhame a que a asa pertencia não foi resgatado, então é impossível dizer para que era usado, disse Beeri. Vasilhames semelhantes podiam conter produtos como óleo ou trigo.notas (AP/Notícias Cristãs)

                     Templo de 3.000 anos é encontrado na Jordania

Arqueólogos desenterraram na Jordânia um templo construído há 3.000 anos, na Idade do Ferro, com uma coleção de estatuetas de deuses antigos e vasos circulares de barro usados em rituais religiosos.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira por cientistas. O chefe do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad al-Saad, afirmou que o santuário é do século 8 a.C. e foi descoberto em Khirbat ‘Ataroz, próximo à cidade de Mabada, a aproximadamente 32 quilômetros da capital, Amã.Ele afirmou que o complexo possui uma sala principal que mede 36 metros quadrados, além de duas antecâmaras e de um pátio aberto.
De acordo com al-Saad, o santuário e seus artefatos –feitos de calcário e basalto ou esculpidos em barro e bronze– mostram os complexos rituais religiosos do antigo reino bíblico de Moab, na Jordânia.“Hoje nós temos a evidência material, a prova arqueológica do nível de desenvolvimento da tecnologia e da civilização daquele período”, afirmou.
Os moabitas, cujo reino se estendia pela costa montanhosa do Mar Morto, no território que hoje é a Jordânia, eram intimamente relacionados com os israelitas, embora os dois povos estivessem frequentemente em conflito. Em 582 a.C, os babilônios conquistaram o reino.Os arqueólogos também desenterraram cerca de 300 vasos, estatuetas de divindades e artefatos usados nos rituais do local. Al-Saad afirmou que é raro encontrar tantos itens da Idade do Ferro no mesmo sítio.
As escavações começaram em Khirbat ‘Ataroz em 2000, com a cooperação da Universidade de La Sierra, da Califórnia. A maioria dos objetos, no entanto, só foi descoberta nos últimos meses.Entre os itens expostos nesta quarta-feira, há uma estatueta do deus Hadad, assim como delicados vasos de barro usados nos rituais sagrados.Al-Saad afirmou que os objetos indicam que os moabitas adoravam vários deuses diferentes e que tinham um uso ritual dos templos altamente organizado.notas(Fonte: Folha de SP).

                      Encontrada prova de general citado na Bíblia
  
Com a exceção de reis antigos, é pouco freqüente encontrar provas da existência de personagens que aparecem na Bíblia [na verdade, há muitos achados que confirmam a existência de vários personagens bíblicos], mas um pesquisador encontrou, no Museu Britânico, vestígios do general babilônio Nebo-Sarsequim, citado no livro sagrado do cristianismo [e do judaísmo].
O especialista na civilização assíria Michael Jursa descobriu uma pequena tabuleta de argila na qual o general é citado, informou hoje o Museu Britânico. Segundo a Bíblia, ele tomou parte no ataque a Jerusalém.A tabuleta data de 595 a.C. e trata de uma oferenda de ouro apresentada por Sarsequim no templo principal da Babilônia, provavelmente em honra aos deuses. O objeto, gravado com escrita cuneiforme, a mais antiga conhecida pelo homem, é anterior à destruição de Jerusalém pelo Império da Babilônia, em 587 a.C.
De acordo com o capítulo 39 do Livro de Jeremias, Sarsequim esteve ao lado de Nabucodonosor, o rei de Babilônia, no ataque a Jerusalém.Jursa, catedrático associado da Universidade de Viena, tem estudado tabuletas no Museu Britânico desde 1991. “Ler tabuletas babilônicas é, às vezes, muito trabalhoso, mas também muito gratificante”, disse o especialista, em comunicado divulgado pelo museu.
Atualmente, apenas alguns estudiosos no mundo todo são capazes de decifrar a escrita cuneiforme, utilizada no Oriente Médio entre 3.200 a.C. e o século II d.C.O Museu Britânico conta com mais de 100 mil tabuletas com inscrições, que são revisadas pelos especialistas.notas(Site do Terra)
  

           Arqueólogos descobrem antigo carimbo em Jerusalém

Arqueólogos israelenses disseram neste domingo ter descoberto um carimbo de argila de 2 mil anos, perto do Muro Ocidental, também conhecido como Muro das Lamentações, de Jerusalém, confirmando relatos escritos de rituais que eram realizados no templo sagrado judaico.
Mas o objeto do tamanho de um botão tem as palavras inscritas em aramaico “puro para Deus”, indicando que era usado para certificar alimentos e animais usados para cerimônias de sacrifício.O Muro Ocidental faz parte de um complexo conhecido pelos judeus como o Monte do Templo e pelos muçulmanos como o Nobre Santuário, onde a mesquita islâmica al-Awsa e o Domo da Rocha estão localizados.
“Parece que o objeto era usado para marcar produtos ou objetos que eram trazidos para o Templo, e era imperativo que fossem puros segundo rituais”, disse a Autoridade de Antiguidades de Israel, em comunicado para divulgar a descoberta.A entidade disse acreditar ser a primeira vez que tal selo foi escavado, oferecendo uma prova arqueológica direta de rituais que eram realizados no templo e que eram descritas em textos antigos.Fonte:

Arqueólogo encontra prova de existência de general babilônio citado na Bíblia
Com a exceção de reis antigos, é pouco freqüente encontrar provas da existência de personagens que aparecem na Bíblia, mas um pesquisador encontrou, no Museu Britânico, vestígios do general babilônio Nebo-Sarsequim, citado no livro sagrado do cristianismo.
O especialista na civilização assíria Michael Jursa descobriu uma pequena tabuleta de argila na qual o general é citado, informou hoje o Museu Britânico. Segundo a Bíblia, ele tomou parte no ataque a Jerusalém.A tabuleta data de 595 a.C. e trata de uma oferenda de ouro apresentada por Sarsequim no templo principal da Babilônia, provavelmente em honra aos deuses.
O objeto, gravado com escrita cuneiforme, a mais antiga conhecida pelo homem, é anterior à destruição de Jerusalém pelo Império da Babilônia, em 587 a.C.De acordo com o capítulo 39 do Livro de Jeremias, Sarsequim esteve ao lado de Nabucodonosor, o rei de Babilônia, no ataque a Jerusalém.
Jursa, catedrático associado da Universidade de Viena, tem estudado tabuletas no Museu Britânico desde 1991.“Ler tabuletas babilônicas é, às vezes, muito trabalhoso, mas também muito gratificante”, disse hoje o especialista, em comunicado divulgado pelo museu.
Atualmente, apenas alguns estudiosos no mundo todo são capazes de decifrar a escrita cuneiforme, utilizada no Oriente Médio entre 3.200 a.C. e o século II d.C..
O Museu Britânico conta com mais de 100 mil tabuletas com inscrições, que são revisadas pelos especialista

                Arqueólogos encontram palácio da rainha de Sabá

Arqueólogos alemães encontraram os restos do palácio da lendária rainha de Sabá na localidade de Axum, na Etiópia, e revelaram assim um dos maiores mistérios da Antigüidade, segundo anunciou a Universidade de Hamburgo. “Um grupo de cientistas sob direção do professor Helmut Ziegert encontrou durante uma pesquisa de campo realizada nesta primavera européia o palácio da rainha de Sabá, datado do século X antes de nossa era, em Axum-Dungur”, destaca o comunicado da universidade.
A nota diz que “nesse palácio pode ter ficado durante um tempo a Arca da Aliança”, onde, segundo fontes históricas e religiosas, foram guardadas as tábuas com os Dez Mandamentos, que Moisés recebeu de Deus no Monte Sinai. Os restos da casa da rainha de Sabá foram achados sob o palácio de um rei cristão.
“As investigações revelaram que o primeiro palácio da rainha de Sabá foi transferido pouco após sua construção, e levantado de novo orientado para a estrela Sirius”, dizem os cientistas. Os arqueólogos acreditam que Menelik I, rei da Etiópia e filho da rainha de Sabá e do rei Salomão, foi quem mandou construir o palácio em seu lugar definitivo.
Os arqueólogos alemães disseram que havia um altar no palácio, onde provavelmente ficou a Arca da Aliança, que, segundo a tradição, era um cofre de madeira de acácia recoberto de ouro.As várias oferendas que os cientistas alemães encontraram no lugar onde provavelmente ficava o altar foram interpretadas pelos pesquisadores como um claro sinal de que a relevância especial do lugar foi transmitida ao longo dos séculos.
A equipe do professor Ziegert estuda desde 1999, em Axum, a história do início do reino da Etiópia e da Igreja Ortodoxa Etíope.“Os resultados atuais indicam que, com a Arca da Aliança e o judaísmo, chegou à Etiópia o culto a Sothis, que foi mantido até o século VI de nossa era”, afirmam os arqueólogos.
O culto, relacionado à deusa egípcia Sopdet e à estrela Sirius, trazia a mensagem de que “todos os edifícios de culto fossem orientados para o nascimento da constelação”, explica a nota.O comunicado também diz que “os restos achados de sacrifícios de vacas também são uma característica” do culto a Sirius praticado pelos descendentes da rainha de Sabá.notas(G1 Notícias)Colaboração: Jônathas Melo)

                                Qual era a população de Bete-Semes?

1 SAMUEL 6.19 – Como Bete-Semes poderia ter uma população superior a 50.000 homens?PROBLEMA.Depois que o povo da cidade de Bete-Semes recebeu a arca da aliança, alguns cidadãos desprezaram o fato de que a arca era sagrada e olharam o seu interior. O texto diz: “E o Senhor feriu os homens de Bete-Semes, porquanto olharam para dentro da arca do Senhor; feriu do povo cinqüenta mil e setenta homens” (SBTB). Entretanto, uma população de mais de 50.000 pessoas parece ser muito grande para uma comunidade como aquela.

SOLUÇÃO.Em primeiro lugar, este é muito provavelmente o caso de erro de transcrição feito por um escriba. A numeração na língua hebraica normalmente segue um certo padrão, pelo qual o número maior é escrito em primeiro lugar, vindo em seguida o menor. A forma usual de escrever tal número em hebraico seria “cinqüenta mil homens e setenta homens”. Entretanto, neste caso, os números aparecem de forma invertida. Na realidade o texto diz: “setenta homens cinqüenta mil homens”. Além disso, as designações numéricas quase sempre são ligadas pela conjunção “e”, de forma que a redação normal seria: “cinqüenta mil homens e setenta homens”. Também neste ponto a passagem foge da maneira usual por omitir o “e”. Tais razões têm levado muitos a suspeitarem de que o texto foi inadvertidamente alterado por erro de cópia.
Em segundo lugar, é também admissível que se tenha ficado apenas com explicações para o tamanho do grupo de pessoas e que simplesmente se tenha deixado de fazer uma investigação mais acurada até o presente. Pode ser que alguma escavação arqueológica venha a dar evidências que expliquem por que havia de fato uma população tão grande lá, ou pelo menos envolvida com o juízo de Bete-Semes. Embora uma população superior a 50.000 pessoas possa parecer elevada para uma comunidade como a de Bete-Semes, tal população não é de todo incomum no mundo antigo para cidades maiores. Este grande número pode ainda vir a ser justificado de alguma maneira.Extraído do livro MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e “Contradições” da Bíblia. Norman Geisler – Thomas Howe.

                     Templo de elite judaica se tornará museu

Antigo templo da elite judaica se tornará museu em 2015 com dinheiro alemão.
“Não é muito, mas a simbologia do financiamento alemão é enorme”, diz o médico oncologista Sergio Simon, 64, com o rosto amarelado pela luz que atravessa o vitral dos anos 1920.
O entulho e a poeira enganam, mas estamos no salão da antiga Sinagoga Beth-El, na rua Martinho Prado (centro), por onde circularam, até a década de 1990, algumas das famílias judias mais importantes do país.Em 2004, já esvaziado, o edifício foi cedido em comodato para a construção do Museu Judaico de São Paulo –do qual doutor Simon é o presidente. A obra ficaria pronta neste ano.
“Mas faltou grana”, diz o médico.Ao que parece, ela chegou. Após quatro meses de paralisação, o restauro e a ampliação do prédio vão contar com dinheiro do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha.
Além dessa verba (“sigilosa, para não melar a negociação”), o museu já arrecadou quase um terço dos R$ 34 milhões previstos para a reforma, que incluirá novas áreas de exposições, estudos, biblioteca e café.As obras recomeçaram –e a previsão para a reinauguração é 2015.

PASSADO.“A elite se casava aqui. Os mais pobres, no Bom Retiro”, diz Simon, por cujo consultório já passaram figuras como Hebe Camargo (1929-2012) e “poderosos que preferem anonimato”.Por décadas, famílias abastadas –como a do ex-ministro Celso Lafer, do barão da celulose Max Feffer e do empresário varejista Celso Goldfarb– frequentaram a sinagoga.
Ali, cumpriram alguns de seus principais rituais religiosos: circuncisão (em hebraico, “brit milá”), maioridade religiosa (“bar-mitzvá”), casamentos e rezas fúnebres (“yskor”).
O costume judeu era seguido à risca. Os homens reuniam-se no salão principal do templo, em frente ao altar de madeira talhada (ainda preservado), enquanto as mulheres acompanhavam as cerimônias do mezanino.
“Dessa forma”, explica o doutor, “as pessoas não ficariam tentadas e manteriam o foco na pregação”
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PRESENTE E FUTURO.Com mais de 5.000 peças, o acervo já reúne joias, mobília e utensílios domésticos, todos guardados em cofres.
“Mas as obras importantes são as baratinhas e históricas, como os talheres usados em Auschwitz [principal campo de concentração nazista].”Há também um caderninho escrito por uma menina de 14 anos, que narra a perseguição aos judeus na Segunda Guerra Mundial (1939-1945). “Lembra o diário de Anne Frank”, diz Dodi Chansky, secretária do museu.
Em seu memorial do Holocausto, a curadoria partirá de uma perspectiva tupiniquim. “Muitos nazistas importantes vieram para o Brasil no governo Vargas. Ele fechou os olhos para isso”, diz Simon. “E nós vamos contar.”Ele garante que o novo espaço não será um “museu de horrores”.“A comunidade judaica sempre foi muito fechada. E nós queremos justamente o contrário: reunir paulistanos e visitantes de todas as crenças para aprenderem mais sobre a história de todos nós.”

                    Inscrição ajuda a confirmar reinos de Davi e Salomão

Um professor da Universidade de Haifa (Israel) afirma que uma inscrição em um jarro de barro descoberto em Jerusalém pode provar a existência dos reinos bíblicos de Davi e Salomão. O objeto, de quase três mil anos, foi encontrado em julho e é o mais antigo texto alfabético já achado na cidade histórica. “Estamos falando de reis verdadeiros, e os reinos de Davi e Salomão foram um fato real”, diz Gershon Galil. O debate entre os cientistas sobre o significado da inscrição ainda é muito grande, mas o professor afirma oferecer “a única tradução sensata” para o texto e ressalta que apenas a existência do objeto já é considerada importante. “A coisa mais importante é que (o jarro) nos conta que alguém naquele período sabia como escrever alguma coisa”, diz. Uma das dificuldades da tradução é que três letras do objeto estão incompletas. Galil as traduz como “yah-yin chah-lak”, o que em hebraico significa “vinho inferior”.

A parte mais importante, contudo, é o primeiro trecho do texto, que indicaria o 20º ou 30º ano do reino de Salomão. A inscrição, afirma o professor, está em uma forma inicial do hebraico do sul, pois é a única língua a usar dois yods (letras hebraicas) para a palavra “vinho”. Ele especula que o “vinho inferior” seria dado para trabalhadores que construíam a cidade de Jerusalém.

Se o hebraico como língua escrita era utilizado no período da inscrição no local, isso indica que os israelitas chegaram a Jerusalém antes do que se acreditava anteriormente e isso os colocaria em um tempo que a Bíblia indica que Salomão reinou. Galil acredita agora que novos indícios serão achados sobre os reinos bíblicos.

                                        A Cidade de Davi

Muitas descobertas arqueológicas têm sido feitas por mero acaso, durante a realização de obras públicas. Recentemente, em Jaffa (antiga Jope), por exemplo, quando a cidade reformava uma de suas avenidas, foram encontradas ruínas dos tempos dos Cruzados. A reforma está agora parada, enquanto os arqueólogos escavam e documentam o que foi achado. Curiosamente, obras públicas que não foram feitas também têm propiciado importantes descobertas arqueológicas. É o que está acontecendo hoje em Jerusalém.

Conta-se que, no começo do Século 16, o sultão Suleiman teve um sonho que o deixou grandemente impressionado. Ele viu os muros de Jerusalém caídos e sentiu-se chamado a reerguê-los, sob risco, se não o fizesse, de ser queimado no inferno! Supersticioso como era, o sultão não quis correr riscos e, sem jamais ter ido a Jerusalém, ordenou que seus muros fossem reconstruídos. As obras começaram em 1537 e foram concluídas em 1541 (portanto, pouco tempo depois do descobrimento do Brasil). Quem visita Israel pode, ainda hoje, ver esses imponentes muros e seus majestosos portais circundando a velha Jerusalém.

Uma parte da cidade, porém, ficou do lado de fora dos muros! Talvez tenha sido por erro dos arquitetos ou, talvez, por ganância, pois, fazendo um muro menor, sobraria algum dinheiro para eles. O fato é que, irado com isso, o sultão ordenou a morte dos construtores.

Mas, se Suleiman não gostou da história, os arqueólogos, hoje, estão gostando muito! Isso porque eles estão descobrindo coisas muito importantes do lado de fora que, se estivessem dentro dos muros, não poderiam ser escavadas. Afinal, Jerusalém é uma cidade sagrada para várias religiões e, além disso, é toda ocupada. Mesmo sabendo que a cidade certamente se assenta sobre tesouros históricos de valor incalculável, é quase impossível escavar dentro dos muros.

E, sabe o que os engenheiros do sultão deixaram do lado de fora dos muros? Justamente a área onde o rei Davi construíra seu palácio! A Bíblia diz que “habitou Davi na fortaleza e lhe chamou a Cidade de Davi; foi edificando em redor, desde Milo e para dentro.... Hirão, rei de Tiro, enviou mensageiros a Davi, e madeira de cedro, e carpinteiros, e pedreiros, que edificaram uma casa a Davi” (II Samuel 5:9 e 11). Essa área, atualmente, está sendo escavada pelos arqueólogos. Estamos ansiosos para saber o que eles descobrirão ali!(atigo Jorge F.)
                      A historicidade confiável do livro de Daniel

Há pelo menos três bons motivos para acreditarmos que o livro de Daniel é confiável do ponto de vista histórico e que de fato foi escrito no 6º século antes de Cristo:
1) A arqueologia tem reconstruído as informações históricas do livro de Daniel.

1. Toda a história desse profeta hebreu se passa na cidade de Babilônia. Os críticos da Bíblia afirmavam que se Babilônia realmente houvesse existido, não passaria de um pequeno clã. A arqueologia demonstrou o oposto. Os resultados dos estudos do arqueólogo alemão Robert Koldewey, feitos entre 1899 e 1917, provaram que Babilônia era um grande centro econômico e político no Antigo Oriente Médio na metade do 1º milênio a.C. (600 a.C.).

2. Outro ponto de questionamento era sobre a existência ou não de Nabucodonosor, rei de Babilônia na época do profeta Daniel. Mais uma vez a arqueologia resolveu a questão trazendo à luz muitos tabletes que foram encontrados nas ruínas escavadas por Koldewey com o nome Nabu-Kudurru-Usur, ou seja, Nabucodonosor! Não é incrível como um tablete de 2.600 anos consegue esmiuçar teorias fundamentadas no silêncio?

3. Assim como a opinião dos críticos teve que ser radicalmente mudada a respeito de Babilônia e de Nabucodonosor, o mesmo aconteceu com Belsazar, o último rei da Babilônia. Críticos modernos não concordavam com essa informação. Novamente a arqueologia refutou essa opinião. Vários tabletes cuneiformes confirmam que Nabonido, o último rei de Babilônia, deixou seu filho Bel-Shar-Usur (Belsazar) cuidando do Império enquanto ele estava em Temã, na Arábia. Você pode confirmar em Daniel 5:7 que Belsazar ofereceu para Daniel o terceiro lugar no reino, já que o pai, Nabonido, era o primeiro e ele, Belsazar, o segundo.

4. Até os amigos de Daniel estão documentados nos tabletes cuneiformes da antiga Babilônia. Foi descoberto um prisma de argila, publicado em 1931, contendo o nome dos oficiais de Nabucodonosor. Três nomes nos interessam: Hanunu (Hananias), Ardi-Nabu (Abed Nego) e Mushallim-Marduk (Mesaque). Incrível! Os mesmos nomes dos companheiros de Daniel mencionados nos capítulos 1, 2 e 3 de seu livro! Um grande defensor dessa associação é o adventista e especialista em estudos orientais William Shea, em seu artigo: “Daniel 3: Extra-biblical texts and the convocation on the plain of Dura”, AUSS 20:1 [Spring, 1982] 29-52. Hoje esse artefato encontra-se no Museu de Istambul, na Turquia.

As informações históricas do livro de Daniel são confirmadas pela arqueologia bíblica.
2) Por muitos anos os defensores da composição do livro de Daniel no 2º século a.C. se valeram das palavras gregas do capítulo 3 para “confirmar” a autoria da obra no período helenístico. Essa opinião apresenta dois problemas sérios:

a) Há ampla documentação do relacionamento entre os gregos e os impérios da Mesopotâmia antes mesmo do 6º século a.C. Nos registros do rei assírio Sargão II, por exemplo, fala-se sobre cativos da região da Macedônia (Cicília, Lídia, Ionia e Chipre). Se os judeus em Babilônia eram solicitados para tocar canções judaicas (Salmo 137:3), por que não imaginar o mesmo com os gregos? Um poeta grego chamado Alcaeus de Lesbos (600 a.C.) menciona que seu irmão Antimenidas estava servindo no exército de Babilônia. Logo, não nos deve causar espanto algum o fato de termos na orquestra babilônica instrumentos gregos.

b) Se o livro de Daniel foi escrito durante o período de dominação grega sobre os judeus, por que há apenas três palavras gregas ao longo de todo o livro? Por que não há costumes helenísticos em nenhum dos incidentes do livro numa época em que os judeus eram fortemente influenciados pelos filósofos da Grécia? Esse fato parece negar uma data no 2º século a.C.

Resumindo: o fato de existirem palavras gregas no terceiro capítulo de Daniel não prova sua composição no 2º século a.C., pelo contrário, intercâmbio cultural entre Babilônia e Grécia era comum antes mesmo do 6º século a.C.

3) Daniel foi escrito em dois idiomas: hebraico (1:1-2:4 e 8:1-12:13) e aramaico (2:4b-7:28).

Diversos nomes no estudo do aramaico bíblico (Kenneth Kitchen, Gleason Archer Jr, Franz Rosenthal, por exemplo) afirmam que o aramaico usado por Daniel difere em muito do aramaico utilizado nos Manuscritos do Mar Morto que datam do 2º século a.C. Para Archer Jr., a morfologia, o vocabulário e a sintaxe do aramaico do livro de Daniel são bem mais antigos do que os textos encontrados no deserto da Judéia. Não só isso, mas que o tipo da língua que Daniel utilizou para escrever era o mesmo utilizado nas “cortes” por volta do 7º século a.C.

Resumindo: o aramaico utilizado por Daniel corresponde justamente àquele utilizado em meados no 6º século a.C. nas cortes reais.

Qual a relevância dessas informações para um leitor da Bíblia no século 21? Gostaria de destacar dois pontos para responder esta questão:

1) Como foi demonstrado acima, Daniel escreveu seu livro muito antes do cumprimento de suas profecias. Logo, isso nos mostra a Soberania e Autoridade de Deus sobre a história da civilização. Se Deus é capaz de comandar o futuro, Ele é a única resposta para os problemas da humanidade.

2) A inspiração das Escrituras. O livro de Daniel se mostrou confiável no ponto de vista histórico e, consequentemente, profético. Essa é a realidade com toda a Bíblia, que graças a descobertas de cidades, personagens e inscrições, mostra-se verdadeira para o ser humano.

O livro de Daniel, longe de ser uma fraude, é um relato fidedigno. Ao escavarmos profundamente as Escrituras e estudarmos a História, podemos perceber que a Bíblia é um documento histórico confiável.artigo(Luiz G. A)
                                        Os manuscritos do mar Morto

Durante toda a Idade Média, por interesses principalmente políticos e econômicos, a Igreja foi aos poucos agasalhando em seu seio doutrinas e costumes absolutamente contrários ao espírito e ensinos de Jesus e dos apóstolos. Por essa razão, muitas pessoas passaram a temer que a Bíblia também tivesse sofrido alterações significativas. O receio era de que o texto do Antigo Testamento que temos hoje não fosse exatamente aquele no qual Jesus e os apóstolos basearam todos os seus ensinos; que não fosse mais a “Palavra de Deus” como originalmente havia sido escrita. Felizmente, a Arqueologia praticamente acabou com essa dúvida. E tudo graças a um menino!

Em 1947, vasculhando as cavernas do extremamente árido e inóspito lado ocidental do Mar Morto, em busca de uma ovelha perdida, um garoto beduíno encontrou grandes vasos de barro que continham antigos manuscritos escondidos ali. A partir de então, outros beduínos e arqueólogos encontraram, em onze cavernas da região, mais de 800 diferentes manuscritos, incluindo todos os livros do Antigo Testamento, com exceção dos livros de Ester e Neemias. De alguns livros da Bíblia foram encontrados apenas fragmentos; em outros casos, a maior parte do texto foi recuperada. O livro do profeta Isaías foi encontrado praticamente inteiro!

Apenas um dos rolos havia sido escrito em finas folhas de cobre. Todos os demais foram escritos em pergaminho (pele de animal especialmente preparada para essa finalidade). Assim, por terem utilizado material orgânico, esses livros bíblicos puderam ser submetidos ao processo de datação conhecido como Carbono 14. Outro método utilizado para determinar a época em que foram escritos foi a análise paleográfica (análise da forma da escrita, que em cada época tem características típicas). Surpreendentemente, constatou-se que os manuscritos haviam sido produzidos entre o século II a.C. e o século I d.C. – portanto, em dias anteriores e contemporâneos a Jesus! Judeus zelosos dessa época, provavelmente para salvar os livros sagrados de algum perigo iminente, devem tê-los escondido nas remotas e quase inacessíveis cavernas do Mar Morto. E – maior surpresa ainda! – quando comparados, constatou-se que os livros do Antigo Testamento que temos hoje são essencialmente idênticos aos textos que existiam nos dias de Jesus!


Jesus certa vez disse: “Vós examinais as Escrituras porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim” (João 5:39). Como é confortador saber que as Escrituras que temos hoje em nossas mãos são aquelas mesmas que Jesus lia e ensinava!(Jorge F.)

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